Posts tagged Respostas

Concurso Cultural Literário (17)

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Considerado um dos melhores álbuns de quadrinhos já produzidos, Os Companheiros do Crepúsculo se passa na Idade Média durante a Guerra dos Cem Anos. A história é centrada nos personagens do Cavaleiro, Mariotte e Anicet, em sua busca por redenção ou pela simples sobrevivência. Misturando fantasia e lutas sangrentas, cenas cotidianas e um tom de erotismo, um dos destaques desta obra-prima das HQs é o belo e detalhado traço do autor, que transporta os leitores para os cenários e o clima da época. Imperdível para quem gosta de grandes histórias e para os amantes da arte dos quadrinhos!

Vamos sortear 2 exemplares da HQ “Os Companheiros do Crepúsculo“.

Para participar,  basta responder quais os 2 países europeus protagonizaram a Guerra dos Cem Anos?

Envie sua resposta para o e-mail [email protected].

Atenção: Respostas na área de comentários serão apagadas.

O resultado será divulgado dia 8/10 às 17h30 neste post e no perfil do Twitter @livrosepessoas.

Boa sorte! 🙂

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Parabéns aos ganhadores: Filipe ChamyDeborah Evelyn.

Por gentileza enviar seus dados completos p/ [email protected] em até 48 horas.

Faculdade inglesa gera polêmica ao perguntar orientação sexual de alunos

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Formulário entregue para alunos da faculdade inglesa Barnsley (Reprodução/Daily Mail)

Formulário entregue para alunos da faculdade inglesa Barnsley (Reprodução/Daily Mail)

Publicado por UOL

A faculdade inglesa Barnsley gerou polêmica com um formulário de registro que perguntava a orientação sexual de alunos de 16 e 17 anos. O estudante devia indicar se era bissexual, gay, lésbica, heterossexual ou transexual – também existia a opção “prefiro não dizer”. As informações são do Daily Mail.

O questionamento foi feito ao lado de perguntas sobre dados pessoais como endereço, idade e detalhes de contato. Segundo a publicação, alguns estudantes caíram no choro e reclamaram de invasão de privacidade.

Ativistas do movimento gay criticaram a conduta da universidade e sugeriram que eles revissem o procedimento de inscrição.

Um representante da faculdade pediu desculpas a quem se sentiu ofendido, disse que iriam rever a forma de fazer as perguntas e afirmou que as respostas auxiliam no monitoramento da taxa de sucesso de grupos característicos.

Segundo a instituição, todas as faculdades são obrigadas, desde 2011, a recolher essas informações, a fim de cumprir deveres legais com o Setor de Igualdade.

Concurso Cultural Literário (13)

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Acostumado a aventuras em games, ele terá de vencer perigos e desafios no mundo real.
Nesse jogo de sobrevivência, porém, não há segunda chance.

Centenas de anos atrás, um embate sangrento entre nativos e invasores brancos armados até os dentes marcou a disputa por uma região no nordeste brasileiro. Para pôr fim à luta impiedosa, o Grande Caipora e a Iara, a senhora das águas, fizeram com que aquele pedaço de terra se descolasse do continente e passasse a vagar pelos rios do país, criando a lendária e mágica ilha flutuante de Anistia.

Séculos depois, A. C., o herói pré-adolescente da série O Legado Folclórico, descobre não apenas a localização da ilha, mas consegueadentrá-la e participar da grande competição entre organizações secretas que acontece periodicamente. Passa, então, a conhecer os segredos de Anistia, a saber sobre os sonhos que separam os vivos dos mortos, e a perceber a influência que os poderosos exercem sobre o povo. Porém, é tempo de lua cheia e ele terá de lidar com problemas que surgirão com ela e que ele nem suspeitava existirem.

Prata, Terra & Lua Cheia, a continuação de Ouro, Fogo & Megabytes, é o segundo volume da série que une com ineditismo a atmosfera geek com releituras nada convencionais dos mitos e das lendas do folclore nacional.

Prontos para mais um Concurso Cultural Literário?

