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Rovio vai lançar plataforma educativa baseada em “Angry Birds” na China

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Publicado por Folha de S.Paulo

A Rovio, desenvolvedora da franquia “Angry Birds”, está levando o universo de sua popular série de games para as salas de aulas da China.

Em parceria com a Universidade de Helsinque, na Finlândia, o estúdio criou o “Angry Birds Playground”, um conjunto de materiais educacionais baseado no currículo escolar finlandês e estrelado por personagens dos jogos.

Voltado para alunos do jardim de infância, o projeto foi revelado na semana passada, na China, e será lançado numa escola em Xangai. O material –formado por livros, pôsteres, um instrumento de cinco cordas, jogos físicos e conteúdo digital– cobre temas como linguagem, matemática, artes, música e educação física.

Desenvolvedora finlandesa Rovio vai levar sua série de games "Angry Birds" para as salas de aula / Divulgação

Desenvolvedora finlandesa Rovio vai levar sua série de games “Angry Birds” para as salas de aula / Divulgação

“Não estamos falando de games apenas: é uma abordagem de aprendizado completa, da qual os jogos fazem parte”, disse ao jornal britânico “The Guardian” Sanna Lukander, vice-presidente do setor de ensino e publicação de livros da Rovio.

“Não é aprender sentado e brincando com um aparelho eletrônico. Há um fundamento real nisso, e um equilíbrio saudável entre descanso, brincadeira e trabalho”, complementou.

Como aponta o veículo, o “Angry Birds Playground” é muito mais do que dar um viés educativo para a série: o projeto é sobre exportar “a filosofia e o expertise educacional” da Finlândia para o resto de mundo através de uma marca popular.

A Rovio já trabalhou com organizações como NASA, National Geographic e CERN (Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, na sigla em francês), a fim de produzir material educativo. Mas “Angry Birds Playground” seria algo muito mais “ambicioso”.

Barnes & Noble tem novo prejuízo e vai terceirizar produção do Nook

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Nick Ellis, no Meio Bit

Não tá fácil pra ninguém, e a Barnes & Noble é um ótimo exemplo disto. A cadeia de livros tradicional dos Estados Unidos não teve cacife para enfrentar a gigante Amazon, e divulgou os resultados do trimestre com um prejuízo de quase 119 milhões de dólares. Para completar a onda de más notícias, a B&N anunciou que vai parar produzir seus tablets Nook, que agora serão terceirizados.

A empresa garante que todo o design será feito em casa, e diz que suas tecnologias Simple Touch e Glowlight irão continuar sendo aprimoradas, mas a notícia é desanimadora para quem acompanha o Nook desde o primeiro lançamento. Pelo menos a Barnes & Noble se comprometeu a manter o suporte a quem comprou o Nook HD e o Nook HD+.

As vendas de livros digitais também diminuíram na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, mas a empresa garante que o motivo para tanto é que os bestsellers de 2012 eram muito populares (leia-se 50 Tons de Cinza e Jogos Vorazes). Pena que isto não possa explicar o resto dos prejuízos recentes da B&N.

‘Estudar virou hábito’, diz aprovado em 13 concursos públicos, no AM

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Vida de concurseiro iniciou pelo interesse em estabilidade financeira.
Oficial de Justiça, João Victor continua estudando para outros concursos.

João Victor Tayah passou em mais de dez concursos públicos (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)

João Victor Tayah passou em mais de dez concursos públicos (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)

Girlene Medeiros, no G1

Muitos querem passar em concurso público atraídos pela estabilidade e remuneração acima do que é praticado na iniciativa privada. Se engana, porém, que todo concursado opta sempre por fazer da aprovação fonte de remuneração para o resto da vida. Há uma tendência em se acostumar – e até gostar – de manter o ritmo de estudo acelerado, pautados em editais. Foi o que aconteceu com o Oficial de Justiça João Victor Tayah, de 26 anos que é concursado e continua a buscar outras aprovações. “Estudar para concurso virou um hábito que sinto falta quando não mantenho”, disse.

No currículo, João Victor carrega a aprovação de mais de 13 concursos públicos. De assistente administrativo da Prefeitura de Manaus à Oficial de Justiça com aprovação nos processos do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Tribunal Regional Federal (TRF) e Tribunal de Justiça de Roraima (TJ-RR), o início da vida de concurseiro foi motivada pela estabilidade financeira.

