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Posts tagged Rio Grande Do Sul

Minibiblioteca é criada a partir de livros encontrados no lixo no RS

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Iniciativa ocorre em centro de reciclagem de Santa Cruz do Sul.
Ao todo, 200 obras foram localizadas junto a materiais recicláveis.

Publicado no G1

Ana Cláudia virou frequentadora assídua do espaço. (Foto: Reprodução/RBS Tv)

Ana Cláudia virou frequentadora assídua do espaço.
(Foto: Reprodução/RBS Tv)

Funcionários de um ponto de entrega de coleta seletiva de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, resolveram criar uma miniblioteca a partir de livros encontrados no lixo (veja mais no vídeo).

Ao todo, foram recuperados cerca de 200 obras que estavam junto com outros materiais recicláveis, recolhidos durante a coleta seletiva pelos bairros da cidade.

Todo material que chega ao local passa por uma triagem para separar o que pode ser reutilizado. A recicladora Ondina da Rosa é uma das que participam desse processo. “Eu perdi a conta de quanto livro que eu pego durante o dia, bastante livro. Livro de historinha. A cada saco aberto é uma expectativa.”

A coordenadora-geral da central de reciclagem, Vera Flores da Rosa, acredita que vai ter que ampliar o espaço. “Eu estudei até a 4ª série, a gente vai apreendendo cada vez mais com esses livros. Por mim, isso aqui não precisava nem ter sofá, só livro.”

Alguns trabalhadores viraram frequentadores assíduos do espaço. É o caso da coordenadora de produção Ana Cláudia dos Santos, que entre uma tarefa e outra dá uma parada na minibiblioteca.

Ela, que parou os estudos na 8ª série, conta que tinha até vergonha de conversar com outras pessoas. “Agora já não tenho, sabe? E acho que a leitura me ajudou bastante.”

Agora, Ana Cláudia quer passar o gosto pelos estudos para os dois filhos. “Eu quero que meus dois filhos criem o hábito da leitura desde pequeno, não seja igual a eu, que depois de adulta, já depois que está trabalhando, me apegar pela leitura.”

Conheça a versão brasileira de Hogwarts, a Escola de Magia de Harry Potter

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Foto: Reprodução/Facebook

Foto: Reprodução/Facebook

Matheus de Lucca, no IGN

É inegável que o sonho de muitos fãs da série de livros e filmes de J.K Rowling, Harry Potter, é receber aquela famosa carta de Hogwarts e ter a experiência de ser um bruxo ao menos por um dia. Isso agora é possível por meio da Escola de Magia e Bruxaria do Brasil.

É isso mesmo que você leu, caro leitor. Organizada pela Oritur Lazer, grupo de viagens com sede em Porto Alegre, a Hogwarts brasileira é localizada no Castelo Kebach, em Montenegro, no Rio Grande do Sul. Durante um dia inteiro, os alunos matriculados terão aulas inspiradas no universo de Rowling, além de participarem de torneios de Quadribol, um quiz para provar que sabem tudo sobre feitiços e ainda o Labirinto de Pedra.

“Será uma super maratona, começando das 8h até a meia-noite”, diz Vanessa Godoy, idealizadora do projeto. “A própria J.K Rowling já afirmou que existe uma escola de Magia e Bruxaria no Brasil [dentro do universo Harry Potter], então aproveitamos o gancho. Desde então estamos construindo uma escola de Magia para atender os sonhos mais íntimos de fãs como nós e vocês”.

Os alunos serão levados de Porto Alegre, por ônibus, e depois divididos em suas devidas casas, após um teste com um Chapéu Seletor online. Em seguida, receberão seus documentos e certificados de bruxo. A partir daí, o dia começa, com direito a café da manhã, almoço e baile de formatura, com shows, sorteios e fogos de artifício.

Para entrar no clima de Hogwarts, a famosa cerveja amanteigada será servida, além dos feijões dos sabores mais diversos e inusitados — vai um petisco sabor cera de ouvido aí?

Para participar, é necessário a matrícula antecipada pelo valor de R$ 370, mas, infelizmente, todas as vagas já foram preenchidas para os primeiros dias — 10 e 11 de outubro. No entanto, “novas edições ainda estão por vir”, de acordo com Godoy, que promete “uma experiência bem adaptada sem deixar de ser fiel” aos livros e filmes de Harry Potter. Fique ligado para as próximas edições.

Professor de Direito causa polêmica ao dizer que leis e mulheres “foram feitas para serem violadas”

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Fábio de Melo Azambuja pediu licença aos alunos, em sala de aula, para fazer o que chamou de piada

tuiteapoio

Publicado no iBahia

Uma piada de gosto duvidoso contada em sala de aula por um professor de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) tem gerado polêmica nas redes sociais. O professor Fábio de Melo Azambuja, que leciona Direito Empresarial III na instituição de ensino superior, pediu licença aos alunos para contar uma piada: “As leis são como as mulheres, foram feitas para serem violadas”.

