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Nível de escolaridade dos pais influencia rendimento dos filhos

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Nível de escolaridade dos pais influencia rendimentos dos filhos, segundo IBGE. (Foto: Divulgação)

Nível de escolaridade dos pais influencia rendimentos dos filhos, segundo IBGE. (Foto: Divulgação)

 

Dado é de complemento da Pnad de 2014, do IBGE.
Presença da mãe em casa contribui para maior nível de escolarização.

Daniel Silveira, no G1

O nível de escolarização dos pais influencia na formação profissional e nos rendimentos dos filhos. É o que apontam os dados suplementares da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2014 divulgada nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento considerou diversos indicadores relacionados ao grau de instrução, formação profissional e renda dos pais para analisar a mobilidade sócio-ocupacional dos filhos. “A estrutura familiar parece ter uma importância muito grande em relação tanto ao nível de instrução dos filhos quanto aos índices de alfabetização”, disse a gerente da pesquisa, Flávia Vinhaes.

O levantamento abrange entrevistas realizadas em 2014 com 58 mil pessoas de 16 anos ou mais. Foram consideradas as posicionais sócio-ocupacionais dos pais e mães quando os entrevistados tinham 15 anos de idade.

De acordo com a pesquisa, o rendimento dos filhos está associado ao grau de escolaridade dos pais. Em 2014, a média de rendimentos do trabalho de pessoas com nível superior completo cujas mães não tinham instrução era de R$ 3.078, chegando a R$ 5.826 para aquelas com mães com ensino superior completo.

Já em relação ao pai, o rendimento médio do trabalho de pessoas com nível superior era de R$ 2.603 quando o pai não tinha instrução, chegando a R$ 6.739, no caso de pessoa cujo pai tinha nível superior.

Para pessoas com ensino médio completo, o rendimento médio variava de R$ 1.431, quando a mãe não tinha instrução, a R$ 2.209, para aquelas cuja mãe tinha nível superior; e de R$ 1.367, para aquelas cujo pai não tinha instrução, a R$ 2.884,00 no caso de o pai ter nível superior.

Presença familiar
A pesquisa mostrou também que a presença do pai ou da mãe no ambiente doméstico influencia diretamente na escolaridade dos filhos. “O fato dos filhos morarem com a mãe ou com o pai e a mãe teve uma forte influência no índice de formação”, afirmou Flávia Vinhaes.

Segundo a pesquisa, o índice de alfabetização foi menor entre aquelas pessoas que não moravam com a mãe. A taxa de alfabetização daqueles que moravam com a mãe quando tinham 15 anos de idade chegou a 92,2%, enquanto entre aqueles que não moraram com a mãe na mesma idade foi de 88,1%.

Em relação ao grau de instrução, a pesquisa mostrou que foi maior a taxa dos filhos se instrução que moravam somente com o pai aos 15 anos de idade (16,2%). Os menores percentuais das pessoas sem instrução foi observado entre aqueles que moravam com ambos os pais ou somente com a mãe (10,8% e 10,3%, respectivamente.

Ainda segundo a pesquisa, mais da metade dos filhos (51,4%) tiveram ascensão sócio-ocupacional em relação à mãe, enquanto 47,4% tiveram ascensão em relação ao pai.

Segundo a gerente da pesquisa, Flávia Vinhaes, não há pesquisa anterior para se poder comparar os dados. Ela destacou, no entanto, ser possível afirmar que a ascensão a ascensão tanto no nível de escolaridade quanto de renda está relacionada com a estrutura doméstica.

“Não é só com a estrutura ocupacional ou nível de instrução dos pais, mas com o ambiente doméstico, com os estímulos que os filhos recebem. Não é só uma dependência de renda, não é o capital econômico só que influencia econômico social cultural pessoal. Uma criança que recebe atendimento dos pais, um

Questionada sobre por que filhos que moraram só com a mãe tiveram maior ascensão quanto ao nível de instrução, Flávia Vinhaes esclareceu que a pesquisa não tem base de apoio para fazer esta análise. Todavia, ela sugeriu que os cuidados maternos podem ter maior peso na formação sócio-cultural dos filhos que os paternos.

