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Posts tagged restaurantes

Bares e restaurantes literários que você pode conhecer!

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Diego Santos, no Literatortura

Imagine só, ter a oportunidade de poder viajar pelo mundo e provar a culinária de diversos países?!

Não, infelizmente não estamos oferecendo uma promoção pra isso.

A real intenção desse post é indicar alguns restaurantes bem interessantes que qualquer fã de literatura vai adorar visitar, caso esteja viajando por aí.

Tratam-se de restaurantes temáticos, inspirados em grandes clássicos literários ou artísticos.

Para conferir, basta clicar nas setas acima.

[Se não viu a parte 1, clique aqui.]

Onegin, em New York (EUA)

O design suntuoso desta fusão visual, foi baseado na obra de Pushkin, Eugene Onegin. O restaurante recria toda a opulência russa do século 19.

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Gogol, em São Petersburgo

Na São Petersburgo de Gogol, enfeitada como um apartamento do século 19, uma grande sobretudo preto dependurado na porta de entrada e os menus são salpicadas com a escrita de Gogol e também divide-se em capítulos como romances. É uma ironia cruel criar um restaurante baseado no nome de um escritor que morreu de fome.

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Alice in Magic World, em Toquio (Japão)

Tenha cuidado com as camadas de sua comida quando comer na Alice in Magic World, restaurante temático criado pela Fantastic Design Works Co. Cada ambiente recria uma cena diferente do livro.

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Les Éditeurs, em Paris (França)

Restaurante-biblioteca ou biblioteca-restaurante? Quem consulta o website da Les Éditeurs, é uma biblioteca -restaurante tomada por livros, situado no Quartier Latin. Mas não importa como a chamam, está sempre cheia de boa comida e bons livros doados pelas editoras que a frequentam.

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Club Verne, em Budapest (Hungria)

Você não precisa percorrer 20.000 léguas submarinas para encontrar o restaurante dedicado a Jules Verne. Mas terá que ir para a Hungria. Considere também conhecer a Le Jules Verne, a meio caminho da Torre Eiffel.[Photos via]

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Biblio, no Brooklyn (New York – EUA)

Onde é mais provável encontrar um restaurante literário do que em Brooklyn? O restaurante de Williamsburg, Biblio, encanta os visitantes com um menu anunciado como um “Sumário” e repleto de alusões literárias.

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Bookbar, em Denver

Além da obviedade do nome “Bookbar” , que já diz que é uma livraria e bar,servem café e muito mais. Se você o encontrar, provavelmente nunca irá sair (por que você precisa?). [Photos via]

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Café Kafka, em Barcelona (Espanha)

Este café boêmio e literário em Barcelona, tem o nome de um dos maiores escritores de todos os tempos. É preocupante, no entanto, ao ouvir os toaletes, de todas as coisas, descritos como kafkiano. [Photos via]

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Hugo Café, em Dubai

Com cadeiras e fachadas no estilo parisiense, juntamente com uma salpicos de referências visuais do próprio escritor Victor Hugo, faz desse restaurante único. Supostamente, há também alguns “materiais audiovisuais.” Literários.[Photos via]

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Café du Livre, em Marrakesh

Os proprietários deste restaurante-livraria dizem que foi com a intenção de criar um lugar onde os amigos internacionais poderiam se unir para o prazer, falar e troca de idéias. Café du Livre é abastecido com poltronas de pelúcia, comida deliciosa, e cerca de 2.000 volumes em vários idiomas para leitura ou compra. Nada melhor para estimular a conversa literária.[Photos via]

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The Winding Stair, em Dublin (Irlanda)

Este estabelecimento, livraria / café / restaurante, foi nomeado por causa da sua escada em caracol, e também devido ao famoso poema de Yeats. Enquanto leem os livros disponíveis, o restaurante serve o melhor combustível para enfrentar um romance complexo.

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Ilustrador faz criativos desenhos em transparências que interagem com os lugares por onde passa

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Publicado por Hypeness

O ilustrador de storyboard e roteirista Marty Cooper colocou toda a sua criatividade em um projeto despretensioso, porém muito legal. Ao ilustrar em transparências, ele as aplica ou em cima de uma fotografia ou depois tira uma foto do desenho interagindo com um cenário real,. As ruas da cidade, mercados, restaurantes ou outros lugares públicos são muitas vezes usados para dar dimensão ao efeito desejado.

