Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Que Podem

Alunos de SP produzem curtas para debater sexualidade nas escolas

0
Cena do filme "E agora?" feito por estudantes de escola pública de SP (Reprodução)

Cena do filme “E agora?” feito por estudantes de escola pública de SP (Reprodução)

Marcelle Souza, no UOL

Vinte estudantes da rede pública de ensino paulista apresentaram nesta segunda-feira (24), em São Paulo, cinco curtas-metragens sobre sexualidade que podem ser utilizados em escolas para discutir o tema.

Os vídeos foram produzidos durante três semanas e fazem parte do projeto “Dar voz aos jovens”, desenvolvido pelo Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento) em parceria com a Fundação Carlos Chagas.

Os curtas têm aproximadamente dez minutos e tratam de gravidez na adolescência, assédio sexual, diversidade sexual, relações amorosas e a primeira vez.

Para falar de gravidez na adolescência, o grupo de Ilana Julia de Sousa Oliveira, 16, partiu de histórias da própria comunidade em que moram para mostrar o tema a partir de uma visão diferente. “A gente sempre vê as pessoas falarem das meninas, então decidimos mostrar que também é um momento difícil para os meninos”, afirma.

1

Assista aos vídeos aqui.

Os jovens participaram de oficinas de audiovisual e foram orientados por especialistas na área. Os roteiros, escritos pelos próprios adolescentes, são produto de histórias que eles já conheciam e dos debates sobre sexualidade com o grupo.

“A atriz principal do nosso curta é prima de uma das meninas do grupo. A mulher que alicia o menino no início do vídeo é a minha mãe e a casa é da minha tia”, conta Victor Hugo Costa de Melo, 18, que faz parte do grupo que produziu o vídeo “Violência e poder” e trata de abuso sexual no trabalho.

Para ele, a linguagem dos curtas pode ajudar a aproximar dos adolescentes o debate sobre sexualidade. “Normalmente, os vídeos sobre o assunto são institucionais, mais chatos. Acho que um curta feito por jovens e para jovens tem mais chances de chamar a atenção para o assunto”, diz.

Os vinte participantes foram selecionados em um concurso de narrativas direcionado a jovens de 14 a 19 anos. Eles deveriam retratar a sua percepção sobre a sexualidade. Uma comissão formada por profissionais das áreas da saúde, educação e ciências humanas escolheu os melhores textos.

Os vídeos serão apresentados ao público nesta segunda a partir das 14h no Polo Cultural Heliópolis, em São Paulo. O objetivo é que eles sirvam como ferramenta de debate sobre o tema nas escolas.

Como falar sobre sexo com seu filho

Bolsistas do Ciência Sem Fronteiras viram ‘embaixadores’ culturais do Brasil

0

O estudante de engenharia mecânica Daniel Leite Oliveira, de 22 anos, veio fazer um intercâmbio de graduação nos Estados Unidos com o objetivo de aproveitá-lo ao máximo.

Bolsistas do Ciência sem Fronteiras reuniram-se em Washington para avaliar programa

Bolsistas do Ciência sem Fronteiras reuniram-se em Washington para avaliar programa

Pablo Uchoa, na BBC

A poucos meses do fim de sua estadia, ele diz ter conseguido deixar uma boa impressão nos americanos, que conheceram um pouco sobre a cultura brasileira durante um Brazilian Day que organizou com seus colegas em uma universidade do Estado de Indiana.

Oliveira foi um dos bolsistas contemplados na primeira chamada do Ciência Sem Fronteiras, programa do governo federal que financia o intercâmbio de estudantes brasileiros em países ao redor do mundo.

O brasileiro teve a oportunidade de estudar em uma escola prestigiada na sua área, a Universidade Rose-Hulman, em Terre-Haute, a cerca de uma hora de Indianápolis, no meio oeste americano.

Antes de voltar ao Brasil, Oliveira ainda fará um estágio na multinacional de papel e celulose International Paper, no estado de Kentucky.

“Daqui, eu vejo o Brasil de uma forma muito diferente”, conta o jovem. “Vou levando muitas coisas (para casa), principalmente a sensação de poder fazer do meu país um lugar melhor.”

