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Em Brasília, cobrador monta biblioteca dentro do ônibus

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A cobradora Dorinha Silva, 29 anos, parabeniza o ex-colega Antônio pelo projeto (Foto: Sergio Dutti/UOL)

A cobradora Dorinha Silva, 29 anos, parabeniza o ex-colega Antônio pelo projeto (Foto: Sergio Dutti/UOL)

Jéssica Nascimento, no UOL

No começo, o cobrador Antônio da Conceição, 43, oferecia livros aos passageiros que tomavam a linha circular de Sobradinho II- DF dentro de uma caixa de papelão. Isso foi em 2007.

Aquela caixa que começou com a doação de um passageiro soma atualmente 12.000 títulos, que circulam em cinco coletivos e têm espaço nos guichês da empresa Piracicabana na rodoviária no Plano Piloto, em Brasília.

É chegar e pegar: não há controle ou cadastro. O maranhense conta que os usuários costumam devolver os livros e fazer novas doações.

Atualmente, o programa “Cultura no Ônibus” tem painéis para expor os títulos, está institucionalizado na empresa do Distrito Federal, e Conceição se tornou gerente cultural da iniciativa. Até o final de 2016, a intenção é que toda carro da frota conte com um acervo circulante.

O importante, para Conceição, é que as pessoas cultivem a leitura: “Quem lê, escreve e se expressa melhor”.

Contos, crônicas, romances e autoajuda são os preferidos das pessoas, segundo a equipe do projeto. “Nas estantes, temos gibis e revistas que chamam a atenção das crianças”, conta Conceição. “Diversos pais vieram me agradecer por incentivar o hábito da leitura nos filhos.”

Ele mesmo adquiriu o hábito pela leitura de pequeno. Gostava de ler os jornais e folhetos que o pai levava para casa como embrulho. Fã do escritor Jorge Amado, ele pretende cursar letras (licenciatura).

Apoio

A auxiliar de serviços gerais Alvânia de Araújo, 49, utiliza a linha 501.3 Sobradinho II – Rodoviária do Plano diariamente. Nesta semana, ela pegou emprestado o livro “A Vida sempre Vence”, de Marcelo Cezar. “Muita gente infelizmente ainda tem preguiça de ler e isso pode ser mudado ao poucos com o projeto”.

Já a estudante Camila Mateus, 18 anos, nunca utilizou o projeto. O motivo? Nunca tinha percebido o suporte de exposição montado no transporte. “Pelo ônibus estar sempre cheio acabei não percebendo. Agora, vou aproveitar esses 40 minutos de trajeto para ler alguma coisa e passar o tempo. Também vou doar alguns livros que tenho em casa”, diz.

A cobradora do coletivo Dorinha Silva, 29, parabeniza Antônio pelo projeto. “Sou fascinada pela leitura e percebo a cada dia que a Cultura no Ônibus vem enriquecendo o conhecimento de crianças, adultos e idosos. Esse projeto me cativou”.

Doações

Com a expansão da biblioteca móvel, os coletivos precisam de doações. Quem tiver livros sem uso em casa, pode entregar as obras em guichês ou garagens da empresa, na rodoviária do Plano Piloto ou pelo telefone: (61) 91955023. “Dependendo do lugar, eu mesmo posso ir buscar”, enfatiza o futuro professor.

Mangá erótico infantil sobrevive no Japão e gera polêmica

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As revistas em quadrinhos do Japão, conhecidas como mangás e animes, formam uma enorme parte da indústria cultural do país e são famosas no mundo todo.

Personagens de mangás eróticas apresentam traços característicos como olhos grandes

Personagens de mangás eróticas apresentam traços característicos como olhos grandes

James Fletcher, na BBC

Mas, algumas delas apresentam materiais como crianças e adolescentes em cenários explicitamente sexuais. E a questão que surge é: por que o Japão decidiu não proibir esse tipo de material?

Em uma tarde de domingo em Tóquio, a Sunshine Creation está lotada. Milhares de fãs de mangás, a maioria homens, estão no centro de exibições, analisando as revistas à venda nas várias salas do local.

Cartazes mostram as heroínas: tipicamente desenhadas com olhos grandes, muitas delas com roupas curtas e justas, além de corpos com proporções impossíveis.

“Esta área lida, principalmente, com criações sexuais”, explicou Hide, um dos organizadores do evento.
Paramos em uma mesa, onde as as capas têm duas garotas exibindo os seios. Para meus olhos elas parecem estar no começo da adolescência, ou até um pouco antes. As histórias mostram as garotas em atos sexuais.

Vários outros estandes vendem material parecido. Certamente isso seria considerado polêmico e possivelmente ilegal em países como Grã-Bretanha, Austrália ou Canadá, mas no Japão não parece ser um problema.

