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Posts tagged redes sociais

Javali vira viral após invadir biblioteca de universidade na Malásia

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Javali surpreendeu usuários de biblioteca na Universidade de Multimídia da Malásia (Foto: Reprodução/Twitter/Apék)

Javali surpreendeu usuários de biblioteca na Universidade de Multimídia da Malásia (Foto: Reprodução/Twitter/Apék)

Cena ocorreu na Universidade de Multimídia da Malásia.
Animal ficou preso por quase 2 horas após quebrar porta de vidro.

Publicado no G1

Um javali surpreendeu os usuários de uma biblioteca na Universidade de Multimídia da Malásia (MMA), nesta segunda-feira (5), em Cyberjaya, segundo a imprensa local.

O animal ficou preso no prédio por quase duas horas após quebrar uma porta de vidro.

Os bombeiros e agentes de vida selvagem chegaram a esvaziar parte da biblioteca para conseguir capturar o animal.

Em comunicado, o bibliotecário Kamal Sujak disse que os funcionários e alunos na biblioteca levaram um susto quando viram o animal.

O incidente se tornou viral na Internet depois que alunos postaram fotos do javali entre os corredores de livros nas redes sociais.

Menino que comprou Fusca aos 10 anos quer ser palestrante e escritor

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Thiago Berce é morador de Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná.
Garoto criou cinco dicas de economia para quem quer guardar dinheiro.

O pai de Thiago é o 'motorista oficial' até o menino completar 18 anos (Foto: Arquivo pessoal)

O pai de Thiago é o ‘motorista oficial’ até o menino completar 18 anos (Foto: Arquivo pessoal)

Ilsinéia Machado, no G1

Thiago Morales Berce ficou famoso após comprar o primeiro carro – um Fusca 76 – com as economias guardadas durante três anos. O menino de dez anos, que mora em Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná, agora quer realizar outros dois sonhos: ser palestrante e escritor. Thiago já dá dicas de economia para colegas e também criou uma página em uma rede social. “Tem garotos da minha idade e também adultos que estão seguindo o meu exemplo. Isso despertou o desejo de ensinar as pessoas”, explica.

“O menino do fusca”, como ficou conhecido na cidade, está escrevendo um livro sobre como guardou dinheiro e também tem projetos para lançar uma coleção de gibis e ensinar educação financeira para as crianças.

A mãe, Andréia Morales Berce, conta que o garoto passou a ler e buscar mais informações sobre economia para ajudar e orientar as pessoas.”Ele é muito disciplinado e centrado no que faz. O Thiago pergunta e pesquisa sobre tudo. Ele quer ajudar as pessoas a conquistarem os sonhos delas”, disse.

Thiago, de 10 anos, juntou dinheiro durante 3 anos para comprar o Fusca (Foto: Andréia M. Berce)

Thiago, de 10 anos, juntou dinheiro durante 3 anos
para comprar o Fusca (Foto: Andréia M. Berce)

O fusca

Depois de passar uma semana no conserto, o fusca não ficou parado na garagem da casa do menino. “Ele só quer andar com o carro dele. Para ir em qualquer lugar, na igreja, na padaria, pescar… tudo tem que ser com o fusca. O meu carro ficou abandonado”, afirma o pai, Valdir de Souza Berce, que é o motorista oficial do Fusca até Thiago completar 18 anos de idade.

“Andar a pé nunca mais”, disse Thiago, que está guardando dinheiro novamente para investir no veículo. “Eu quero personalizá-lo. Nunca vou vendê-lo. Ele vai ficar de recordação”, afirma o menino que também guarda as economias para fazer faculdade. “Era para ter mais, mas precisei de uma bola de futebol nova, então usei o dinheiro. Não compro qualquer coisa, só o que realmente preciso”, explica Thiago que tem R$ 200 guardado.

Menino está guardando dinheiro para personalizar o fusca e para a faculdade (Foto: Arquivo Pessoal)

Menino está guardando dinheiro para personalizar o fusca e para a faculdade (Foto: Arquivo Pessoal)

Rede social

Na rede social, Thiago compartilha seu dia a dia e também orienta quem está economizando. Entre as dicas que o garoto dá está a de trocar moedas por cédulas, para ajudar o comércio.

O menino também incentiva quem ainda não guarda dinheiro. “Comece a guardar o máximo de moedas que puder até o Natal e surpreenda seus pais com o valor que você juntar. Daí compre um brinquedo bem legal pra você”, escreveu na página.