“Uma criança que recebe atendimento dos pais, que é estimulada pelos pais através de um ambiente familiar que propicie isso, que gere algum desenvolvimento cognitivo, ela vai ter uma posição no mercado de trabalho e uma posição social melhor do que uma criança que não teve esses estímulos, esses cuidados. Eu imagino que seja por isso que a importância [da presença da mãe] é tão fundamental”, ponderou.

Primeiro emprego
A pesquisa mostrou ainda que o nível de instrução formal e a ocupação profissional dos pais refletiu o ingresso dos filhos no mercado de trabalho. Considerando aqueles que moravam com o pai, 73,9% dos filhos começaram a trabalhar antes dos 17 anos de idade.

Quanto menos instrução demandava a ocupação profissional do pai, mais cedo o filho começou a trabalhar. A maioria dos filhos (59,6%) cujo pai era trabalhador agrícola, por exemplo, ingressou no mercado de trabalho antes dos 13 anos de idade. Entre os filhos de pais que trabalhavam por conta própria ou que não tinham carteira assinada, 46,6% começaram a trabalhar também antes dos 13 anos de idade.

Entre aqueles que moravam apenas com a mãe, a pesquisa não identificou diferenças relevantes quanto ao ingresso no mercado de trabalho. A maioria (76,6%) dos que moravam apenas com a mãe começou a trabalhar também até os 17 anos. A grande maioria cuja mãe era trabalhadora agrícola (65,9%) também começou a trabalhar antes dos 13 anos de idade.

Outro dado apontado pela pesquisa é em relação aos filhos que reproduziram as ocupações profissionais dos pais. Do total de entrevistados, 33,4% seguiu no mesmo ramo dos pais.

A ocupação que teve maior ingresso dos filhos seguindo a dos pais foi na área das ciências e das artes (46,1%), seguidas pelas áreas dos trabalhadores agrícolas (34,9%), da produção de bens e serviços e de reparação e manutenção (31,4%), e de serviços (26,2%). A área de dirigentes em geral foi seguida por 19,4% dos filhos.

Ainda segundo a pesquisa, 47,4% dos filhos melhoraram suas condições de trabalho em relação aos pais, enquanto 17,2% ocuparam postos de trabalho com rendimento menor e vulnerabilidade maior.

 

Confira 10 excelentes dicas para aumentar bastante seu rendimento nos estudos

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Estudante

Publicado no Amo Direito

Aumentar o rendimento dos estudos significa, basicamente, ensinar o cérebro a assimilar conteúdos e não apenas decorá-los. Isso engloba desde manter uma vida equilibrada a exercitá-lo cotidianamente, com leituras e resolução de problemas simples. É importante lembrar que nosso corpo funciona como uma máquina em que todas as engrenagens precisam funcionar em sintonia para que o resultado final seja positivo.

Por isso, ao treinar o cérebro para assimilar mais conteúdos, não esqueça de cuidar do corpo, fazendo atividades físicas e que lhe dão prazer. Não é porque você está se dedicando aos estudos para uma prova de concurso que precisa abrir mão da vida social com os amigos, afinal, divertir também faz parte das técnicas para aumentar o rendimento nos estudos.

Confira algumas dicas para aumentar o rendimento nos estudos

1 – Exercite o cérebro
A mente humana esquece 50% do que lê em apenas duas horas. Isso significa que não adianta ler muito, é preciso ampliar o foco. Para isso concilie a informação que se leu com algum interesse do seu cérebro.

2 – Duas horas de estudo
Mantenha o foco em uma disciplina por vez. O ideal é que você se dedique a apenas uma matéria, pelo menos, duas horas por dia. Se o concurso que você irá fazer exige conhecimentos em língua portuguesa e matemática, o ideal é que todos os dias você treine pelo menos duas horas em cada matéria.

3 – Não decore
A mente esquece tudo aquilo que decoramos. Ao invés de decorar, assimile o conteúdo e aprenda a armazenar conteúdos para que eles se fixem por um maior tempo.