“Depois que você vem para cá, você observa os defeitos do Brasil, mas percebe também a capacidade de mudá-los.”

O estudante está entre os que, nos próximos meses, começarão a regressar para casa após concluir o primeiro ano do programa.

Eles levam de volta ao Brasil experiências que podem ter impacto não somente nas suas vidas pessoais e profissionais, mas também no futuro da iniciativa que é a menina dos olhos da presidente Dilma Rousseff para impulsionar a mobilidade e a qualificação da mão de obra científica nacional.

Segundo números oficiais do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), o programa Ciência Sem Fronteiras concedeu até maio 22,3 mil bolsas de estudo para brasileiros interessados em fazer intercâmbios em 35 países.

Os EUA lideram a lista como país receptor, com 5,4 mil bolsistas – 69% deles, de graduação, e o restante, em diferentes modalidades de pós.

As universidades americanas receberam mais alunos que as instituições no segundo e terceiro países que mais acolheram brasileiros, Canadá e Portugal.

Atualmente, estão abertas as inscrições para mais 13,5 mil bolsas de estudos em nove países e destas, 2 mil serão destinadas aos EUA, o que colocará o país dentro da estimativa de receber cerca de um quinto dos 101 mil bolsistas que o programa pretende custear até 2015.

‘Embaixadores’

O estudante de engenharia mecânica Daniel Oliveira diz que vê o Brasil 'com outros olhos'

O estudante de engenharia mecânica Daniel Oliveira diz que vê o Brasil ‘com outros olhos’

Em uma reunião de avaliação do primeiro ano do programa na Embaixada brasileira em Washington, na quarta-feira, um grupo de 17 estudantes compartilhou suas impressões com representantes do governo brasileiro e parceiros americanos.

Eles apontaram problemas pontuais no programa atual e contaram como a experiência serviu para que eles “abrissem a cabeça” e dessem o pontapé em uma rede de contatos internacionais que pode ser valiosa no futuro.

A reunião também indicou que os 5 mil brasileiros espalhados por quase 300 universidades americanas estão servindo de “embaixadores” culturais do país, através de eventos estudantis, atividades culturais e jornadas dedicadas ao Brasil.

“O resultado é que muitos estudantes americanos nos campi começaram a entender melhor quão vasto e diverso é o Brasil e o seu corpo discente”, disse Allan Goodman, presidente do Instituto de Educação Internacional (IIE, na sigla em inglês), órgão que atua como intermediário entre os estudantes brasileiros e as universidades americanas.

“Eles estão criando laços culturais, que acho que vão resultar em mais estudantes americanos interessados em estudar no Brasil e trabalhar com colegas brasileiros.”

Daniel, que estuda engenharia mecânica na UFMG, participou de um Brazilian Day em fevereiro passado.
“De manhã fizemos um workshop e teve até uma minifeira de carreiras, que inclusive ajudou alguns estudantes brasileiros a arrumar emprego”, contou. “À tarde, fizemos um evento para a comunidade e atraímos 600 pessoas. Os americanos ficaram muito impressionados.”

Segundo o IIE, Indiana é o sétimo Estado que mais recebeu estudantes brasileiros até meados de maio. Nova York, Califórnia, Michigan e Illinois lideram a lista.

De acordo com informações repassadas à Embaixada brasileira, as instituições que mais receberam estudantes brasileiros foram a Universidade da Califórnia em Davis, e da Flórida, ambas com 126 bolsistas.
As áreas mais procuradas pelos brasileiros são engenharia (mecânica, elétrica e industrial no topo da lista) e ciências da computação.

Allan Goodman diz que, apesar dos desafios de “aclimatação”, como adaptar-se a uma nova cultura, a climas em geral mais frios e ao estudo uma língua estrangeira, os brasileiros têm demonstrado “uma excelente ética de trabalho”.

“Eles dão muito duro, querem aprender a língua, querem ser embaixadores culturais do Brasil e querem aproveitar ao máximo a sua experiência aqui”, avalia.

