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Três pessoas são presas após furtarem 30 livros na Bienal do Rio

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Corredores cheios na Bienal do Livro Foto: Fernando Lemos / Agência O Globo

Corredores cheios na Bienal do Livro Foto: Fernando Lemos / Agência O Globo

Publicado no Extra

Três pessoas foram presas por furtarem aproximadamente 30 livros na 18ª edição da Bienal do Livro do Rio, no Riocentro, na Barra da Tijuca, na tarde de sexta-feira. Uma patrulha do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foi acionada para a ocorrência em um estande de uma livraria. Os três acusados são dois homens, de 41 e 20 anos, e uma mulher de 22 anos.

Após serem identificados por testemunhas, os três envolvidos foram levados para a 16ª DP. No local, o delegado determinou a autuação e prisão dos acusados em flagrante pelo crime de furto após subtraírem livros de um estande no evento.

A Bienal do Livro Rio é realizada no Riocentro até este domingo.

Portuguesa que encantou brasileiros, Sofia Silva vem para Bienal do Rio

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A escritora portuguesa Sofia Silva, autora de "Sorrisos quebrados" e convidada da Bienal do Livro do Rio - Divulgação

A escritora portuguesa Sofia Silva, autora de “Sorrisos quebrados” e convidada da Bienal do Livro do Rio – Divulgação

Escritora fez sucesso com autopublicação e terá primeiro romance lançado em papel

Leonardo Cazes, em O Globo

RIO – Em dezembro de 2014, a escritora portuguesa Sofia Silva publicou sua primeira história na plataforma de autopublicação Wattpad, estimulada por amigas. De repente, o que era um conto se tornou o primeiro capítulo de um romance, que depois virou o primeiro livro de uma série, para atender aos pedidos dos leitores: seus textos tiveram um milhão de visualizações, e seus livros tiveram 700 mil acessos no serviço de assinatura da Amazon, Kindle Unlimited. Num caso raro de sucesso além-mar, a maioria dos fãs de Sofia é brasileira, e ela vem ao país pela primeira vez para participar da Bienal do Livro do Rio, no dia 3 de setembro, no Riocentro. No evento, ela vai conversar com leitores e autografar “Sorrisos quebrados” (Valentina), seu primeiro livro publicado por uma editora, em um dos espaços mais nobres do evento, o Auditório Maracanã, com capacidade para 400 pessoas.

AMOR ENTRE TRAUMATIZADOS

Todos os romances de Sofia se passam numa clínica onde estão pacientes que sofreram algum tipo de violência ou trauma — onde estão pessoas “quebradas” de alguma forma. É neste espaço que os protagonistas de “Sorrisos quebrados”, Paola e André, se conhecem. Paola se interna na clínica após quase ser assassinada pelo ex-marido, em uma sequência bastante forte logo na abertura do romance. Já André frequenta o mesmo lugar com a filha, Sol, também em busca da superação de um passado traumático. É neste espaço de recuperação que os dois se apaixonam. A escritora diz que quis humanizar as histórias das vítimas.

— Os temas são muito pesados. Por isso trabalho com uma escrita poética. Eu escrevo porque é preciso. Quero que as pessoas, ao lerem uma notícia de violência, pensem que poderia ter sido a Paola. Hoje, só leem os títulos e passam batidos pelas histórias. “Mulher assassinada pelo marido”. Não é mais uma. Por isso foco em temas como violência doméstica, trauma, abuso sexual, deficiência física — afirma Sofia, por Skype, de Vila Nova de Gaia, cidade próxima ao Porto, onde vive.

A escritora conta que está animada para vir ao Brasil, até porque ela localizou a clínica de Paola e André no interior de São Paulo. Sofia diz que, em Portugal, nem de longe tem o sucesso que alcançou por aqui. Nenhuma editora de seu país se interessou em publicar os seus livros, por exemplo. Já na Bienal do Livro do Rio, a autora vai ocupar o mesmo espaço que grandes nomes internacionais já confirmados, como a best-seller britânica Paula Hawkins. Sofia já viu vídeos no YouTube da Bienal, que é o terceiro maior evento da cidade do Rio, só atrás do Réveillon e do Carnaval.

