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Universidade da Pensilvânia cria curso ‘Desperdiçando o tempo na internet’

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Departamento de Letras da Universidade da Pensilvânia já havia criado outros cursos não convencionais - Divulgação

Departamento de Letras da Universidade da Pensilvânia já havia criado outros cursos não convencionais – Divulgação

Estudantes terão de ficar três horas em salas de bate-papo, assistindo a vídeos de gatos , redes sociais ou listas de discussão

Publicado em O Globo

RIO – Se você se sente preocupado com o tempo de estudo ou trabalho perdido em Facebook, Buzzfeed ou sites de entretenimento, não fique! A Universidade da Pensilvânia, uma das mais prestigiadas mundo, anunciou que criará a partir do próximo semestre um curso somente dedicado ao que mais gostamos de fazer: ficar vagando pela internet.

Intitulada “Wasting Time on the Internet” (“Desperdiçando o tempo na internet”, em inglês), a disciplina cobrará dos alunos pelo menos três horas diárias na frente da telinha, apenas interagindo através de salas de bate-papo, assistindo a vídeos de gatos , redes sociais ou listas de discussão.

O objetivo, segundo consta na ementa do curso, é verificar como o internauta utiliza seu tempo na rede, que seria descrita na literatura como a atividade de lazer do século XXI.

Mas os estudantes não vão escapar do rigor acadêmico. Eles também serão obrigados a “explorar a longa história de tédio e perda de tempo”, lendo obras de escritores, teóricos e criativos, incluindo Betty Friedan, Raymond Williams e John Cage.

O curso, oferecido pelo Departamento de Inglês da universidade, será ministrado pelo professor Kenneth Goldsmith, conhecido por ministrar outras disciplinas não convencionais, incluindo “Escrita não criativa”, que explora o plágio e a pirataria, e ‘Intervenção Escrita: a escrita fora da página “, que proíbe os estudantes de usar papel.

Como seriam o perfil no Instagram de 6 grandes escritores mortos

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Diego Santos, no Literatortura

Antes das redes sociais da internet, a vida dos escritores só aparecia em jornais, na TV ou quem sabe em alguma biografia.

Hoje, os fãs não apenas podem saber do dia-a-dia de seus ídolos, como também tem uma facilidade muito maior pra poder conversar e interagir com seus escritores favoritos.

Pena que alguns grandes gênios da literatura já se foram. Mas…

Como seria se alguns deles estivessem nas redes sociais?

Ou melhor, como seria se alguns escritores estivessem no Instagram.

O site Dito pelo Maldito fez algumas montagens e imaginou o caso.

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John Fante

Um cara que passou grande parte da vida preocupado com as possíveis críticas a sua obra, mesmo que desnecessário. Pelo seu estilo recluso, provavelmente passaria a maior parte do tempo postando fotos caseiras com seu animal de estimação.

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Bukowski

Ha! O velho Buk com certeza, e com cerveja, iria revolucionar as jocosas fotos de pratos de comida. Em vez de fazer publicidade grátis de restaurantes, o perfil desse cara daria é prejuízo pra revista Playboy!

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Hilda Hilst

Hildinha para os íntimos. A nada comportada dama da literatura nacional sempre cultivou um estilo blasé, e não creio que perderia muito tempo conectada. Suas postagens seriam poucas, espaçadas entre si, mas super aguardada pelos seus fiéis seguidores.

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Jack Kerouac

Para um escritor que baseou a maior parte de sua obra em suas viagens e loucuras com o pé na estrada, nada mais justo do que incluir a hashtag#partiu em suas postagens sempre que ele sair em busca de uma nova aventura literária.

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Jean Paul Sartre

Para um Nobel de literatura, um perfil mais requintado e cheio de registros de encontros com personalidades históricas na mais pacata intimidade. Como é o caso da foto acima.

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Nelson Rodrigues

O anjo pornográfico era mestre nas frases de efeito e respostas mal criadas, gostaria muito que ele tivesse vivido tempo suficiente para ter chegado até a facilidade de associar imagens com suas palavras polêmicas.

