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Amazon divulga lista eclética de livros mais vendidos no Brasil em 2016

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Publicado no Metro

Considerada uma das principais empresas de comércio eletrônico e conhecida – principalmente – pelo serviço de venda de livros online, a Amazon liberou a lista dos livros mais vendidos de 2016.

A empresa trouxe em sua lista o ranking geral de vendas, além de outras oito divisões, que se dão por editoras de renome no Brasil – Companhia das Letras, Cosac Naify, Intrínseca, Harper Collins, Panini e Record – bem como o Top 10 de venda de livros importados e dos lançamentos do ano.

Lidera a lista – tanto no ranking geral, quanto no ranking de lançamentos – o livro “O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares”, que recebeu adaptação para o cinema, sob direção de Tim Burton.

Em segundo lugar, “Contos Completos de Tolstói”, mostra que os brasileiros ainda têm gosto por leituras mais clássicas (Liev Tolstói é um escritor russo do século 19) e estão dispostos a pagar por isso – já que os contos completos do autor custam em média R$ 110, na Amazon.

Heróis
O cinema e as grandes produções de Marvel e DC trouxeram de volta o amor pelos quadrinhos. “Guerra Civil” teve adaptação para o cinema neste ano, assim como “Piada Mortal” – um dos mais famosos quadrinhos de Alan Moore – que ganhou animação também este ano.

Brasil é um dos piores em educação de matemática e ciências

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De acordo com o relatório, melhoramos nossa preparação em relação à tecnologia da informação, mas estamos entre os piores na apreensão de conceitos matemáticos e científicos (Thinkstock/VEJA/VEJA)

De acordo com o relatório, melhoramos nossa preparação em relação à tecnologia da informação, mas estamos entre os piores na apreensão de conceitos matemáticos e científicos (Thinkstock/VEJA/VEJA)

 

Ranking publicado pelo Fórum Econômico Mundial coloca o país na 133ª posição entre 139 países

Publicado na Veja

Na avaliação do Fórum Econômico Mundial, a qualidade da educação em matemática e ciências no Brasil é uma das piores do mundo. De acordo com o relatório Global Information Technology, divulgado nesta quarta-feira em Genebra, na Suíça, apesar de termos melhorado nossa preparação em relação à tecnologia da informação, estamos entre os últimos colocados na apreensão de conceitos matemáticos e científicos: o país está na 133ª. posição entre 139 nações.

Segundo o relatório, que desde 2001 avalia como os países estão se preparando para a nova era de inovação tecnológica e de que forma estão aproveitando competências de informação e comunicação, subimos algumas posições no ranking geral. Nessa lista, passamos do 84º lugar para o 72º, “revertendo em parte a forte tendência dos últimos anos”, de acordo com a publicação. As razões estão na popularização do acesso à internet e celulares, bem como políticas para reduzir os preços da banda larga. Contudo, “o ambiente de inovação ainda é um dos piores do mundo”, afirma o estudo. Nessa área, a qualidade da educação em matemática e ciência – habilidades importantes para se destacar no cenário internacional – ainda é fraca.

No ranking de qualidade de educação dessas áreas do conhecimento recebemos nota 2,5 em uma escala de 1 a 9, em que 1 significa “extremamente pobre, entre os piores do mundo” e 9 “excelente, entre os melhores do mundo”. Estamos empatados com Moçambique e um pouco melhor que Guatemala, Nicarágua, Peru, República Dominicana, Paraguai e África do Sul. Cingapura ocupa a primeira posição.

Quando considerada a educação geral, subimos poucas colocações: 131º. lugar. Suíça ocupa a primeira posição dessa lista, enquanto o Paraguai está em último.

Outros rankings internacionais de conhecimento de matemática e ciências já haviam trazido dados semelhantes. Segundo um relatório recente da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil é um dos dez países com mais alunos com baixo rendimento escolar em matemática, leitura e ciência. De acordo com o levantamento, 1,1 milhão de estudantes brasileiros com 15 anos não têm capacidades elementares para compreender o que leem nem conhecimentos essenciais de matemática e ciências. Já o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), o mais importante teste de educação do mundo, também feito pela OCDE, mostra o Brasil na 58ª colocação entre 65 países em conhecimentos de matemática. Isso significa que dois em cada três estudantes não atingem o patamar mínimo de conhecimento. Um levantamento divulgado no fim do ano passado e feito em 25 cidades brasileiras com 2.632 adultos com mais de 25 anos mostrou que 75% dos entrevistados não sabia fazer média simples e 63% não era capaz de responder perguntas sobre porcentuais.