Para ajudar aqueles que querem guardar dinheiro, Thiago criou cinco dicas de economia: pensar em alguma coisa que deseja comprar; começar a guardar dinheiro, não importa o valor; usar o dinheiro que está guardando somente quando muito necessário; nunca emprestar o dinheiro, a não ser que a pessoa devolva o valor corretamente, e continuar poupando sempre. “Com paciência e persistência qualquer pessoa pode conquistar um sonho”, afirma o garoto.

Entre as falsas e verdadeiras citações clariceanas

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Todos sabem o quanto citações de Clarice Lispector circulam nas redes sociais, sobretudo no Facebook. Mas essas citações são, de fato, da escritora ou são apenas atribuídas a ela? E se são verdadeiras, por que os usuários levam as citações às redes sociais?

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Estela Santos, no Homo Literatus

Na maioria das vezes o que percebemos em boa parte das citações ditas “clariceanas”, que circulam as redes sócias, é que linguagem não condiz com a linguagem de Clarice e que a temática também não condiz com os temas recorrentes em sua literatura – o que leitores dela percebem rapidamente –, isto é, trata-se de citações atribuídas erroneamente a escritora. A literatura de Clarice Lispector tem um estilo único, ela desnuda a alma humana ao abordar questões voltadas para o “eu”, com sua escrita de cunho altamente intimista e sua linguagem corrosiva. E quando a citação é verdadeira, parece-nos que contribui para o que podemos chamar de “cultura nas redes sociais”, uma vez que Clarice é uma escritora e intelectual notavelmente conhecida, inclusive admirada por um dos maiores críticos literários do Brasil, Antônio Cândido; além disso, citações verdadeiras, com a fonte de referência parecem ter o poder de conquistar novos leitores.

O problema é que Clarice passou a ser vista nas redes sociais como escritora de textos de autoajuda, muitas vezes aparece, ainda, como uma conselheira amorosa, ou até como uma grande poeta – ela que apenas escreveu prosa poética. Como o poema Alta Tensão, de Bruna Lombardi, a ela atribuída recorrentemente no Facebook: “eu gosto dos venenos mais lentos / dos cafés mais amargos / das bebidas mais fortes / e tenho / apetites vorazes / uns rapazes / que vejo / passar / eu sonho / os delírios mais soltos / e os gestos mais loucos / que há / e sinto / uns desejos vulgares / navegar por uns mares / de lá / você pode me empurrar pro precipício / não me importo com isso / eu adoro voar”. O que pensaria ou diria Clarice ao ver isto? O que ela comentaria sobre essas “difamações literárias”, por assim dizer?

Mas se a grande maioria esmagadora das citações não é de Lispector, isto nos leva ao embate: a grande escritora é popular ou impopular? Por tantos trechos falsos a ela atribuídos pela grande massa das redes sociais, podemos pensar que, na verdade, a escritora é impopular, uma vez que seus verdadeiros escritos são menos divulgados que os falsos. O que não quer dizer que ela não tenha leitores (muitos que estão lendo esta matéria são leitores de Clarice) e que estes não divulguem citações reais.

Em defesa de Clarice e para legitimá-la aqui deixamos excertos de algumas de suas obras, com as devidas referências:

“Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher […]. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha – com persistência, continuidade, alegria. O que sucedera a Ana antes de ter o lar estava para sempre fora de seu alcance: uma exaltação perturbada que tantas vezes se confundira com felicidade insuportável. Criara em troca algo enfim compreensível, uma vida de adulto. Assim ela o quisera e escolhera.” (LISPECTOR, Clarice. In: Amor)

“Acho com alegria que ainda não chegou a hora de estrela de cinema de Macabéa morrer. Pelo menos ainda não consigo adivinhar se lhe acontece o homem louro e estrangeiro. Rezem por ela e que todos interrompam o que estão fazendo para soprar-lhe vida, pois Macabéa está por enquanto solta no acaso como a porta balançando ao vento no infinito. Eu poderia resolver pelo caminho mais fácil, matar a menina-infante, mas quero o pior: a vida. Os que me lerem, assim, levem um soco no estômago para ver se é bom. A vida é um soco no estômago.” (LISPECTOR, Clarice. In: A hora da Estrela)

“A palavra é o meu domínio sobre o mundo.” (LISPECTOR, Clarice. In: Perto do coração selvagem)

