Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Robôs

Literatura ensinará robôs os fundamentos do comportamento humano

0

naom_53b58d4d9a6c8

O método parece responder à necessidade de ensinar rapidamente as inteligências artificiais.

Publicado no Notícias ao Minuto

Uma equipe de investigadores da Universidade de Stanford desenvolveu uma forma rápida e eficaz de ensinar aos robôs sobre o comportamento humano tendo como base obras de ficção.

Para testar o método os investigadores deram a estes robôs acesso à comunidade de escrita online Wattpad e às suas mais de 600 mil obras de ficção da base de dados, sendo que depois de carregados com esta informação os robôs foram capazes de prever o comportamento certo mediante determinada ação com uma taxa de sucesso de 71% enquanto na identificação de objetos e pessoas conseguiram 91%.

“Muitos mais de milhões de palavras, estes padrões mundanos [nas reações de pessoas] são muito mais comuns que as suas partes contrárias dramáticas. As personagens de ficção moderna ligam as luzes antes de entrarem em divisões; reagem a elogios ao corar e não atendem chamadas enquanto estão em reuniões”, partilhou a equipe no seu estudo de acordo com o Engadget.

Robôs ajudarão crianças refugiadas a aprender alemão

1

0,,18933633_303,00

Pesquisadores combinam inteligência artificial e técnicas didáticas modernas para ajudar crianças estrangeiras no aprendizado do idioma alemão. Primeiros robôs “Nao” devem chegar às salas de aula em 18 meses.

Publicado no DW

Pesquisadores da Universidade de Bielefeld, na Alemanha, desenvolveram uma ferramenta inovadora para ajudar no aprendizado infantil do idioma alemão, que constitui um dos grandes desafios impostos pela atual onda migratória.

Como divulgaram nesta terça-feira (22/12), os cientistas pretendem utilizar as habilidades do robô Nao, programável e equipado com câmeras e microfones, como apoio pedagógico no aprendizado da língua por crianças refugiadas entre quatro e cinco anos. De aparência humanoide, Nao será acompanhado por um computador portátil do tipo tablet, a fim de ajudar com materiais de apoio, como ilustrações.

“Ensinar individualmente a cada criança um segundo idioma está geralmente além das capacidades dos jardins de infância. É aí que os robôs podem oferecer assistência adicional”, explicou o especialista em inteligência artificial Stefan Kopp, que lidera a equipe de pesquisa sobre sistemas cognitivos e interações sociais em Bielefeld.

Cientistas alemães apostam no potencial didático de Nao

Cientistas alemães apostam no potencial didático de Nao

Programamos o robô para interagir com as crianças, a fim de lhes dar todo o apoio possível”, disse Kirsten Bergmann, da equipe de pesquisa. O programa dos cursos inclui vocábulos e estruturas gramaticais simples, e está sendo testada a capacidade de Nao para auxiliar na formação de frases simples.

Durante os três anos de duração do projeto, os pesquisadores desenvolverão a eficácia dos robôs em ensinar de forma lúdica o alemão, idioma notoriamente difícil para os novatos. A primeira leva dos robôs estará nas salas de aula dentro de 18 meses. Considera-se também no futuro utilizá-los para introduzir às crianças alemãs línguas estrangeiras como o inglês.

RC/kna/dpa

Robô que dança e conta histórias é atração na Bienal do Livro do Rio

0
Robô interage, conta histórias e dança (Foto: Cristina Boeckel / G1)

Robô interage, conta histórias e dança (Foto: Cristina Boeckel / G1)

PiKachu e Lindo se apresentam para os visitantes.
Crianças são as mais impressionadas com as habilidades dos robôs.

Cristina Boeckel, no G1

Robôs humanoides chamam a atenção na Bienal do Livro do Rio. Ele interage, conversa, conta histórias e dança para o encantamento dos visitantes no estande da Editora Elsevier. Quando ele começa a se apresentar, forma-se uma pequena aglomeração de pessoas que desejam conferir a performance tecnológica.

O “equipamento”, batizado de NAO, é produzido pela francesa Aldebaran Robotics e faz parte de um grupo de cinco robôs da equipe de robótica Jaguar do campus de Volta Redonda do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRJ). No curso do Ensino Médio integrado ao técnico em automação da instituição, os alunos aprendem programação no curso do Ensino Médio integrado ao técnico em automação.