“Todos sabem que abuso de crianças não é algo bom. Mas ter aquele tipo de emoção é algo liberado, imaginar algum tipo de situação sexual com uma criança não é proibido”, disse Hide.

A franqueza de Hide é surpreendente. Ele então me apresenta a palavra “Lolicon”, gíria para “complexo de Lolita”, o nome dado a mangás que mostram garotas em cenários sexualmente explícitos.

E isto pode envolver situações como incesto, estupro e outros tabus. Mas Hide afirma que o gosto dele está mais voltado para romances colegiais.

“Gosto de criações sexuais com garotas jovens, Lolicon é apenas um entre meus hobbies”, disse.

Pergunto o que a mulher dele acha deste “hobby”.

“Ela provavelmente não vê problema. Pois ela também adora meninos interagindo sexualmente”, responde Hide.

Este tipo de material é apenas uma minúscula parte da enorme indústria de mangás do Japão, que gera cerca de US$ 3,6 bilhões (mais de R$ 9,7 bilhões) em vendas por ano. Mas atrai muita atenção e polêmica.

Em junho de 2014, o Parlamento do Japão aprovou a proibição da posse de imagens reais de abuso sexual infantil. A produção e distribuição dessas imagens eram ilegais desde 1999, mas o Japão foi o último país membro da OCDE a banir a posse delas imagens.

Naquele momento também ocorreram pedidos para proibir as imagens sexuais “virtuais”, em mangás, animes e games, de personagens que parecem ter menos de 18 anos. Mas, depois de muito debate, o Parlamento do Japão decidiu não proibir essas imagens.

Fãs de mangás afirmam que, enquanto tudo permanecer no mundo da fantasia, não há problema (Foto: BBC)

Fãs de mangás afirmam que, enquanto tudo permanecer no mundo da fantasia, não há problema (Foto: BBC)

A decisão gerou críticas duras de ativistas do setor de proteção de crianças e ONGs, principalmente fora do Japão.

Comportamento

Uma pista para entender esse comportamento está no fato de que Hide estava discutindo alegremente seu “hobby” apenas minutos depois de me conhecer. Apesar dos mangás envolvendo crianças muito jovens atraírem algum tipo de preconceito social, material sexual envolvendo adolescentes parece ser um interesse comum.

Legisladores japoneses estavam aparentemente relutantes em colocar um grande número de fãs de mangás, possivelmente milhões, do lado errado da lei.

Os fãs como Hide afirmam que estão apenas se divertindo com uma fantasia inofensiva. Nenhum modelo ou ator se envolveu na produção, afirma Hide, portanto, para ele, “não há abuso infantil na criação de mangás com assuntos sexuais”.

Limites

Imagens de personagens vendidas em Tóquio

Imagens de personagens vendidas em Tóquio

Mas o limite entre fantasia e realidade é sempre claro?

O bairro de Akihabara, em Tóquio, é o lar espiritual do mundo dos mangás, um lugar onde os luminosos de neon e música pop tocada em alto volume sobrecarregam olhos e ouvidos. Livrarias de vários andares tomam as ruas, vendendo mangás com todos os assuntos possíveis.

Na sessão para adultos, restrita para pessoas com mais de 18 anos, não é difícil encontrar revistas com títulos como “Estupro Junior” ou “Suíte Japonesa Pré-adolescente”.

“As pessoas ficam excitadas sexualmente por algo, então acabam se acostumando. Então elas estão sempre procurando algo novo, e ficam excitadas com mulheres jovens e imaturas”, afirma Tomo, que trabalha no caixa de uma das lojas que vendem mangás para adultos.

E isto é o que preocupa os críticos: há o temor de que, mesmo que ninguém tenha sofrido abuso na criação de mangás explícitos, eles possam normalizar, facilitar ou levar ao aumento do risco de abuso sexual.

Ninguém sabe se isso pode acontecer mesmo, as pesquisas foram inconclusivas. Mas muitos no Japão, principalmente as mulheres, também têm essas preocupações. Elas vêem as imagens como um sintoma de uma sociedade que ignora a pornografia extrema, que frequentemente humilha as mulheres, e a sexualização de jovens.

Grupos pop

Não é preciso procurar muito no Japão para encontrar essa fascinação com a juventude. Grupos de música pop com garotas muito jovens se apresentam para multidões de homens adultos.

E, em cartazes e propagandas voltados para os mangás, as imagens de jovens estudantes de uniforme escolar estão em todos os lugares.

LiLy, uma escritora popular de livros para mulheres jovens, “‘Sex and the City’ ao estilo de Tóquio”, segundo ela, contou um pouco sobre seu tempo de estudante, quando homens se aproximavam dela e das amigas e ofereciam dinheiro para comprar suas meias ou calcinhas.

