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Crítica: Nova série de J. K. Rowling segue cartilha de uma Agatha Christie

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A escritora J.K. Rowling em foto de 2012, no lançamento do livro 'Morte Súbita'

A escritora J.K. Rowling em foto de 2012, no lançamento do livro ‘Morte Súbita’. Dan Hallman/Associated Press

Cadão Volpato, na Folha de S.Paulo
Agora que a primeira parte do mistério já foi desvendada —a autora da série “Harry Potter” escreveu um romance policial sob pseudônimo em 2013, “O Chamado do Cuco” —, resta saber se o novo livro de J. K. Rowling (ou Robert Galbraith, como aparece na capa) será capaz de manter o suspense. Chama-se “O Bicho-da-Seda”, e retoma as aventuras do detetive Cormoran Strike.

Rowling é uma dessas escritoras com uma história pessoal das mais inacreditáveis: quando estava na pior, comendo o pão que o diabo amassou, conseguiu a muito custo emplacar a saga de um jovem bruxo com uma cicatriz na testa, composta de volumes caudalosos que se multiplicaram por sete livros.

O mesmo está programado para acontecer com essas novas aventuras do detetive Strike, um tipo grandalhão de uma perna e meia (a outra parte foi perdida na guerra do Afeganistão), assessorado por uma jovem assistente, Robin Ellacott.

Parte do fascínio desses dois livros se escora nas figuras dos detetives. Strike é filho ilegítimo de um roqueiro. Robin é a voz feminina transitando no mundo do crime. Ao entrar num pub, por exemplo, nota o que os homens não percebem mais: o cheiro de urina que domina o ambiente.

O Bicho-da-Seda Robert Galbraith (J. K. Rowling)

O Bicho-da-Seda
Robert Galbraith (J. K. Rowling)

Enquanto “O Chamado do Cuco” falava do mundo das celebridades, “O Bicho-da-Seda” investe no universo das publicações. O crime em questão envolve um autor excêntrico que acaba de escrever um manuscrito demolidor, no qual destrói a reputação do seu círculo de amigos.

O que acontece a seguir é a via-crúcis natural de um detetive dentro da tradição inglesa de suspense: ouvir a fila de suspeitos, levantar evidências que pareciam invisíveis, deixar escapar aqui e ali alguma excentricidade técnica, agir com cautela e sagacidade e enfrentar a violenta conclusão da história.

Assim como havia feito com a saga de Harry Potter, trilhando os caminhos de autores clássicos como J.R.R. Tolkien, de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, Rowling, na pele de Galbraith, segue muito bem a cartilha de uma Agatha Christie.

Mas, assim como nas histórias do jovem bruxo, ela acrescenta detalhes contemporâneos que fazem a diferença. Há um sabor de vingança no ar, pela forma como a autora retrata o universo literário, que em “O Bicho-da-Seda” é um reino de seres cruéis, chegados a uma patifaria.

O bicho-da-seda

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Cristine, no Cafeína Literária

O bicho-da-seda
Robert Galbraith (a.k.a. J.K.Rowling)

Quando do desaparecimento do romancista Owen Quine, sua esposa procura o detetive particular Cormoran Strike. Inicialmente, ela pensa apenas que o marido se afastou por alguns dias — como fez antes — e quer que Strike o encontre e o leve para casa.
Mas, à medida que investiga, fica claro para Strike que há mais no sumiço de Quine do que percebe a esposa. O romancista acabara de concluir um livro retratando maldosamente quase todos que conhece. Se o romance fosse publicado, a vida deles estaria arruinada — assim, muita gente pode querer silenciá-lo.
E quando Quine é encontrado brutalmente assassinado em circunstâncias estranhas, torna-se uma corrida contra o tempo entender a motivação de um assassino impiedoso, um assassino diferente de qualquer outro que Strike tenha encontrado na vida…
(fonte: rocco.com)

(mais…)

J. K. Rowling fará outra série de sete livros

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Detetive particular de ‘O chamado do cuco’ terá outras aventuras

Publicado em O Globo

A escritora J.K Rowling, que lança série policial sob pseudônimo de Robert Galbraith J. P. Masclet / AP

A escritora J.K Rowling, que lança série policial sob pseudônimo de Robert Galbraith J. P. Masclet / AP

RIO – O romance policial “O chamado do cuco”, de J. K. Rowling, fará parte de uma série de sete livros com o detetive particular Cormoran Strike, tal como foi com “Harry Potter”, segundo o jornal The Sunday Times.

