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J.K. Rowling revela título do novo livro do detetive Cormoran Strike

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A autora britânica J.K. Rowling - Lefteris Pitarakis / AP

A autora britânica J.K. Rowling – Lefteris Pitarakis / AP

 

Um usuário acertou o nome da obra, que se chamará ‘Lethal White’

Publicado em O Globo

RIO — A escritora britânica J.K. Rowling anunciou nesta terça-feira o título do quarto romance da saga do detetive Cormoran Strike. A obra se chamará “Lethal White” e ainda não está terminada. Para anunciar o título, a autora da saga “Harry Potter” fez uma espécie de jogo com seus seguidores no Twitter.

Rowling respondeu aos apelos de um usuário que pediu pistas sobre o novo livro, que ela escreve sob pseudônimo de Robert Galbraith, publicando os espaços do título e duas letras, como no jogo de forca.

Após uma hora e dezenas de sugestões, Rowling disse em sua conta que um usuário havia adivinhado o título do romance, que ainda não tem data de publicação.

@jk_rowling lethal white
— Big Daddy (@warpathed) 14 de março de 2017

A escritora, que lançou a saga do detetive Strike em 2013, comentou que está escrevendo o 23º capítulo do novo livro do investigador particular e veterano de guerra.

A estreia da adaptação televisiva do primeiro romance de Strike, “O canto do cuco”, com os ingleses Tom Burke interpretando o detetive e Holliday Grainger no papel de sua ajudante, Robin Ellacot, está prevista ainda para este ano.

Rowling também contou nesta terça-feira que ainda está trabalhando com os responsáveis pela versão cinematográfica da sequência de “Animais fantásticos e onde habitam” no título do próximo filme relacionado ao mundo mágico de Potter.

“Animais fantásticos”, o primeiro de cinco filmes planejados por Rowling, superou os 800 milhões de dólares nas bilheterias de todo o mundo desde sua estreia em novembro passado, informou em janeiro o estúdio Warner Bros.

 

Roteirista de Carol irá adaptar romance de Patricia Cornwell

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A ideia é criar uma franquia com uma protagonista feminina forte.

Robinson Samulak Alves, no Cinema com Rapadura

A roteirista Phyllis Nagy (“Carol“) ficará responsável pela adaptação dos livros de Patricia Cornwell para os cinemas. Os filmes serão lançados pela Fox 2000, que pretende iniciar uma franquia da saga Scarpetta. A informação é do The Hollywood Reporter.

O objetivo do estúdio é criar uma franquia com uma protagonista feminina forte, assim como nos livros. Nagy já demonstrou sua habilidade nesse tipo de adaptação com “Carol”, baseado no livro homônimo, de Patricia Highsmith e que conta com Cate Blanchett (“Cavaleiro de Copas“) e Rooney Mara (“Lion – Uma Jornada Para Casa“) no elenco. “Carol” rendeu uma indicação ao Oscar de melhor roteiro adaptado à Nagy neste ano.

Patricia Cornwell é jornalista e romancista. Em 1990, lançou seu primeiro romance, Postmortem, livro que inicia a saga de Kay Scarpetta, médica legista e protagonista principal dos romances policiais de Cornwell.

Marcelo Rubens Paiva vence categoria de votação popular do Prêmio Jabuti

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Marcelo Rubens Paiva (1).jpg SAO PAULO SP 06/06/2016 EXCLUSIVO COLUNA DIRETO DA FONTE - Pré estreia do filme MAIS FORTE QUE O MUNDO - A HISTÓRIA DE JOSÉ ALDO - Shopping Eldorado Foto: Silvana Garzaro/ESTADÃO

Marcelo Rubens Paiva (1).jpg SAO PAULO SP 06/06/2016 EXCLUSIVO COLUNA DIRETO DA FONTE – Pré estreia do filme MAIS FORTE QUE O MUNDO – A HISTÓRIA DE JOSÉ ALDO – Shopping Eldorado Foto: Silvana Garzaro/ESTADÃO

 

‘Ainda Estou Aqui’, do colunista do ‘Estado’, foi escolhido pelos internautas na categoria romance; essa foi a primeira vez que o prêmio abriu para voto popular

Publicado no Estadão

O escritor e colunista do Estado Marcelo Rubens Paiva foi o vencedor da categoria romance na Escolha do Leitor do Prêmio Jabuti, com seu novo livro Ainda Estou Aqui (Alfaguara). A categoria premiou pela primeira vez em 2016, e foi realizada em parceria com a Amazon — leitores puderam escolher entre os finalistas das categorias Romance, Contos & Crônicas e Poesia em votação na web.

Na categoria de votação popular, ainda foram premiados os livros Amora, de Natalia Borges Polesso (Não Editora) em Contos & Crônicas; e Vertigens, de Wilson Alves Bezerra (Iluminuras) em Poesia. Bezerra também é colaborador frequente do Caderno 2.