Para a autora LiLy, este tipo de mangá deveria ser proibido (Foto: Divulgação)

Para a autora LiLy, este tipo de mangá deveria ser proibido (Foto: Divulgação)

“Acho nojento, é muito pervertido”, afirmou. O fascínio com a sexualidade adolescente tem a ver com “o poder que homens querem ter, homens que estão cansados de mulheres fortes e independentes”, diz.

O modelo de família dos pais de LiLy ainda é forte no Japão: o pai que ganha o dinheiro e a mãe que fica em casa, uma dona-de-casa. Mas a fraqueza na economia do país torna esta situação difícil para os homens.

“Há pessoas no setor de negócios que não são bem-sucedidas, talvez eles estejam apelando para a fantasia com os mangás Lolicon. Eu odeio, odeio muito. Quero que o Japão expulse essa perversão, deixe as crianças fora dessa perversão, mesmo que seja apenas fantasia”, afirmou a escritora.

Mas outros são mais céticos em relação à intervenção do governo no assunto, principalmente para determinar o que é “bom” ou “apropriado” no setor das fantasias das pessoas.

“Existem todas as razões para criticar, tudo bem. Mas quando você dá às pessoas a autoridade de policiar as outras, baseado no que eles podem fazer ou pensar, isto é policiamento do pensamento”, afirmou o tradutor de mangás e defensor da liberdade de expressão Dan Kanemitsu.

Quando questionado se era a favor dos direitos dos autores de criarem mangás com crianças e tabus como estupro e incesto, ele permanece firme.

“Não me sinto à vontade com isso, mas não tenho direito de dizer às pessoas como elas devem pensar, o que elas querem dividir. Enquanto elas não desrespeitarem os direitos humanos de outras pessoas, o que há de errado em ter uma vida de fantasia?”

DVDs

Em meio às lojas de Akihabara, a ativista Kazuna Kanajiri, que trabalha com proteção de crianças, me leva para ver algo que, segundo ela, é um problema muito maior do que os desenhos e revistas. Subimos as escadas de uma loja e acabamos em uma sala cheia de DVDs.

Dan Kanemitsu afirma que não se pode dar autoridade para policiar os pensamentos e fantasias alheios

Dan Kanemitsu afirma que não se pode dar autoridade para policiar os pensamentos e fantasias alheios

Kazuna tira um da prateleira e ele mostra imagens reais de uma garota que, segundo ela, tem cinco anos. Ela usa um traje de banho minúsculo e posa em posições sexualmente sugestivas, que imitam a pornografia adulta. Todos os outros DVDs na loja também mostram crianças reais.

Este DVDs são chamados “Junior Idol” e se popularizaram depois que a produção de pornografia infantil foi proibida em 1999. Eles driblam a lei cobrindo os genitais das crianças, mas Kanajiri afirma que a lei ficou mais severa em junho.

“Pessoas que exploram crianças devem ser punidas. É completamente ilegal (…), mas a polícia não enfrentou (o problema).”

O conteúdo de mangás e animes, mostrando menores em situações sexuais, pode ser chocante e chamar a atenção. Kanajiri e outros ativistas afirmam que, por enquanto, eles se concentram em lutas mais importantes para proteger crianças reais.

No entanto, a ativista afirma que ainda não desistiu da questão dos mangás.

“Quero que desapareça. Até 2020, quando as Olimpíadas ocorrerem no Japão, temos que transformar o Japão em um país que as pessoas não chamem de cultura pervertida”, afirmou.

Esta é uma descrição que os fãs de mangá rejeitam. Mas, com a aproximação das Olimpíadas, os olhos do mundo se voltarão para o Japão, pressionando toda a cultura de mangá e anime a fazer parte do que as pessoas vêem como o “Japão legal” e não o “Japão esquisito”.

Escola troca cadeiras por bicicletas ergométricas para prevenir obesidade

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Publicado por Hypeness

Crianças e adolescentes passam, em média, cinco horas por dia sentados na cadeira da escola assistindo a aulas e fazendo exercícios no caderno. Você já parou para pensar o quanto isso os ensina a serem sedentários? No estado da Carolina do Norte, nos EUA, uma escola resolveu inovar ao trocar as cadeiras da sala de leitura por bicicletas ergométricas.

Todos os dias, os alunos têm um tempo destinado à leitura de livros e revistas. Sabendo que o exercício físico estimula também o cérebro, a escola Ward Elementary, na cidade Winston-Salem, apostou nas bicicletas para prevenir a obesidade, que já atinge cerca de 17% das crianças e jovens norte-americanos, e para melhorar o foco das crianças. O projeto foi batizado de Read and Ride.

O resultado? Tiro e queda! No final do ano, a proficiência de leitura das crianças que utilizaram a bicicleta em vez da cadeira era 50% maior e as crianças se sentiam mais estimuladas à prática de outras atividades físicas.