O segundo livro da série, “The Silkworm”, ainda sem título em português, será lançado dia 24 de junho no Reino Unido. No Brasil, ele chegará às livrarias em novembro, editado pela Rocco. Ambos foram escritos sob o pseudônimo de Robert Galbraith. O próprio The Sunday Times revelou a verdadeira identidade do autor após um escritório de advocacia britânico vazar a informação. “O chamado do cuco” já havia vendido mil cópias e subiu para o topo da lista de mais vendidos no mundo depois do anúncio, atingindo 600 mil vendas impressas e um milhão de ebooks.

A autora já havia anunciado que pretendia fazer uma série, porém não se sabia ainda que a saga do detetive Strike e sua assistente Robin Ellacott chegaria ao mesmo número de volumes que a história do bruxo de Hogwarts

De dia é Maria, de noite é João

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Robert Galbraith, também conhecido como J.K. Rowling, estreia na lista

Cassia Carrenho, no PublishNews

Esta semana, além das figurinhas carimbadas, duas mulheres se destacaram na lista dos mais vendidos de ficção. A Companhia da Letras emplacou O amor de uma boa mulher, livro de contos da ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura em 2013, Alice Munro. A autora conseguiu o 20º lugar. Outra mulher que apareceu na lista foi Robert. O famoso pseudônimo de J.K. Rowling estreou na lista de ficção com o tão comentado O chamado do Cuco (Rocco). Chegou elegantemente, mas já foi logo deixando um monte de gente para trás, sem pedir licença. A versão brochura ficou em 7º lugar e vendeu 1.203 exemplares. Outras novidades na lista foram: infantojuvenil, Vestindo minhas amigas – maletinha (Usborne); autoajuda, Da dor nasce o amor (Sextante) e Além do sucesso (Clio); não ficção, Esquerda caviar (Record). No ranking semanal das editoras, a Sextante e a Intrínseca empataram, com 12 livros cada, Record ficou em segundo lugar, com 9 livros e a Vergara&Riba em terceiro, com 8 títulos.

Livro de pseudônimo de JK Rowling sai dia 1º de novembro

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A escritora britânica JK Rowling, autora de Harry Potter (Jeff J Mitchell/Getty Images)

A escritora britânica JK Rowling, autora de Harry Potter (Jeff J Mitchell/Getty Images)

Publicado por Veja

O Chamado do Cuco, como foi batizado em português o livro The Cuckoo’s Calling, chegará às livrarias do Brasil em 1º de novembro pela editora Rocco, com a modesta tiragem inicial de 100.000 exemplares, que deve se esgotar rapidamente, se a obra acompanhar por aqui o ritmo do sucesso alcançado em outros países.

O romance policial de Robert Galbraith, pseudônimo da escritora britânica J.K. Rowling, autora da série infanto-juvenil Harry Potter, está há seis semanas na lista de best-sellers do The New York Times, sendo duas consecutivas em primeiro lugar.

Os fãs mais afoitos terão a chance de ler o primeiro capítulo do livro traduzido na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, onde ele está sendo distribuído gratuitamente até o dia 8 de setembro.

Antes de ser descoberta como a real autora da história, a Rocco, que já havia comprado os direitos da obra no Brasil, pensava em uma tiragem de 15 000. Quando J.K. Rowling assumiu ser Robert Galbraith, as vendas pelo mundo chegaram a subir 1.400%, o que também aumentou a tiragem brasileira.

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