Editoras mais populares no Instagram (12)

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Sérgio Pavarini

Há duas semanas o Instagram avisou que iria promover mudança no feed. Traduzindo: seriam exibidas primeiramente as imagens de perfis com que os usuários mais interagem, em lugar da ordem cronológica usada desde o início da rede. Os internautas chiaram bastante e eles adiaram a mudança para daqui a alguns meses.

Para deixar os usuários mais satisfeitos, o Instagram anunciou a liberação da publicação de vídeos mais longos, de até 1 minuto. O novo recurso também permitirá usar vários clipes na edição de um único vídeo.

Depois de uma pausa, estamos de volta com o ranking de popularidade das editoras no Instagram. Vejam o que aconteceu nos últimos meses. Panelinha, Intrínseca e Rocco permaneceram nas primeiras posições. A Arqueiro ganhou duas posições e agora está no 4º lugar. A Cia das Letras também subiu dois degraus e está na 7ª posição. A Editorial Record subiu 3 lugares e está em 9º. Zahar ganhou duas posições e está em 13º. A Globo Livros deu o maior salto: de 19º para 14º. A Universo dos Livros também ascendeu duas posições. Por fim, a Nemo estreou em 18º lugar.

Em abril tem mais. 🙂

 

Ranking de março

1.   225.000     Panelinha                  @editorapanelinha
2.   186.000     Intrínseca                  @intrínseca
3.   115.000     Rocco                        @editorarocco
4.   104.000     Arqueiro                    @editoraarqueiro
5.     86.900     Novo Conceito          @novo_conceito
6.     78.500     Casa dos Espíritos     @casadosespiritos
7.     78.000     Cia das Letras            @companhiadasletras
8.     66.800     Gutenberg                 @editoragutenberg
9.     64.300     Editorial Record         @grupoeditorialrecord
10.   63.000     Mundo Cristão           @mundocristao
11.   62.500     Sextante                    @editorasextante
12.   42.830     Galera Record            @galerarecord
13.   39.000     Editorazahar              @editorazahar
14.   28.600     Globo Livros              @globolivros
15.   27.600     Univdoslivros             @universodoslivros
16.   22.700     Central Gospel           @editora_centralgospel
17.   16.100     WMF Martins Fontes  @editorawmfmartinsfontes
18.   10.500     Editora Nemo             @editoranemo
19.   10.200     CPAD                          @editora_cpad
20.     6.900     Editora Saraiva           @editora_saraiva

(atualizado em 29/3/2016)

Ranking coloca USP entre as 50 melhores do mundo em seis áreas

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Praça do Relógio - Universidade de São Paulo - São Paulo.

Praça do Relógio – Universidade de São Paulo – São Paulo.

 

Ana Lourenço, no Guia do Estudante

O ranking internacional Quacquarelli Symonds (QS), divulgado nesta segunda-feira (21), colocou a Universidade de São Paulo (USP) entre as 50 melhores instituições do mundo em seis áreas do conhecimento: Odontologia, Agronomia, Antropologia, Engenharia de Minas, Arquitetura e Medicina Veterinária. A universidade segue colocada como a melhor da América Latina e a 9ª melhor dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Outro destaque também fica com a USP: a 9ª colocação mundial em Odontologia, posto mais alto de uma universidade brasileira. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) também aparecem com boas colocações nesta área, em 20º e 25º, respectivamente. Em Agricultura, a Unicamp figura entre as 31 melhores, e a Unesp em 46º na Medicina Veterinária.

No total, o ranking analisa 42 áreas do conhecimento, em que o Brasil é listado em 33 nas 100 melhores do mundo. Dentre as particulares, a Fundação Getulio Vargas aparece entre as 150 melhores nas áreas de Negócios e Economia.

Dentre as universidades pelo mundo, a que mais aparece no ranking das 10 melhores do mundo é a de Cambridge, na Inglaterra, com 36 nomeações, seguida por Berkeley e Stanford, norte-americanas, com 35 e 33 colocações.

Aposentada resenha mais de 1,5 mil obras de graça em site: ‘Meu trabalho’

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Leila conquistou 1ª posição no ranking de avaliadores do site (Foto: Reprodução/Amazon.com)

Leila conquistou 1ª posição no ranking de avaliadores do site (Foto: Reprodução/Amazon.com)

 

Moradora de Jundiaí é ‘top 1’ em ranking, com mais de 4 mil votos.
Cerca de 97% de críticas são consideradas úteis pelos usuários.

