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Advogado que salvou casamento com bilhete aceita o convite e vai escrever livro com dicas

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Rafael Gonçalves

Publicado no Amo Direito

O advogado Rafael Gonçalves, de 26 anos, até hesitou, mas acabou aceitando o convite de uma editora para escrever um livro com dicas e conselhos sobre relacionamentos. O jovem ficou conhecido após salvar o casamento de uma cliente com um bilhete.

— Pelo fato de eu ser solteiro achei que talvez soaria mal escrever um livro. Mas pensei melhor e, agora, enxergo com outro ponto de vista. As pessoas que estão fora de um relacionamento podem interferir positivamente — disse Rafael, que recebeu propostas de duas editoras.

Ele já está trabalhando no projeto, e não sabe em quanto tempo o livro sairá. A ideia, segundo o advogado, é aliar assuntos do dia a dia com tópicos de Direito. Desde que publicou sobre o caso de uma cliente no Facebook, Rafael recebeu milhares de mensagens e e-mails pedindo dicas. Além disso, não faltaram cantadas e até pedidos de casamento.

Mas Rafael afirmou que está em um relacionamento (ainda não oficializado), e a escolhida não gostou nada da repercussão do caso.

— Ela está muito brava com tudo isso, mas a gente leva na brincadeira — afirmou.

O advogado ficou “famoso” ao relatar o caso que aconteceu logo após o carnaval. Ele foi procurado por uma mulher de 27 anos que buscava o divórcio do marido, de 31 anos, que tinha mudado de comportamento nos últimos meses. Ao conversar com a futura cliente, ele percebeu que o casal ainda tinha uma conexão, não havia traição e o casamento não estava totalmente perdido. Rafael, então, questionou a jovem, recomendou que ela pensasse e, na folha com a lista de documentos necessários para a abertura do processo, listou questões que ela deveria responder antes de voltar.

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Fonte: extra globo

Por que ler um livro faz bem para seus relacionamentos?

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Publicado no Blog do Galeano

Boa notícia para todos vocês aí fora que gostam de ler: praticar a leitura por prazer traz muitos benefícios sociais, revela um estudo novo.

Uma sondagem realizada com 4.000 adultos no Reino Unido constatou que as pessoas que leem por prazer têm habilidades sociais melhores, comunicação melhor entre pais e filhos, índices mais baixos de depressão e demência e nível mais alto de bem-estar geral.

Por que será que passar um bom tempo a sós com um livro faz tanto bem a nossos relacionamentos?

“A prática da leitura nos leva a entender melhor nossa própria identidade e também pode nos ajudar em muito a nos relacionar com outras pessoas, entender a visão de mundo das outras pessoas e assim por diante”, diz a pesquisa do grupo britânico The Reading Agency, que promove a leitura. A informação é da BBC.

É claro que os benefícios de se perder em um livro vão muito além do que revelou a pesquisa mais recente. Um estudo de 2009 constatou que a leitura ajuda as pessoas a superar o estresse; outro estudo menor descobriu que as pessoas que leem na idade adulta mais avançada apresentam índice 32% mais baixo de declínio mental. E, se tudo isso não bastasse, ler livros também pode ajudar você a dormir melhor.

Ou seja, é hora de mergulhar fundo em um bom livro do tipo que você lê por prazer.

Texto de Leigh Weingus – The Huffington Post

Isabela Freitas, do best-seller ‘Não se apega, não’, celebra autoajuda juvenil

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Autora de 23 anos explica ao G1 como foi vender 80 mil livros em 3 meses.
Obra junta ficção, realidade e tom motivacional ao abordar relacionamentos.

Cauê Muraro, no G1

A escritora Isabela Freitas, autora de 'Não se apega, não' (Foto: Divulgação/Intrínseca)

A escritora Isabela Freitas, autora de ‘Não se
apega, não’ (Foto: Divulgação/Intrínseca)

Isabela Freitas demorou para ter internet em casa: até 2010, não fazia noção do que eram redes sociais. Mas aí resolveu criar um perfil no Twitter e arrebanhou milhares de seguidores. Eles gostaram tanto que pediram mais, talvez um site. Ela jogou no Google “o que é blog e como criar”, deu certo de novo, e uma editora a convidou a escrever um livro. E Isabela escreveu.

