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Do cabelo sujo à cueca vermelha: os rituais de sorte dos estudantes orientais para passar em provas

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publicado no Terra

O período de provas e exames finais é sempre um momento de grande estresse. Em especial para estudantes do Extremo Oriente, onde há uma forte pressão por resultados de alto nível.

Qualquer que sejam as diferenças culturais na região, estudantes japoneses, coreanos e chineses, em qualquer fase da vida acadêmica, têm seus rituais e superstições para enfrentar essa época.

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Veja abaixo alguns destes rituais e costumes que alunos asiáticos praticam para tentar passar com notas máximas.

1. Katsudon e Kit Kat

No Japão existe a tradição de os estudantes comerem katsudon antes ou no dia da prova. Katsudon é uma tigela quente de arroz com uma costeleta de porco coberta com um ovo frito.

O nome do prato é parecido com a palavra em japonês “katsu” que significa “vencedor” e, por isso, acredita-se que o prato traga sorte para os estudantes.

Outro amuleto que vem conquistando cada vez mais adeptos é o chocolate Kit Kat, que no Japão lançou uma campanha de marketing se apresentado como “chocolate da sorte”.

Os japoneses pronunciam o nome do chocolate como “kitto katto”, o que é parecido com a frase “kitto katsu”, que significa “certamente vencedor”.

2. Maçã
Cantinas de universidades de Hong Kong servem maçãs e uma série de pratos preparados com a fruta nos períodos que antecedem as provas.

“A pronúncia da palavra maçã em chinês é ‘ping guo’, que também significa ‘segurança’. Então, as pessoas acham que passarão na prova com segurança”, disse Chong Wang, de Nanjing, na China.

3. Cabelo sujo
Alguns estudantes desses países se concentram tanto antes das provas que podem até esquecer de tomar banho.

Mas na Coreia do Sul isto não é uma preocupação. No país acredita-se que o estudante que lava os cabelos pode também estar lavando tudo o que aprendeu.

“Havia um menino na nossa classe que não lavava o cabelo antes das provas. O resto do tempo ele era muito limpo, mas se você conhecesse o ritual dele antes das provas, não iria querer ficar perto”, disse um estudante do país sobre um de seus colegas de classe.

4. Tomando caju

Em Hong Kong, cerca de um mês antes do começo da época de provas os estudantes se reúnem em clubes, sociedades ou salões para o “superpass”, ou ging guo .

O ging guo consiste em um ritual que envolve várias atividades que visam ajudar você a passar nas provas com a nota máxima. A primeira parte é o jantar, que geralmente ocorre em um restaurante chinês.

É importante que os estudantes comam carne de porco cortada em cubos com castanha de caju, um dos pratos mais tradicionais destas reuniões. A palavra em chinês para caju soa como a palavra para “desejo de passar” e “carne de porco em cubos” soa como “desejo por destaque”.

Estas semelhanças de sons têm um papel muito importante nos rituais e superstições dos idiomas do Extremo Oriente.

5. Cortando um porco

Outra atividade do “superpass” ou ging guo é o corte ao meio do porco assado com um cutelo.

A carne de porco é tida como oferenda sagrada na China.

Cada participante do ritual tenta cortar o porco assado pela metade com apenas um golpe.

Acredita-se que os que conseguem a façanha passarão nas provas logo na primeira vez. Os que não conseguem, teriam de refazer algumas delas.

Em seguida, os estudantes comem kiwis, pois a palavra em chinês para a fruta soa como “fácil passar nas provas”.

6. Orações

Muitos estudantes do leste da Ásia recebem grande atenção e apoio dos pais, quer eles queiram ou não.

“Alguns pais esperam pelos filhos do lado de fora da sala de provas, rezando para eles passarem. Minha mãe fez isto, mas os meus resultados foram horríveis”, disse o professor sul-coreano Ji-Youn Jung.

Os pais mais entusiasmados chegam a rezar em templos budistas diariamente nos cem dias que antecedem as provas.

7. Evitar a sopa

Na Coreia do Sul, muitos acreditam que a textura escorregadia de uma famosa sopa local de algas marinhas faz com que os estudantes percam todo o conhecimento que acumularam durante as revisões para as provas.