“E eis que percebo que quero para mim o substrato vibrante da palavra repetida em canto gregoriano. Estou consciente de que tudo o que sei não posso dizer, só sei pintando ou pronunciando, sílabas cegas de sentido. E se tenho aqui que usar-te palavras, elas têm que fazer um sentido quase que só corpóreo, estou em luta com a vibração última.” (LISPECTOR, Clarice. In: Água viva)

“– Você tem ‘descortinado’ muito ultimamente, meu filho? – Tenho pai, disse contrafeito com a intrusão de intimidade, toda vez que o pai quisera ‘compreendê-lo’, deixara-o constrangido. – Como vão suas relações sexuais, meu filho? – Muito bem, respondeu com vontade de mandar o pai para o inferno de onde tirara.” (LISPECTOR, Clarice. In: A maçã no escuro)

“Era uma maçã vermelha, de casca lisa e resistente. Pegou a maçã com as duas mãos: era fresca e pesada. Colocou-a de novo sobre a mesa para vê-la como antes. E era como se visse a fotografia de uma maçã no espaço vazio. Depois de examiná-la, de revirá-la, de ver como nunca vira a sua redondez e sua cor escarlate – então devagar, deu-lhe uma mordida. E, oh Deus, como se fosse a maçã proibida do paraíso, mas que ela agora já conhecesse o bem, e não só o mal como antes. Ao contrário de Eva, ao morder a maçã entrava no paraíso. Só deu uma mordida e depositou a maçã na mesa. Porque alguma coisa desconhecida estava suavemente acontecendo. Era o começo – de um estado de graça. Só quem já tivesse estado em graça, poderia reconhecer o que ela sentia. Não se tratava de uma inspiração, que era uma graça especial que tantas vezes acontecia aos que lidavam com arte. O estado de graça em que estava não era usado para nada.” (LISPECTOR, Clarice. In: Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres)

“No entanto, fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança. Mas eu, eu não me perdoo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que, por vergonha, não podia ter conhecido. A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho.” (LISPECTOR, Clarice. In: A descoberta do mundo)

“[…] estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi – na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro.” (LISPECTOR, Clarice. In: A paixão segundo G. H.)

Veja os principais memes e piadas sobre as provas do Enem 2014

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No sábado Miley Cyrus acabou em montagem com questão de física.
No domingo, tema da redação foi adivinhado horas antes no Twitter.

Publicado no G1

A edição de 2014 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) chegou aos temas mais comentados nas redes sociais tanto no sábado (8) quanto neste domingo (9). Internautas que fizeram ou não as provas bolaram memes e piadas no Twitter e no Facebook. Além dos temas que caíram nas questões, teve até montagem com a cantora Miley Cyrus e um misterioro tuíte publicado na manhã deste domingo (9), onde uma usuária adivinhou o tema da redação que seria divulgado horas depois.

A hashtag #AprendiNoEnem, que em outros anos também foi usada pelos candidatos após as provas, passou o fim de semana entre as mais usadas no Twitter.

Publicidade infantil?
Eita, Giovana! Teve gente que “descer, subir, empinar e rebolar” para conseguir escrever uma boa redação sobre o tema ‘Publicidade Infantil’. Teve gente que foi esperta e não deixou o forninho cair.

Eita, Giovana, o forninho caiu... (Foto: Reprodução/Instagram)

Eita, Giovana, o forninho caiu… (Foto: Reprodução/Instagram)

Falou sobre propagandas famosas.

♫ Gostoso pra chuchu, chuá, chuá, uh, uh ♫ (Foto: Reprodução/Twitter/FrasesdoRedex)

♫ Gostoso pra chuchu, chuá, chuá, uh, uh ♫ (Foto: Reprodução/Twitter/FrasesdoRedex)

Reclamou de programas de prêmios.

Playstation, playstation, playstation... (Foto: Reprodução/Twitter/junowerlang13)

Playstation, playstation, playstation… (Foto: Reprodução/Twitter/junowerlang13)

Mas a verdade é que o tema pegou muita gente de surpresa, e teve um pessoal que comemorou em não estar fazendo o Enem este ano.

É, o tema foi bem fora que do que a maioria pensava (Foto: Reprodução/Twitter/lucasaguiar)

É, o tema foi bem fora que do que a maioria pensava (Foto: Reprodução/Twitter/lucasaguiar)

Vamos tentar…
A prova de matemática sempre é um desafio para os candidatos do Enem. Tinha gente não querendo se perder.