“Não se apega, não” (Intrínseca) fala de relacionamentos, ou mais precisamente da vida após o término. Mas a abordagem é positiva e otimista. A obra saiu no final de junho e virou líder nas listas de best-sellers. Já vendeu mais de 80 mil exemplares. Isabela tem 23 anos e trancou a faculdade de Direito no oitavo período. Quer um dia retomar os estudos e pensa ainda em cursar publicidade ou jornalismo. Ou psicologia. Certeza ela só tem de que “mora em Juiz de Fora, mas vive mesmo no mundo da Lua”. O site de Isabela soma mais de 60 milhões de visualizações. E ela tem 163 mil seguidores no Twitter. Eles adoram saber detalhes da vida pessoal da autora. E também adoram o teor motivacional dos posts, atributo que a jovem sabidamente transporta para livro. “O ‘Não se apega, não” tem o lado ficção, e tem o lado autoajuda. Dei uma mesclada nos dois, e esperei para ver a reação do público. Eles gostaram! E pediram por mais!”, explicou ao G1 em entrevista por e-mail. Assim: com exclamações.

G1 – Você se diz: ‘escritora, blogueira e exagerada’. Exagerada em que sentido?
Isabela Freitas – Em todos. Eu sinto muito e a todo momento, quando gosto de alguém – gosto muito. Quando gosto de alguma coisa – gosto muito. Quando quero alguma coisa – quero muito. Sou aquele tipo de pessoa que vive aos extremos, se me matriculo em uma academia, eu me matriculo para ir todos os dias, ser a melhor. Quando entrei na faculdade, só aceitava notas altas. Quando amo, eu amo muito. Quando fico triste, você vê no meu semblante a tristeza. Aqui não tem muito meio termo, nem equilíbrio.

G1 – Também diz que você é ‘louca por histórias de amor, desenhos animados, e bichinhos de rua’. Qual a sua história de amor favorita? E o seu desenho?
Isabela Freitas – Minha história de amor favorita é Tristão e Isolda – amo histórias de amor trágicas e… exageradas. E meu desenho favorito é Mulan, porque foi o primeiro da Disney em que vi uma princesa que se salva sozinha, e é independente. Quando pequena assisti esse filme e fiquei pensando: “Quero ser igual a ela!”.

G1 – Esta perda recente, a morte do seu avô alguns dias antes da entrevista, mudou o jeito como você avalia as coisas das quais devemos ou não nos desapegar?
Isabela Freitas – Não mudou, não. Sempre disse que devemos desapegar das coisas ruins da nossa vida, no caso da morte do meu avô, estou tentando me desapegar da tristeza, da angústia, e desse sentimento sem nome que fica na minha cabeça martelando ‘’por quê? por quê?’’. Agora vou me apegar às lembranças boas que tive ao lado dele, das memórias gostosas, do sorriso, e da alegria de viver que ele tinha. Nunca vou desapegar do meu avô, mas vou aceitar a sua partida com o tempo. O amor fica, o sentimento ruim uma hora vai…

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G1 – ‘Não se apega, não’ é descrito como ‘não ficção’. Mas, numa entrevista antes de ele ser publicado, também no site, a editora informava que o livro seria ‘ficção young adults’. Afinal, o ‘Não se apega, não’ é o quê?
Isabela Freitas
– Uma mistura de tudo, pode? O “Não se apega, não” tem o lado ficção, e tem o lado autoajuda. Dei uma mesclada nos dois, e esperei para ver a reação do público. Eles gostaram! E pediram por mais! Então no próximo livro, continuação do primeiro, pretendo continuar com essa fórmula. Vou ver se foco mais na ficção, porque percebi que os leitores gostaram bastante dos personagens. Mas é claro, sem perder a essência da personagem que vem ajudando tantas pessoas por aí.

G1 – Tem diferença entre a Isabela que narra o livro e a Isabela com que está respondendo essas perguntas?
Isabela Freitas
– Ah, tem. A Isabela do livro é um “ideal”, tento colocá-la de forma bem madura (em alguns momentos, rs!). Coisa que muitas vezes na vida real, é difícil. Ela é mais o que eu queria ser. Nós somos duas pessoas diferentes, apesar de bem iguais. É o que sempre digo quando alguém me diz “você escreveu sobre minha vida!”, sim! Eu escrevi sobre a vida de uma garota comum. O nome é o que menos importa.

