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Garotos brasileiros corrigem erros gramaticais de tuítes de Rihanna, Lady Gaga e Bieber

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Milena, 10, para a cantora Lady Gaga: "você é ótima, mas seu 'tweet' tem um erro"

Milena, 10, para a cantora Lady Gaga: “você é ótima, mas seu ‘tweet’ tem um erro”

Publicado originalmente na Folha de S.Paulo

Tuítes de Rihanna, Justin Bieber e Lady Gaga com erros gramaticais estão sendo usados para ensinar crianças brasileiras a escrever corretamente em inglês.

A iniciativa, divulgada em reportagem do jornal britânico “The Guardian”, é da rede de escolas de inglês Red Balloon.

A ideia surgiu porque os professores perceberam que os alunos estavam criando muitos vícios de linguagem por meio do Twitter de artistas.

Entre eles há também atores, como John Cusack e Charlie Sheen, mas os músicos são os que cometem os erros mais gritantes, segundo os professores

Os professores da rede pedem a alunos de oito a 13 anos para levantar os erros que encontrarem nos tuítes das celebridades.

Quando os erros são encontrados, os alunos enviam textos com as versões corrigidas aos autores famosos. Até agora, nenhum deles respondeu.

Maria, 9, é fã de Justin Bieber. "Cuidado: é 'we're here' not 'we here'", ela escreve ao ídolo

Maria, 9, é fã de Justin Bieber. “Cuidado: é ‘we’re here’ not ‘we here'”, ela escreve ao ídolo

Carolina, 11, alerta a cantora Rihanna de seu erro: "it's not to she, it's to her".

Carolina, 11, alerta a cantora Rihanna de seu erro: “it’s not to she, it’s to her”.

Grupo americano dono da Anhembi Morumbi compra a FMU

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Rede Laureate negociava compra havia um ano. Valor pode ter chegado a 1 bilhão de reais

Aula de microbiologia na FMU (Divulgação)

Aula de microbiologia na FMU (Divulgação)

Publicado por Veja

Uma das instituições de ensino superior privado mais cobiçadas do mercado, a paulistana FMU, foi vendida para a rede americana Laureate, que já é dona da Anhembi Morumbi. O negócio, estimado em 1 bilhão de reais, vinha sendo costurado havia quase um ano e foi confirmado nesta sexta-feira pela FMU. É a maior transação feita no setor desde a fusão que criou, em abril, o maior grupo de educação superior do mundo, com a união de Kroton e Anhanguera.

Fundada em 1968 pelo advogado Edevaldo Alves da Silva, a FMU tem cerca de 90 000 alunos e faturamento bruto estimado para este ano de 450 milhões de reais. Embora não esteja no topo do ranking das maiores instituições privadas do país, a FMU sempre despertou o interesse dos concorrentes por ser uma marca forte no mercado de educação. Ela tem em torno de 40 prédios só na cidade de São Paulo.

Em 2008, a instituição começou uma guinada. Os donos contrataram um grupo de executivos da concorrente Uninove, entre eles Arthur Sperandéo de Macedo, para promover uma reestruturação que tirasse a rede da estagnação. A FMU, que tinha como carro-chefe o curso de direito e foi criada para atender o público das classes A e B, decidiu reduzir o preço das mensalidades em 25% para atrair alunos com renda mais baixa.

A empresa, que antes disputava universitários com instituições como PUC e Mackenzie, passou a concorrer diretamente com redes mais populares, como a Anhanguera. “Isso deixou a empresa ainda mais interessante”, disse um executivo do setor. O problema é que o dono não tinha interesse de vender. “O professor Edevaldo fazia questão de dizer que não queria se desfazer do negócio”, disse um ex-funcionário da FMU. “Mas os filhos queriam e acabaram convencendo o pai.”

A venda para a Laureate inclui todas as unidades da FMU em São Paulo: Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Faculdades Integradas de São Paulo (Fisp) e Fiam-Faam Centro Universitário. A aquisição não envolve o Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), no qual o fundador tem 50% de participação. Segundo fontes do mercado, outro potencial comprador que chegou a sondar a FMU foi o americano Apollo Group. Há anos, a empresa tem tentado entrar no Brasil, sem sucesso.