*As imagens e os comentários foram extraídas do site “Dito pelo Maldito”.

Americano pede socorro pelo Twitter após ficar preso em livraria

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Google Americano é esquecido dentro de livraria no centro de Londres e pede ajuda à polícia

Google. Americano é esquecido dentro de livraria no centro de Londres e pede ajuda à polícia

David Willis, do Texas, não se deu conta de que o local estava fechando e ficou dentro da livraria Waterstones por duas horas

Publicado no Último Segundo
Um turista americano acabou ficando preso dentro de uma grande livraria em Londres depois que o estabelecimento fechou.

David Willis, do Texas, não se deu conta de que o local estava fechando e ficou dentro da livraria Waterstones, em Trafalgar Square, por duas horas na quinta-feira (16) à noite. Ele usou o Twitter para divulgar uma mensagem sobre sua situação e esperou pela chegada da ajuda.

Quando foi libertado ele escreveu na rede social que estava livre. O gerente da loja, Matt Atkins disse estar “muito envergonhado”.

“Por favor me deixem sair”

Willis afirmou que subiu ao andar de cima da loja por 15 minutos e, quando desceu, as luzes estavam apagadas e as portas trancadas. Ele publicou uma foto de si mesmo no Instagram atrás das persianas da loja com a mensagem: “Este sou eu dentro da livraria Waterstones em Londres”.

Internautas disseram que gostariam de ter ficado presos dentro de grande livraria londrinaEm outra mensagem, republicada mais de 12 mil vezes no Twitter, ele afirmou: “Olá Waterstones, eu estou trancado dentro de sua livraria em Trafalgar Square por duas até agora. Por favor, deixem-me sair”.

Ele recebeu centenas de respostas. Algumas pessoas perguntavam se ele estava aproveitando a oportunidade para ler alguns livros, outras diziam que adorariam estar no lugar dele. Houve até sugestões para que ele construísse um forte de livros.

A Waterstones publicou em sua própria conta de Tweeter uma mensagem quando o problema foi resolvido. “Estamos satisfeitos em anunciar que o sr. Willis é um homem livre novamente. Obrigado por sua preocupação e tweets”.

Atkins afirmou que a livraria também recebeu mensagens afirmando que aquele nãos eria um lugar ruim para se ficar preso.

“Estamos envergonhados. Esse não é o tipo de coisa que desejamos que aconteça e obviamente vamos investigar e lidar com isso. Mas há definitivamente lugares piores para se ficar preso à noite toda”.

Um porta-voz da polícia metropolitana afirmou que a instituição foi chamada por volta de 21h35 “por um homem que alegava ter ficado preso dentro de uma loja”.

Ele afirmou: “Policiais foram ao local e após a chegada de um funcionário com as chaves o homem saiu do prédio logo depois das 23h”.

Saga Crepúsculo terá 5 curta-metragens divulgados no Facebook

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Saga Crepúsculo terá 5 curta-metragens divulgados no Facebook

Foto: Divulgação

Projeto escolherá cinco aspirantes a diretoras para produzirem os curtas

Publicado no Correio24Horas

Dois anos após o fim da saga Crepúsculo nos cinemas, o estúdio Lionsgate resolveu agitar os fãs da série com um concurso promovido em parceria com a autora dos livros, Stephenie Meyer. Bella, Edward, Jacob e outros personagens voltarão em 2015 em uma série de cinco curta-metragens disponibilizados no Facebook. Os atores, porém, não serão os mesmos.

O projeto The Storytellers — New Creative Voices of ‘The Twilight Saga (lgo como ‘As Contadoras de História – Novas Vozes Criativas da Saga Crepúsculo’) selecionará cinco aspirantes a diretoras para criarem os vídeos, que contarão histórias de cada personagem. As cineastas serão escolhidas por um concurso promovido pela Women in Film, organização que promove a mulher na indústria cinematográfica.