As ilustrações simples e divertidas misturadas com cenários verdadeiros mexem com a nossa imaginação, afinal, em qual mundo veríamos um urso se coçando em um prédio, um lagarto tentando engolir carros ou uma vaca dentro de uma tigela? Só na imaginação mesmo.

Confira alguns desenhos abaixo:

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Ele também cria pequenos vídeos no Instagram, que são verdadeiramente impressionantes.

Universitários usam a criatividade para garantir os estudos, em Vilhena, RO

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Publicado por G1 Rondônia

Com opções variadas, eles atuam como manicure, garçom e até cantor.
Com a renda, estudantes compram livros e materiais para os estudos.

Sandro Vieira se apresenta em bares e casamentos para conseguir complementar a renda (Foto: Sandro Vieira/Divulgação)

Sandro Vieira se apresenta em bares e casamentos para conseguir complementar a renda (Foto: Sandro Vieira/Divulgação)

Para conseguir arcar com os gastos no período do curso universitário e complementar a renda mensal, vários estudantes da Universidade Federal de Rondônia (Unir), em Vilhena (RO), trabalham em áreas distintas ao curso de formação. Com opções variadas, os universitários atuam como manicure, garçom e até mesmo como cantor em bares e restaurantes da cidade. Com a renda, que chega a R$ 700 por mês, os jovens garantem a compra dos livros e materiais para os estudos.

O estudante de comunicação social Sandro Vieira conta que desde o início do curso universitário se apresenta em bares, festas de casamento e aniversários com seu violão, interpretando sucessos da música brasileira. “Sempre gostei de música, desde os 16 anos. Toco violão, então quando comecei a fazer faculdade tinha que encontrar uma forma de ganhar dinheiro para complementar a renda, pois eu já trabalhava em um cartório, mas precisava de dinheiro para comprar os livros, apostilas e pagar as contas no fim do mês”, explicou o estudante, que com as apresentações garante uma renda de R$ 500 a mais.

“Se a gente quer alguma coisa, tem que se esforçar. Sei que no futuro vou ter a minha recompensa”
Valdete Coelho do Nascimento, universitária

Luciano Silva cursa ciências contábeis e complementa a renda mensal vendendo bombons e atuando como garçom. “Sempre trabalhei, pois minha família não tem condições de comprar meus livros e apostilas do curso. Além do trabalho vendo os doces feitos pela minha mãe”, diz. Com os ‘bicos’, Luciano tem uma renda de R$700 e já comprou um computador para os estudos.

Já a estudante de pedagogia Valdete Coelho do Nascimento conta que faz diversos bicos, para arcar com as despesas do curso. A universitária recebe uma bolsa no valor de R$400, mas o dinheiro não cobre as despesas. Entre as atividades, Valdete trabalha como manicure, vendedora de cupcakes e recepcionista em festas.

“Tem mês que consigo fazer mais unhas, aí o dinheiro aumenta. Mas eu já tenho uma clientela fixa, isso me ajuda. Acredito que as pessoas devem aproveitar as oportunidades que vão aparecendo na vida. Se a gente quer alguma coisa, tem que se esforçar. Sei que no futuro vou ter a minha recompensa”, conta Valdete.

Onde estão os livros nos aviões e nos ônibus?

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Imagem Google


Roney Cytrynowicz, no PublishNews

Viagens, de férias ou a trabalho, são sempre situações interessantes para a leitura, incluindo as descobertas realizadas na própria viagem. Os longos trajetos, a suspensão do tempo e do espaço e, no caso de férias, o prazer de ler em meio a dias sem obrigações, permitem uma imersão ainda mais profunda na leitura.

Por que, então, companhias de ônibus e de aviões não mantêm pequenas bibliotecas, como fazem com jornais e revistas? Por que editoras não fazem parcerias com estas empresas para divulgar seus lançamentos? Se isso vale para livros impressos, imagine para livros digitais, que ainda não são oferecidos nos aviões, apesar da montanha de filmes, jogos e música à disposição dos viajantes. E mesmo assim muitas pessoas passam horas e horas dentro de aviões e outros meios de transporte muitas vezes sem fazer nada além de dormir.

Às crianças e aos adultos com crianças se poderia oferecer livros infantis. É surpreendente que companhias aéreas e editoras não pensem nisso. Crianças de qualquer idade ficariam horas entretidas e o mesmo vale para leitores juvenis. Aos adultos em geral se poderia oferecer livros de todos os tipos, a começar por contos e crônicas, e colocar à disposição também livros de gêneros menos requisitados, como, por exemplo, a poesia. O resultado certamente seria surpreendente.