4 – Organize-se
Ninguém consegue estudar em meio ao caos. Organize seu ambiente de estudo e procure em estudar em ambientes em que sua atenção não será desviada para outras atividades.

5 – Aqueça o cérebro
Assim como quando você vai para a academia seu corpo precisa de meia hora de aquecimento, antes de encarar a maratona de estudos, seu cérebro precisa passar pelo mesmo processo. Para aquecer o cérebro, faça leituras que possam ajudar na resolução de pequenos problemas, como textos sobre a base da língua portuguesa ou sobre os princípios básicos da matemática.

6 – Anote

Ao estudar tenha o hábito de anotar tudo aquilo que lhe parece importante, ao final, faça um resumo sobre as ideias centrais das matérias estudadas.

7 – Mantenha a qualidade de vida
De nada adianta virar noites sem dormir. Isso não contribui para a assimilação do conteúdo. Por isso, durma ao menos oito horas por noite, pratique atividades físicas, saia com os amigos, tenha uma alimentação saudável e afaste os vícios, como cigarro, bebidas e até mesmo o popular cafezinho, que pode causar insônia quando consumido muitas vezes ao dia.

8 – Estude com antecedência
Nada de estudar para uma prova de concurso na véspera do exame . O ideal é a dedicação diária para que você não se desespere na véspera da prova.

9 – Não estude de madrugada
Evite estudar no período da madrugada. Isso porque é a hora que seu cérebro possui menos concentração. Além disso, não dormir de madrugada ocasiona no excesso de sono no dia seguinte, comprometendo o rendimento.

10 – Leia nas horas vagas
Os especialistas afirmam que ler nas horas vagas ajuda no processo de assimilação do conteúdo. Mas leia com atenção para que você entenda o que está lendo e não apenas fazendo uma leitura superficial.

Fonte: canal do ensino

Dicas importantes para estudar sozinho

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publicado no Brasil Escola

O método a ser utilizado para estudos é algo extremamente subjetivo. Alguns estudantes preferem a ajuda dos professores e colegas para aprofundar-se em determinados assuntos, mas há quem prefira o estudo individual. Fato é que não existe forma certa ou errada, o importante é estudar sempre e com disciplina.

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Para definir uma técnica de aprendizado, o aluno deve, em primeiro lugar, levar em consideração o seu comportamento e o grau de dificuldade de assimilação quando está em grupo e quando está sozinho. Concentração, motivação e rendimento devem ser avaliados e comparados nas duas situações.

Dicas para estudar sozinho

Se a decisão é por estudar sozinho, o Brasil Escola preparou algumas dicas que podem facilitar os estudos. Em primeiro lugar, é preciso ter cuidado com a dispersão, pois ela pode ser a principal inimiga de quem prefere estudar em casa. Por isso, concentração na matéria, evitando ambientes ruidosos e movimentados, é a primeira cautela para não perder o foco do conteúdo.

Desligar celulares e aparelhos eletrônicos é um grande desafio, mas é uma boa pedida para quem deseja concentrar-se nos estudos. A música não é proibida, mas a dica é de que seja em uma língua que o estudante não entenda, assim não haverá a tentação de desviar a atenção para a letra.

É de grande valia que o aluno revise o conteúdo teórico por meio de anotações em cadernos ou dos textos em livros e apostilas, mas é necessário também a realização de exercícios de fixação para amadurecer o processo de aprendizado. Priorize as atividades das disciplinas consideradas mais difíceis.

Em conteúdos mais teóricos, o fichamento dos principais textos é a melhor saída. Preferindo a escrita à mão em vez de digitar, a tendência é uma assimilação mais eficaz. O importante aqui não é copiar fragmentos de um livro, mas, sim, elencar palavras e termos essenciais para ajudar na memorização de determinados assuntos. Quando possível, use canetas coloridas e marca-textos para destacar informações relevantes.

