Contando e Cantando (Volume 2)

Posts tagged Reino Unido

Alunos “tiram nota boa” e 50 professores fazem clipe completo do Gangnam Style

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Escola britânica fez promessa a alunos que atingissem meta

Veja abaixo o clipe completo da promessa paga aos alunos

Veja abaixo o clipe completo da promessa paga aos alunos

Publicado por R7

A escola Penketh High School, na cidade de Warrington, noroeste do Reino Unido, teve que pagar uma promessa feita a seus alunos.

Uma vez que os estudantes atingiram a meta de nota a ser alcançada no GCSE – teste aplicado a estudantes do ginásio em colégios do País de Gales, da Inglaterra e Irlanda do Norte -, o diretor Jeff Hughes teve que gravar o clipe da música Gangnam Style, do cantor sul-coreano Psy.

Para a megaprodução, o diretor teve que contar com a ajuda de 50 professores da escola. Veja abaixo como ficou o clipe.

 

Trilogia “Cinquenta Tons de Cinza” impulsiona comércio de livros no Reino Unido

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Publicado por Folha de S.Paulo

A comentada trilogia “Cinquenta Tons”, da escritora britânica E.L. James, tem ajudado o mercado editorial local a se manter distante da crise. De acordo com dados de 2012 divulgados nesta quarta-feira (1º) pelo The Publishers Association (PA), que reúne as maiores editoras do Reino Unido, o declínio apresentado neste mercado em 2011 se reverteu.

O aumento na venda de livros –considerados os formatos digitais e em papel– foi de 4% em 2012, ultrapassando a casa dos £ 3,3 bilhões, algo em torno de R$ 10 bilhões.

A recuperação foi encabeçada pelo sucesso da trilogia da qual faz parte o romance “Cinquenta Tons de Cinza”, o que, de acordo com o periódico britânico “The Guardian”, se explica pelo “insaciável apetite britânico pelo erotismo”. Os três volumes lideram a lista dos mais vendidos de 2012, com dez milhões de cópias vendidas.

Em quarto lugar –atrás de “Cinquenta Tons de Cinza”, “Cinquenta Tons mais Escuros” e “Cinquenta Tons de Liberdade”– está a trilogia “Jogos Vorazes”, da escritora norte-americana Suzanne Collins, que soma 2 milhões de cópias vendidas.

Apesar do aumento geral, a venda nos livros impressos retraiu 1%, mas foi compensada pela alta de 66% nas vendas dos livros em formato digital. Se levados em consideração apenas os livros digitais de ficção –categoria na qual, entre outros, se inserem “Cinquenta Tons” e “Jogos Vorazes”–, o aumento foi de 149%.

A escritora britânica E.L James, autora da trilogia de sucesso "Cinquenta Tons", que planeja escrever novos romances / Víctor Lerena/Efe

A escritora britânica E.L James, autora da trilogia de sucesso “Cinquenta Tons”, que planeja escrever novos romances / Víctor Lerena/Efe

Escolas britânicas afastam 3 mil alunos por ano por conduta sexual imprópria

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Bullying sexual é responsável por 15 suspensões por dia
Ações incluem bullying sexual, assédio, ataque, comportamento indevido ou pichação obscena

Imagem: Google

Imagem: Google

Publicado em O Globo

Mais de três mil estudantes, incluindo crianças com menos de 11 anos, são suspensas ou expulsas das escolas britânicas por comportamento sexual inadequado por ano, informam os jornais “Daily Mail” e “Independent” nesta terça-feira. Em média, 15 são afastadas por dia, sendo pelo menos uma delas do ensino fundamental básico.

De acordo com dados do Departamento de Eduacação, entre o período letivo de 2010 e 2011, 3.030 crianças foram afastadas por ações como bullying sexual, assédio, ataque, comportamento obsceno ou por fazerem pichações sexuais. No ano anterior, o número foi ainda maior: 3.300.

As reportagens vêm em meio a uma preocupação crescente sobre o “sexting”, o envio de fotos de nu por celular. Para educadores, a sexualização precoce das crianças, aliada ao fácil acesso à pornografia pela internet, pode estar ligada ao alto número nas suspensões e expulsões de alunos.