Volta para casa

A oceanógrafa Ana Krelling afirma ter medo de não conseguir emprego quando voltar ao Brasil

A oceanógrafa Ana Krelling afirma ter medo de não conseguir emprego quando voltar ao Brasil

A partir de agora, o programa e os seus primeiros bolsistas começam a passar para a próxima fase, de voltar para casa e aplicar os conhecimentos e a experiência adquiridos no exterior.

Mas só daqui a alguns meses, ou anos, será possível avaliar os resultados concretos do programa, disse o chefe do setor educacional da Embaixada brasileira em Washington, Pedro Saldanha.

A maioria dos estudantes retorna para casa para finalizar seus estudos de graduação ou pós, e os que receberam bolsas integrais de doutorado no exterior ainda estão fazendo as suas pesquisas, ele observou.

Mas Ana Paula Morais Krelling, 27 anos, graduada em Oceanografia pela Universidade Federal do Pará, com mestrado em engenharia oceânica pela Federal do Rio (UFRJ), e atualmente fazendo doutorado com titulação dupla no Instituto Oceanográfico da USP e na Universidade de Massachusetts, já sente que uma das dificuldades será encontrar um emprego para aplicar tanto conhecimento.

“As empresas no Brasil estão reticentes em contratar doutores, principalmente em razão do custo”, diz. “Para mim, as oportunidades são institutos de pesquisa e universidades, e isso é um problema, porque estamos formando mais doutores do que as universidades estão absorvendo.”

Mas ela insiste que fazer o doutorado foi uma boa opção. “A gente ganha na língua, em networking, e ao conhecer outras maneiras de pensar a pesquisa e até as relações humanas”, opina.

“Quando você for um pesquisador mais experiente, e for lidar com um projeto internacional, vai conseguir ver como a diferença cultural vai interferir na maneira como sua mensagem será interpretada.”

Como Daniel, Ana Paula diz que a experiência mudou sua percepção sobre o Brasil. Para ela, trata-se de um país com defeitos e qualidades.

“A gente vê que temos conhecimento, tecnologia, e que só estamos um pouco engessados”, diz. “Avançar da teoria para a prática é difícil, tem muita burocracia. Mas tem muita gente boa no Brasil que quer fazer pesquisa. A gente não precisa importar tudo.”

Amigas lançam livro e aplicativo com realidade aumentada para crianças a partir de 8 meses

0

Com a tecnologia, criança pode interagir com os personagens

Publicado por Estadão

Érica e Marina são amigas há mais de 20 anos e lançaram projeto juntas (Divulgação)

Érica e Marina são amigas há mais de 20 anos e lançaram projeto juntas (Divulgação)

A dificuldade de encontrar ferramentas para educar e entreter sua filha motivou a educadora física Érica Quiroga a empreender. Com a ajuda da sua amiga, a administradora Marina Ghetler, elas foram em busca de alternativas aos DVD´s e livros infantis. A solução encontrada pela empresa Nana Pocket foi aliar a tecnologia de um aplicativo com a tradição de um livro.

O primeiro produto foi um aplicativo chamado Bebê Céu, para entreter crianças a partir de seis meses de idade com imagens e música e estimular a familiarização com as palavras. “A princípio o aplicativo era apenas para entreter o bebê, mas ele também tem seu lado educacional”, destaca Marina. O próximo passo é acrescentar novas palavras ao aplicativo.

O segundo projeto envolve um livro-brinquedo, que conta a história do cachorrinho Cacau e seus cinco amigos, o siri Tom, o pinguim Felipe, o sapo João, a borboleta Ana e a arara Rosinha. A empresa investiu R$ 1,5 milhão em tecnologia, embalagem, livro, arte e música para concretizar o projeto voltado para bebês a partir de 8 meses.

Quem baixar o aplicativo gratuito na Apple Store ou Google Play consegue tirar fotos com os personagens, ouvir músicas e acessar uma ferramenta para “soprar uma vela do bolo de aniversário”. Como o aplicativo Nana Pocket 3D funciona com a tecnologia de realidade aumentada, ao posicionar o celular na frente do site da empresa é acionada uma animação com os personagens. A brincadeira fica ainda mais completa com o livro – as imagens nas páginas ativam mais sete interações, como animações e coreografias.