Cronograma

Além de conhecer a melhor forma de estudar, o aluno precisa saber qual é o período do dia em que rende melhor e organizar o programa de estudos de forma a privilegiar esses horários. No entanto, é preciso ter cuidado, pois essa programação também pode atrapalhar o rendimento. Um roteiro de estudos fechado pode ser cansativo e desmotivador, então, elaborar um itinerário de estudos flexível e com intervalos regulares é essencial para não desanimar.

Vale lembrar que os estudantes precisam respeitar o próprio corpo. Usar as pausas para se exercitar e realizar um lanche saudável é uma forma de manter a saúde física alinhada com o rendimento intelectual.

Confira essas 5 ótimas dicas simples para que você consiga estudar muito melhor

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Publicado no Amo Direito

Para muita gente, estudar é um verdadeiro prazer. No entanto, para a grande maioria, essa atividade é sinônimo de tortura, e só o fato de pensar em ter que passar várias horas na companhia de livros e anotações já é um sofrimento. Para essa turminha, o pessoal do site For Dummies publicou algumas dicas simples que podem tornar as horas de estudo menos penosas. Confira a seguir:

1 – Prepare-se mentalmente
Pense em como você se prepara para fazer algo que realmente gosta, como assistir a filmes ou jogar o seu game favorito, por exemplo. Como você prepara o ambiente? Qual é a postura que você adota? Costuma deixar comidinhas e quitutes por perto para não ter que interromper a sua atividade toda hora para buscá-los?

A ideia é que você “empreste” algumas dessas ações que você normalmente realiza enquanto está se dedicando à sua atividade favorita para tornar uma experiência desagradável — neste caso, estudar — menos chata, por associação. Além disso, um ambiente agradável pode ajudar você a se sentir melhor mentalmente, portanto o espaço no qual você vai estudar não precisa ser austero nem parecer uma estação de trabalho.

2 – Conheça o seu ritmo
A verdade é que não existe um ritmo ideal, e cada um estuda — e progride — à sua maneira. O importante é conhecer qual é o seu, e lembrar que, se você é mais minucioso e leva mais tempo para estudar, vai ter que reservar um período maior para essa atividade.

Mas, independente de que você precise de muito ou pouco tempo ou tenha mais ou menos disponibilidade na sua agenda, não se esqueça de que fazer pequenos intervalos é superimportante. Portanto, você pode estabelecer “recreios” — como 10 minutinhos a cada meia hora de trabalho, por exemplo — durante as sessões de estudo, além de se dar pequenos agradinhos de prêmio por ter se concentrado na sua atividade.

3 – Tire proveito da sua memória
Saber como a memória humana funciona pode ajudar bastante nessas horas. Estudos já demonstraram que, no caso de um texto, por exemplo, as pessoas se lembram melhor das primeiras e das últimas coisas que leram, tendo mais dificuldade para recordar claramente o conteúdo do “meio”. O mesmo ocorre com atividades realizadas no decorrer do dia.

E não adianta querer mudar isso, pois os nossos cérebros estão programados para processar as informações dessa forma. Então, para tirar o maior proveito disso na hora de estudar, tente organizar o conteúdo de forma que as questões mais importantes fiquem concentradas no começo e no final da sua sessão de estudos.

4 – Planejamento
Independente de que você tenha que estudar para uma prova supercomplexa ou para algo mais simples e menos dispendioso, é sempre bom ter um plano de como você vai fazer para se preparar. Uma forma de fazer isso é dividir o conteúdo total em blocos menores, que podem ser os diferentes tópicos do assunto que você está estudando.

Isso pode ajudar com que você perceba com mais facilidade os elementos mais importantes do texto, além de memorizar palavras ou aspectos-chave. Com esse método, você pode utilizar esses bloquinhos de informação para criar uma base de dados mental que pode ser acessada quando você precisar. Aqui também vale aquela velha técnica de relacionar termos complicados a palavras e frases engraçadas para aguçar a memória.

5 – Mapa mental
Criar diagramas também pode ajudar você a memorizar informações mais facilmente. Assim, a partir de um conceito principal, relacione os aspectos menos importantes progressivamente através de mapinhas, criando subcategorias. Nelas, você pode incluir qualquer termo ou ideia que considere importante, contanto que o conjunto ajude você a organizar melhor as informações.

