Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged relaxar

Cinco bons livros para se informar e relaxar nas férias

0

livros (Reprodução/Reprodução)

Professora de língua portuguesa e produção textual do colégio Mopi fez seleção impecável de obras e fala um pouco de cada uma

 

Publicado Veja Rio

Ler é uma viagem. Professora de língua portuguesa e produção textual do colégio Mopi, Tatiana Nunes Camara fez uma seleção impecável de livros, incluindo clássicos da literatura, e analisou cada um, explicando por que essas obras podem proporcionar conhecimento e entretenimento neste mês de férias. Boa leitura!

1. Confiança e Medo na Cidade, de Zygmunt Bauman

“Este livro aborda questões sociais e estruturais , que envolvem as cidades grandes de um modo geral. É uma obra interessante, pois, além do viés social abordado, há também uma análise do aspecto geográfico e, com base em uma análise social e filosófica, o autor traz à tona essa discussão do espaço geográfico associado à condição social. Texto bem analítico, que consegue desenhar para o leitor um panorama fiel ao que vemos e vivemos hoje nas grandes cidades. Os alunos costumam curtir muito o Bauman, bem como suas reflexões que são repletas de exemplos e de imagens desenhadas a partir de uma olhar crítico-social.”

2. Modernidade Líquida , de Zygmunt Bauman

“Esse livro também costuma atrair muito os alunos, pois o sociólogo polonês traz à tona a questão das relações humanas da modernidade ( Ele conceitua os tempos atuais como modernidade mesmo, inclusive, explica isso vem claramente em uma de suas obras). A fluidez, a fragilidade, a fraqueza dos laços estabelecidos entre as pessoas são temáticas abordadas no livro que, também, provoca uma discussão conceitual e prática sobre as relações de trabalho; a relação sentimental entre os seres humanos, as incertezas e as inseguranças vividas por nós atualmente. Enfim, o autor aborda aspectos das relações da vida moderna e propicia uma identificação do leitor em muitos momentos da obra. Leitura densa, mas bastante agradável, pois desperta um olhar crítico e menos ingênuo acerca da sociedade e suas relações.”

3. Toda Poesia, de Paulo Leminsky

“Reunião de obras poéticas de Leminsky que, com toda sua versatilidade e irreverência, “brinca” com as palavras, de modo a construir mensagens maravilhosas, recheadas de muito conteúdo. Qualidade, atitude, destreza com as palavras e improviso resumem os traços dos poemas desse grande mestre da arte poética.”

4. Hora da estrela, de Clarice Lispector

“O romance narra a história da sofrida Macabéa , que vem para o Rio de Janeiro a fim de tentar a vida, na ilusão dramática de conseguir oportunidades na Cidade grande. A história da triste Macabéa é contada por uma narrador intrigante: o Rodrigo.
Macabéa reúne em si sonhos e conflitos internos e faz com que o leitor mergulhe naquele universo e viva junto com ela, intensamente, todas as situações pelas quais ela passa. É uma narrativa que faz rir e que faz chorar em um breve espaço de tempo. O texto, muito descritivo, nos permite visualizar as cenas em nosso imaginário. A obra é instigante e a forma como é construída provoca no leitor o desejo de estar sempre querendo saber o que vai acontecer no momento seguinte. Esse livro de Clarice Lispector foi adaptado para o cinema, mas nada de se pensar em substituí-lo pelo filme. Apesar de ser uma adaptação bem realizada e fiel ao texto original, é importante entender que são linguagens diferentes e , portanto, têm funções e objetivos distintos. O filme não substitui a obra original de Clarice e vice-versa. Duas linguagens. Duas funções.”

5. Felicidade Crônica, de Martha Medeiros, da editora L&PM.

“Já no título percebemos um jogo com as palavras, que pode despertar no leitor bastante curiosidade. Livro que reúne crônicas de diferentes temas, com uma abordagem cotidiana , tal como se espera desse gênero Crônica. Linguagem leve, escrita fácil , texto agradável, narrativas que nos permitem , por vezes, completa identificação com as personagens … Martha Madeiros conta suas histórias de forma simples e de maneira bastante informal.”