“Decidi estudar para concursos porque a estabilidade sempre me chamou a atenção. Depois que vi que poderia passar em outros, me acostumei a tentar oportunidades melhores”, ressaltou Tayah. O sucesso, no entanto, é resultado de cinco horas diárias de estudos. As aprovações também são fruto de fins de semana sem pensar em ir a festas ou encontros com amigos. O saldo de poder escolher o cargo que quiser é a marca do reconhecimento por tanto afinco.

“Tem aquela questão de não poder sair, mas quando consigo a aprovação é a minha vitória. Vale a pena passar horas focado nos livros”, comemorou. Bacharel em Direito, João Victor acredita que a formação jurídica auxilia o candidato na hora de prestar um concurso público devido às disciplinas indicadas nos editais. “Levamos uma certa vantagem porque temos a oportunidade de ver com calma os vários leques do Direito. Mas, na prática, há oportunidades para todos. É só estudar”, afirmou João Victor de maneira positiva.

A vida de concurseiro está aliada a viagens por todas as regiões brasileiras. Para prestar concursos, João já viajou à Santa Catarina, Roraima, Pará, Ceará e Rio de Janeiro. Rondônia, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.

A estabilidade do concursado chamou a atenção de João Victor (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)

A estabilidade do concursado chamou a atenção de João Victor (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)

Concurseiro iniciante

Para quem está atraído pela ideia de passar horas a fio rodeado de livros, a dica do concurseiro veterano é se matricular em um curso preparatório. De acordo com João Victor é importante frequentar um cursinho que eduque o candidato novato a se manter no ritmo e adquirir disciplina.

“Depois de um certo tempo, a gente já sabe o que cada concurso, dependendo da carreira, vai solicitar no edital. Daí nem precisa estar o tempo todo em sala de aula e é mais você e os livros. Para quem está começando, recomendo manter um ritmo de estudos dentro e fora do cursinho. É questão de disciplina”, enfatizou Tayah.

Estudar até passar

Conforme João Victor, a meta de todo concurseiro deveria ser “estudar até passar”. A concorrência acirrada, principalmente nos cargos que exigem o curso superior em Direito, não devem amendrontar o concurseiro. É o que pensa João Victor.

“É difícil, mas não é impossível. Tem gente que começa a estudar e quando vê que não passa de primeira já desiste logo. É importante continuar estudando incansavelmente que um dia a pessoa consegue. É assim com todo mundo”, recomendou.

Erros de português das celebridades (2)

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Publicado por UOL

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O jogador Neymar esqueceu de colocar o verbo “comparecer” no plural, como seria exigido. Você sabe como é feita a concordância com o “que”?

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O ator Bruno de Luca cometeu um erro que se torna cada vez mais comum: esquecer a vírgula que separa o vocativo do resto da oração

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O ator Marcelo Serrado deu uma “bronca” no Twitter e se esqueceu do acento em “tem”, que continua existindo mesmo após a reforma ortográfica

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A apresentadora Luciana Gimenez ficou (ainda mais famosa) pelas gafes que comete no português. Desconsiderando a falta completa de acentos -que pode ser considerado “normal”, já que é bastante comum usar o celular para tuitar-, ainda sobra um “infelismente”. Entenda como a palavra é formada (e saiba o motivo de ela ser escrita com “z”)

Autor de livro que inspirou “As Aventuras de Pi” foi acusado de plagiar Moacyr Scliar

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Publicado no Bahia Notícias

Autor de livro que inspirou 'As Aventuras de Pi' foi acusado de plagiar Moacyr Scliar
O escritor do romance “A Vida de Pi” (2001), Yann Martel, era um ilustre desconhecido antes da publicação que inspirou o filme “As Aventuras de Pi”, de Ang Lee, que estreia este final de semana no Brasil. Além da fama, o livro rendeu a Yann Martel a acusação de plágio. Jornais de vários países acusaram Martel de ter roubado ideias do romance “Max e os Felinos”, escrito pelo brasileiro Moacyr Scliar, morto ano passado. Publicado em 1981, o livro de Scliar conta a história de Max, garoto alemão que, após um naufrágio, se vê confinado a um pequeno barco com um jaguar.
Na introdução de seu livro, Martel reconhece que se inspirou na ideia de Scliar. Em entrevistas posteriores, porém, o autor afirmou que só leu “Max e os Felinos” depois de ganhar o Booker Prize, em 2002. “Existe uma similaridade quanto à premissa, claro, mas o resto é muito diferente”, disse em entrevista à Folha em 2004. Scliar também considerou que não houve plágio. “Há no prefácio do livro um agradecimento a mim, e, como não sou litigante, resolvi dar o episódio por encerrado”, afirmou o escritor gaúcho.
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