Uma pesquisa realizada no Reino Unido no ano passado mostrou que 30% dos professores do ensino médio e 11% dos professores do ensino fundamental tinham conhecimento de incidentes envolvendo comportamento sexual coercitivo envolvendo seus alunos em relação aos colegas.

“As estatísticas sobre expulsões confirmam a sensação que muitos pais têm de que nossos filhos estão convivendo em uma cultura cada vez mais sexualizada que se prolonga à sala de aula”, disse Claire Perry, conselheira do primeiro-ministro sobre infância, ao “Daily Mail”.

O Departamento de Educação, no entanto, ressalvou que as exclusões por conduta sexual imprópria são “extremamente raras e estão decrescendo”. “Essas estatísticas representam menos de 0,05% dos alunos no país”, diz um comunicado do departamento.

Busca textual revela diferenças nas literaturas de língua inglesa

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Philip Ball, no The New York Times

Se você associa a nova literatura britânica de ficção aos tons frios e distantes de Martin Amis e Julian Barnes, e a literatura americana aos mundos interiores emocionais de Jonathan Franzen ou ao sentimentalismo de John Irving, parece que você tem bons motivos. Uma análise de documentos digitalizados em língua inglesa do último século concluiu que, desde os anos 1980, palavras com conteúdo emocional se tornaram significativamente mais comuns em livros americanos do que em livros ingleses.

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Se você associa a nova literatura britânica de ficção aos tons frios e distantes de Martin Amis e Julian Barnes, e a literatura americana aos mundos interiores emocionais de Jonathan Franzen ou ao sentimentalismo de John Irving, parece que você tem bons motivos. Uma análise de documentos digitalizados em língua inglesa do último século concluiu que, desde os anos 1980, palavras com conteúdo emocional se tornaram significativamente mais comuns em livros americanos do que em livros ingleses.

O estudo feito pelo antropólogo Alberto Acerbi, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, tirou proveito da base de dados com mais de cinco milhões de livros publicados ao longo dos últimos séculos e escaneados pelo Google. Esse recurso já havia sido utilizado para examinar a evolução de estilos e tendências nas expressões literárias do individualismo.

A mineração dos dados culturais disponibilizados pelas novas tecnologias é chamada de ‘culturomia’. Seus defensores acreditam que esse tipo de abordagem pode revelar tendências nas opiniões e normas sociais que acabam escondidas por vastas quantidades de dados.

‘O uso da linguagem em livros reflete o que as pessoas estão falando e pensando em um determinado momento, de forma que os livros escaneados pelo Google fornecem uma fascinante janela para o passado’, afirmou o psicólogo Jean Twenge, da Universidade Estadual de San Diego, na Califórnia.

Os resultados mais recentes parecem mostrar que narrativas familiares sobre os ânimos sociais podem ser vistas na literatura (tanto de ficção quanto de não ficção) do século XX. Acerbi e seus colegas descobriram que as palavras que denotam emoções positivas foram mais utilizadas durante os anos 1920 e 1960, enquanto palavras tristes ganharam destaque durante a Segunda Guerra Mundial.

Contudo, também houve surpresas: a Primeira Guerra Mundial não parece revelar nenhum pico, por exemplo. Da mesma forma, a alegria parece estar em ascensão desde os anos 1990, embora seja cedo para saber se a recessão global irá reverter essa tendência, já que a base de dados só chega até 2008.

Tendências históricas

‘É difícil fazer uma relação entre eventos históricos e os ânimos do momento’, admitiu Acerbi, ‘mas por meio de uma análise relativamente limitada das palavras ligadas a emoções, é possível encontrar tendências que corroboram o que a história nos contou’. O pesquisador espera que outras análises venham a revelar, por exemplo, se a literatura está à frente do tempo ou se reflete lentamente as mudanças ocorridas.

‘É fascinante perceber como duas culturas mudaram ao longo do tempo e especialmente como eventos mundiais podem influenciar a expressão das emoções na literatura’, afirmou Twenge.

Em linhas gerais, o uso de palavras ligadas a emoções em livros de língua inglesa caiu durante o século XX. Mas quando foi feita uma distinção entre livros escritos em inglês americano e britânico (cerca de um milhão e 230.000, respectivamente), pudemos perceber outra realidade.