Publicado no G1

“Especialmente recomendado. É uma leitura divertida e muito bem cuidada”. O comentário poderia estar na capa de qualquer best-seller, mas foi escrito por uma moradora de Jundiaí (SP) em um site de venda de livros eletrônicos. Leila de Carvalho e Gonçalves, de 57 anos, se tornou avaliadora número 1 de um ranking com mais de 1,5 mil resenhas publicadas.

Aposentada incentiva a leitura por meio das avaliações (Foto: Arquivo Pessoal/ Leila Gonçalves)

Aposentada incentiva a leitura por meio das
avaliações (Foto: Arquivo Pessoal/ Leila Gonçalves)

Tomada pelo gosto da leitura desde pequena, ela “trabalha” analisando as mais variadas obras. Para ter uma noção, Leila tem mil resenhas publicadas a mais do que o segundo colaborador e a credibilidade dela é tanta que 97% das suas críticas são consideradas úteis pelos usuários.

O hobby começou no Natal de 2012, quando Leila ganhou um aparelho leitor de livros digitais e ficou tão encantada com a praticidade do eletrônico que se desfez de cerca de três mil livros de sua biblioteca particular. “Doei as obras para pessoas e lugares. Praticamente só lia no papel, mas gastava muito tempo com a manutenção [da biblioteca], já que os livros consumiam muito espaço e demandavam cuidados. Com o kindle, foi um alívio porque ganhei mais tempo para realmente ler”, afirma.

Dois meses depois, em fevereiro de 2013, a aposentada resolveu aproveitar o espaço disponível no site onde comprava os e-books para compartilhar suas impressões sobre a obra “O Assassinato de Roger Ackroyd”, da escritora britânica Agatha Christie.

Depois dela, vieram resenhas dos mais variados livros: desde títulos do romancista Fiodor Dostoiévski até a trilogia de Cinquenta Tons de Cinza, da escritora E. L. James. “Já tinha o hábito de pesquisar e fazer anotações nos livros físicos e, como havia um espaço aberto na Amazon, resolvi colocá-las no site. Acredito que o ideal é a pessoa ler comentários sobre a obra e não apenas a sinopse, assim, ela mesma vai avaliar se vale a pena ler. Tomei um susto quando ganhei meu primeiro voto. A princípio, duvidei do meu próprio trabalho”, conta.

A atividade voluntária ganhou notoriedade e, quase três anos depois, Leila tem mais de 1,5 mil resenhas publicadas e um grupo de leitores que esperam por seus comentários. “Pouco a pouco se formou um grupo de interesse. Os [resenhistas] que fazem parte do top 10 tem um público que acompanha. Fico feliz porque gosto de incentivar a leitura, dar os dois lados do livro, mas, principalmente, evidenciar os pontos positivos e não desestimular.”

Dedicação diária
Apesar de não ser remunerada, Leila é rigorosa e publica as dicas de leitura diariamente. Ela dedica cerca de oito horas por dia entre ler e resenhar. “Encaro como um trabalho. Resenhar não é fácil, tem que voltar na história. Algumas são escritas em meia hora e outras levam dias, depende da complexidade, que nada tem a ver com número de páginas. Para manter sempre atualizado, faça resenhas de contos, por exemplo, entre um livro e outro”, explica.

Leitor de e-books substituiu biblioteca particular (Foto: Arquivo Pessoal/ Leila Gonçalves)

Leitor de e-books substituiu biblioteca particular
(Foto: Arquivo Pessoal/ Leila Gonçalves)

Leila, que é formada em estatística, conta ainda que os clássicos são os que mais dão trabalho porque exigem mais cuidado e que não tem um gênero literário favorito. “Procuro pelos que sejam indicados como bons livros, mas leio todos os gêneros. Considero meu gosto eclético.”

“Estrelada”
As resenhas se tornam ainda mais importantes no incentivo na leitura quando a aposentada faz críticas ao sistema de avaliação por estrelas. “Acho falho. Por exemplo: ‘Madame Bovary’, de Gustave Flaubert, e ‘Inferno’, de Dan Brown. Ambos são ótimos livros e merecem cinco estrelas, mas depende do interesse no momento. Às vezes a pessoa quer um filé Wellington e, em outros dias, prefere um hambúrguer”, brinca.

Questionada sobre a credibilidade, Leila garante que em nenhum momento teve a pretensão de ser a número 1. “Faço as resenhas por prazer e para incentivar a boa leitura, sinto como se fosse um dever. A obra ‘Lolita’ é complexa por causa do personagem, através da resenha procuro dar ao leitor condições de entender com o que vai lidar, levei mais de dois dias para resenhar. Enfim, o objetivo é que o leitor ‘comum’ consiga destrinchar o livro. Os votos vieram naturalmente”, finaliza.

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