— Em Portugal tudo é menor. Sei o que é a Bienal, é o maior evento literário do país, mas ao mesmo tempo não tenho muita noção de quão grande é — diz Sofia. — Estou na expectativa de como será recebido o livro físico.

A Bienal do Livro do Rio acontece de 31 de agosto a 10 de setembro e terá 950 expositores. A expectativa é de receber 600 mil pessoas nos onze dias de evento. Entre as principais atrações estão o Café Literário, a Arena #SemFiltro, para os jovens, e o Entre Letras, para as crianças. Uma das novidades deste ano é o espaço Geek e Quadrinhos, com debates e atividades abertas ao público.

Bienal do Livro no Rio bate recorde de público e vendas

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Evento literário vende 3,7 milhões de livros e recebe 676 mil visitantes.
Arrecadação chegou a R$ 83 milhões nos 11 dias do encontro.

Publicado no G1

A 17ª edição da Bienal do Livro do Rio termina neste domingo (13), no Riocentro, Zona Oeste, bate recorde de público e vendagem de livros em relação a edição 2013. Foram 3,7 milhões de títulos vendidos e público de 676 mil visitantes. No último evento foram 3,5 milhões de livros e 660 mil visitantes.

A arrecadação foi de R$ 83 milhões, superando em R$ 12 milhões a arrecadação da última Bienal do Livro. Segundo dados divulgados pelos organizadores, foram 8% a mais de livros vendidos.

A participação do público jovem foi o destaque da edição. Segundo a organização, os adolescentes e jovens adultos, com idades entre 15 e 29 anos, foram maioria na Bienal, representando uma parcela de 56% do público, contra 51% na edição de 2013.

O encontro literário reuniu mais de 200 autores autores brasileiros e estrangeiros, estreantes e experientes, de diversos estilos.

Entre os principais destaques nomes consagrados como Thalita Rebouças, até estreantes como Pathy dos Reis, que ficou conhecida no YouTube.

Para Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), o leitor foi um dos destaques levando para casa, em média, 6,6 livros, um aumento de 4%.

“Tivemos um recorde de venda de livros, com um faturamento estimado em quase 83 milhões de reais, 18% acima da edição anterior. São números lindos, mas, ainda assim, frios perto do calor humano que testemunhei aqui nos últimos 11 dias. Acho extraordinário andar pelos corredores e ver tanta gente interessada por livros”, disse.

A próxima edição será realizada entre 31 de agosto e 10 de setembro de 2017.

Argentina homenageada
O país homenageado é a Argentina, que tem um estande de 400 metros quadrados e um auditório batizado como Manuel Puig, em homenagem ao autor de “O beijo da mulher-aranha”, que foi transformado em filme por Hector Babenco, com Sônia Braga, Raul Julia e William Hurt no elenco.

Entre os nomes internacionais de outros países estão Jeff Kinney, autor da série de livros “Diário de um banana”, e Sophie Kinsella, autora da série de livros que consagraram a personagem Becky Bloom. Ambas as obras têm versões cinematográficas.

Mauricio de Sousa
A Bienal também também homenageou Maurício de Sousa, que comemorou 80 anos no evento e teve uma exposição especial com 190 metros quadrados. Os visitantes acompanharam uma retrospectiva com a evolução dos desenhos de seus principais personagens.