Os mapas mentais — ou diagramas — são simples e fáceis de criar, e você vai perceber que eles são muito mais eficientes do que as listas convencionais. Eles podem ajudá-lo a se lembrar de um volume maior de informações, devido à forma como foram criados, seguindo uma linha específica de raciocínio. Tente fazer um na próxima vez que tiver que estudar para uma prova de História, por exemplo!

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Esperamos que essas dicas simples ajudem você a enfrentar melhor as suas longas sessões de estudo, tornando-as menos sofridas e muito mais eficientes. Caso você tenha algum método interessante que funcione, não deixe de compartilhar conosco nos comentários!

Fonte: megacurioso

10 práticas que vão deixar você mais inteligente

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inteligencia

Você sabia que é possível dar um empurrãozinho no funcionamento do seu cérebro para ter um melhor rendimento nos estudos e no trabalho?

Publicado no Boa Informação

A revista Time fez uma lista com pequenas atitudes que podem ajudar você a ser uma pessoa mais inteligente. Confira as dicas e veja se você já pratica alguma delas.

1. Administração do seu tempo online

Este é definitivamente um mal dos tempos atuais, mas isso não significa que você deve abdicar da internet. A ideia é selecionar melhor o que você vê quando está online, ou seja, trocar aquelas horas nas redes sociais por boas leituras, vídeos de palestras e se dedicar a aprender novas coisas.

2. Tome nota!

Todos os dias, somos bombardeados com uma grande quantidade de informações. Por isso a dica é: anote o que é mais importante. Seja conteúdo de uma aula, um livro que você gostaria de ler ou uma dica de filme. Coloque tudo no papel para ajudar sua memória mais tarde.

3. Faça uma lista das coisas que você já fez

Lembrar-se das coisas que você já conquistou ao longo do tempo pode tornar você mais confiante e satisfeito. Anote os trabalhos entregues, a academia que você finalmente começou e aquela viagem incrível que fez. Isso vai deixar você mais motivado para conquistar ainda mais!

4. Jogue mais!

Jogos de planejamento estratégico e memória são uma ótima forma de treinar seu cérebro. Os mais indicados são xadrez, jogos de cartas e palavras cruzadas(vírgula) e o ideal é que você jogue sozinho, sem a ajuda de livros e dicas.

5. Selecione melhor os seus amigos

Pesquisas indicam que o seu QI é uma média do QI das cinco pessoas mais próximas de você. Sendo assim, escolha estar por perto de pessoas inteligentes e isso vai influenciar positivamente seus hábitos e decisões.

6. Leia muito

Este é um conselho um pouco batido, mas inevitável. A leitura é um ótimo exercício para a criatividade, bastando encontrar o tipo de conteúdo de que você mais gosta, seja o jornal de toda a manhã ou um bom livro. O importante é ler muito e sempre.

7. Explique coisas para as pessoas

Segundo Einstein, “Se você não consegue explicar de uma maneira simples, você não entende o assunto bem o suficiente”. Por isso, falar sobre as coisas que você aprendeu pode ajudar você a dominar ainda mais o conteúdo.

8. Coisas novas aleatórias

Seu cérebro não é muito fã da rotina, por isso, novas atividades podem deixá-lo ainda mais afiado. Aulas de assuntos e estilos variados, por exemplo, são uma ótima forma de criar novas memórias e deixar a mente sempre renovada.

9. Aprenda um novo idioma

Um novo idioma é importante para se destacar no meio de trabalho, mas o estudo também pode deixar seu cérebro mais esperto e treinado. Se os cursos com professores não cabem no orçamento, a internet está cheia de bons recursos para ajudar você nessa tarefa.

10. Relaxe!

De nada adianta seguir todas as nove dicas anteriores se você não tirar um tempo do seu dia para descansar. Relaxe, respire fundo e fique um tempo em silêncio, sem fazer mais nada. Esse tempo vai servir para que seu cérebro assimile tudo o que você fez e para que o corpo recomponha as energias.

Fonte: Mega Curioso

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