Essa é a 12ª aquisição da Laureate no Brasil. Os americanos entraram no país em 2005, comprando uma fatia da Anhembi Morumbi, do professor Gabriel Rodrigues. O negócio é visto no setor como um dos primeiros na onda de consolidação que tomou conta do segmento de ensino superior privado no Brasil nos últimos anos — capitaneada por empresas controladas por fundos de private equity. A própria Laureate, com 750.000 alunos em 29 países, tem entre seus sócios o fundo de investimento americano KKR.

Embora seja mais lenta do que as concorrentes no processo de consolidação, a Laureate já adquiriu 11 instituições de ensino superior em oito estados do país, entre elas a Business School São Paulo e a Universidade de Salvador. Só na expansão da Anhembi os americanos investiram 120 milhões de reais.

No início deste ano, a Laureate passou a deter 100% do capital da Anhembi Morumbi (até então, ela tinha apenas 51%). Na época, o presidente da Laureate Brasil, José Roberto Loureiro afirmou que novas aquisições estavam nos planos da companhia. O executivo destacou que a estratégia era buscar escolas de boa reputação em suas regiões.

Com a aquisição da FMU pela Laureate, reduzem-se as opções de grandes empresas de educação que ainda não foram compradas pelas principais consolidadoras do setor. A São Judas, também de São Paulo, é uma das mais assediadas pelos concorrentes, junto com Unip e Uninove.

Ouvidoria conclui que professor não ditou texto de questão sobre vibrador

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Núcleo de Educação de Cascavel encerrou investigação nesta terça (20).
Depois de suspenso, docente foi transferido para outra escola da cidade.

Núcleo Regional de Educação informou que tomou conhecimento do fato pela imprensa (Foto: CGN/Cascavel)

Núcleo Regional de Educação informou que tomou conhecimento do fato pela imprensa (Foto: CGN/Cascavel)

Fabiula Wurmeister, no G1

O Núcleo Regional de Educação (NRE) de Cascavel, no oeste do Paraná, afirmou que o professor de matemática suspeito de pedir aos alunos para que resolvessem um problema em que eram usadas as palavras “vibrador”, “camisola” e “sex-shop” não ditou o texto para a classe. De acordo com as investigações da ouvidoria, concluídas nesta terça-feira (20), o docente propôs uma atividade em grupo e “perdeu o controle da turma”. O caso aconteceu em uma escola da rede pública estadual de Cascavel na quinta-feira (15) e denunciado pelo tio de uma aluna do 8º ano.

Segundo a assessoria de imprensa do NRE, o professor, a direção da escola da rede estadual e o tio da estudante de 12 anos foram ouvidos na sexta-feira (16). Conforme o NRE, os membros da ouvidoria e da direção também conferiram os cadernos de outros alunos da classe e nem todos tinham o mesmo texto e somente um grupo copiou o mesmo enunciado.

Ainda de acordo com a assessoria, o professor propôs uma “atividade de construção coletiva” em que os alunos tiveram a liberdade de criar o enunciado para a questão de matemática e, porém, não conseguiu reprimir um dos grupos. Ele foi advertido e orientado a como conduzir a turma em situações como esta, garantiu o NRE. O tio da aluna será comunicado sobre a conclusão do caso.

Depois de ser mantido suspenso durante as investigações, o docente, que é contratado por tempo determinado, foi transferido para outro colégio da cidade. Mesmo concluídas as investigações, o NRE deve manter em sigilo o nome do professor e da escola envolvida “por solicitação do denunciante”, como já havia anunciado em nota publicada na sexta.

Professor é suspenso após pedir que alunos calculassem preço de vibrador

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Caso aconteceu em uma escola pública de Cascavel, no oeste do PR.
Professor foi suspenso até que o Núcleo de Educação investigue o caso.

Núcleo Regional de Educação informou que tomou conhecimento do fato pela imprensa (Foto: CGN/Cascavel)

Núcleo Regional de Educação informou que tomou conhecimento do fato pela imprensa (Foto: CGN/Cascavel)

Publicado por G1

Um professor de matemática que dava aulas na rede estadual de ensino em Cascavel, no oeste do Paraná, foi afastado nesta sexta-feira (16) suspeito de pedir aos alunos para que resolvessem um problema. Na questão, ele usava as palavras “vibrador, camisola e sex-shop”.

Na atividade, o professor, que não teve o nome divulgado nem a escola onde leciona, pede para que os alunos façam uma conta para saber os preços de um vibrador e uma camisola, comprados dentro de uma sex-shop.