Trainspotting pode ganhar série de TV, segundo autor do livro

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Irvine Welsh diz que uma adaptação de seus outros romances pode ser interessante

Arthur Eloi, no Omelete

Trainspotting pode acabar ganhando uma série de TV segundo Irvine Welsh, autor do livro que inspirou o filme de 1996 e sua vindoura sequência.

Em entrevista ao NME, Welsh contou que poderia muito bem fazer um seriado baseado em seus livros derivados que expandem a história dos personagens: “Basicamente, tenho planos para todos eles em vários tipos de adaptações. TV a cabo está dando certo e tem vários processos de desenvolvimento interessantes. Estamos trabalhando com essas coisas diferentes.”

Por fim, o autor também falou que o processo de criação dos livros já deve considerar possíveis adaptações: “Penso que quando se escreve personagens para um livro, goste ou não, você já planeja como eles funcionariam em um filme. Tenha isso em mente: assim que você os escreve, você já pensa em como leva-los à outros meios.”

Na trama de Trainspotting 2, 20 anos se passaram, muitas coisas mudaram e muitas continuam iguais quando Mark Renton (Ewan McGregor) retorna para o único lugar que pode chamar de lar, enquanto Spud (Ewen Bremmer), Sick Boy (Jonny Lee Miller) e Begbie (Robert Carlyle) esperam por ele. Além disso, sentimentos do passado como tristeza, perda, alegria, vingança, ódio, amor, desejo, arrependimento e auto-destruição também retornam.

Danny Boyle dirige e o lançamento da sequência no Brasil é previsto para 16 de fevereiro de 2017.

Chega aos cinemas ‘Indignação’, adaptação de romance de Philip Roth

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(foto: Sony/divulgação)

(foto: Sony/divulgação)

 

Diretor James Schamus afirma que foi um desafio levar o livro para o cinema. ‘Joguei fora as melhores partes do livro’, confessa

Publicado no UAI

Philip Roth é o maior escritor americano vivo, com prolífica produção de mais de 30 livros. Só que, até o ano passado, apenas cinco deles haviam sido levados para o cinema. Produtor e roteirista renomado, o cineasta James Schamus resolveu arriscar. Já de posse dos direitos do romance Indignação – lançado no Brasil pela Companhia das Letras –, escreveu um roteiro e, antes de começar a filmar, cometeu o que chama de “um ato de idiotice”. Enviou o texto para Roth, atrás de consentimento.

Roth, porém, recusou-se a ler. Para ele, o filme pertencia a Schamus. “Sou um grande fã dos livros do Roth. Então mandei o roteiro porque não ficaria bem com minha consciência se fizesse um filme que ele odiaria. Mas ele fez o incrível favor de me dar liberdade”, diz o diretor.

Sexta adaptação da obra de Roth, Indignação estreia nesta quinta no Brasil. Seus temas são bem típicos do autor: o protagonista judeu, o preconceito, as amarras da tradição, a formação da identidade americana e uma sociedade com a sombra da guerra. As mesmas questões também estarão representadas em Pastoral americana, de Ewan McGregor, que chega ao Brasil em 15 de dezembro.

“O que faz os romances do Roth incríveis é sua voz, a qualidade, a honestidade brutal, que vem da manipulação da forma literária no nível mais alto”, explica Schamus. “A dificuldade em adaptar sua obra está exatamente nessa voz. O cinema é basicamente representação, não tem voz. Você pode ter algum estilo, há cineastas que conseguem fazer do estilo uma espécie de voz literária, mas eles são muito raros e não necessariamente são contadores de história. Para fazer Indignação, cometi a violência terrível de tirar a voz do Roth e deixar apenas os diálogos e as ações dos personagens. Basicamente joguei fora as melhores partes do livro e captei o que havia de cinema ali”, revela.

Schamus é um dos mais respeitados produtores e roteiristas dos EUA. Por suas parcerias com Ang Lee ganhou o prêmio de melhor roteiro em Cannes com Tempestade de gelo (1997) e foi indicado ao Oscar de melhor filme com O segredo de Brokeback Mountain (2005) e de canção original e roteiro adaptado por O tigre o dragão (2000).

UNIVERSIDADE Indignação é seu primeiro longa-metragem como diretor. O filme se passa na década de 1950, nos anos da guerra da Coreia. Logan Lerman faz o papel de um jovem universitário judeu, filho de um açougueiro, que entra em conflito com a repressão sexual e o atraso social da instituição de ensino. O longa-metragem teve sua primeira exibição no Festival de Sundance, em janeiro, e foi muito bem recebido pela crítica americana.

“A história é bastante atual. Roth mostra que é mais fácil olhar para os dias de hoje através de um espelho distorcido do passado. Temos hoje a mesma homofobia, o mesmo machismo, o mesmo racismo e a mesma militarização daquela época”, afirma Schamus.

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