“Tento não tomar sopa de alga marinha antes de ocasiões importantes como as provas finais ou entrevistas. Mas não me preocupo muito se esqueço e acabo tomando a sopa”, disse Ji-Youn.

“Minha tradição pessoal é macarrão no café da manhã do dia da prova, pois macarrão pode significar que ‘tudo corre bem’ em chinês. Mas eu também levo meu relógio da sorte”, disse Chong Wang, estudante chinês.

8. Doce grudento e galinha

Um pouco de açúcar pode aumentar a energia. Mas os sul-coreanos também acreditam que um doce chamado yeot pode ajudar a passar nas provas.

O yeot é um lanchinho doce e grudento, geralmente consumido antes de provas importantes. Principalmente as provas para entrar em universidades.

“Yeot é um doce grudento e as palavras em coreano para ‘grudento’ e ‘passar no vestibular’ têm o mesmo som”, disse Ji-Youn.

Para quem não é muito fã do doce, a alternativa é caldo de galinha, para aumentar o poder do cérebro.

Estudantes de Hong Kong, Cingapura, Malásia e da China tomam o caldo durante a revisão e na manhã da prova.

“Não é superstição. Eu bebo essência de galinha na manhã da prova… você engole como se fosse uma dose de bebida. Acredita-se que ajuda a concentração; fazem muita propaganda disso para estudantes de Cingapura”, disse Dylan Lee Soon Yoong, estudante de Cingapura que está no University College, de Londres.

9. Roupa de baixo vermelha

Os chineses acreditam que vermelho é uma cor que dá sorte. E que seria uma boa ideia usar peças de roupa desta cor – mais especificamente cuecas ou calcinhas vermelhas – ao se fazer as provas.

Existe até um ditado chinês: quando uma pessoa é muito bem-sucedida, os chineses perguntam “você está usando roupa de baixo vermelha?”.

Mas nem todos acreditam nisto.

“Algumas pessoas podem evitar usar vermelho durante as provas na China. As notas de quem não passa são escritas em vermelho nas folhas de notas”, disse Chong Wang.

10. Orações para o ‘Deus da Curva de Sino’

Colégio aponta problema em roupa de aluna e a manda para casa

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Tatiane Rosset, no Brasil Post

Mais uma vez, um colégio norte-americano está no centro de uma polêmica envolvendo a roupa de uma aluna. Para quem não sabe, nas escolas públicas dos Estados Unidos, os estudantes podem usar o figurino que quiserem, desde que sigam uma série de normas (tamanho de saia, etc…).

Stephanie Hughes é uma estudante do Kentucky. De acordo com a sua mãe, Stacie Dunn, ela foi mandada para casa após usar a seguinte roupa para mais um dia de aula:

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O problema? Stephanie estaria exibindo sua clavícula (aquele ossinho que fica entre os ombros, a famosa saboneteira) de maneira inapropriada. Mas a polêmica não acaba ai: a adolescente de 16 anos tentou “esconder o problema” com um lenço, mas a direção da escola argumentou que a garota não amarrou o acessório da maneira correta e a mandou para casa.

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“O colégio Woodford e o seu diretor estão aplicando uma regra na qual garotas não podem mostrar a sua clavícula porque isso poderia distrair os seus colegas do sexo masculino“, Stacie Dunn escreveu em um post no Facebook. “Isso é ridículo! Pais estão sendo chamados em seus trabalhos e alunas estão perdendo aulas importante porque estão mostrando ‘muita clavícula’! Isso precisa mudar“.

O colégio usa uma página inteira de seu manual para reforçar os códigos de vestimenta, incluindo orientações de tipos de camisas e camisetas que os alunos devem vestir — ambos os modelos indicados não expõem a clavícula dos alunos. O artigo foi publicado há dez anos.

Escola manda aluna para casa por causa de roupa “reveladora”

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O figurino de Macy foi considerado muito revelador pela escola

O figurino de Macy foi considerado muito revelador pela escola

Ronaldo Testa, no Virgula

A direção da uma escola em Orangefield, no Texas (EUA), é linha dura quando o assunto é vestimenta de seus alunos. Recentemente, Macy Edgerly, de 18 anos, chegou na escola e logo teve que voltar para casa por estar usando uma roupa muito reveladora.

Ai você pensa: “tem menina que quer se mostrar mesmo, ela foi usando o quê?” Nada mais que uma camiseta — folgada, diga-se de passagem — e uma calça legging preta.