G1 – O material do livro é fruto de experiência pessoal ou mistura relatos?
Isabela Freitas
– Um pouco dos dois. Tem coisas que já vivi, e modifiquei para ficção, e tem relatos de amigos que tive vontade de incluir na ficção. Minha vida não é tão interessante, e tão intensa. Mas quis que a da Isabela fosse, afinal, existem muitas Isabelas por aí.

G1 – Acha que, se não fosse considerada bonita, o seu sucesso seria o mesmo?
Isabela Freitas
– Seria, sim. As pessoas não gostam do que escrevo, ou falo, pela minha aparência. Eu não vendo minha imagem, sabe? Isso é irrelevante. Até porque não me considero bonita! Minha mãe talvez me ache a mais linda do mundo (risos).

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G1 – Você começou no Twitter, em 2010, inspirada pela série ‘Gossip girl’?
Isabela Freitas
– Sim, foi isso mesmo. Gosto de ressaltar que meu pai demorou a colocar internet aqui em casa, então eu fui ter uma noção e prazer por redes sociais em 2010 só! Rs. Criei a personagem de “Gossip girl”, e postava frases ácidas, e sinceras. Os temas que rendiam eram sempre sobre relacionamentos no geral, a Blair falava o que todo mundo pensava, mas por algum receio, não falava.

G1 – Por que o seu Twitter fez tanto sucesso?
Isabela Freitas
– Olha, porque desde o início eu fugi do padrão “mais do mesmo”. Eu não pedia para me seguirem de volta, não pedia indicação, e não escrevia frases simplesmente para fazer sucesso e ganhar RTs. Eu postava porque gostava de escrever, e porque queria distrair minha mente com alguma coisa. Acho que para fazer sucesso você tem que fazer por paixão, e não por fama.

G1 – Como foi a criação para o blog? Foi ‘atendendo a pedidos’ ou era uma ideia que você já tinha?
Isabela Freitas
– Foi atendendo a pedidos mesmo. Eu não sabia o que era um blog, para você ter uma noção… Não visitava nenhum, não conhecia nenhum. Joguei no Google “o que é blog e como criar um”, e fiz. Desse jeito!

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G1 – Você se incomoda quando dizem que o livro é ‘autoajuda juvenil’?
Isabela Freitas
– Claro que não, fico muito honrada. “Seu livro mudou minha vida”, “depois do seu livro sou outra pessoa”, “você me ajuda demais”, “você se tornou minha melhor amiga” – são frases que escuto por aí. E se isso é uma autoajuda juvenil, olha que beleza? Um orgulho! Sempre quis que meu livro fosse além da ficção, porque meu blog tem esse cunho de ajudar quem o lê. O “Não se apega, não” veio para ser um refúgio para o leitor. No Twitter é fácil, são pensamentos rápidos. No blog já são textos maiores. Mas um livro, nossa! Como senti dificuldade no início. Uma história, mais de 200 páginas. Você pensa “nunca vou conseguir preenchê-las com um pensamento contínuo”, e quando vê, já se foram quatro capítulos… Cinco, o livro todo. Você precisa encontrar a voz do seu personagem.

G1 – No livro, há ’20 regras do desapego’. A número 6 diz: ‘As pessoas são falsas, e sempre que tiverem uma oportunidade vão te apunhalar pelas costas’. Já a número 19 diz: ‘É preciso acreditar nas pessoas, mesmo quando nem elas mesmas acreditam’. Mas como ‘acreditar nas pessoas’ se elas são ‘falsas e sempre que puderem vão te apunhalar pelas costas’?
Isabela Freitas
– Então vamos lá. Na regra número 6, eu me refiro a algumas pessoas, que estão sempre ali, por perto, esperando por uma oportunidade para te apunhalar pelas costas. Na 19, o significado do acreditar é diferente. Eu digo para você acreditar que a pessoa é capaz de alguma coisa. Acreditar que seu amigo pode se tornar o médico que tanto sonha, acreditar que seu irmão vai sim, passar naquele concurso tão disputado, entende? É algo que parte de você, não das outras pessoas. Você precisa acreditar no outro, torcer por ele. Se ele te decepcionar, quem está perdendo? Ele. Mas você fez de tudo. Você foi verdadeiro. Mesmo que as outras pessoas não tenham sido. Certo?