Em nota, a o Núcleo Regional de Educação (NRE) informou que tomou conhecimento dos fatos pela imprensa e que, de imediato, convocou o professor para uma audiência junto à Ouvidoria do órgão. Enquanto a situação é analisada, o profissional ficará afastado das funções.

Veja a nota do NRE:
Com relação à denúncia de que um professor da rede estadual, pertencente ao nosso Núcleo Regional, teria utilizado um exemplo inadequado à idade da turma numa questão de Matemática, o Núcleo Regional da Educação de Cascavel informa que, após ter obtido a informação por meio da imprensa, de imediato tomou as providências cabíveis, isto é, convocou o professor, cuja identidade será mantida em sigilo por solicitação do denunciante, para uma audiência junto à Ouvidoria deste órgão. Enquanto se analisa o ocorrido, o profissional está afastado da função junto à escola, até completa apuração dos fatos.

Universitária em cadeira de rodas perde aula por falta de acesso

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Estudante de Arquitetura da Unifor, em Fortaleza, fica impedida de chegar à sala porque rampa do prédio é íngreme demais
Relato de aluna no Facebook ganha apoio de milhares de internautas

William Helal Filho em O Globo

Lorena diante da rampa de acesso ao prédio Reprodução do Facebook

Lorena diante da rampa de acesso ao prédio Reprodução do Facebook

RIO – A estudante Lorena Melo Martins, de 22 anos, faz faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de Fortaleza (Unifor), mas está enfrentando dificuldades para frequentar o curso devido aos problemas de acessibilidade do prédio, na capital do Ceará. Ela passou por uma operação no joelho e, obrigada a usar uma cadeira de rodas, não consegue chegar à sala de aula porque a rampa até o segundo andar é íngreme demais. Depois de perder várias aulas, a aluna fez um relato sobre seu drama no Facebook. O post já tem mais de 6,2 mil compartilhamentos e 170 comentários.

“Todos os dias venho pra aula e não consigo chegar nas salas de aulas por causa da péssima acessibilidade da universidade”, conta ela, antes de descrever com detalhes os diversos apelos feitos à Unifor e os constragimentos que sofreu. “Já me humilhei, chorei e perturbei as pessoas aqui na universidade por uma coisa que é minha de DIREITO! Não só minha, mas de TODOS!”.

De acordo com seu texto na rede social, Lorena pediu à coordenadoria do curso para passar sua turma a uma sala no térreo. Mas, em vez disso, a direção deixou à disposição três pessoas para ajudá-la a subir a rampa todos os dias. No começo, deu certo, ainda que de mal jeito, mas, nesta segunda-feira (12), a aluna chegou ao local no horário certo e não havia ninguém para ajudar. Depois de um telefonema, veio um funcionário.

“O segurança demorou 20 minutos pra chegar. Mesmo assim, ele não conseguiu me levar, pois tenho 1,80m e sou gorda. Impossível subir a rampa do bloco C”, critica a estudante, que perdeu a aula nesse dia. “Já é a terceira semana de aula que começo perdendo”.

O direito de ir e vir é de todo brasileiro, previsto no Artigo 5 da Constituição Federal. A Lei de Acessibilidade, criada em 2004, exige que toda construção de uso coletivo ofereça facilidades a cadeirantes. De acordo com o arquiteto Arthur Fortaleza, da Unifor, a faculdade tem cerca de 20 blocos. Nove deles foram construídos em 1972. Nestes, as rampas de ligação com os andares superiores são mais íngremes do que as demais. Os alunos sentem a diferença mesmo caminhando. Para pessoas em cadeira de rodas, ele reconhece, é bem complicado.

– Até o momento, todos os problemas que aconteceram por causa das rampas haviam sido contornados, com mudanças de salas. Mas isso não foi possível neste caso. Estamos para apresentar à diretoria um plano que prevê melhorias na acessibilidade do campus – diz Artur.

Já a estudante termina seu relato com um desabafo.

“Enfim, a Unifor é uma das maiores universidades particulares do Nordeste, é um local de uso coletivo, ou seja, tem OBRIGAÇÃO de ser acessível. Amigos arquitetos e estudantes da Unifor, gostaria de pedir a ajuda de vocês para, juntos, termos uma universidade acessível para todos. Isso é NOSSO direito!”

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