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Posts tagged roteirista

Book of Enchantment | Série de TV sobre vilões da Disney é oficializada

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Projeto será desenvolvido no Disney+

Arthur Eloi, no Omelete

A série de TV dos vilões da Disney no Disney+ foi oficializada: o projeto se chama Book of Enchantment, e é uma adaptação da saga de livros de Serena Valentino. A informação é do Deadline.

Segundo o site, o projeto está em desenvolvimento há seis meses. Michael Seitzman, de Quantico e Code Black, é o roteirista do piloto e da bíblia de roteiro do seriado. Agora, a produção busca outros escritores para compor a sala de roteiristas do seriado.

Ainda assim, o relato não deixa claro se o seriado será live-action ou algo diferente. Seja como for, Steve Pearlman (V, Once Upon a Time), produz o programa.

Não há previsão de estreia para Book of Enchantment.

Hap & Leonard é cancelada após a 3ª temporada

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Marcel Plasse, na Pipoca Moderna

O canal pago americano Sundance TV cancelou “Hap & Leonard”, após três temporadas. A adaptação televisiva dos livros de Joe R. Lansdale era sucesso de crítica e uma das melhores audiências do canal.

O próprio Lansdale e o produtor John Wirth anunciaram o cancelamento no Twitter, sem explicar o que levou o canal a interromper a produção.

A série foi criada pelo diretor Jim Mickle e o roteirista Nick Damici, responsáveis pelo terror “Somos o que Somos” (2013), e adapta a coleção literária homônima, iniciada em 1990 por Landsdale (que foi roteirista da série animada do “Batman”). Vale lembrar que a mais recente parceria da dupla foi o suspense “Julho Sangrento” (2014), que por sinal também é uma adaptação de livro de Landsdale.

Passada nos anos 1980, “Hap and Leonard” girava em torno da improvável amizade entre Hap Collins (James Purefoy, da série “The Following”), um homem branco da classe operária que é enviado para a prisão por se recusar a prestar o serviço militar, e Leonard Pine (Michael Kenneth Williams, de “Boardwalk Empire”), um gay negro e veterano da guerra do Vietnã com problemas para controlar sua raiva. Ambos são experts em artes marciais e se unem para solucionar crimes brutais na cidade fictícia de LaBorde, no Texas.

Cada temporada da série adaptou um livro diferente de Landsdale – “Mucho Mojo”, “Savage Season” e “The Two-Bear Mambo”, respectivamente.

A 3ª temporada tinha 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e exibiu seu último episódio em 11 de abril diante de 174 mil telespectadores ao vivo. Parece pouco, mas é mais que os 149 mil que acompanharam o final de “Rectify”, a série de maior repercussão do Sundance TV, que durou cinco temporadas nos Estados Unidos.

Mogli: O Menino Lobo 2 | Filme vai explorar mais elementos do livro original

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Pedro Vieira, no Observatório do Cinema

A Disney está planejando uma sequência para Mogli: O Menino Lobo, sucesso de 2016 que venceu o Oscar de Efeitos Visuais em 2017. Agora, as primeiras informações do novo longa foram divulgada pelo roteirista Justin Marks, que trabalhou no primeiro filme.

“No segundo filme, a ideia é ir mais a fundo no livro de [Rudyard] Kipling [autor do livro que originou o filme], mas também ter alguma coisa do filme da Disney de 1967 também possa aparecer” explicou Marks em entrevista ao MovieWeb.

“Há tanta coisa de Kipling para adaptar. Eu só finalizei um rascunho” explicou o roteirista, que acredita que o próximo filme possa se aproximar ainda mais do final visto no longa de 1967 e no livro original de Rudyard Kipling.

Mogli: O Menino Lobo 2 ainda não tem dada de estreia confirmada.

Roteirista de Carol irá adaptar romance de Patricia Cornwell

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A ideia é criar uma franquia com uma protagonista feminina forte.

Robinson Samulak Alves, no Cinema com Rapadura

A roteirista Phyllis Nagy (“Carol“) ficará responsável pela adaptação dos livros de Patricia Cornwell para os cinemas. Os filmes serão lançados pela Fox 2000, que pretende iniciar uma franquia da saga Scarpetta. A informação é do The Hollywood Reporter.

O objetivo do estúdio é criar uma franquia com uma protagonista feminina forte, assim como nos livros. Nagy já demonstrou sua habilidade nesse tipo de adaptação com “Carol”, baseado no livro homônimo, de Patricia Highsmith e que conta com Cate Blanchett (“Cavaleiro de Copas“) e Rooney Mara (“Lion – Uma Jornada Para Casa“) no elenco. “Carol” rendeu uma indicação ao Oscar de melhor roteiro adaptado à Nagy neste ano.

Patricia Cornwell é jornalista e romancista. Em 1990, lançou seu primeiro romance, Postmortem, livro que inicia a saga de Kay Scarpetta, médica legista e protagonista principal dos romances policiais de Cornwell.

Animais Fantásticos e Onde Habitam | Como J.K. Rowling assumiu o controle do mundo mágico de Harry Potter nos cinemas

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Como foi para o elenco e a equipe lidar com a autora no set, as surpresas e muito mais

Aline Diniz, no Omelete

Apesar de hoje J.K. Rowling ser uma das mulheres mais ricas do mundo, ela teve um começo difícil na Inglaterra. O primeiro manuscrito de Harry Potter foi recusado inúmeras vezes antes de finalmente encontrar uma editora que o publicasse. Agora, mais de 20 anos depois, Rowling escreve seu primeiro filme: Animais Fantásticos e Onde Habitam. Baseado livremente no livro homônimo publicado originalmente em 2001, o longa é ambientado nos anos 1920 e tem como foco Newt Scamander (Eddie Redmayne), um pesquisador bruxo e magizoologista autor do livro didático sobre animais usado em Hogwarts por inúmeras futuras gerações – incluindo Harry e sua turma.