Livros para colorir viram moda entre adultos que querem relaxar

0
As amigas Fernanda Antunes, 26, e Elaine Lucas, 28, utilizam livros de colorir que compraram

As amigas Fernanda Antunes, 26, e Elaine Lucas, 28, utilizam livros de colorir que compraram. Fabio Braga/Folhapress

Gabriela Malta e Gabriela Alves, na Folha de S.Paulo

Há pouco mais de uma semana, capturadas pelo tédio, a biomédica Fernanda Antunes, 26, e a psicóloga Elaine Lucas, 28, resolveram ir à livraria. Saíram de lá com um livro que não continha muitas palavras, mas muitas imagens para colorir.

Desde então, elas estabeleceram uma competição para ver quem conseguia terminar de colorir primeiro. Por enquanto, Elaine está na frente.

Esses livros para adultos colorirem encontraram um espaço inusitado nas prateleiras das livrarias e viraram moda entre pessoas de diversas idades, que publicam as suas “obras” em redes sociais como o Instagram.

“Eu comprei o livro porque gostava de pintar quando era pequena, e fazer coisas que lembram a infância trazem uma sensação de leveza”, conta Fernanda, que agora diz ter o que fazer “em um domingo entediante”.
Além disso, diz ela, ter o livro era um ótimo pretexto para comprar uma caixa com muitos lápis de cor.

O mecanismo “antiestresse”, segundo a psicóloga Maria Olímpia Saikali, não tem nada a ver com a regressão à infância, porém. Ela explica que o processo de se envolver em alguma atividade prazerosa leva à produção de endorfinas e, consequentemente, à redução do estresse.

Para Elisa Kozasa, pesquisadora do Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Einstein, uma pessoa ocupada em terminar a pintura do livro não se concentra nas preocupações incômodas do dia a dia.
“Você está no controle daquela atividade que está fazendo, escolhe as cores que são agradáveis para você, e seu cérebro fica focado nisso”, afirma ela.

Elaine está de acordo. “É gostoso ver o desenho em branco e ir preenchendo. É bom fazer uma atividade sem a pressão que todas as responsabilidades do dia a dia exigem”. Além disso, ela diz sentir especial prazer ao terminar a pintura e contemplar a sensação de missão cumprida.

O livro que Elaine e Fernanda colorem é baseado na fauna e flora da Escócia e se chama “Jardim Secreto”. Criado pela ilustradora daquele país Johanna Basford e publicado no Brasil pela Sextante, a obra, de 96 páginas, já vendeu mais de 1,5 milhão de cópias no mundo e de 100 mil por aqui.

No mesmo nicho, outros livros para colorir trazem de mandalas (“Mandalas Mágicas”, da Vergara & Riba), mitologia (“Fantasia Celta”, da editora Alaúde) e, bom, até sexo em grupo (“Suruba para Colorir”, da Bebel Books). A maioria dos livros custa por volta de R$ 30.

Os desenhos já vêm impressos nas páginas e cabe à pessoa preenchê-los com as cores que desejar.

“É um lazer diferente do que fazer um curso de desenho e pintura, porque aprender a desenhar é mais difícil. Demora um tempo para que a pessoa tenha traços firmes e coerentes. No livro, o desenho já vem pronto e a pessoa se dedica a colori-lo. Mesmo alguém que não tenha tantas habilidade artísticas consegue se surpreender com a qualidade do trabalho que executou”, diz Kozasa.

Além disso, trata-se de uma fonte de lazer que não envolve computadores ou celulares. É um prazer mais lento: “A pessoa se dá um tempo maior do que dois minutos para fazer alguma coisa”.

Mas a surpresa pode não ser positiva para todos. Dependendo da personalidade da pessoa, dizem os especialistas, se ela enxerga o livro mais como desafio do que como lazer, pode haver mais frustração do que relaxamento.