As escolhidas serão orientadas pelas atrizes Kristen Stewart (a Bella dos filmes), Kate Winslet (Divergente), Octavia Spencer (Insurgente), a roteirista da animação Frozen, Jennifer Lee, e a diretora do primeiro filme de Crepúsculo, Catherine Hardwick, além, claro, da própria Stephanie Meyer.

A finalista entre as cinco cineastas será escolhida pelo público e receberá uma quantia de dinheiro e oportunidades para alavancar a carreira.

Os fãs poderão acompanhar a produção dos filmes pelo Facebook e pelo site Tongal.

John Green: o autor camarada

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Autor de ‘A Culpa É das Estrelas’ mantém uma relação próxima com seus leitores através das redes sociais

John Green, autor de bestsellers para o público jovem (Foto: Divulgação)

John Green, autor de bestsellers para o público jovem (Foto: Divulgação)

Sarah Mund, na Monet

De um dia para o outro, parece que todo mundo é fã de John Green. Pessoas lêm seu livro nos transportes públicos, as livrarias expõe sua obra logo à entrada para facilitar quem entra em busca dos títulos e uma multidão chorou ao assistir ‘A Culpa É das Estrelas’ no cinema. E ainda assim o maior trunfo do autor é outro: a relação com seus leitores.

'A Culpa É das Estrelas' (Foto: Divulgação)

‘A Culpa É das Estrelas’ (Foto: Divulgação)

Tudo bem que a atuação de Shailene Woodley e Ansel Elgort do jovem casal desafortunado que se apaixona mesmo enfrentando a morte iminente catapultou os outros títulos de Green, como ‘Quem É Você, Alasca?’, ‘Cidades de Papel’ e ‘Deixe a Neve Cair’ – os três em diferentes estágios de produção para o cinema.

Mas independente disso, ele se tornou um dos principais representantes da nova onda literária comumente chamada de YA, sigla de Young Adult, ou jovem adulto em tradução livre. O público adolescente e no início da vida adulta são os grandes consumidores de literatura do momento, com a ajuda das redes sociais ser visto lendo um título faz parte de sua identidade – o que talvez explique por que a geração mais tecnológica até hoje continue preferindo o papel.

A grande sacade de Green foi saber se aproximar de seu público. Se quando alguém dessa faixa etária sente que ele realmente lhe entende ao ler suas histórias, é por que ele provavelmente entende mesmo. Extremamente acessível a seus fãs através de Tumblr, Instagram, Twitter, e um canal de vídeos, ele se tornou provavelmente um dos autores mais próximos de seus leitores. E isso é genial!

Livros de John Green (Foto: Divulgação)

Livros de John Green (Foto: Divulgação)

Confesso que demorei para entrar na febre John Green, e nem sei se de fato cheguei a pegá-la (até agora só li ‘A Culpa É das Estrelas’ e estou achando que o filme é mais hypado que o livro, mas enfim… isso pode mudar depois que me dedicar aos demais títulos). Mas uma rápida olhada em sua atuação nas redes sociais torna impossível continuar a ignorá-lo.

É difícil ver autores tão dedicados e divertidos. Não que isso seja algo crucial para ser bom escritor, mas para atingir esse público que vive tão imerso na realidade online, pode ser essencial para o sucesso e John Green achou (um)a fórmula.

Quem É Você, Alasca?
Looking For Alaska
John Greeen
229 páginas
Preço: R$ 29,90
Martins Fontes

Cidades de Papel
Paper Towns
John Green
368 páginas
R$ 29,90
Intrínseca

O Teorema Katherine
An Abundance of Katherines
John Green
304 páginas
R$ 29,90
Intrínseca

A Culpa É das Estrelas
The Fault In Our Stars
John Green
288 páginas
R$ 29,90
Intrínseca

Deixe a Neve Cair
Let It Snow
John Green,
Lauren Myracle e
Maureen Johnson
336 páginas
R$ 29,50
Rocco

Will & Will –
Um Nome, Um Destino

Will Grayson, Will Grayson
John Green e David Levithan
Tradução:
352 páginas
R$ 29
Galera Record

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