O projeto, que começou há 5 anos, já foi levado para mais de 30 outras escolas, que adotaram a bicicleta não só nas salas de leitura, mas nas salas de aula. Nesses casos, uma ou duas bicicletas ficam no fundo da sala, disponíveis para quem quiser pedalar enquanto assiste às aulas – perfeito também para os hiperativos, hein?

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Todas as fotos © Read and Ride

“Geladeirotecas” incentivam a leitura e dão novos usos a geladeiras velhas

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Publicado por Universo Jatoba

Você abre a sua geladeira e encontra Machado de Assis, Graciliano Ramos, o mestre da investigação Sherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doyle. Não está entendendo nada, não é mesmo? Calma, o Universo Jatobá explica: geladeiras velhas e quebradas foram repaginadas e pintadas para virar estantes de livros, revistas e gibis.

A ideia foi de um aluno do curso de Ciência da Informação e da Documentação e Biblioteconomia da Universidade de São Paulo. Haroldo Luís Beraldo, de 30 anos, customizou os aparelhos domésticos e deu uma nova função a eles. O lema é “Consuma aqui e alimente seu espírito”.

Tudo começou em outubro do ano passado, durante a Feira do Livro de Sertãozinho e, desde então, a geladeiroteca faz parte das atividades desenvolvidas pela biblioteca General Álvaro Tavares Carmo, mantida pela Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo (Canaoeste) desde 1972 em Sertãozinho, no interior do estado paulista.

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Duas geladeirotecas já estão instaladas na cidade. Uma no Clube Esportivo Mogiana e a outra, na sala de espera do Cejusc, o Centro de Soluções de Conflitos e Cidadanias, da Justiça do Estado. Segundo a gerência, em média, cem pessoas visitam cada local diariamente.

As geladeirotecas nada mais são do que geladeiras personalizadas, mas ao contrário de estarem cheias de livros, possuem muitos livros. Todas as obras são fruto de doações para a Biblioteca da Canaoeste. Segundo Beraldo, o objetivo principal “é tirar os livros que estão parados nas estantes e fomentar a circulação. Reutilizar obras sem que haja necessidade de cadastro ou prazo de devolução”. Assim, quem pegar um livro na biblioteca pode devolver ou doar para algum amigo.

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Quem preferir pode deixar um livro para que outras pessoas possam lê-lo. Desde o início do projeto, já foram doados mais de cinco mil obras.

Agora, a pretensão é espalhar o modelo por outras cidades do estado de São Paulo e, por que não, por outros municípios do país. O próximo passo, segundo Beraldo, é levar a geladeiroteca para Ribeirão Preto, também no interior de SP.

Está aí um bom uso para as geladeiras velhas e sem uso, que iriam para o lixo. O projeto está em expansão e, com isso, mais eletrodomésticos serão necessários. Quem quiser doar uma geladeira antiga, pode entrar em contato com a biblioteca pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone: (16) 3524-2453.

Fotos: Reprodução/Facebook

dica do Jarbas Aragão

Compra de livros representa 82% das operações com Vale-Cultura

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Publicado por EFE [via UOLcartao-vale-cultura-1408738517643_300x300]

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, divulgou nesta sexta-feira (22), durante a abertura da 23ª Bienal do Livro de São Paulo, os dados atualizados sobre o uso do vale-cultura, criado para fomentar o acesso à cultura entre trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos.

De acordo com Marta, o vale-compras no valor de R$ 50 tem sido usado majoritariamente na compra de livros, jornais e revistas, que concentram 82% das operações realizadas com o cartão.

“Eu lembro que, quando fazia campanha com (o ex-presidente) Lula, ele dizia que o sonho dele era dar comida três vezes ao dia para todos os brasileiros. Acho que isso está praticamente encaminhado, agora o brasileiro quer alimento para a alma”, comentou a ministra.

De acordo com dados do Ministério da Cultura, em seis meses já foram emitidos mais de 223 mil cartões com potencial de movimentação no setor de R$ 25 bilhões por ano.

Marta insistiu ainda na defesa de uma nova imagem cultural do Brasil, baseada na produção cultural em áreas ainda pouco divulgadas, como a literatura, a partir de uma série de políticas de incentivo à leitura.

Entre os projetos, está a implementação de um Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), cujo decreto foi assinado durante a cerimônia de abertura da Bienal e que prevê investimentos para a ampliação e reforma de bibliotecas e ações de incentivo à leitura.

Tido pela ministra como “o mais importante” projeto para o incentivo à leitura, o decreto está sendo transformado em projeto de lei e deve ir ao Congresso em setembro.

“O Brasil vai ter um política de Estado para o desenvolvimento da leitura. Quando você carimba como política de Estado, as coisas ganham outro nível”, ressaltou a ministra.

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