Contando e Cantando (Volume 2)

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Quer ler mais livros? Veja 8 dicas que podem ajudar

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Estas dicas podem aumentar a sua taxa de leitura (Foto: Daria Shevtsova/Pexels)

Melhor organização, livros sempre à mão e referências: veja como você pode aumentar a sua taxa de leitura

Publicado na Época Negócios

Quer aumentar a quantidade de livros que você lê por ano? Alguns bilionários são famosos por seus hábitos de leitura. O investidor Warren Buffett lê mais de 200 páginas por dia. Bill Gates, cofundador e ex-CEO da Microsoft, compartilha rotineiramente os melhores títulos que leu.

Apesar de parecer que temos cada vez menos tempo para ler, uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia mostra o contrário: o que falta é prioridade. De acordo com o estudo, a população consome em média mais de cem mil palavras por dia. A questão é que essas palavras estão em e-mails, comentários de fotos no Instagram ou postagens do Facebook.

Veja algumas dicas compiladas pela Harvard Business Review para adequar a rotina com a leitura de livros:

1. Livros em locais estratégicos
Deixe os exemplares visíveis e coloque poltronas perto das prateleiras. Isso vai estimular o seu cérebro a ler. Se você não tiver espaço em casa, visite a biblioteca mais próxima, escolha um livro e o devolva após a leitura. O escritor argentino Jorge Luis Borges dizia: “Não posso dormir sem que esteja cercado de livros”. Siga o exemplo.

2. Luz vermelha
Use luz vermelha no período noturno. O autor Michael Breus, diz no livro The Power of When, que a luz vermelha ajuda na produção de melatonina (hormônio que faz o corpo identificar o momento de dormir) e faz com que você tenha uma boa noite de sono. Já a luz azul tem efeito oposto: o deixa ativo e desregula o ciclo noturno e ainda pode danificar a visão.

3. Proibido celular
Parece clichê, mas evite o celular. Hoje, ele é a maior máquina de distração dos seres humanos. É o que diz o livro Irresistible, do professor Adam Alter. Os smartphones são projetados para serem viciantes e a dica para não cair na armadilha e usufruir do tempo para a leitura é: deixe a tela inicial vazia e coloque o aparelho em modo avião quando estiver em casa.

4. Organização tipo biblioteca
Organize seus livros usando o método decimal de Dewey. Separe-os por categoria, por exemplo: ciência, religião e curiosidade. Além de ser utilizado por inúmeras bibliotecas, vai facilitar – e muito – a procura de um livro específico que você queira ler. Coloque etiqueta de identificação e use um aplicativo que o ajude com a busca.

5. Referências

À medida que você começa a aumentar a taxa de leitura, o próximo desafio é escolher o próximo livro. Para ter mais indicações, ouça podcasts e abuse de sites e apps. Eles são ótimos para aumentar o seu repertório.

6. Curadoria de conteúdo
Deixe de seguir todas as novidades. Selecione só as melhores fontes. Lembre-se do que o cientista Herbert Simon disse: “O que a informação consome é óbvia: consome a atenção de seus destinatários. Assim, uma riqueza de informações cria uma pobreza de atenção”.

7. Livro de papel
Leia o livro físico. O autor Seth Godin diz que as pessoas perdem o foco quando optam pela leitura por meio de iBooks. O motivo é simples: a depender do dispositivo de leitura, a atividade é interrompida muitas vezes por notificações. Um aparelho dedicado, como o Kindle, pode ser mais apropriado por não ter interrupções.

8. Bate-papo com vendedores
Converse com os vendedores das livrarias. Diga uma história que você tem interesse em ler. Eles vão indicar um livro que tenha o roteiro de acordo com a sua necessidade.

Café inspirado em Harry Potter abre em Porto Alegre

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Reprodução/Facebook
Casa tem livros e xícaras voadoras, quadros que se mexem e até uma cobra no banheiro.

Tanto a decoração quanto o cardápio do Sala Precisa são cheios de referências ao universo do bruxinho.

Rafael Argemon, no Huffpost Brasil

“Trouxas” fãs do bruxinho mais querido da cultura pop, já têm uma taverna Três Vassouras para chamar de sua. Pelo menos para quem está em Porto Alegre. É na capital gaúcha que abriu recentemente o Sala Precisa, uma mistura de café e bar inspirado no universo de Harry Potter.