No estande, fazem o sucesso os robôs Pikachu, que dança Gangnam Style e Thriller e Lindo. Além de dançar, PiKachu conversa sobre carreiras profissionais de publicações da editora e entretém crianças contando histórias interativas, como a dos Três Porquinhos.

Robô que dança e conta histórias chama atenção das crianças na Bienal do Livro (Foto: Cristina Boeckel / G1)

Robô que dança e conta histórias chama atenção
das crianças na Bienal do Livro
(Foto: Cristina Boeckel / G1)

“O robô e controlado via Wi-Fi ou pela programação dele. O próximo passo é ele aprender a jogar futebol”, afirma Helton Sereno, professor dos estudantes da equipe Jaguar.

Um dos que foram atraídos pelos encantos de PiKachu foi o operador industrial Rómulo Aurélio, que ficou surpreso em ver de perto o robô: “Eu já tinha visto algo parecido em matérias de TV sobre tecnologia. Achei uma engenharia muito interessante. Parei só para ver isso”.

Os mais encantados com a apresentação são as crianças. Matheus, filho da professora Simone Jardim, ficou parado diante do show do robozinho. “Eu gostei porque ele dança”, afirmou o menino. A mãe afirmou que é um interesse comum: “Ele fala isso porque também gosta de dançar”.

Para Wanessa Martins, que faz parte da equipe Jaguar, as reações dos pequenos fazem valer a pena o tempo todo que passa na bienal. “Os rostos das crianças olhando para o robô e o mais encantador”, afirma a estudante, que já coleciona flagras dos rostos surpresos ao verem as apresentações do robozinho.

Cada um dos robôs custou cerca de R$ 100 mil e pesa 10 quilos. PiKachu e Lindo vão se apresentar na Bienal do Livro do Rio até o dia 7 de setembro.

Seleção Draft – Universidades

0

Kaluan Bernardo, no Projeto Draft

college

Empreendedorismo ainda precisa evoluir nas universidades brasileiras. (Imagem: NBCNews / Reprodução)

Pesquisa: o empreendedorismo nas universidades brasileiras.
Dentro do contexto acadêmico, muitos têm vontade de empreender, mas poucos conseguem sair da etapa do sonho — especialmente porque não se preparam para o salto. Uma recém-lançada pesquisa da Endeavor e do Sebrae, realizada em universidades brasileiras no ano passado, mostra que 85,9% dos alunos não se preparam para empreender. Não a tôa, só 20% deles se consideram confiantes para abrir um novo negócio. Veja a pesquisa completa aqui.

Como a lei de Moore ajudou o Google a nascer.
Uma famosa “lei”, atribuída a Gordon Moore, diz que o poder computacional praticamente dobraria a cada 18 meses. Isso, em uma curva exponencial, quer dizer que as mudanças tecnológicas se tornam cada vez mais rápidas e que o que era impossível há um ano é completamente possível hoje.

Foi com isso em mente que dois alunos de Stanford, Sergey Brin e Larry Page, perceberam que estavam autorizados a pensar realmente grande. E, assim, o Google nascia, com a presunçosa proposta de organizar e reunir todos os links da internet. Steven Levy, autor da biografia da empresa, conta essa história.

O que acontece quando robôs cometem crimes?
Dois artistas londrinos programaram um robô para, toda semana, comprar coisas aleatórias com bitcoins na deep web. Os objetos seriam todos reunidos em uma exposição artística. Algumas semanas depois, no meio das encomendas, estavam alguns pacotes de drogas ilícitas. E aí? Quando um robô comete o crime, quem deve ser punido: a pessoa que criou o código, o dono do robô, a própria máquina? A situação acendeu um debate interessante sobre inteligência artificial e leis, na Forbes e na Wired.

A ciência por trás das notificações.
Acredite, você não é a única pessoa que se distrai com notificações de redes sociais ou smartphones. E isso tampouce é algo novo, decorrente das novas tecnologias. Na verdade, é algo intrínseco à evolução humana: só sobrevivemos como espécie porque éramos capazes de dividir a nossa atenção a cada alerta ou sinal que nos chegava. Isso tudo é explicado pela psicologia e traz reflexões importantes para desenvolvedores de produtos, que devem pensar até que ponto é válido ou não bombardear seus usuários com notificações. O TechCrunch fala sobre o assunto.

Go to Top