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País homenageado pela Bienal do Livro, Argentina promove eventos culturais no Rio

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O músico Daniel Pipi Piazzolla, neto de Astor Piazzolla, faz show em homenagem ao avô (Foto: Divulgação)

O músico Daniel Pipi Piazzolla, neto de Astor Piazzolla, faz show em homenagem ao avô (Foto: Divulgação)

No Riocentro, sede da Bienal, e outros pontos da cidade vão acontecer encontros literários, exposições e shows

Bruno Astuto, na Época

País homenageado da XVII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, a Argentina promove uma extensa programação cultural no Riocentro, sede do evento, e em diversos pontos da cidade. Promovidos pela embaixada da Argentina no Brasil, chegam ao país em breve nomes representativos da literatura argentina – entre os destaques está a maior poetisa contemporânea do país, Diana Bellesi, que aos 69 anos lança seu primeiro livro com tradução em português e faz encontro com Geraldo Carneiro e, o premiado autor de ‘O segredo dos Seus Olhos’. Também estará presente a presidente das Avós da Praça de Maio, Estela de Carlotto, que achou seu neto ano passado após 37 anos de busca – ela falará sobre Direitos Humanos. Na música, Ariel Ardit Quinteto se apresenta na Sala Cecília Meireles para uma homenagem a Carlos Gardel e o músico Daniel Pipi Piazzolla, neto de Astor Piazzolla, faz show em homenagem ao avô.

Na cerimônia de abertura Bienal, que aconteceu nesta quinta-feira (3), autoridades da Argentina como Magdalena Faillace (diretora geral de assuntos culturais) e o embaixador da Argentina no Brasil, Luis María Kreckler, inauguraram o stand de 400 m2 no pavilhão azul do evento. O local foi batizado de Manuel Puig, nome do mais carioca dos escritores argentinos, e tem auditório com capacidade para 80 pessoas. “Para a Argentina é uma honra receber este reconhecimento justamente no ano em que a Cidade Maravilhosa celebra seus 450 anos de vida. Uma data simbólica na qual decidimos presentear com uma pequena amostra do nosso universo cultural. Sem dúvida, todas estas manifestações artísticas serão os nossos melhores presentes para os cariocas”, diz Luis María Kreckler.

17ª Bienal do Livro Rio anuncia a programação cultural

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Publicado no Jornal do Brasil

A 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que acontece entre 3 e 13 de setembro de 2015, no Riocentro, anunciou nesta terça, 4 de agosto, sua programação cultural. O encontro aconteceu no Consulado da Argentina, país homenageado, e revelou um recorde duplo no que diz respeito aos convidados: são mais de 200 autores de diversos estilos, entre eles 27 estrangeiros. Como maior evento literário do país, a Bienal vai promover uma festa do livro – aproximando escritores, editores, livreiros, professores, estudantes e leitores de todas as idades e perfis.

O cônsul-geral da Argentina, Marcelo Bertoldi, abriu a apresentação destacando a importância de receber esta homenagem no ano em que o Rio completa 450 anos. “A Argentina é um país de variedades e contrastes, com uma cultura rica e apaixonada, que vem tendo um reconhecimento sem precedentes no Brasil. A Bienal é uma oportunidade para estreitarmos ainda mais essa relação”, disse.

Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), que promove a Bienal ao lado da Fagga l GL events Exhibitions, falou em seguida. Ele ressaltou a missão da Bienal em se renovar ano a ano sem perder a essência, lembrando ainda a importância do evento para a cidade. “O Rio de Janeiro literalmente se enfeita de Bienal do Livro a cada dois anos”, disse.

Gonzalo Entenza, do Ministério das Relações Exteriores argentino, anunciou as atrações do país na Bienal. “Procuramos encontrar a maior diversidade possível entre os escritores selecionados”, afirmou. São eles: Martín Kohan (Segundos fora), Tamara Kamenszain (O gueto/ O eco da minha mãe), Eduardo Sacheri (O segredo dos seus olhos), Claudia Piñeiro (As viúvas das quintas-feiras), Mariana Enríquez (As coisas que perdemos no fogo), Mempo Giardinelli (O décimo inferno), María Moreno (Teoría de la noche), Sergio Olguín (La fragilidad de los cuerpos), o cartunista Tute (Batu 1), Diana Bellessi (Pasos de baile), Noé Jitrik (Historia critica de la literatura argentina), Inés Garland (Una reina perfecta), Silvia Schujer (Hugo tiene hambre) e Luciano Saracino (a graphic novel Jim Morrison: o Rei Lagarto).