Não havia, portanto, melhor pessoa para escrever o filme senão Rowling, que conhece tão bem o universo mágico que criou. Mesmo que ela nunca tenha escrito um roteiro antes, o diretor David Yates explicou durante nossa visita ao set de gravações que seria mais fácil ela escrever do que chamar mais uma pessoa para o processo. “Jo criou tudo isso do zero como um roteiro já pronto, então pudemos trabalhar com ela em todos os detalhes, o que é muito interessante”, contou.

“O incrível sobre ela é que, com um roteirista comum, você leria e discutiria com ele as diferentes versões do roteiro, passaria observações, e aí ele desapareceria por três meses. Quando a nova versão do roteiro chega, não dá pra lembrar direito como era o anterior e as mudanças meio que passam despercebidas!”, disse Yates sobre o processo.”Com Jo, nós sentamos juntos, discutimos, passamos observações, e ela voltaria com a nova versão 48 horas depois. Nós tivemos um período de desenvolvimento bem intenso no qual ela literalmente entregou várias versões do roteiro em três semanas. Era uma loucura.”

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Yates revelou que ele e os produtores precisaram explicar à Rowling que não era assim que o processo normalmente funcionava com roteiristas: “Ela é extremamente prolífica. Nós não conseguíamos seguir o passo dela; demorávamos mais para mandar as observações do roteiro do que ela demorava para reescrever! [risos] Começou a ficar vergonhoso! Ela entregava uma versão e quando eu, Steve [Kloves] e David Heyman terminávamos de ler, nos reuníamos para discutir tudo e decidíamos quais observações mandar para ela, ela já tinha escrito outra versão! [risos] Ela é uma escritora extraordinária e uma fonte de ideias. O que é incrível sobre essa nova franquia é que não existe a limitação dos livros. Isso é o mundo dela, o universo dela, só que crescido.”

O diretor contou ainda uma curiosa história sobre o conhecimento de Rowling sobre o universo mágico da franquia: “Quando estávamos fazendo o quinto filme, A Ordem da Fênix, precisávamos fazer a árvore genealógica da família Black. Ela tinha uns três, quatro nomes da família [no livro], mas nós teríamos mostrar aquilo [visualmente], então precisávamos de mais. Liguei para ela e dentro de 20 minutos, meia hora, ela me enviou um papel com toda a árvore genealógica da família, voltando umas cinco ou seis gerações com datas de nascimento, morte, quem era casado com quem… Foi incrível!

Foi ela, inclusive, que desenvolveu a ideia de contar a história de Scamander em um novo filme. “Estávamos procurando maneiras de continuar [a franquia]”, explicou o produtor-executivo David Heyman, “Lionel Wigram merece muito do crédito, ele teve uma ideia de fazer um documentário baseado em Animais Fantásticos, mostrando Newt explorando e descobrindo as criaturas. Jo ouviu essa ideia e disse que já estava pensando nesse universo há algum tempo. Não sei se a ideia de Lionel acabou se tornando uma oportunidade dela se pronunciar, mas ela já havia pré-concebido tudo.”

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Mas além de apenas criar o mundo no imaginário, Rowling foi também essencial para a criação física do universo de Animais Fantásticos. O designer de produção Stuart Craig contou que foi ela mesmo quem encontrou o prédio que serviria de base para a criação externa do MACUSA, o Congresso Mágico dos Estados Unidos. “Ela fez sua própria pesquisa sobre Nova York de forma bem diligente e encontrou o edifício Woolworth, que é de mais ou menos 1905, mas em 1926 era o prédio mais alto do mundo. Do lado de fora, ele tem uma decoração bem gótica, um estilo que acabou se tornando sinônimo do mundo mágico de Harry Potter e dessa história”, explicou Craig.

Outra coisa bem milagrosa sobre esse prédio é que, no arco de entrada, bem no topo, tem uma coruja. Esse deve ter sido seu momento ‘eureka’, ver aquela coruja“, contou Craig. “A ideia dela é que a coruja seria animada e voaria até o as portas giratórias logo embaixo, fazendo com que elas girassem cada vez mais rápido, levando os bruxos à esse local mágico. Já lá dentro, a questão seria o que fazer com ele. O edifício Woolworth real é bem impressionante, tem mármores maravilhosos, mas não há nada de ‘mágico’. Então eu decidi bem no início do projeto que esse arranha-céu de 240 metros de altura e 57 andares não tivesse nenhum de seus andares, [criando um imenso pé-direito]. Aí os andares funcionais seriam os do subsolo. Temos cinco andares de subsolo, um lobby impressionante e acima disso, o teto que vai até o topo.”

Ao longo de nossa visita ao set, Katherine Waterston e Alison Sudol revelaram que ainda não tinham tido a oportunidade de se encontrar com Rowling. No entanto, ambos Dan Fogler e Redmayne já tinham conversado com a autora – e só tinham coisas boas a dizer. Segundo Fogler, “ela é adorável” e “passou a impressão de ser uma personagem da família Weasley, tão bondosa e gentil”. Redmayne, por sua vez, disse que passou por volta de duas horas com a autora. “Conversamos muito sobre a história de Newt, como eram suas relações familiares, […] mas para mim foi mais uma questão de [ler o livro] Animais Fantásticos e Onde Habitam e estudar aqueles animais, suas histórias, para descobrir com ela quais seriam os que apareceriam e porque estariam no filme. Newt vai atrás de animais ameaçados porque eles são uma ameaça ao estatuto do segredo e ele cuida deles. Ele é muito idealista e acredita que com o programa educacional correto, as criaturas podem e devem existir na sociedade mágica.”

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