Três participantes vão ganhar Prata, Terra & Lua Cheia, segundo volume da Trilogia O Legado Folclórico.

Para participar, responda por email qual o nome do protagonista dos livros “Ouro, Fogo & Megabytes” e “Prata, Terra & Lua Cheia”.

ATENÇÂO: Envie sua resposta para [email protected]. Respostas na área de comentários serão apagadas. 🙂

O resultado será divulgado no dia 1/10 às 17h30 aqui no post e também no perfil do twitter @livrosepessoas.

Boa sorte!

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Parabéns: Breno, Cleomara Alves e Wesslen Nicácio =)
Enviar seus dados completos p/ [email protected] em até 48hs.

Qual é o seu livro favorito?

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A resposta, muitas vezes, depende de quem pergunta

Danilo Venticinque, na Época

Há algumas semanas, uma amiga minha confessou que tinha dois livros favoritos: um sincero e um para impressionar. Se alguém da turma que odeia best-sellers pergunta sobre suas preferências literárias, ela diz que seu preferido é O conto da ilha desconhecida, de José Saramago. Para os amigos, ela assume a verdade. Por mais que goste da obra de Saramago, nada supera sua paixão por Harry Potter.

O problema dela é o mesmo de muitos leitores com quem costumo conversar. Quando pergunto qual é o livro favorito de alguém, a reação imediata é uma pausa silenciosa. Consigo imaginar o que passa pela cabeça da pessoa antes da resposta. Seria prudente admitir a paixão por um best-seller da moda ou por um livro juvenil? Citar um clássico lido e conhecido por todos não seria falta de originalidade? Por outro lado, falar de uma obra obscura pode soar pedante. Quando a resposta finalmente vem, depois desses longos instantes de reflexão, é impossível acreditar em sua sinceridade.

Eu também não escapo dessa falta de espontaneidade que acomete tantos leitores. Quando parei para pensar nas duas respostas de minha amiga, percebi que eu tinha ainda mais livros favoritos do que ela – cada um para uma situação específica. Para tentar impressionar alguém, já declarei de bate-pronto meu fascínio por Buddenbrooks, de Thomas Mann. Entre colegas de trabalho, não economizo elogios a Guerra e paz. Em conversas informais com amigos que gostam de ler, minha escolha é O jogo da amarelinha, de Julio Cortázar. Mas, se eu estiver muito à vontade, admitirei que Os homens que não amavam as mulheres foi o único livro que me fez passar a noite em claro para ler, e que O mundo de Sofia foi o livro que mais reli. E talvez nenhum desses títulos, por mais que eu goste deles, tenha superado minha paixão adolescente por Vinte mil léguas submarinas.

A dificuldade para reconhecer quais eram meus favoritos já me custou caro. Antes de entrar no ensino médio, abri mão de minha coleção de Jules Verne para dar espaço aos livros adultos que eu leria a partir de então. Quanto mais obras “adultas” eu lia, mais eu percebia o quanto era infantil o meu preconceito contra a ficção científica de Verne, e mais eu me arrependia por ter me desfeito de meu livro favorito. Espero que ele esteja na estante de alguém que soube acolhê-lo melhor do que eu. Tive a alegria de reencontrar Vinte mil léguas submarinas recentemente numa nova edição, comentada e ilustrada. Passou algum tempo na minha cabeceira e agora voltou à minha estante, em posição de destaque. Não nos separaremos novamente.

Por que temos vergonha de revelar nossos verdadeiros favoritos? As críticas recorrentes aos best-sellers e aos seus fãs, como se fossem inferiores aos leitores de obras literárias mais profundas, ajudam a inibir nossa sinceridade. Há também uma pressão social para que os leitores sejam um pouco esnobes. A leitura de livros ainda é vista como uma atividade erudita, e admitir ser fã de Dan Brown ou de Paulo Coelho é colocar esse status em xeque. Quanto aos fãs de livros juvenis, são vítimas da crença injusta de que essas obras são destinadas apenas a crianças e adolescentes. O adulto que assume que Harry Potter é seu livro favorito corre o risco de ser visto como um leitor que esqueceu de amadurecer, e não como alguém que, depois de desbravar clássicos da literatura e se apaixonar por eles, continua a preferir histórias de magia.

