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Confira os 10 livros de terror mais assustadores

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Esses livros dão tanto medo que você vai sentir até frio na espinha

Publicado no Terra

Se você gosta de histórias que envolvem mistério, suspense, terror e fenômenos paranormais, a literatura é um terreno fértil onde você encontrará todo esse conjunto de temas. Muitos livros do gênero terror alcançaram o status de verdadeiros clássicos, tanto por sua história, quanto pela forma como as mesmas são narradas, capazes de gerar verdadeiros frios na espinha e sentimentos de pavor em seus leitores. Muitos desses livros, justamente, viraram filmes e confirmaram seu potencial de mexer com a imaginação e com os medos mais profundos do ser humano. Quer saber que livros são esses? Confira nossa lista!

O Iluminado (Stephen King)

Este livro é um clássico do gênero terror e, devido a sua riqueza de acontecimentos, transformou-se no famoso filme estrelado por Jack Nicholson. O livro e o filme contam a história de um menino chamado Danny Torrance, que possui poderes extraordinários como ouvir pensamentos, ver o passado e o futuro e transportar-se no tempo. Ele e sua família se mudam para o velho hotel Overlock, onde seu pai Jack Torrance conseguiu um emprego de zelador. É aí que tudo acontece: a luta entre a família e as forças sombrias e assassinas que residem nos corredores do hotel.

O Exorcista (William Peter Blatty)

Este livro, que também se tornou um clássico do cinema de terror, conta a história de uma garota de 12 anos vítima de uma possessão demoníaca, trazendo para ela poderes de levitação e força descomunal. Além disso, a menina passa a falar palavrões e a blasfemar contra Deus com uma voz masculina, além de ter o rosto brutalmente desfigurado pela possessão. Eis que um padre exorcista é chamado para realizar o exorcismo do demônio, momento a partir do qual muitas coisas acontecem.

O bebê de Rosemary (Ira Levin)

Este livro também gerou um filme homônimo e um dos grandes clássicos do cinema de terror dos anos 60, dirigido por Roman Polanski. Ele conta a história de um jovem casal que se muda para um edifício com vizinhos estranhos. Ao engravidar, Rosemary percebe que seu marido se envolveu com essas pessoas que desejam que ela dê à luz ao demônio.

Histórias extraordinárias (Edgar Allan Poe)

Este autor o século XIX escreveu vários contos de suspense, terror e mistério, compilados no livro “Histórias extraordinárias”. Nele você não pode deixar de ler os contos “O poço e o pêndulo”, “O gato preto”, “A carta roubada” e “O escaravelho de ouro”, que inspiraram autores contemporâneos do gênero terror.

Nosferatu (Joe Hill)

Este livro conta uma história cheia de reviravoltas, viagens no tempo e muito terror. Ele conta a história de Vic, uma mulher que passando por uma ponte consegue se transportar para qualquer lugar do mundo. Paralelamente, Charles Talent Manx também possui poderes especiais. Com seu Rolls-Royce ele leva crianças para visitar um macabro parque de diversões, chamado Terra do Natal. No trajeto as crianças ficam aterrorizadas e passam por momentos de verdadeiro pavor. No passado, Vic foi uma dessas crianças, e agora adulta, reencontrará seu algoz que tentará se vingar.

A Coisa (Stephen King)

O livro começa em 1958, quando 7 amigos vivem suas férias escolares na pacata cidade de Derry. Lá eles firmam os sentimentos de amizade, confiança, amor e muito medo! Nesse verão eles encontram “a coisa”, um ser sobrenatural e aterrorizante que marca a cidade de sangue. Cerca de 30 anos depois esses amigos voltam a se encontrar na cidade e novamente encontram “a coisa”, que somente eles são capazes de vencer.

Os mortos vivos (Peter Straub)

Essa história acontece na cidade de Milburn, onde 4 amigos formam a “Sociedade Chowder”. Duas vezes por mês eles se reúnem para contar histórias de espíritos, monstros e fantasmas e em um dos seus encontros eventos estranhos passam a acontecer, aterrorizando a todos.

Horror em Amityville (Jay Anson)

Um ano após um crime que chocou a cidade de Amityville, uma família se muda para a casa onde o assassinato ocorreu. Em pouco tempo fenômenos estranhos passam a acontecer na casa, aterrorizando os novos moradores que precisam se livrar dessa presença maligna.

Eu sou a lenda (Richard Matheson)

O livro conta a história de Robert Neville, o último homem sobrevivente na Terra. Entretanto, ele não está só, pois divide o planeta com outros habitantes, homens que se tornaram vampiros e estão sedentos por seu sangue. De dia, Neville é caçador de vampiros. De noite, ele é um homem atormentado preso em sua casa e que reza pela madrugada.

O Cemitério (Stephen King)

Este livro de Stephen King conta a história de um jovem médico que se muda para um pequeno município do Maine. Em seus passeios pelo bosque perto de casa ele descobre um cemitério onde eram enterrados os bichos de estimação das crianças da cidade. Próximo a esse cemitério ele descobre outro: um que atrai pessoas com sedutoras promessas e faz realizar coisas que antes pareciam impossíveis!