G1 – O seu livro foi inicialmente pensado para mulheres?
Isabela Freitas
– Claro. Meu público é 90% composto por mulheres. Mas eu adoro ver que alguns homens se rendem a leitura, e vem me elogiar. Alguns gostam de entender a mente das mulheres, e nada melhor do que o meu livro, né? Nós somos complicadas. Homens podem aprender a entender as mulheres, e claro, desapegar. Porque quando falamos de amor… não existe gênero.

G1 – Você costuma se comunicar bastante com o público, falar do seu dia a dia. Compartilhar esses assuntos banais é essencial para o sucessos?
Isabela Freitas
– Essencial. Os leitores gostam de saber o que você fez, o que usou no dia, o que comeu, onde foi, com quem foi, o que fez. Isso nos torna (mais) próximos, somos quase como melhores amigos distantes. Gosto bastante disso, de compartilhar com eles meus sentimentos, o que estou pensando, sentindo, comentar sobre os assuntos que estão em pauta no momento. Acho muito importante.

Concurso Cultural Literário (10)

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Ao longo da vida, acumulamos refugos sobre nossos ombros. Ira, culpa, pessimismo, amargura, intolerância, ansiedade, decepção, impaciência. Lixo! Isso nos afeta e contamina nossos relacionamentos.

Com sua habitual simplicidade, Max Lucado explica como fazer para nos livrarmos desse lixo acumulado. A partir de uma linda história, o autor reconta o que Cristo fez por nós e ensina como transformar essa velha bagagem em uma nova vida.

Esta nova edição do concurso cultural vai premiar 3 internautas com o novo livro de Max Lucado.

Para concorrer, basta indicar na área de comentários qual tipo de lixo você gostaria de ver livre de seu coração (ou de sua mente).

O resultado será divulgado no dia 17/9 às 17h30 aqui no post e no perfil do twitter @livrosepessoas.

Lembrete: Se você participar pelo Facebook, por gentileza deixe um email de contato.

***

Parabéns aos ganhadores: Daniel dos Santos, Sâmela Laís e Oldack Borges. =)

Enviar seus dados completos para [email protected] em até 48hs.

Promoção: “As 5 linguagens do amor”

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As 5 linguagens do amor

As diferenças gritantes no jeito de ser e de agir de homens e mulheres já não são novidade há tempos. O que continua sendo um dilema é como fazer dar certo uma relação entre duas pessoas que às vezes parecem ter vindo de planetas distintos. Compreender essas diferenças é parte da solução e é nisso que Gary Chapman vai ajudar você.

Com mais de 30 anos de experiência no aconselhamento de casais, ele percebeu que cada um de nós adota uma linguagem pela qual damos e recebemos amor. Quando o casal não entende corretamente a linguagem predominante de cada um, a comunicação é afetada, impedindo que se sintam amados, aceitos e valorizados.

Nesta terceira edição de sua clássica obra sobre relacionamentos, que já vendeu mais de 8 milhões de exemplares, Gary Chapman não só explica as cinco linguagens como apresenta um questionário para os maridos e outro para as esposas descobrirem a sua linguagem de amor. Além disso, uma seção especial de perguntas e respostas vai esclarecer todas as suas dúvidas e lhe dar o direcionamento sobre como expressar melhor seu amor a seu cônjuge e ajudará você a compreender a forma dele manifestar o amor.

Gary Chapman identificou cinco formas através das quais as pessoas expressam e recebem as manifestações de amor:

– palavras de afirmação

– tempo de qualidade

– presentes

– atos de serviço

– toque físico

Aprendam, você e seu cônjuge, a se comunicar através dessas linguagens e experimentem como é ser realmente amado e compreendido.

Vamos sortear 3 exemplares da terceira edição de “As cinco linguagens do amor“, sucesso de Gary Chapman que já vendeu 8 milhões de exemplares em todo o mundo.

Para concorrer, mencione na área de comentários qual das 5 linguagens do amor é a mais ausente nos casais. Registre também uma breve  justificativa (no máximo 2 linhas). Esperamos que esse “diagnóstico coletivo” seja o princípio da restauração de muitos relacionamentos.

O resultado será divulgado no dia 8/7 (segunda-feira) às 17h30h aqui e no perfil @livrosepessoas.

Mãos à obra! 🙂

 

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Parabéns aos ganhadores: Fernanda Guidorizzi, Ana Paula Cortes e Junior Lima Pereira.

Os ganhadores precisam enviar seus dados completos em 48 horas p/ [email protected]. =)

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