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Desvende os fatos históricos de A Menina Que Roubava Livros

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Lançado nesta sexta-feira (31), o filme A Menina Que Roubava Livros tem como pano de fundo as tragédias ocorridas na Segunda Guerra Mundial. Desvende esses fatos históricos

Publicado no Universia Brasil

A Menina Que Roubava Livros, filme inspirado na obra de mesmo nome do escritor Markus Zusak, estreou nesta sexta-feira (31) e já é tido como um dos longas mais esperados do ano. O filme indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora tem como pano de fundo as tragédias reais ocorridas durante a Segunda Guerra Mundial e o evento chamado de Holocausto.

O segundo livro que Liesel, personagem principal da trama, rouba em sua vida é uma obra que escapou da fogueira de livros feita pelos oficiais nazistas na cidade de Molching. Essas queimadas aconteciam devido ao pensamento que de toda expressão artística de judeus e poloneses não caracterizava a alta intelectualidade da faça ariana (vista como superior pela ideologia nazista). Essa explicação fica evidente no discurso do prefeito, que afirma que as crianças alemãs devem ficar longe desse tipo de literatura se querem se tornar inteligentes.

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Liesel também assiste à passagem dos judeus por sua cidade. Esse tipo de evento, conhecido como desfile, era comum nas cidades da Alemanha. Guiados para os campos de concentração, as vítimas do holocausto eram maltratadas e obrigadas a caminhar por longas distâncias sem alimento ou água. É em uma dessas passagens que Liesel é empurrada e machucada por um oficial nazista ao se misturar com os judeus.

Já Rudy, o menino do cabelo cor de limão que sustenta um amor intenso e inocente pela menina que roubava livros, faz parte da Juventude Hitlerista, organização criada para disseminar o pensamento nazista pelos jovens alemães. Disputas de corrida e que colocassem a força física à prova eram comuns para identificar possíveis “talentos” que fariam parte do exército alemão. É em uma dessas competições que Rudy é identificado como uma criança rápida e ágil.

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Outra coisa bastante comum durante o Holocausto é a punição (ou até mesmo perseguição) de alemães que não faziam parte do Partido Nazista. O pai adotivo de Liesel, Hans, recusava-se a participar do partido e, ao confrontar um oficial, foi chamado para a guerra. Existia uma tolerância muito baixa para aqueles que não se declaravam leais aos ideais de Hitler.

Por fim, o preconceito e maus tratos aos judeus são retratados em diversas passagens do filme. A destruição de estabelecimentos administrados por judeus caracterizava o começo do que seria o maior assassinato em massa da história. O filme, uma adaptação fiel e extremamente bem feita da obra de Zusak, é capaz de fazer o espectador se emocionar e refletir sobre o que o ser humano é capaz de fazer.

Adaptação de A Menina que Roubava Livros estreia nesta sexta-feira

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A atriz canadense Sophie Nélisse em cena de 'A Menina que Roubava Livros' (Foto: Divulgação)

A atriz canadense Sophie Nélisse em cena de ‘A Menina que Roubava Livros’ (Foto: Divulgação)

Publicado no Cinema10

A adaptação do livro A Menina que Roubava Livros, do australiano Markus Zusak, estreia nesta sexta-feira (31) em todo o país. Com direção de Brian Percival, responsável por alguns do episódios da série Downton Abbey, o longa conta com a trilha sonora de John Williams, que está sendo indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora nesse ano.

O filme acompanha a história de Liesel Meminger (interpretada pela canadense Sophie Nélisse, conhecida pelo seu papel em O Que Traz Boas Novas). Durante a Segunda Guerra Mundial, Liesel e seu irmão são deixados pelos pais e adotados por um casal vivido por Geoffrey Rush (O Discurso do Rei) e Emily Watson (Anna Karenina). O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. Ela aprende a ler com o incentivo de sua nova família e Max, um judeu refugiado que eles escondem baixo às escada. Para Liesel e Max, o poder das palavras e da imaginação se transformam em escape dos tumultuosos eventos que acontecem ao seu redor. Em meio ao caos, a jovem encontra refúgio na literatura para sobreviver. Ajudada por seu pai adotivo, ela passa a roubar livros e descobrir neles a esperança perdida durante a guerra. Michael Petroni (O Ritual) escreveu o roteiro.

Segundo levantamento do Ministério da Justiça, A Menina que Roubava Livros é a obra mais lida nas penitenciárias federais do Brasil. O livro ficou 280 semanas na lista de mais vendidos do New York Times.

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Estreia em janeiro a adaptação de ‘A Menina que Roubava Livros’

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Publicado no Correio do Estado

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Foto: Divulgação
Adaptação é um dos filmes mais aguardados do ano

Um dos filmes mais aguardados do ano, a adaptação cinematográfica “A Menina que Roubava Livros” chegará aos cinemas brasileiros no dia 17 de janeiro. Na trama, adaptada por Michael Petroni, Liesel Meminger (Sophie Nélisse) é acolhida por uma nova família e encontra na literatura uma forma de lidar com a dura realidade da Alemanha Nazista.

Selecionado entre os 30 filmes cotados para o Oscar 2014, é estrelado por Geoffrey Rush e Emily Watson, e conta com direção de Brian Percival, responsável pela série britânica Downton Abbey. Veja o trailer:

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