O nome faz referência a uma misteriosa sala que ficou conhecida em Harry Potter e a Ordem da Fênix, 5.º livro dos sete volumes da série. ″É uma sala em que uma pessoa só poder entrar quando tiver uma real necessidade dela. Algumas vezes está lá, e algumas vezes não está, mas quando aparece, sempre estará equipada com o necessário para o bruxo”, explicou Dobby a Harry Potter.

Reprodução/Facebook
Livros voadores servem como luminárias.

Segundo o Jornal do Comércio, os sócios da casa, que abriu no dia 19 de janeiro, Chara Nery e Thiago Motta, se conheceram em um fórum sobre Harry Potter na internet. Tanto que referências na decoração e cardápio do Sala Precisa ao mundo do bruxinho não faltam.

Enquanto na decoração há livros e xícaras voadoras, quadros que se mexem, uma cobra no banheiro e gaiolas por todos os lados, o cardápio (que ainda está sendo desenvolvido), há delícias icônicas de Hogwarts e cercanias, como cerveja amanteigada – em 4 versões, entre quentes e geladas e com e sem álcool, suco de abóbora e os famosos feijõezinhos.

O Café Sala Precisa fica na rua Joaquim Nabuco, 197 e funciona de terça a domingo das 14h às 21.

Entrevista com Ernest Cline, autor de “Jogador Número 1”

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Ernest Cline, autor de Jogador Número 1, livro que inspirou novo filme de Steven Spielberg (Foto: Divulgação/Wikimedia/Gage Skidmore)

 

Isabela Moreira, na Galileu

O livro Jogador Número 1 (Casa da Palavra, 464 páginas, a partir de R$ 26,90) conta a história de Wade, um adolescente que vive em um futuro distópico. No ano de 2045, o mundo está tão destruído que as pessoas recorrem à uma plataforma de realidade virtual como refúgio.

Chamada de OASIS, a ferramenta permite que os usuários criem avatares com novos nomes e aparências para desbravarem diversos planetas virtuais. A morte do criador da plataforma, James Halliday, gera uma caça ao tesouro dentro da realidade virtual, tudo embalado por centenas de referências da cultura pop da década de 1980, época da adolescência do empresário. “Me pareceu um conceito divertido fazer os personagens do futuro estudarem o passado para conseguirem avançar”, conta Ernest Cline, autor da obra.

Nerd de carteirinha, Cline adora videogames e, inclusive, já teve o próprio DeLorean, carro do filme De Volta para o Futuro. Para ele, trabalhar com o diretor Steven Spielberg na adaptação de Jogador Número 1 para as telas do cinema foi um sonho se tornar realidade.

“O filme final parece um dos que eu amava tanto na década de 1980, como De Volta para o Futuro, ET – O Extraterrestre e Jurassic Park. É o tipo de história que te leva em uma jornada.” Em entrevista por telefone à GALILEU, o escritor falou sobre a adaptação que chega aos cinemas brasileiros no dia 29 de março, a influência da tecnologia no presente e no futuro e, claro, cultura pop. Confira:

No livro você volta aos anos 1980 para construir uma versão do futuro, que se passa em 2045. Como foi desenvolver essa relação na sua história?
Quando comecei a pensar no futuro, várias referências da cultura pop me vieram à cabeça: desde a mitologia por trás do Santo Graal, sobre a qual ninguém sabe muito, mas todos querem encontrar, até a dificuldade de personagens em distinguir quem é do bem de quem é do mal. Usar referências dos anos 1980 nas pistas da minha caça ao tesouro no futuro me permitiu desenvolver esse mundo em que a realidade parece uma distopia e a realidade virtual, uma utopia. Me pareceu um conceito divertido fazer os personagens do futuro estudarem o passado para conseguirem avançar.

A realidade virtual evoluiu muito desde que o livro foi publicado em 2011. Você acredita que algo como a OASIS poderia se tornar realidade?
Sim, já está acontecendo. Há vários jogos e simulações de realidade virtual que entraram no mercado recentemente que têm grandes mundos virtuais que as pessoas podem explorar. Isso nunca tinha acontecido antes. Um dos primeiros jogos lançados foi Star Trek: Bridge Crew, no qual vários jogadores assumem papéis da tripulação do centro de comandos da nave Enterprise, viajar em missões e criar seus próprios episódios de Star Trek. Se as coisas estão assim em 2018, apenas imagine onde estarão nos próximos 20 anos.

