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Posts tagged redes sociais

Editoras mais populares no Instagram (11)

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ignews

Sérgio Pavarini

O Instagram está cheio de novidades para os fãs. A rede adicionou 3 novos filtros no catálogo: Lark, Reyes e Juno. No Brasil, os mais populares são Ludwig, Amaro, Crema, Valencia e X-Pro II.

Outra notícia legal é a possibilidade de colocar emojis nas hashtags. Segundo o Instagram, Gisele Bündchen é a celebridade que mais usa emojis. Abaixo, os emojis mais populares em todo o mundo.

emojis10Vamos conferir o ranking de editoras? Duas alterações durante o mês de abril. A Arqueiro ganhou uma posição e agora está em 6º lugar. A Globo Livros também subiu e fechou o mês na 19ª posição.

O ranking de editoras mais populares no Twitter está aqui e o do Facebook pode ser visto neste link.

Ranking Abril

1.   98.000 Panelinha editorapanelinha

2.   83.800 Intrínseca intrínseca

3.   59.700 Rocco editorarocco

4.   44.500 Casa dos Espíritos casadosespiritos

5.   41.800 Novo Conceito novo_conceito

6.   21.600 Arqueiro editoraarqueiro

7.   20.800 Mundo Cristão mundocristao

8.   19.200 Gutenberg editoragutenberg

9.   18.000 Cia das Letras companhiadasletras

10. 13.700 Galera Record galerarecord

11. 12.600 Sextante editorasextante

12. 10 5.900 Editorial Record grupoeditorialrecord

13.   7.500 Cosac Naify cosacnaify

14.   7.300 Central Gospel editora_centralgospel

15.   7.000 Editorazahar editorazahar

16.   5.600 WMF Martins Fontes editorawmfmartinsfontes

17.   4.500 Univdoslivros universodoslivros

18.   4.400 CPAD editora_cpad

19.   4.900 Globo Livros globolivros

20.   3.800 Saraiva editora_saraiva

atualizado em 28/4

Enigma para estudantes de Cingapura faz mundo quebrar a cabeça

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enigma

Problema usado em competição de matemática se torna viral nas redes sociais; teste seu conhecimento de lógica matemática.

Publicado por Nathalia Paccola [ via UOL]

Não é todo dia que um problema matemático se torna viral na internet.

Mas um enigma de lógica proposto a alunos de uma escola secundária em Cingapura conseguiu realizar essa façanha.

O interesse foi tanto que o problema foi parar em portais de notícias no Reino Unido e um programa de TV até convidou um matemático para explicar ao público – passo a passo – como chegar a sua solução (veja link no final do texto).

O fenômeno surgiu quando o apresentador de TV de Cingapura Kenneth Kong publicou o problema em seu perfil em uma rede social.

A princípio, pensou-se que o enigma havia sido criado para crianças de 10 anos de idade, o que acabou provocando críticas de que o sistema educacional de Cingapura, porque o público considerou a questão matemática difícil demais para crianças tão jovens.

Mas depois Kong esclareceu que o problema foi criado para estudantes de 15 anos que participavam na semana passada da Sasmo (sigla da Olimpíada de Matemática de Cingapura e de Escolas Asiáticas).

Os organizadores do evento disseram que o problema visava selecionar os melhores do grupo.

Mesmo assim, a questão levou muitos internautas a ver o problema como explicação para a razão de Cingapura estar entre os primeiros países nos rankings internacionais de matemática.

Então, se você quiser competir com um estudante de Cingapura, apresentamos abaixo o problema.

Alberto e Bernard acabam de conhecer Cheryl e querem saber qual é a data do aniversário dela. Cheryl dá a eles uma lista com 10 datas possíveis.

15 de maio, 16 de maio, 19 de maio

17 de junho, 18 de junho

14 julho 16 de julho

14 de agosto, 15 de agosto, 17 de agosto

Cheryl conta então, para Albert, o mês e, para Bernard, o dia.

Albert: “Não sei quando é o aniversário de Cheryl, mas sei que Bernard também não sabe.”

Bernard: “A princípio não sabia quando era o aniversário de Cheryl, mas agora já sei.”

Albert: “Então eu também sei quando é o aniversário dela.”

Então quando é o aniversário de Cheryl?

Alunos de Medicina da Unesp fazem trote com roupas do Ku Klux Klan

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(Foto de capa: Reprodução/Facebook)

(Foto de capa: Reprodução/Facebook)

Páginas no Facebook denunciaram o episódio: “O racismo não é brincadeira. Se você acha isso engraçado, se você não vê problema nisso, você precisa seriamente rever sua inteligência”, diz uma das postagens

Publicado na Revista Forum

Em festa realizada no último dia 5, calouros do curso de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP), foram recebidos por veteranos fantasiados com trajes semelhantes aos do grupo norte-americano Ku Klux Klan (KKK), que defendia a supremacia da raça branca e perseguia negros.

O “Batizado de Medicina” – nome dado ao evento –, organizado por alunos do sexto ano, foi denunciado pelo grupo “Opressão da Medicina”, do Facebook. “Com a morte de centenas de milhares de pessoas não se brinca. O racismo não é brincadeira. Se você acha isso engraçado, se você não vê problema nisso, você precisa seriamente rever sua inteligência”, diz a postagem da página.

Outra fanpage que condenou o episódio foi a “Rede de proteção às vítimas de violência na universidade”. “Não é possível tolerar ‘brincadeiras’ como a de vestir-se à la Ku Klux Klan, acender tochas e colocar calouros ajoelhados para serem batizados, conforme está na foto anexa. A KKK é exemplo de ódio, de eugenia, intolerância e morte. O que pensar de médicos que se predispõem a emular coisas que existiram de pior na história da humanidade?”, contesta.