O fim do mundo em 10 livros

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Veja como o apocalipse foi retratado na literatura por autores como Stephen King, José Saramago e Cormac McCarthy

Publicado no IG

Se a profecia se confirmar e o mundo realmente acabar nesta sexta-feira (21), quantos livros você terá deixado fechados na estante ou empilhados na mesa de cabeceira? Um número considerável, talvez, mas não desanime: se o apocalipse da vida real for minimamente semelhante aos narrados na literatura, há uma chance de você ser o único ou um dos poucos sobreviventes.

Nesse caso, você ainda terá tempo para ler, e personagens criados por autores como Richard Matheson e Cormac McCarthy poderão dar algumas dicas sobre como encontrar alimentos e combater canibais em um planeta destruído.

 

Reprodução

“O Último Homem”, de Mary Shelley

 

 

Pensando nisso, o iG separou uma lista de livros sobre o fim do mundo – que também valem a leitura mesmo se nada acontecer.

“Apocalipse”, livro final do Novo Testamento (45 e 90 d.C.): É intitulado e iniciado pela palavra “apocalipse” que, no grego, significa “revelação”, “descoberta”. O autor, identificado como o apóstolo João, descreve eventos futuros que foram revelados a Jesus Cristo, que passou tal conhecimento aos seus discípulos.

“O primeiro anjo tocou a trombeta. Granizo e fogo misturados de sangue foram jogados sobre a terra. A terça parte da terra virou brasa, a terça parte das árvores e toda erva verde. O segundo anjo tocou a trombeta. Foi lançada no mar como que uma grande montanha ardendo em chamas e a terça parte do mar se converteu em sangue. Morreu a terça parte das criaturas que vivem no mar e foi destruída a terça parte dos navios.”

“O Último Homem”, de Mary Shelley (1826):Da mesma autora de “Frankenstein”, o livro se passa no ano 2100. Lionel Verney, filho de uma família nobre lançada à pobreza, é o único sobrevivente de uma praga que, gradualmente, destruiu a humanidade.

“Enquanto isso, meu pai, esquecido, não conseguia esquecer. Ele lamentava a perda daqueilo que para ele era mais necessário do que ar ou comida – a excitação do prazer, a admiração dos nobres, a vida luxuosa e polida dos grandes. A consequência foi uma febre nervosa, durante a qual ele recebeu os cuidados da filha de um camponês pobre, que lhe ofereceu abrigo.”

“Eu Sou a Lenda”, de Richard Matheson (1954): Adaptado três vezes para o cinema, conta a história do único sobrevivente de uma epidemia de um vírus. Em Nova York, ele continua lutando por sua vida, ameaçada por humanos infectados que se transformaram em criaturas semelhantes a vampiros.

“Ele se deitou na cama e respirou a escuridão, torcendo para conseguir dormir. Mas o silêncio não ajudou muito. Ele ainda podia vê-los lá fora, os homens de rosto branco rondando sua casa, incessantemente procurando um jeito de entrar e chegar até ele. Alguns deles, provavelmente, agachados como cães, os olhos vidrados na casa, os dentes se mexendo devagar; indo e vindo, indo e vindo.”

“Na Praia”, de Nevil Shute (1957): Depois de a Terceira Guerra Mundial devastar a maior parte do planeta com ataques nucleares, alguns sobreviventes na Austrália são ameaçados por nuvens radioativas que se movimentam em sua direção. Quando um capitão de um submarino detecta um sinal vindo da região onde antes se encontrava uma cidade americana, tem início uma busca por possíveis sobreviventes.

“O tenente-comandante Peter Holmes, da Marinha australiana, acordou pouco depois do amanhecer. Ele ficou deitado, sonolento, por um tempo, embalado pelo quente conforto de Mary, que dormia a seu lado. Ele sabia, pelos raios de sol, que era por volta de 5h: muito em breve a luz iria acordar sua filha Jennifer, no berço, e eles teriam de levantar e começar os afazeres. Não havia motivo para começar antes disso; ele podia ficar deitado um pouco mais.”

 

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J.G. Ballard, autor de “O Mundo Submerso”

 

“Um Cântico para Leibowitz”, de Walter M. Miller Jr. (1960): Centenas de anos após uma guerra nuclear acabar com a maior parte da Terra, monges em um monastério no deserto americano tentam preservar livros que podem salvar o que sobrou da humanidade.

“Fervorosamente, Paulo rezara para que esse momento fosse como uma ponte sobre o abismo de doze séculos – e para que, através dele, o último cientista martirizado de uma era remota pudesse dar a mão ao porvir. Havia, na verdade, um abismo. Isso era claro. O abade sentiu de repente que não pertencia à era presente, que ficara encalhado num banco de areia ao longo do rio do Tempo, e que nunca houvera uma ponte.”

“O Mundo Submerso”, de J.G. Ballard (1962): A sacada do escritor britânico foi criar um protagonista que, ao contrário dos presentes na maioria dos livros sobre o apocalipse, não se sente perturbado, mas, sim, fascinado pelo caos que se instaurou sobre a Terra após uma catástrofe ambiental.

“Do balcão do hotel pouco após as oito horas, Kerans viu o sol despontar além das densas matas de gigantescas gimnospermas crescendo sobre os telhados das lojas de departamento abandonadas, a quatrocentos metros dali, do lado leste da lagoa.(…) O disco solar já não era há muito uma esfera bem definida, mas uma elipse, saltando no horizonte ocidental como uma colossal bola de fogo, seu reflexo tornava a superfície morta do lago em um escudo brilhante de cobre.”

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