O Gigante de Ferro faz uma aparição no universo da OASIS em Jogador Número 1 (Foto: Reprodução/Youtube)

A OASIS é bem detalhada no livro: durante a leitura me senti como se estivesse andando dentro do jogo. Como foi adaptar esse mundo virtual para as telas do cinema?
Foi bem divertido, ainda mais por poder fazer isso em parceria com o Steven Spielberg. A OASIS é como uma caixa mágica: você pode ser qualquer um em qualquer lugar e fazer o que quiser, desde participar de cenas dos seus filmes favoritos, escalar montanhas ou ter qualquer experiência do conforto da sua casa. Tudo isso já começou a ser discutido e será ainda mais nas próximas décadas.

Se você pudesse ter uma experiência como a fornecida pela OASIS, como seria o seu avatar?
Acho que eu criaria um avatar com a aparência que tenho no mundo real. O Wade, protagonista do livro, tem muito de como eu era durante a adolescência: se você não está satisfeito com quem você é ou com sua aparência, provavelmente vai querer criar um outro corpo com uma nova personalidade. Algumas pessoas já fazem isso ao jogarem videogames: dentro da realidade virtual, essa construção pode se tornar um vício.

Acho que eu provavelmente gostaria de mudar meu avatar o tempo todo de acordo com os diferentes jogos que estivesse jogando: um dia seria o Super-Homem, em outro um piloto de corrida, o que quisesse.

Quais são algumas das suas referências favoritas da cultura pop atual?
Acabei de terminar a última temporada de Black Mirror, que é uma série fantástica. Além disso, um dos meus livros favoritos, Altered Carbon, acabou de ser adaptado em uma minissérie da Netflix. Mas gosto um pouco de tudo, assisto a vários filmes que estão em cartaz — no momento estou lendo vários quadrinhos do Pantera Negra para me preparar para assistir ao filme do herói.

O filme é ótimo, acho que você vai gostar.
Estou torcendo para isso. [Risos]

Tye Sheridan como Wade, protagonista do filme Jogador Número 1 (Foto: Divulgação)

Voltando ao Jogador Número 1, o que os fãs do livro podem esperar do filme?
Acho que se eles já gostarem do livro e estiverem com a cabeça aberta, sem esperar ver todo e qualquer detalhe da narrativa na tela, terão uma surpresa bem positiva. O filme tem cerca de duas horas, bem mais curto do que a leitura do livro, mas a experiência parece uma montanha-russa: tive que assistir uma segunda vez porque não conseguia parar de pensar nele. Parece um dos filmes que eu amava tanto na década de 1980, como De Volta para o Futuro, ET – O Extraterrestre e Jurassic Park, o tipo de história que te leva em uma jornada.

O resultado final é parecido com o que você imaginou?
É uma visão diferente. Quando estava escrevendo o livro nem imaginava que poderia ser adaptado para os cinemas, principalmente por conta dos vários elementos da cultura pop que inclui nele. Não cheguei a pensar na narrativa como um filme, e sim como uma jornada guiada pelo leitor. Isso que é legal de escrever um livro: cada leitor interpreta a história de um jeito de acordo com suas experiências e conhecimento. Não tem como fazer uma adaptação que seja fiel à interpretação que cada um faz do livro, então o filme de Jogador Número 1 é uma versão condensada da história, com o mesmo espírito de aventura e diversão da fonte.

Literatura estimula a abertura das mentes na infância

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 Vanessa com o filho João: estímulo à leitura - PEDRO NEGRÃO/ACERVO PESSOAL


Vanessa com o filho João: estímulo à leitura – PEDRO NEGRÃO/ACERVO PESSOAL

 

Larissa Pessoa, no Jornal Cruzeiro

Para a pedagoga Vanessa Marconato Negrão, 33, “ler ascende clarões na alma”, e nada melhor do que estimular estes clarões ainda na infância. Ela, que também é mãe do pequeno João Pedro, de quatro anos, começa, a partir deste domingo (25), a publicar a coluna fixa “Eu já li”, no Cruzeirinho, com dicas de livros infantis e destaca que as obras sugeridas podem, e devem, ser lidas por todos os amantes da literatura.