Em nota, a turma do sexto ano de Medicina da Unesp afirmou que as fantasias foram escolhidas no intuito de representar “carrascos”. “Em nenhum momento houve qualquer prática preconceituosa, que estimulasse o racismo, homofobia, preconceito religioso ou corroborasse ideias de qualquer seita de caráter opressor. A conclusão de que estávamos fantasiados de ‘Ku Klux Klan’ foi inferida pela forma como foram divulgada as imagens, descontextualizando totalmente a fantasia e inserindo imagens que fizessem com que os leitores chegassem a essa conclusão.”

Por meio do comunicado, os alunos ainda se desculparam pelo fato. “Abominamos qualquer prática de preconceito, seja ele devido a etnia, credo ou opção sexual e estamos dispostos a dar mais informações quando tivermos todas as condutas acertadas”, diz o informe.

Com a repercussão do caso, os estudantes prometeram se reunir com a diretoria da unidade nesta segunda-feira (30) para relatarem sua versão do episódio.

Editoras mais populares no Instagram (10)

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instagraham_mini

Sérgio Pavarini

A polêmica do dia envolve o Instagram. Rupi Kaur, poeta e artista de Toronto, postou no Twitter foto simulando uma menstruação. O clique faz parte de uma série desenvolvida para o curso de retórica visual na Universidade de Waterloo.

O Instagram literalmente não curtiu a proposta artística e deletou a imagem. Rupi postou a mesma foto e novamente ela foi apagada. A artista publicou uma carta aberta ao Instagram, obtendo apoio de dezenas de milhares de usuários.

Administradores da rede recuaram da proibição e agora a imagem está no ar. Veja aqui. Remetendo à peça de  Shakespeare, “muito barulho por nada. #ArteSemCensura

O mês de março foi agitadíssimo no ranking de popularidade das editoras, com intensa troca de posições. A Universo dos Livros avançou duas posições. Mundo Cristão, Arqueiro, Sextante, Cosac Naify e Zahar subiram uma posição cada. Abaixo, vejam como ficou a nova lista.

O ranking de editoras no Twitter está aqui e o do Facebook pode ser visto neste link.

Ranking Março

#1:   88.400 Panelinha editorapanelinha

#2:   80.400 Intrínseca intrínseca

#3:   58.200 Rocco editorarocco

#4:   42.900 Casa dos Espíritos casadosespiritos

#5:   40.600 Novo Conceito novo_conceito

#6:   19.500 Mundo Cristão mundocristao

#7:   18.700 Arqueiro editoraarqueiro

#8:   17.700 Gutenberg editoragutenberg

#9:   16.700 Cia das Letras companhiadasletras

#10: 12.900 Galera Record galerarecord

#11: 10.500 Sextante editorasextante

#12:   9.900 Editorial Record grupoeditorialrecord

#13:   7.000 Cosac Naify cosacnaify

#14:   6.700 Central Gospel editora_centralgospel

#15:   5.900 Editorazahar editorazahar

#16:   5.300 WMF Martins Fontes editorawmfmartinsfontes

#17:   4.100 Univdoslivros universodoslivros

#18:   4.000 CPAD editora_cpad

#19:   3.700 Saraiva editora_saraiva

#20:   3.600 Globo Livros globolivros

atualizado em 30/3

Seleção Draft – Universidades

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Kaluan Bernardo, no Projeto Draft

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Empreendedorismo ainda precisa evoluir nas universidades brasileiras. (Imagem: NBCNews / Reprodução)

Pesquisa: o empreendedorismo nas universidades brasileiras.
Dentro do contexto acadêmico, muitos têm vontade de empreender, mas poucos conseguem sair da etapa do sonho — especialmente porque não se preparam para o salto. Uma recém-lançada pesquisa da Endeavor e do Sebrae, realizada em universidades brasileiras no ano passado, mostra que 85,9% dos alunos não se preparam para empreender. Não a tôa, só 20% deles se consideram confiantes para abrir um novo negócio. Veja a pesquisa completa aqui.

Como a lei de Moore ajudou o Google a nascer.
Uma famosa “lei”, atribuída a Gordon Moore, diz que o poder computacional praticamente dobraria a cada 18 meses. Isso, em uma curva exponencial, quer dizer que as mudanças tecnológicas se tornam cada vez mais rápidas e que o que era impossível há um ano é completamente possível hoje.

Foi com isso em mente que dois alunos de Stanford, Sergey Brin e Larry Page, perceberam que estavam autorizados a pensar realmente grande. E, assim, o Google nascia, com a presunçosa proposta de organizar e reunir todos os links da internet. Steven Levy, autor da biografia da empresa, conta essa história.

O que acontece quando robôs cometem crimes?
Dois artistas londrinos programaram um robô para, toda semana, comprar coisas aleatórias com bitcoins na deep web. Os objetos seriam todos reunidos em uma exposição artística. Algumas semanas depois, no meio das encomendas, estavam alguns pacotes de drogas ilícitas. E aí? Quando um robô comete o crime, quem deve ser punido: a pessoa que criou o código, o dono do robô, a própria máquina? A situação acendeu um debate interessante sobre inteligência artificial e leis, na Forbes e na Wired.

A ciência por trás das notificações.
Acredite, você não é a única pessoa que se distrai com notificações de redes sociais ou smartphones. E isso tampouce é algo novo, decorrente das novas tecnologias. Na verdade, é algo intrínseco à evolução humana: só sobrevivemos como espécie porque éramos capazes de dividir a nossa atenção a cada alerta ou sinal que nos chegava. Isso tudo é explicado pela psicologia e traz reflexões importantes para desenvolvedores de produtos, que devem pensar até que ponto é válido ou não bombardear seus usuários com notificações. O TechCrunch fala sobre o assunto.

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