Já o estande da Argentina fará referência ao conto “A biblioteca de Babel”, de Jorge Luis Borges, montado em forma de labirinto e com o chão coberto de hexágonos. Haverá ainda uma mostra de manuscritos de grandes autores argentinos.

Nomes confirmados para a programação cultural

O melhor da produção brasileira contemporânea estará representado em toda a sua variedade: ficção, poesia, ensaios, biografias, fantasia, história, política, negócios, comportamento, moda, música, sociedade, humor, quadrinhos, clássicos infantis, educação e muito mais. Entre os nomes estão Alberto Mussa, Antonio Prata, Ferreira Gullar, Gregório Duvivier, Gustavo Cerbasi, Ignácio Loyola Brandão, Laurentino Gomes, Marcelo Rubens Paiva, Mary del Priore, Paula Pimenta, Pedro Gabriel, Ruy Castro, Thalita Rebouças e muitos outros.

No que diz respeito aos internacionais, no sábado, 5, a Bienal recebe David Nicholls (Um Dia), Julia Quinn (Os Bridgertons) e Leigh Bardugo (Grisha). Raymond E. Feist (O Mago), Colleen Hoover (Hopeless) e Jeff Kinney (Diário de um banana) se apresentam no domingo (6). Já Joseph Delaney (As Aventuras do Caça-Feitiço) conversa com o público na segunda (7). Três escritoras vão se revezar entre as sessões do dia 12 – Anna Todd (After), Colleen Houck (A Maldição do Tigre) e Sophie Kinsella (Becky Bloom) –, enquanto o Café Literário recebe Jacques Leenhardt, organizador de uma edição especial de Viagem pitoresca e histórica ao Brasil, de Debret. Em 13 de setembro, Josh Malerman fala sobre seu Caixa de Pássaros. Completa o time Pedro Chagas Freitas, fenômeno de vendas em Portugal, que lança Prometo falhar.

Café Literário

Entre os espaços da programação oficial, o sempre concorrido Café Literário permanece com seus debates dedicados a todos os aspectos da cultura. Rodrigo Lacerda, escritor e editor, estreia como curador e, entre muitos outros temas, vai colocar em pauta as relações do Rio de Janeiro com as letras – será uma das homenagens da Bienal aos 450 anos da cidade.

Os assuntos abordados serão os mais variados. “O mundo literário gira em torno da nossa realidade”, disse Rodrigo. O espaço, que nessa edição terá uma área especial para autógrafos, vai celebrar grandes autores – de Mario de Andrade a João Ubaldo Ribeiro – e colocar em pauta temas atuais como a polêmica das biografias e a crise econômica, entre outros.

Bamboleio

No inédito Bamboleio, as crianças vão participar com suas famílias de jogos literários e brincadeiras que envolvem as culturas de todos os países – aprendendo, assim, a importância de conviver com as diferenças. Nesse sentido, os Jogos Olímpicos funcionam como inspiração: os aros coloridos se transformam em bambolês que, além de movimentar corpo e mente, servem de pontes para o imaginário e o universo mágico das primeiras leituras. As atividades, sempre interativas, incluem biblioteca, cabines de leitura, trava-línguas e outras surpresas multimídia.

A concepção e a curadoria do espaço são do escritor e historiador João Alegria, diretor do Canal Futura, que define o Bamboleio como “um espaço lúdico das ideias”. “O nome vem de ‘bambolê’, que remete ao aro olímpico e é a representação ideal para o espaço: precisamos de jogo de cintura para conviver com a diversidade”, completou.

Cubovoxes

Já o Cubovoxes será uma atividade dinâmica que vai conectar, incluir e compartilhar tendências de pensamento e as manifestações culturais do momento em uma arena na qual adolescentes e jovens adultos serão convidados a bate-papos com personalidades do (mais…)

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