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Cervejaria lança edição especial de Game of Thrones

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Em parceria com a HBO, cervejaria belga produz linha de bebidas inspiradas no aclamado seriado

Dois modelos foram lançados até agora nos Estados Unidos: a “Take the Black Stout” (à esq.) e a “Iron Throne” (à dir.) (Divulgação)

Dois modelos foram lançados até agora nos Estados Unidos: a “Take the Black Stout” (à esq.) e a “Iron Throne” (à dir.) (Divulgação)

Publicado por Veja

A cervejaria belga Ommegang firmou uma parceria com a rede HBO para produzir uma série de bebidas inspiradas na série ‘Game of Thrones’, seriado americano aclamado pela crítica e pelo público.

Dois tipos de cerveja foram lançados até agora nos Estados Unidos: a “Iron Throne”, cuja embalagem é ilustrada com o famoso Trono de Ferro, e a “Take the Black Stout”, uma cerveja preta que traz no rótulo a escuridão da árvore considerada, na história, sagrada pelos povos do Norte. O design é da própria Brewery Ommegang, de Copperstown, Nova York.

Os fãs da série devem ficar curiosos não apenas para ver os próximos episódios da trama, mas também para saber quais serão os possíveis nomes das novas bebidas a serem lançadas. Para os brasileiros, o mistério é sobre quando a linha de cerveja será lançada no país.

Livros errantes

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Conheça os Priest, os maiores “perdedores” de livros do mundo. Eles fazem parte de uma rede social de incentivo a leitura através da libertação de livros em lugares públicos.

O professor Max Franco: biblioteca pessoal espalhada por praças e pontos de ônibus de Fortaleza

Publicado em O Povo

A vida do casal inglês Priest – o autônomo Chris, 57, e a enfermeira Vi, 39 – mudou pela primeira vez no número 37 da rua Whitehall, bem no centro administrativo de Londres. Mais precisamente no pub The Old Shades. Na época, em 2007, o lugar tinha estantes com livros logo na entrada, emoldurando o quadro de vinhos.

“Pegamos um livro e tudo começou daí”, explica Chris, que mora com a esposa em Derbyshire, uma cidade de cerca de um milhão de habitantes ao norte da Inglaterra. O “tudo” a que ele se refere significa 69.899 livros registrados no site bookcrossing.com, uma rede social de leitura que promove um intercâmbio diferente de livros.

O usuário cadastra um exemplar e pode largá-lo num banco de praça, embaixo de uma árvore, dentro do cinema ou, se preferir, num ponto específico de troca do BookCrossing, como é o caso do The Old Shades. O objetivo é fazer que mais pessoas não só tenham acesso a livros, mas que também os leiam.

Depois que conheceram o projeto, Chris e Vi já libertaram até agora 65.885 obras ao acaso e 4.172 em pontos do projeto. Deles foram encontrados 3.532 exemplares que acabaram ganhando o mundo.

Há alguns no Canadá, Estados Unidos, Índia, África do Sul e mesmo no Brasil. Ao achar um livro, o leitor pode registrar isso no site e fazer um comentário. “A gente gosta de pensar que alguns livros que soltamos fazem viagens, atraindo atenção das pessoas e, com sorte, inspirando elas a ler”, diz.

De outros usuários, os dois pegaram 773 livros. A conta “countofmonte”, administrada por eles, é atualmente a campeã mundial em liberações de obras no site. Em relação ao segundo colocado, o canadense, Paul J. Lareau, 46, há uma diferença de 28.896 livros.

“Meus amigos às vezes têm problema em entender que pago por livros apenas para doá-los!”, pontua.

Segunda mudança

A princípio, abandonar e pegar livros era um esporte inofensivo. Até que eles encontraram Skinny Bitch (sem tradução no Brasil), best-seller de Rory Freedman e Kim Barnouin, duas ex-modelos norte-americanas que se dedicam a promover o veganismo, estilo de vida baseado numa dieta alimentar livre de animais.