O verdadeiro amadurecimento do leitor não está em abandonar os livros mais leves e trocá-los por obras mais complexas. Essa é uma escolha que cada um faz no seu tempo, por uma questão de gosto e, às vezes, necessidade. Amadurecer como leitor é outra coisa. É entender suas preferências, não ter vergonha de assumi-las e construir um caminho de leituras com base nelas. Sempre haverá leitores que compartilham o amor pelo seu livro favorito. Outros discordarão da sua escolha. Não há nenhum problema nisso, e entrar em qualquer discussão a esse respeito é desperdiçar um tempo que poderia ser dedicado aos livros. A leitura é importante, mas não precisamos levá-la sempre a sério. Ler também é uma diversão. O livro favorito é, antes de tudo, aquele que lemos com mais prazer.

Alunas escrevem carta para a rainha da Inglaterra e recebem resposta ‘real’

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Jovens escreveram uma carta para Elizabeth II durante a aula de inglês.
Carta de resposta da rainha chegou após seis meses em São Vicente, SP.

Bruna Sena e a professora Anna Bongiovanni fizeram parte do projeto (Foto: Mariane Rossi/G1)

Bruna Sena e a professora Anna Bongiovanni fizeram parte do projeto (Foto: Mariane Rossi/G1)

Mariane Rossi, no G1

Um grupo de estudantes de São Vicente, no litoral de São Paulo, recebeu uma carta com respostas exclusivas da rainha Elizabeth II, da Inglaterra. A carta, que foi enviada pelas alunas como parte de um trabalho escolar, foi respondida tópico a tópico pela rainha, para surpresa das estudantes que imaginavam que, no máximo, receberiam uma resposta padrão.

A atividade, realizada em uma escola particular de São Vicente, foi proposta pela professora de inglês Anna Gongiovanni aos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental. Os alunos deveriam escrever uma carta em inglês para alguma personalidade americana ou britânica. “A mídia divulgou demais o jubileu de diamante da rainha, que representa os 60 anos de reinado. Como ela estava na mídia, uma turma preferiu escrever para ela. Elas fizeram a carta. Eu não mexi na essência. Só corrigi a gramática”, conta.

Carolina Simões, Júlia Machado, Bruna de Araújo e Bruna Sena, todas de 14 anos, se juntaram para discutir o que desejavam escrever para a majestade. Em três aulas de inglês, elas montaram uma carta para a rainha Elizabeth. “A gente mandou um parabéns pelo jubileu. Também falamos que gostávamos da língua inglesa, que era um sonho nosso viajar para a Inglaterra e que a gente acompanhava muito a monarquia”, conta Bruna Sena.

As estudantes precisaram pesquisar palavras no dicionário e utilizar termos mais formais, tudo em inglês. Uma das alunas escreveu a carta à mão e, após algumas aulas, a carta estava pronta, de acordo com todos os protocolos exigidos pelo de Palácio de Buckingham. “Quando se escreve uma carta informal você usa expressões, contrações, uma linguagem simples, coisas que não são permitidas em uma linguagem formal. A carta tem que ser bem elaborada e elas fizeram isso com muita propriedade. A única coisa que eu fiz foi corrigir, mas eu deixei a ideia delas. E eu acrescentei uma coisa. Congratulei ela pelo jubileu de diamantes, dizendo que eu já havia viajado muitas vezes e que sempre gostei do Reino Unido”, explica a professora.