A primeira obra que Vanessa divulgará no novo espaço do jornal Cruzeiro do Sul será Um dia, um rio, do escritor Léo Cunha. O livro é da editora Pulo do Gato, e conforme descreve a pedagoga, aborda a tragédia de Mariana de forma poética. “Existe uma ideia equivocada de que a criança não consegue absorver um tema complexo, mas isso é um erro.” O livro infantil, conta, já foi lido para João Pedro e ela também trabalhou com a obra em sala de aula. A experiência com os alunos, lembra, é sempre enriquecedora, pois através da leitura é possível transformar as crianças em agentes multiplicadores de conteúdo, e com Um dia, um rio, há a oportunidade de plantar a semente da conscientização ecológica.

Segundo a colunista, atualmente vive-se uma crise cultural, pois as pessoas não leem e através da “Eu já li”, a pedagoga pretende valorizar a escrita e mostrar que as crianças podem sim ler e refletir sobre assuntos considerados tabus ou exclusivos aos adultos. “É um pecado reservar aos pequenos apenas temas bobos e rasos.”

A paixão pelos livros é tanta que em junho do ano passado Vanessa criou a página “Livros para João” no Facebook, onde também dá dicas de leitura para os pequenos. Em uma das publicações, ela sugere a série Livros para o amanhã, da Boitatá, selo infantil da Boitempo Editorial. A nova colunista conta que as obras são capazes de emponderar a criança para a cidadania, construir um senso de justiça social e formar para o questionamento crítico. Os livros da série, fala, foram escritos há 40 anos, e publicados originalmente pela editora catalã La Gaya Ciencia. “Como depois de quatro décadas, o amanhã parece ainda não ter chegado, essa coleção é um instrumento de esperança para os que não subestimam a capacidade de entendimento das crianças”, avalia.

Um problema sério no mercado editorial infantil, aponta Vanessa, são os muitos livros-brinquedo, com pouca qualidade literária. “Nesses livros a literatura não é protagonista e precisamos mudar isso”, afirma. Ela também critica o uso demasiado dos chamados livros utilitaristas, que sempre buscam uma moral da história, uma lição para a criança. Para Vanessa, é preciso estimular a leitura apenas pelo prazer que a leitura proporciona.

Com relação às leituras impostas na escola, a pedagoga tem dúvidas sobre a prática e destaca que se o interesse pelos livros fosse estimulado desde os primeiros meses de vida não haveria necessidade dessa obrigatoriedade. “Eu acho que ninguém aprende a gostar de ler lendo Machado de Assis, mas se não for imposto, será que eles vão ler?” Ela destaca que até entre os adultos há rejeição aos livros, e mesmo em áreas que a leitura é primordial, é possível encontrar profissionais avessos à literatura.

O primeiro contato da criança com as histórias escritas e contadas, diz Vanessa, deve acontecer o quanto antes e segundo ela, desde os três meses de idade já é possível fazer com que o bebê se envolva na cadência e na sonoridade do conto. “Desde muito cedo eles já são capazes de responder aos estímulos, não de forma verbal, mas das maneiras que eles conseguem naquele momento da vida.” Ela brinca e diz que livro não tem contraindicação, pois toda criança está apta a aprender.

Trajetória

O gosto pela literatura surgiu na infância, no sítio em que morava com a família em Jaguariúna, na região de Campinas. “Não tinha internet e eu não gostava de televisão, então mergulhava nos livros e praticamente morava na biblioteca da cidade.” Formada em pedagogia, Vanessa, além de atuar nas salas de aula, foi uma das primeiras profissionais a integrar o projeto Bebeteca, em Sorocaba. Com cursos e treinamentos, ela teve a experiência como mediadora de leitura para crianças, e recorda o impacto que essa atividade teve em sua vida. “Até ali eu via o livro como entretenimento e depois notei que a literatura vai muito além e é capaz de transformar vidas.”

Os desafios na sala de aula, afirma, também são muitos, mas com paciência e dedicação é possível despertar o interesse pela leitura nos pequenos. “Quando vem uma turma de crianças que não têm hábito de ler em casa, a gente recorre aos livros cheios de figuras e outros artifícios, mas depois a criança já consegue dar total atenção a um conto extenso e mais complexo” afirma.

Inspirações e referências

Para a pedagoga, Ruth Rocha e Eva Furnari permanecem muito significativas no mercado editorial, pois seus livros continuam clássicos infantis. Ela cita também Renato Moriconi e Ilan Bremman. “São autores e ilustradores que produzem muito, sempre com muita qualidade”, elogia. Vanessa chama atenção para a escritora portuguesa Isabela Minhós Martins e para a literatura lusitana como um todo, que, segundo ela, está entrado no mercado editorial brasileiro de maneira muito significativa nos últimos meses.