Foi a segunda mudança na vida do casal. Eles se tornaram veganos desde então, aprofundando o vegetarianismo ao qual já eram adeptos. Inevitavelmente, as leituras – “pelo menos um livro na mão” sempre – seguem caminhos parecidos. “Leio livros sobre modificação genética que acabaram me influenciando a lutar contra isso”, afirma.

Embora ávidos por libertar livros, alguns guardam consigo. Por exemplo, os livros sobre modificação genética e comida orgânica. Ou exemplares dos clássicos favoritos, como O sol é para todos, de Harper Lee. Além disso, o próprio trabalho de Chris tem o mesmo espírito. Faz entregas de legumes orgânicos duas vezes por semana e o resto do tempo utiliza seu veículo, uma van, para pequenos trabalhos, como mudanças.

“A motivação para nós é dar uma nova vida aos livros em vez de tê-los na estante acumulando poeira.”

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

O BookCrossing nasceu nos Estados Unidos em 2001. Os criadores se inspiraram em iniciativas que acompanhavam a trajetória de outros objetos, como câmeras descartáveis e dinheiro. Pouco depois, o projeto chegou no Brasil.

Saiba mais

No Brasil, há 30 pontos de BookCrossing. Quatro estão no Nordeste: três em Salvador, na Bahia, e outro em Mossoró, no interior do Rio Grande do Norte. Nenhum no Ceará.

Para cadastrar um ponto de BookCrossing, primeiro junte livros, cadastre-os no site bookcrossing.com e ponha-os à disposição em prateleiras num local público, sinalizando com cartazes. Avise à equipe da rede social para que eles possam atualizá-lo no cadastro.

São 9.637 brasileiros cadastrados como usuários do site. Desses, 172 estão aqui no Ceará. Para começar a registrar livros, é preciso registrar-se no mesmo site antes.

A coordenadora do BookCrossing Brasil, Helena Castello Branco, afirma que o projeto tem participado de eventos literários, como a Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) e Bienais.
Ela diz já ter recebido pelo menos cinco mil livros de doação, que repassa a pontos do programa, como a Biblioteca Mário de Andrade e a Casa das Rosas, ambos em São Paulo.

Pelo direito de escrever errado na internet

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Através das redes sociais o Brasil se mostrou pro brasileiro, com seus defeitos, qualidades e idiossincrasias

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Bia Granja, na Revista Galileu

Vossa mercê pode achar esquisito esse bando de jovenzinhos escrevendo “corrão”, “bons drink”, “todos chora” ou “comofas” na internet, mas antes de ficar “chatiado” achando que os Maias estavam certos e o fim do mundo está próximo, Keep Calm and me dá um minutinho da sua atenção. 🙂

No Brasil, o “advento da internet em si” não representou uma mega ruptura em termos de espaço criativo pras pessoas. No começo, só existiam os grandes portais (todos pertencentes às mesmas famílias que já dominavam a grande mídia offline) e os blogs. Mas 99% das pessoas, hoje e então, acham esse lance de blog muito complicado e a quantidade de espaço disponível intimidante, de modo que a verdadeira ruptura chegou junto com as redes sociais: Orkut e YouTube no começo, depois Twitter e agora o Facebook.

Através desses meios, o Brasil se mostrou pro brasileiro… com todos os seus defeitos, qualidades e idiossincrasias. A maioria das gírias estilo “CORRÃO” (que significa corram, do verbo correr) são derivadas do tiopês que, por sua vez, deriva dos erros de português medonhos que a gente via no Orkut. Foi nessa época/rede que nós da elite fina-elegante-sincera começamos a nos deparar com o Brasil verdadeiro, o Brasil que tem 30% de sua população analfabeta.

Sim, isso tudo é muito triste e nossa taxa de analfabetismo é um absurdo, mas antes de culpar a internet por problemas profundos do país e ficar reprimindo as pessoas que falam errado, pare e pense no verdadeiro significado disso tudo. Será que o que realmente importa é que a pessoa se expresse sem erros de português ou que ela se expresse? ANTES das redes sociais, a gente não se expressava AT ALL, ou o fazia em uma escala ínfima. Agora, temos a faca e o queijo na mão pra criar qualquer coisa, inclusive uma nova cultura para nossos tempos.