A criança pode tocar na tela do celular para ativar os movimentos dos personagens, que podem jogar beijos e soltar flores, por exemplo. O aplicativo também permite a visualização dos personagens em um cenário real captado pela lente da câmera. O kit é composto por um livro grande, com os cenários e os personagens.

As amigas também pensaram em uma versão menor, do tamanho de um celular, para as mamães levaram na bolsa. “Pensamos na versão menor para que o livro não seja mais uma coisa para levar na bolsa”, conta Marina. O primeiro livro “O Cacau vai fazer aniversário” foi lançado nas versões português, inglês e espanhol. O plano da Nana Pocket é lançar sete livros.

Oficialmente, o produto foi lançado durante o GSMA Mobile World Congress, em fevereiro, em Barcelona. No Brasil, a dupla planeja ações em livrarias e lojas de brinquedos nos meses de abril e maio. Por enquanto, é possível comprar os livros apenas no site da empresa por R$ 62.

Planos. A expectativa da Nana Pocket é alcançar um faturamento anual de R$ 5 milhões em 2015 com a venda de livros e licenciamento de produtos, desde artigos de vestuário, calçados a brinquedos e material escolar. Outra alternativa é explorar a publicidade no aplicativo e recursos de interatividade. Só no primeiro mês, a empresa registrou 6 mil downloads do aplicativo. Com o lançamento nacional, as sócias esperam registrar uma média mensal de 4 mil downloads.

Literalmente blogando

0

Internet e literatura andam de mãos dadas sim! O Buchicho Teen conversou com uma nova geração de blogueiras literárias e traz dicas e características desse mundo cultural on-line

2

André Bloc, no O Povo

Quem nunca ouviu que ficar o tempo todo navegando na Internet é uma perda de um tempo que poderia ser dedicado a algo mais cultural – ler um livro, por exemplo. Entre o “desliga a TV e pega um livro” e o “sai da Internet e vive a vida”, dois dos clichês mais repetidos por mães, pais, irmãos mais velhos, avós, tios e padrinhos, existe todo um mundo equilibrado entre o dia a dia on-line e outros hábitos. Afinal, ninguém precisa ficar sempre nas redes sociais e sem nenhum contato social físico, não é?

Nessa busca por equilíbrio, a escritora cearense Socorro Acioli, uma das autoras infanto-juvenis mais famosas do Brasil, em entrevista a O POVO indicou essa tendência, lembrando um post que escrevera em outubro do ano passado em seu blog (socorroacioli.wordpress.com). “Uma coisa que tem me animado nos últimos tempos é o crescimento dos blogs literários, escritos por garotas que leem muito e comentam as suas leituras”, escreveu. “A quantidade de livros que elas conseguem ler por mês é impressionante”. Socorro fez, então, uma listinha e o Buchicho Teen entra no mesmo espírito e reúne indicações e dicas para quem quer, também, virar uma blogueira literária.

Young adults – YA

Com algumas exceções, os blogs focam na chamada “literatura para Young Adults”, ou YA. Quem sabe inglês, já sacou: literatura para jovens adultos. São aqueles livros que podem ser lidos para todos, mas são focados para o público na adolescência, até os 20 e poucos anos. Harry Potter, Crepúsculo, Fazendo meu Filme, Jogos Vorazes e muitos outros são os marcos recentes desse tipo de literatura que faz a ponte entre os romances para adultos e a literatura infantil – uma espécie de acervo intermediário. Afinal, não se passa do Sítio do Picapau Amarelo, do Monteiro Lobato, direto para Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa.

A blogueira Raiana Alves, 20, lembra bem do momento em que mergulhou na literatura, e esse instante atende pelo nome Harry Potter, obra da inglesa J. K. Rowling. “Foi o que me fez me apaixonar pela literatura”, lembra a estudante de Engenharia Mecânica. Hoje, ela destaca Jogos Vorazes, de Suzanne Collins e Fazendo meu Filme, de Paula Pimenta. Segundo a moça, os blogs são ótimas ferramentas para se conhecer novos livros. “Eu sempre acompanho os lançamentos de editoras e leio resenhas em alguns blogs, para saber se são bons”, disse Raiana, que diz ler, pelo menos três ou quatro livros por mês – e outros mais, quando a faculdade permite.