A colunista lembra também da sorocabana Silvana Rando, conhecida pela autoria de ótimas histórias e ilustrações voltadas aos pequenos. Ela também é ganhadora do prêmio Jabuti de 2011, e, como lembra Vanessa, ainda promove a literatura infantil em Sorocaba, através da Livraria do Elefante, um ponto de encontro para amantes das histórias bem escritas e contadas.

Confira quais os sete piores hábitos de estudo

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Publicado no Boa Informação

Às vezes a gente estuda muito para uma determinada matéria, e mesmo assim não conseguimos ir bem. São madrugadas afora se esforçando ao máximo e o resultado ainda assim é decepcionante na hora das provas. Mas, será que estudar a qualquer custo funciona? Existem alguns hábitos de estudo que mais atrapalham que ajudam, confira:

1. Sublinhar/destacar tudo

Este hábito não ajuda em nada, já que não cumpre o papel básico do ato de “destacar”, que é lembrar apenas detalhes importantes. Quando o estudante sublinha tudo, ele não consegue focar em nada, e acaba se desesperando ao ver a quantidade de coisas que (teoricamente) tem que aprender.

A solução para isso é usar o marca-texto ou sublinhar apenas aquilo de mais importante que há no texto. Sublinhe expressões importantes, frases que resumem o assunto e dados indispensáveis. A explicação completa do assunto não precisa de destaque, precisa de leitura e compreensão.

2. Copiar do quadro

O problema não é exatamente copiar o que o professor escreve, e sim copiar sem um objetivo final. Se você reescreve toda a matéria em seu caderno e nunca mais a lê, você só está desperdiçando papel e tinta de caneta. Ao invés disso, procure prestar atenção à explicação do professor e estudar através de livros e apostilas mais tarde. Copiar somente funciona para aqueles alunos que de fato estudam a matéria dada em sala de aula. De qualquer forma, vale mais a pena filtrar o que o professor escreve, e anotar apenas partes importantes, em tópicos, pois isso também abre a possibilidade de prestar atenção, em vez de apenas copiar a aula inteira.

3. Copiar do livro, reescrever anotações

O problema de escrever tanto é que uma hora o foco é perdido. Escrever repedidas vezes o mesmo assunto faz com que o cérebro desligue a memória recente e, desta forma, as informações não são absorvidas. Em vez de copiar tudo na íntegra, o melhor é ler o assunto e escrever um resumo, sem consultar as fontes. Vale resumo em texto corrido ou em tópicos, como o estudante se sentir melhor. Desta maneira você pode comparar o seu resumo com o texto original e ver o que faltou, quais informações ainda precisam ser absorvidas, e o seu estudo será muito mais eficaz.

4. Reler o mesmo assunto diversas vezes

Da mesma maneira que escrevendo a mesma coisa muitas vezes o cérebro desliga, quando você lê repetidamente o mesmo texto, ele também passa a ignorar a informação e não a absorve. O ideal é ler textos diferentes, fazer pesquisas na internet e ver imagens sempre que possível, pois isso mantém o cérebro ativo e a memória ligada.

5. Perder noite de sono para estudar

É cientificamente comprovado que o sono é o responsável pela fixação das informações em nossa memória. Então, de nada adianta deixar de dormir para estudar, pois o cérebro cansado não tem a capacidade de reter novos dados, bem como a falta de sono ou um sono de baixa qualidade o impedem de firmar novas referências.  Ou seja, estudar com sono ou pular um noite para estudar é um péssimo negócio.

6. Estudar por muito tempo sem pausas

Também é cientificamente comprovado que a concentração humana tem limite de tempo. Cerca de 30 minutos após o começo do estudo, o nosso cérebro se desconcentra. Por isso é importante que o seu tempo de estudo seja planejado, e que conte com pausas previstas. É melhor evitar a perda da concentração, que se resume em perda de tempo. Aqui no InfoEscola você encontra um passo-a-passo para montar sua rotina de estudos, confira.

7. Não testar o próprio conhecimento

Não adianta somente ler. Principalmente quando se estuda disciplinas exatas e biológicas, é fundamental resolver questões. Quanto às humanas, é importante responder questionários, principalmente os que contêm perguntas retóricas, pois estimulam o cérebro a buscar as informações, fixando-as. Leia, responda perguntas, pesquise, troque ideias sobre o assunto com os seus colegas. Tudo isso ajuda a melhorar o seu rendimento como estudante.

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