Outra angústia pode ser começar a se sentir pressionado pela beleza das pinturas das outras pessoas –especialmente quando elas ficam se exibindo na internet.

Estas 10 práticas vão deixar você mais inteligente

0

Seu cérebro é capaz de realizar muitas peripécias, mas você pode dar uma ajudinha

Fonte da imagem: Shutterstock

Fonte da imagem: Shutterstock

Daiana Geremias, no Megacurioso

Quer ficar mais esperto, ter um rendimento melhor nos estudos e no trabalho? Sabia que é possível dar um empurrãozinho no funcionamento do seu cérebro? A revista Time fez uma lista com pequenas atitudes que podem ajudar você a ser uma pessoa mais inteligente. Confira quais são essas atitudes a seguir e depois nos conte se já pratica alguma delas:

1 – Administração do seu tempo online

1

Você provavelmente já reparou que, de vez em quando, faz seu login no Facebook “só para dar uma olhadinha” e, de repente, lá se foram algumas horas diante da tela azul e branca. Não que você não possa se divertir com as redes sociais, mas aprender a administrar seu tempo na internet é uma grande coisa.

Você pode usar “o lado bom” da internet e se dedicar a aprender coisas novas, ver palestras do TED, tentar aprender uma nova língua, conhecer um novo país, aprender mais a respeito do corpo humano e por aí vai.

2 – Tome nota!

1

Você tem acesso a um número muito grande de informações todos os dias, por isso não adianta pensar que vai conseguir lembrar sempre o conteúdo daquela matéria do Mega Curioso que você acabou de ler e que achou incrível. Quando alguma coisa for realmente importante para você – por exemplo: se for algo que possa cair em uma prova –, o ideal é que você faça anotações para poder lembrar depois.

3 – Faça uma lista das coisas que você já fez

1

Ser confiante e feliz é sinal de inteligência, e uma boa forma de você se tornar confiante e satisfeito é se lembrar das coisas que já conquistou. Se sua meta era fazer academia e se você já está fazendo aulas de musculação há duas semanas, lembre-se disso. Idem para aquela conquista no trabalho, na faculdade, na escola. Isso vai fazer de você uma pessoa mais motivada.

4 – Jogue mais!

1

Os jogos mais recomendados para treinar seu cérebro são o xadrez, alguns jogos de baralho e, claro, as famosas palavras cruzadas. Tudo que envolve planejamento estratégico e memória é uma boa ideia. Melhor ainda se você jogar sozinho, sem ajuda de livros e dicas.

5 – Selecione melhor seus amigos

1

Não é novidade que as pessoas com as quais você se relaciona podem influenciar seus hábitos e suas decisões. Por isso, é sempre bom manter por perto aquele amigo que gosta de ler, que vai bem nos estudos, que tem um bom relacionamento social, que sabe tomar boas decisões e que tem boas conversas. Esse conselho serve para a vida inteira: é sempre bom ter por perto uma pessoa inteligente tanto na questão racional da coisa quanto na emocional também.

De acordo com Saurabh Shah, o seu QI é uma média do QI das cinco pessoas mais próximas de você. Isso só comprova o que falamos no parágrafo anterior: ficar perto de gente esperta faz de você uma pessoa esperta.

6 – Leia muito

1

Esse é um conselho muito batido e, para alguns, um pouco chato. Ainda assim, é preciso reforçar o poder da leitura, principalmente em tempos de redes sociais, quando passamos mais tempo em contato com conteúdos rasos do que com uma boa narrativa literária, por exemplo.

Cientificamente falando, a leitura tem o poder de dar aquele impulso que seu cérebro precisa de vez em quando, sem falar que é um ótimo exercício para a criatividade também. Você não precisa começar lendo a obra completa de Dostoiévski, mas pode criar o hábito de ler jornal e, quem sabe, aquele livro que faz mais o seu estilo. O importante é ler bastante e sempre. (mais…)

Go to Top