Calma, Zileide, está tudo sob controle (Foto: Reprodução/Twitter/lalagot)

Calma, Zileide, está tudo sob controle (Foto: Reprodução/Twitter/lalagot)

Alguns pediram uma ajudinha do além.

Chico, ajuda aí (Foto: Reprodução/Twitter/QueroNaao)

Chico, ajuda aí (Foto: Reprodução/Twitter/QueroNaao)

E a rapper Nicki Minaj até tentou ajudar…

Um, dois, três, quatro... (Foto: Reprodução/Twitter)

Um, dois, três, quatro… (Foto: Reprodução/Twitter)

O ator Jim Carey também.

Segura a caneta! (Foto: Reprodução/Twitter)

Segura a caneta! (Foto: Reprodução/Twitter)

desespero foi grande, tanto que hoje virou o…

‘Dia Nacional do Chute’
Desde a manhã, candidatos do Enem se refugiaram nas redes sociais para desabafar sobre os dois grandes medos da prova deste domingo: as provas de matemática e de redação.

Candidato sugere que o segundo dia de prova do Enem caia sempre no feriado do Dia Nacional do Chute (Foto: Reprodução/Twitter/ramonedidi)

Candidato sugere que o segundo dia de prova do Enem caia sempre no feriado do Dia Nacional do Chute (Foto: Reprodução/Twitter/ramonedidi)

A candidata preocupada com a redação teve uma abordagem mais religiosa (Foto: Reprodução/Twitter/pequenaraylla_)

A candidata preocupada com a redação teve uma abordagem mais religiosa (Foto: Reprodução/Twitter/pequenaraylla_)

‘Mãe Dinah do Enem’
Horas antes da prova, um tuíte foi publicado por uma usuária que disse que faria o Enem. Ele viralizou durante a tarde porque, nela, a garota adivinhou o tema da prova da redação:

Mensagem publicada no Twitter na manhã deste domingo adivinhou tema da redação do Enem, que seria divulgado horas depois (Foto: Reprodução/Twitter)

Mensagem publicada no Twitter na manhã deste domingo adivinhou tema da redação do Enem, que seria divulgado horas depois (Foto: Reprodução/Twitter)

Este candidato fez outro tipo de previsão (mas esperamos que ela não tenha se cumprido!):

Candidato prevê lágrimas na prova do segundo dia do Enem (Foto: Reprodução/Twitter/DanielGessinger)

Candidato prevê lágrimas na prova do segundo dia do Enem (Foto: Reprodução/Twitter/DanielGessinger)

Veja mais aqui.

Livrogram: dupla de amigas fala sobre livros e leituras de forma despojada nas redes sociais

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Formadas em Artes Cênicas, as amigas Denise Schnyder e Livia Piccolo publicam novidades semanalmente nos canais do Livrogram (foto: Divulgação)

Formadas em Artes Cênicas, as amigas Denise Schnyder e Livia Piccolo publicam novidades semanalmente nos canais do Livrogram (foto: Divulgação)

Amauri Terto, no Catraca Livre

Engana-se quem acredita que a leitura ainda seja uma ação totalmente solitária. Com a ajuda das redes sociais, ler e discutir livros se tornou uma atividade menos introspectiva, mais compartilhada e aberta aos mais diversos perfis de leitores – não apenas aos intelectuais.

Tendo esse cenário em vista, as artistas Denise Schnyder e Livia Piccolo resolveram criar em 2013 o Livrogram, um perfil na rede social Instagram com fotos de capas de livros acompanhadas de resenhas curtas.

A curadoria atenta das amigas atraiu rapidamente centenas de seguidores, incluindo designers, editores, críticos e escritores. Atualmente, o perfil possui mais de seis mil seguidores. O sucesso impulsionou a dupla a ampliar o projeto com novos perfis no YouTube e Facebook, sem deixar de lado a ideia original de falar sobre livros de uma forma leve, direta e divertida.

Em parceria com o videoartista Diogo de Nazaré, hoje a dupla formada em Artes Cênicas experimenta diferentes formas de falar sobre o universo dos livros. Essas experimentações recheiam os perfis do Livrogram  regularmente. É possível encontrar nos canais: bate-papos e dicas sobre livros novos, editoras e escritores independentes, vídeos de entrevistas com escritores, além de cobertura de eventos literários, entre outros conteúdos.

Conheça alguns vídeos do Livrogram nos players abaixo:

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