Carta da rainha Elisabeth enviada às estudantes de São Vicente, SP (Foto: Mariane Rossi/G1)

Carta da rainha Elisabeth enviada às estudantes
de São Vicente, SP (Foto: Mariane Rossi/G1)

A carta foi enviada em outubro do ano passado para a rainha Elizabeth. Depois do começo do ano, Anna e as alunas já tinham perdido as esperanças de receber uma resposta. Elas tinham ouvido falar que a rainha não respondia mais as cartas enviadas por fãs e, por isso, pensaram que o recado delas seria mais um entre outros do mundo inteiro que não teria resposta. “Alguns amigos meus tentaram e não conseguiram resposta. Eu perdi as esperanças. Eu registrei o recibo do correio e deixei na direção da escola, porque talvez as meninas pudessem me questionar um dia.”, explica Anna. Mas, no começo de abril deste ano, elas tiveram uma surpresa. Uma correspondência chegou no colégio, em São Vicente, com as iniciais da realeza inglesa.

A coordenadora mostrou a carta para a professora de inglês, que ficou bastante surpresa. “Quando eu vi o emblema da rainha, eu não acreditei. O dia inteiro eu dei aula sorrindo, porque geralmente eu sou muito séria em sala de aula, mas naquele dia eu não conseguia”, lembra Anna. As alunas também ficaram radiantes com a notícia. “A gente mandou, mas a gente não imaginava. Quando a professora falou da resposta foi uma surpresa muito grande”, conta Bruna.

Envelope da carta enviada pela Rainha Elisabeth (Foto: Mariane Rossi/G1)

Envelope da carta enviada pela Rainha Elisabeth
(Foto: Mariane Rossi/G1)

A carta veio endereçada com o nome do colégio, da professora e das alunas. A mensagem foi escrita pela assessora da rainha e falava que a majestade agradecia pelas congratulações pelo jubileu de diamante. Ela também agradecia pelas estudantes a terem escolhido durante o projeto de inglês e pelas coisas boas que escreveram a ela. Apesar da rainha não ter tempo para responder pessoalmente todas as cartas que recebe diariamente, ela ficou muito feliz em ouvir a mensagem das jovens, segundo a mensagem. “Eles têm circulares feitas. Sempre mandam circulares agradecendo. A nossa foi a assessora pessoal da rainha que mandou, respondendo tudo sobre o que nós falamos. Elas leram a carta e responderam para nós. Ela me agradece a gentileza e agradece as alunas. Foi muito legal. Foi uma coisa pessoal e por isso fiquei muito feliz, porque raramente isso acontece”, afirma. Além da carta com a resposta, a rainha também enviou um cartão com várias fotos, feitas durante o jubileu de diamantes.

A professora diz que sempre tenta incentivar os alunos de alguma forma, mas concede todo o mérito do resultado do trabalho às alunas que se dedicaram muito durante o projeto. Segundo ela, a turma sempre foi muito dedicada durante as aulas, tinham vontade de realizar a atividade e isso fez a diferença. Ela apenas lamenta não ter guardado uma cópia ou tirado uma foto da carta feita pelas alunas.

A resposta da rainha animou não só o grupo de meninas, mas todo o colégio. Agora, alguns alunos já vieram conversar com a professora sobre o projeto e estão empolgados para escrever cartas para outras personalidades. “O mais interessante agora é que todos os alunos querem escrever para o Barack Obama e para a NASA. Mas como isso é uma coisa séria não pode ser feito em cinco minutos”, finaliza a professora.

Confira a tradução da carta:

“A rainha gostaria de agradecer a sua carta e a mensagem de felicitação que você enviou para Sua Majestade pelo jubileu de diamante. A rainha achou muito gentil vocês escreverem para ela no projeto de inglês. Ela ficou muito apreciada pelo seus votos e as coisas boas que vocês disseram. Embora a rainha não tenha tempo para responder pessoalmente a todas as centenas de pessoas que escrevem para ela todos os dias, ela ficou muito feliz em receber a carta. Tenho que agradecer mais uma vez pelo cuidado que vocês tomaram com a carta, e eu espero que você entenda isso, porque Sua Majestade recebeu tantos cartões e cartas em seu jubileu de diamante, que não foi possível responder-lhe até agora”.

Cartão enviado em comemoração ao jubileu de diamantes da rainha Elizabeth (Foto: Mariane Rossi/G1)

Cartão enviado em comemoração ao jubileu de diamantes da rainha Elizabeth (Foto: Mariane Rossi/G1)

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