Guias de viagem, romances de viagens, livros para conhecer a cultura do destino do trajeto e sobre restaurantes e gastronomia local, e assim por diante, também poderiam ser oferecidos. É inexplicável que não se proponha leitura nestas situações em que os livros, impressos ou virtuais, são excelentes companheiros e certamente se tornariam companhia de pessoas que nunca imaginaram esta possibilidade.

Em geral, eu levo várias opções, entre um romance (para uma viagem longa e horas seguidas de leitura sem interrupção), contos ou crônica, um livro de poesia e um ensaio ou livro de história. Passo dias escolhendo e separando o que levar, escolhas que vão sendo trocadas diariamente nos dias que antecedem a viagem – que pode ser apenas uma curta viagem a trabalho de um dia – e, para falar a verdade, raramente estas escolhas dão certo e na maior parte das vezes dá vontade de ler exatamente um dos livros que ficou para trás na última hora. Mas estes dias de preparativos são muito estimulantes.

Um capítulo à parte neste assunto são as livrarias de aeroportos e rodoviárias. E, neste sentido, é inexplicável que a principal livraria do Aeroporto de Guarulhos tenha sido reduzida ao tamanho de uma grande banca de jornal com poucas opções de livros que não os best-sellers da semana. No Aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro, a livraria principal ficou fechada por anos e a pequena livraria que subsiste no andar do embarque é simpática, sem dúvida, mas vende exclusivamente aquele pequeno mix formado por alguns best-sellers + autoajuda + negócios, quase sem opções de boa literatura.

E estas livrarias têm uma insignificante seção de guias e livros de viagem e menos ainda a preocupação de oferecer livros relacionados à cidade onde estão e onde milhares de turistas chegam todos os dias. É claro que um comentário tão genérico, e baseado em São Paulo e Rio de Janeiro, é sempre injusto. Lembro, por exemplo, da livraria no aeroporto de Salvador que tem uma pequena mas simpática seção de livros locais. Oferecer guias locais de turismo, de culinária, literatura e outros livros da região é um trabalho que deveria ser prioridade para livrarias em pontos de trânsito de turistas.

Quando é tão urgente pensar em formas de incentivar a leitura e a circulação dos livros (a começar pelos impressos) e procurar canais alternativos de distribuição e de venda, parece um contrasenso não propor estratégias acopladas a viagens e ao transporte, situações em que as pessoas têm tempo, recursos e disponibilidade (mesmo que ainda não testada) para ler livros.

Enquanto isso, estou aqui já escolhendo os livros que levarei para as férias de fim de ano e, assim, passarei o próximo mês imaginando o que vou querer ler nas horas de espera e transporte e em alguns dias de férias. Dessa vez, como em todas as outras, errarei na maioria das escolhas e, com certeza, acharei livros imprevistos e interessantes (e relacionados ao lugar onde estarei) pelo caminho…

Com 44% de ateus, Holanda usa igrejas como livrarias e cafés

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Livraria Selexyz, em Maastricht

Paulo Lopes, no blog Paulopes

As igrejas e templos da Holanda estão cada vez mais vazios e as ordens religiosas não têm recursos para mantê-los. Por isso esses edifícios estão sendo utilizados por livrarias, cafés, salão de cabeleireiro, pistas de dança, restaurantes, casas de show e por aí vai.

De acordo com pesquisa de 2007, a mais recente, os ateus compõem 44% da população holandesa; os católicos, 28%; os protestantes, 19%; os muçulmanos, 5%, e os fiéis das demais religiões, 4%.

A maioria da população ainda acredita em alguma crença, mas, como ocorre em outros países, nem todos são assíduos frequentadores de celebrações e cultos religiosos.

Café Olivier, em Utrecht

Algumas adaptações de igrejas têm sido elogiadas, como a de Maastricht, onde hoje funciona a livraria Selexyz (primeira foto acima). A arquitetura realmente impressiona.

O Café Olivier (a segunda foto), em Utrecht, também ficou bonito e agradável. Ao fundo, em um mezanino, se destaca o órgão da antiga igreja – um belo enfeite.

Uma igreja do século 19 de Amsterdã virou o “templo do pop”, o Paradiso, onde se apresentam badaladas bandas de rock e cantores nacionais e internacionais, entre os quais alguns brasileiros, como o Seu Jorge.

Até agora, ao que consta, não apareceu em nenhum desses locais alguém para expulsar os vendilhões do templo.

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