Falar assim é fazer parte da construção de uma nova cultura colaborativa, visceral e orgânica que nasce na internet. E, diga o que quiser, mas não tem regras formais de gramática e concordância que possam competir com esse cenário sexy em que o jovem tem, pela primeira vez, o poder de construir sua própria cultura e linguagem.

Portanto, não se trata de ser mais ou menos inteligente, de falar certo ou errado, se trata de fazer parte, se trata, simplesmente, de FAZER! Por isso, por mais que a gente saiba que a conjugação correta do verbo “CORRER” na 3ª pessoal do plural do imperativo afirmativo seja “CORRAM”, não fique #chatiado, mas vamos continuar usando o “CORRÃO”.
Tudo bem? 🙂

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Professor veste a mesma roupa há 40 anos

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Conheça este curioso personagem que em 1973 decidiu não mudar mais o estilo de suas roupas.

Publicado por G1

Podemos até não concordar, mas a camisa branca de gola alongada com estampas de bolinha e a jaqueta marrom são considerados itens clássicos da moda masculina – ou pelo menos já foram. Pois é exatamente isso que tenta demonstrar o professor Dale Irby, por meio de uma série de fotografias que ele mesmo publicou na internet.

Da noite pro dia, Irby acabou se tornando um hit “viral” na rede ao ter suas fotos republicadas em sites e redes sociais em todo o mundo.

Professor veste a mesma roupa há 40 anos. (Foto: BBC)

Professor veste a mesma roupa há 40 anos. (Foto: BBC)

Este instrutor de ginástica da escola primária Prestonwood, na cidade norte-americana de Dallas, no Texas, tem vestido exatamente estas mesmas roupas para cada umas das 40 fotos oficiais da escola, em cada ano escolar, desde 1973.

Ao final desse longo período, a sequencia de fotos de si mesmo, que começa com um rosto jovem e mais magro, além dos cabelos castanhos, termina como uma pessoa mais madura, de rosto mais arredondado, cabelos grisalhos, quase brancos.

De acordo com o jornal britânico Metro, tudo começou por acidente, quando o professor notou que havia utilizado a mesma vestimenta por dois anos seguidos.

Para alívio de sua esposa, que seguramente não perderia a oportunidade de fazer alguma crítica ao guarda-roupa de Dale. “Cathy, a quem conheci em meu primeiro ano como professor, me pediu para repetir a roupa no ano seguinte. Daí em diante, não paramos mais”, conta Irby.

Estrela da internet

Há pouco tempo, para relembrar os anos de trabalho, já que agora se aposentou, aos 63 anos de idade, decidiu postas as fotos na internet. E não passou despercebido.

Colocadas em ordem, as fotos se tornam interessantes. Elas testam a imaginação, com todo o tipo de suposição que pode ser feita para relembrar da vida e um veterano professor de ginástica de uma escola primária de Dallas, no Texas.

Na primeira imagem que aparece, uma incontestável expressão de um mestre novato. Em outro ano, a pose já é mais erguida, orgulhosa, mas também com um ar mais sério.

Numa outra foto, parece que está a ponto de contar uma piada, enquanto em outras transmite uma certa “malandragem”. Já em outra imagem transmite um ar de inteligência, sabedoria.

Na última, a impressão é a de que ele não pôde ocultar nada, ficando exposto.

Mas as diferentes expressões faciais, sempre com um sorriso discreto, destacam também um bigode quase inalterado. Há algumas diferenças nos óculos, que em algumas fotos tem lentes e suporte de orelha menores ou maiores.

Vintage

Não está claro, no entanto, se em todos estes 40 anos ele vestiu exatamente a mesma roupa de 1973, quando a primeira fotografia foi tirada, ou se vem renovando a vestimenta comprando peças idênticas.

Num olhar mais atento, a camisa e a jaqueta parecem extremamente alinhadas em todas as suas 40 imagens.
Em termos do mundo fashion, a roupa de Irby poderia ser chamada de vintage.

As fotos não podem ser consideradas como exemplos de qualidade, mas o traje do professor é a clássica definição de clássico.

dica do Guilherme Massuia

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