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Bienal do Livro RJ: abertura marcada por tom político e cobranças ao governo

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Ministra ouve pedidos de proteção a direitos autorais e liberação de biografias

Sem visitas de escolas na quinta-feira, primeiro dia da Bienal do Livro do Rio foi pouco movimentado (foto: Daniela Dacorso / O GLOBO)

Sem visitas de escolas na quinta-feira, primeiro dia da Bienal do Livro do Rio foi pouco movimentado (foto: Daniela Dacorso / O GLOBO)

Maurício Meireles, em O Globo

RIO — O primeiro dia da 16ª Bienal do Livro do Rio, que começou na quinta-feira, no Riocentro, foi marcado pelo tom político. Na cerimônia de abertura, com a presença da ministra da Cultura, Marta Suplicy, a presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Sônia Jardim, cobrou do governo o respeito aos direitos autorais e uma posição a favor das biografias não autorizadas.

Em seu discurso, Sônia falou dos avanços do mercado em 30 anos de história da Bienal do livro, mas apontou dois retrocessos: a pirataria de livros e o veto das biografias não autorizadas estabelecido pelo Código Civil.

— De 1983 para cá, avançamos, mas demos alguns passos para trás. Naquele ano, eu me lembro de um concurso de cartazes para uma campanha contra a reprografia. Já se falava, então, do prejuízo que as cópias causavam para as editoras. Hoje, a ameaça é ainda maior — afirmou Sônia. — Por isso, defendemos que a nova lei de direitos autorais proteja o autor, sem permitir a cópia integral ou de grandes trechos dos livros, sob pena de desestimular a produção intelectual do país.

A presidente do Snel também pediu que provedores de internet continuem a aceitar notificações extrajudiciais para tirar do ar conteúdos que violem os direitos autorais. Para Sônia, a Justiça brasileira “não tem agilidade” para combater a pirataria na internet. Ela afirmou, ainda, que, com a proibição das biografias, histórias de grandes personagens deixam de ser escritas. Sônia lembrou que os editores movem, no Supremo Tribunal Federal, uma ação para declarar inconstitucionais os artigos 20 e 21 do Código Civil, que vetam biografias não autorizadas.

A ministra da Cultura falou sobre os direitos autorais, mas ignorou a polêmica das biografias.

— Temos clareza de que o autor precisa ser protegido, mas quem ignorar a internet vai ficar no século passado. O autor deve poder viver do que ele cria. Como autora de nove livros, entendo essa reivindicação, mas temos que ver a questão com um pé no século XXI. O projeto (de uma nova lei de direitos autorais) já está na Casa Civil — disse Marta.

A ministra da Cultura comemorou ainda a regulamentação do Vale-Cultura, benefício de R$ 50 para trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos. Marta espera que o benefício passe a funcionar em outubro e disse querer o apoio do setor livreiro, pedindo que as livrarias estampem em suas vitrines que aceitam o Vale-Cultura.

 

Bienal do Livro do Rio homenageia Ziraldo e cria espaço sobre futebol

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Publicado por UOL

Entre os dia 29 de agosto e 8 de setembro o Rio recebe a 16ª edição da Bienal Internacional do Livro. Para 2013, a programação cultural do evento traz novos espaços temáticos, diversos lançamentos de livros, mais de 100 sessões de debates e bate-papos, cerca de 950 expositores e homenagem à Alemanha.

Principais lançamentos na 16ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro

"CASAGRANDE E SEUS DEMÔNIOS", de CASAGRANDE e GILVAN RIBEIRO: A dez meses da Copa do Mundo no Brasil, nunca tantos livros sobre futebol foram editados no país e um deles é esse em que o ex-jogador do Corinthians e comentarista da TV Globo revela ao jornalista Gilvan Ribeiro todo o seu declínio por causa do vício em cocaína e heroína e seu restabelecimento Reprodução

“CASAGRANDE E SEUS DEMÔNIOS”, de CASAGRANDE e GILVAN RIBEIRO: A dez meses da Copa do Mundo no Brasil, nunca tantos livros sobre futebol foram editados no país e um deles é esse em que o ex-jogador do Corinthians e comentarista da TV Globo revela ao jornalista Gilvan Ribeiro todo o seu declínio por causa do vício em cocaína e heroína e seu restabelecimento Reprodução

"1889", de LAURENTINO GOMES: O jornalista e escritor fecha a trilogia sobre o século XIX no Brasil. Na nova obra, ele narra os eventos que antecederam e vieram logo em seguida à proclamação da república. "Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República" é o subtítulo do livro e que já diz um pouco o que o leitor encontrará Divulgação

“1889”, de LAURENTINO GOMES: O jornalista e escritor fecha a trilogia sobre o século XIX no Brasil. Na nova obra, ele narra os eventos que antecederam e vieram logo em seguida à proclamação da república. “Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República” é o subtítulo do livro e que já diz um pouco o que o leitor encontrará Divulgação

"O PODER DA PERSONALIDADE DE JESUS", de MARK W. BAKER: O terapeuta e autor do best-seller "Jesus, o maior psicólogo que já existiu", lança no Brasil nova obra em que pretende mostrar que o poder de Jesus não residia em sua capacidade de dominar as pessoas, mas em sua habilidade de transformá-las por meio da generosidade. Na Bienal do Rio, o escritor tem um encontro com o público no dia 8 de setembro, às 15h Divulgação

“O PODER DA PERSONALIDADE DE JESUS”, de MARK W. BAKER: O terapeuta e autor do best-seller “Jesus, o maior psicólogo que já existiu”, lança no Brasil nova obra em que pretende mostrar que o poder de Jesus não residia em sua capacidade de dominar as pessoas, mas em sua habilidade de transformá-las por meio da generosidade. Na Bienal do Rio, o escritor tem um encontro com o público no dia 8 de setembro, às 15h Divulgação

O Riocentro, na Barra da Tijuca, será o ponto de encontro entre público e escritores de diversas regiões do mundo, com 29 autores estrangeiros. Os espaços Café Literário, Mulher e Ponto, Encontro com Autores e Conexão Jovem, já conhecidos de outras edições, trazem para os visitantes a presença de nomes como Zuenir Ventura, Lya Luft, Thalita Rebouças, Marcelo Rubens Paiva, Nicholas Sparks, Mia Couto, entre tantos outros.

No clima de Copa do Mundo, a Bienal do Livro inaugura o espaço Placar Literário, com curadoria do jornalista João Máximo. Literatura e futebol serão os temas abordados nos debates e conversas com o público. Autores que tem o futebol como tema de sua ficção estarão presentes, além de jornalistas e personalidades do meio.

Para o público jovem, a novidade é o espaço Acampamento na Bienal, onde o visitante terá a oportunidade de conhecer grandes autores e personalidades em bate-papos sobre tecnologia e cultura de convergência (o livro que vira filme, que vira game, etc.).

O público infantil também é contemplado com um novo espaço dedicado aos pequenos leitores. O Planeta Ziraldo, em homenagem ao cartunista, apresenta diariamente espetáculos adaptados de textos do autor e apresentados pelo personagem Menino Maluquinho.

Veja os destaques da programação da Bienal do Livro do Rio.

Serviço
16º Bienal Internacional do Livro do Rio
Quando: De 29 de agosto a 8 de setembro de 2013. Dia 29 de agosto de 13h às 22h; dias de semana de 9h às 22h e fins de semana de 10h às 22h.
Onde: Riocentro – Av. Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca.
Quanto: R$14 (inteira) e R$7 (meia).
Pontos de venda: www.ingressomais.com.br e no local do evento.
Mais informações: www.bienaldolivro.com.br

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