O estudante Luan Sanchotene, que estava em sala, postou a frase em sua página do Facebook para ver qual seria a reação dos seus seguidores. A repercussão foi imediata. “Me surpreendeu positivamente o fato de as pessoas se preocuparem com isso”, disse em entrevista ao jornal Zero Hora.

Até o fim da desta sexta-feira (24), a publicação já havia sido compartilhada 120 vezes e curtida por 203 pessoas, além de colecionar uma série de comentários favoráveis e desfavoráveis ao professor.

A advogada Isabel Danieli Nardão Siciliana, também se manifestou, via rede social, em defesa do docente. “Indignamo-nos ao ver este professor que, além de estar sendo ‘demonizado’ sem qualquer possibilidade de defesa, está tendo sua imagem denegrida perante todos”, escreveu Isabel.

Segundo informações do Zero Hora, o episódio motivou uma reunião dos estudantes com a diretoria da universidade. Integrante do Diretório Central do Estudante (DCE) da PUCRS, Paula Volkart considerou a ocorrência “grave”. Ela disse que deve ser aberta uma sindicância para apurar os fatos.

Escolas usam disciplina militar e atividades culturais para evitar evasão

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O Profissão Repórter visitou três estados para conhecer diferentes projetos.
Em Goiás a disciplina é militar, já em Porto Alegre o atendimento é individual.fardamento

Publicado no G1

Disciplina ou criatividade? Hip hop ou hino nacional? O Profissão Repórter visitou três estados brasileiros para conhecer escolas com diferentes projetos para melhorar o desempenho dos alunos e acabar com o mau comportamento na sala de aula.

Vinte mil alunos de Goiás seguem disciplina militar em escolas públicas de ensino fundamental e médio. A Polícia Militar comanda escolas do estado em 15 cidades. O método é polêmico e desagrada alguns pais e professores, pela interferência dos coronéis no conteúdo didático, principalmente nas aulas de história.

O fardamento é obrigatório e pago pela família dos estudantes. Jovens que não puderam pagar ou tiveram dificuldade em se adaptar às regras impostas pela Polícia Militar deixaram a escola. Pela tradição do colégio militar, os meninos devem ter a cabeça raspada e as meninas devem usar os cabelos presos e não são permitidas unhas coloridas ou maquiagem.

Em Porto Alegre (RS), uma turma de alunos que já repetiram de ano mais de uma vez são levados para uma aula diferente, nas ruas da cidade. A ideia é aproximar a escola da realidade dos estudantes.

Em um dos bairros mais violentos da cidade, um projeto chamado Trajetórias Criativas leva o mundo dos jovens para dentro da escola. Com atividades interessantes, o colégio recuperou alunos que haviam perdido o interesse em frequentar as aulas.

Em uma unidade para reincidentes da Fundação Casa, em Limeira (SP), a aula de álgebra está mais puxada do que de costume. Seis alunos da turma se preparam para a final das Olimpíadas de Matemática, que reuniu 18 milhões de estudantes do Brasil. A turma pequena, de no máximo 15 alunos, permite que o professor vá de mesa em mesa e a aula, rende. Essa é a única unidade da Fundação Casa onde as aulas de reforço são feitas na internet.

A dificuldade para os jovens saídos da Fundação Casa é conseguir a matrícula em outras escolas públicas. Muitas vezes, a entrada do estudante é negada, porque são considerados maus exemplo para outros alunos.

 

Brasileiro gasta seis minutos com leitura

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Publicado no CenárioMT

O brasileiro ocupa seis minutos do dia com leitura. O dado é apontado por uma pesquisa apresentada em uma confederencia de estudos pilotos do IBGE que ocorre no Rio de Janeiro, a autora da pesquisa é a economista Cintia Agostinho. Segundo o  levantamento, mais de 60% dos entrevistados tem dias de 29 horas. Isso acontece porque as atividades simultâneas praticadas aumentam o dia quatro horas e 52 minutos.

Se o brasileiro gasta seis minutos com leitura, o norteamericano chega a passar 37 minutos dedicados ao hábito. O dia do brasileiro começa às 6h15 e normalmente neste horário ele está ouvindo o noticiário.

A pesquisa feita em cinco unidades da federação mostra que o morador do Distrito Federal é quem passa mais tempo estudando. São 45 minutos diariamente, contra 13 dos gaúchos. Os brasilienses são os que conseguem equilibrar mais as relações entre trabalho, afazeres domésticos e dormir.

Quanto a socialização, os gaúchos são os que mais passam tempo com amigos. São 53 minutos. Diariamente os Pernambucanos passam três minutos em atividades físicas, em média.

Entre as atividades principais do cotidiano, homens e mulheres precisam de 11 horas e 46 minutos e têm, em média, 4,5 horas de tempo livre.

Casais sem filhos dormem mais. Eles dormem oito horas e nove minutos e elas oito horas e 27 minutos. A diferença é de quase uma hora diária para quem é casado e tem filhos.

O levantamento foi feito no Pará, Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, em 2009. Um por cento realiza trabalho voluntário.

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