Skoob

Outra ferramenta eficaz para um leitor voraz é a comunidade virtual Skoob, na qual você pode cadastrar livros lidos, obras a serem lidas e fazer comentários. É uma rede social de literatura. O funcionamento acaba sendo o mesmo dos blogs, mas com opiniões mais diversas. Ser blogueiro (a), porém, é mais pessoal e você vê a sua influência em cada reply. “Os comentários que mais marcam são aqueles ‘Ah, eu vou ler esse livro porque você indicou’. Eu criei o blog justamente para apresentar coisas legais para as pessoas”, diz Raiana, do Território Pop.

Território Pop

(territoriopop.com) (Made in Ceará)
Estudante de Engenharia Mecânica, Raiana Alves estava frustrada por não escrever tanto quanto no Ensino Médio. Aí nasceu o Território Pop, que fala de livros, música, moda, filmes (e um pouco mais de livros).

Garota IT

(garotait.com.br)
Funcionando desde 2009, o Garota It é comandado pela estudante catarinense de Publicidade Pâm. A atualização diária é um dos destaques.

Literalmente Falando

(literalmentefalando.com.br)
A carioca Iris Figueiredo equilibra suas crônicas com resenhas de livros e playlists musicais.

Amount of Words

(amountofwords.com)
Não se engane pelo nome em inglês, o Amount of Words é 100% nacional. A autora, Giu Fernandes, é uma grande defensora da literatura YA!

Dicas!

O Buchicho Teen, em suas conversas com blogueiras, reuniu algumas dicas básicas para quem quer também entrar no mundo dos blogs de literatura YA.

1. “Leia muito”. Raiana Alves é bem direta e defende que boas resenhas só são fruto de quem lê muito e se mantém informado o tempo todo.

2. Faça contato com outros blogueiros. Seja no Skoob, nos comentários de blogs, divulgue sempre seu trabalho e procure retorno. Uma crítica pode ser ruim, mas pode ser usada para crescer.

3. Encontre seu layout. Seja encomendando para especialistas ou criando com ferramentas gratuitas como o WordPress, o Blogspot ou mesmo o Tumblr, saiba bem com o que vai lidar sem dar um nó na própria cabeça.

Vida de blogueira!

Ao lado de outra Lara, a Frota, Lara Aguiar Cunha, 14, é uma das mais jovens blogueiras de literatura do Estado do Ceará. Com o blog Menina de Muitos Vícios (meninademuitosvicios.

blogspot.com.br), as duas resenham livros, seja por meio de textos ou até vídeos –um vlog de literatura. Em entrevista ao Buchicho Teen, a jovem blogueira fala da criação do blog e da relação da literatura e da plataforma audiovisual na Internet.

O POVO – Como surgiu a ideia do blog?

Lara Aguiar Cunha – A Lara Frota começou com o blog. Ela queria ter um espaço pra falar pras pessoas as novidades que ela conhecia. Aí ela me chamou. A gente fala sobre o que a gente gosta, os nossos vícios.

O POVO – Você já costumava ler muito?

Lara – A gente sempre gostou de ler e a gente criou o blog pra isso: falar pras pessoas o que a gente lia, indicar.

O POVO – E essa coisa de fazer resenha nos vlogs?

Lara – Eu acho que torna mais pessoal, né? O leitor está vendo a pessoa. A pessoa tem a expressão e é diferente.

O POVO – Como você acha que a internet tem ajudado a divulgar a literatura?

Lara – Eu acho incrível. Tem o skoob, que é uma rede social só de livros, tem resenhas também. E os blogs: quando eu tô com vontade de ler um livro, não preciso olhar cada livro na estante de uma livraria como essa, por exemplo, que é muito grande! Eu vou lá no site, tem os livros que já são indicados, o meu gosto é parecido e eu vou atrás. A gente agora tem como conversar com os autores.

Tem autor que grava vídeo também. É incrível isso, a gente pode falar pelo twitter, facebook, é como falar com uma celebridade. É incrível.

Go to Top