Os autores descobriram que, apesar do declínio, palavras emotivas se tornaram relativamente mais frequentes em textos americanos que em livros britânicos, desde os anos 1980. Entretanto, antes disso havia apenas diferenças mínimas entre os livros escritos em ambos os lados do Atlântico. Tais mudanças não puderam ser encontradas em palavras comuns escolhidas a esmo. ‘Nossos resultados corroboram a noção popular de que os autores americanos expressam mais emoções que os britânicos’, afirmaram.

Mudança de estilos

Uma mudança similar pode ser vista no uso de palavras ‘vazias’, tais como pronomes e preposições (você, nós, sobre, em). Acerbi e seus colegas interpretam isso como uma indicação de que a mudança no paradigma emocional é acompanhada de uma mudança no estilo. Segundo eles, textos americanos estão se tornando cada vez mais prolixos.

‘A correlação entre os termos relacionados a emoções não é surpreendente, uma vez que as construções mais longas fornecem mais oportunidades para a expressão de sentimentos’, explica o biólogo David Krakauer, da Universidade de Wisconsin-Madison, que buscou mudanças nos estilos literários por meio do Google Books.

‘Geralmente, os autores tendem a ler contemporâneos e competidores em relação a suas respectivas culturas’, acrescentou, ‘portanto, podemos esperar que o inglês britânico e o americano sejam um pouco divergentes’.

Essas mudanças implicam que os americanos expressam mais emoções que os britânicos? Embora isso nem sempre seja verdade – a norma literária frequentemente inverte as tendências do dia a dia, ao invés de espelhá-las –, Acerbi acredita que as descobertas ‘podem refletir uma verdadeira mudança cultural, em vista do tamanho do corpus e porque o Google Books não se resume apenas a livros bem sucedidos ou influentes’.

Contudo, Krakauer admite que as diferenças na expressão literária não representam necessariamente diferenças nas perspectivas emocionais sobre as quais se baseiam. ‘É uma questão aberta e intrigante saber por que culturas diferentes expressam os mesmo sentimentos com um volume diferente de palavras’, afirmou.

Nova aventura literária de James Bond será publicada em 26 de setembro

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Daniel Craig em cena do filme “007 Operação Skyfall”
Imagem : www.hollywoodreporter.com

Publicado no Swissinfo.ch

A nova aventura literária de James Bond, escrita por William Boyd, chegará às livrarias no dia 26 de setembro, como parte das comemorações de 60 anos da publicação do primeiro livro de Ian Fleming com o agente 007.

O livro, do qual não foram revelados muitos detalhes, chegará simultaneamente às livrarias de vários países do mundo, incluindo Reino Unido e Estados Unidos, informou Jonathan Cape em um comunicado conjunto com a Ian Fleming Publications, proprietária dos direitos autorais.

“O título e o argumento do livro continuam sendo um segredo guardado com zelo, mas está confirmado que a história se passa em 1969 e apresenta um 007 levemente mais velho, aos 45 anos”, afirma o texto.

Boyd, autor de livros como “A Good Man in Africa”, “Armadilho”, “Tempestades Comuns” e, mais recentemente, “À Espera do Amanhecer”, optou por voltar a um Bond “mais clássico” nesta história do que quando anunciou sua colaboração, que chamou de “desafio único”.

O autor britânico nascido em Gana é o terceiro escritor convidado nos últimos cinco anos pela fundação Ian Fleming para escrever um lvbro sobre o famoso espião britânico, depois do americano Jeffery Deaver (“Carta Blanca”, 2011) e do britânico Sebastian Faulks (“Devil May Care”, 2008).

Fleming, morto em 1964, apresentou em 1953 ao mundo o agente secreto em “Casino Royale”, o primeiro de seus 14 livros, que iniciou uma saga lucrativa que vendeu mais de 100 milhões de livros em todo o mundo.

A série também foi adaptada com grande sucesso para o cinema, arte na qual celebrou 50 anos em 2012 com a estreia do 23º longa-metragem, “Skyfall”, a maior bilheteria da história no Reino Unido.

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