Após a injustiça, a irmã de Macy, Erica, de 21 anos, resolveu levar o assunto até o Facebook, e postou fotos para mostrar o figurino escolhido para aquele dia fatídico.

“Preciso me posicionar pela minha família e pelas mulheres que são humilhadas e julgadas pelo seu corpo e pelas roupas que vestem todos os dias”, escreveu na rede social.

“As pessoas ficam se perguntando por que mulheres se sentem inseguras com o corpo ou com a forma como se vestem… Isso se dá porque dizem que a sua roupa é inapropriada mesmo quando você está completamente vestida, mesmo sem exibir nada”, continuou.

O Departamento de Educação de Orangefield fez um pronunciamento oficial sobre o caso:

“Queremos garantir à nossa comunidade que o Departamento de Orangefield se esforça para manter um desenvolvimento de aprendizagem positivo e bem-sucedido para os nossos estudantes, livre de distrações e divisões, o que inclui a aplicação do nosso código de vestimenta”, dizia o comunicado.

Mas gente? O que há de errado nessa roupa?

Livro recupera trajetória do Roupa Nova

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Biografia oficial conta a história da banda que, forjada pelo mercado, conseguiu sobreviver a ele

Renato Vieira, no Estadão

A questão da autorização prévia para biografias no Brasil ainda não havia tomado a dimensão dos últimos meses quando a jornalista Vanessa Oliveira começou a escrever Tudo De Novo, livro que conta a história do Roupa Nova e leva em seu subtítulo a palavra “oficial”. Mas, procure saber: o adjetivo não caracteriza o livro como chapa-branca. Bem apurada, a publicação relata sem maniqueísmo as personalidades de cada um dos seis integrantes, o preço do sucesso e, principalmente, a capacidade de se adaptar dentro do mercado que os forjou.

Wilian Aguiar/Divulgação Em Londres: Para autora, músicos foram alvo de preconceitos ao longo da carreira

Wilian Aguiar/Divulgação
Em Londres: Para autora, músicos foram alvo de preconceitos ao longo da carreira

Inicialmente, o grupo resistiu à ideia do livro. Na primeira reunião entre a autora e os músicos, em 2010, eles perguntaram a Vanessa se o livro seria publicado mesmo sem autorização. “Se vocês não autorizarem eu coloco de graça na internet. A história de vocês precisa ser conhecida”, foi a resposta. Aos poucos, Cleberson Horsth, Ricardo Feghali, Kiko, Nando e Paulinho abriram suas casas, corações e baús. A exceção foi Serginho. De personalidade reservada, não forneceu depoimento e nem compareceu às sessões de autógrafos do livro.

“No caso do Serginho, tive de recorrer a outras fontes. Ele é uma pessoa que gosta de manter a vida privada. Mas nada foi imposto em nenhum momento por nenhum deles, ninguém me impediu de nada”, afirma Vanessa, fã do Roupa Nova desde criança. Ela conta que sua principal motivação ao escrever o livro era desfazer alguns mitos, entre eles o de que o grupo só fez sucesso por conta de músicas em trilhas de novela.

Os integrantes do Roupa Nova começaram a carreira no final dos anos 1960, em conjuntos de baile do subúrbio carioca. Na década seguinte se aglutinaram na banda Famks, com a qual registraram diversos compactos, dois LPs e álbuns com sucessos do momento. Em 1979, o produtor Mariozinho Rocha, então na gravadora Polygram, precisava de um grupo no estilo de A Cor do Som e 14 Bis para seu elenco. Foi ele quem batizou o grupo, inspirado na música de Milton Nascimento e Fernando Brant.

Baile. Mas foi graças a um impulso agressivo de um dos integrantes que o Roupa Nova passou a existir definitivamente. O livro relata que o grupo chegou aos anos 1980 dividido entre o dinheiro garantido como Famks e a possibilidade de uma carreira com nova denominação. Após um baile no interior de Minas sob o antigo nome, vendo os colegas comendo churrasco com farofa e batata frita de lanche, o guitarrista Kiko ficou paralisado e reagiu, chutando o tabuleiro com a comida. “É isso que vocês querem? Porque não é isso que eu quero”, disse. Foi – literalmente – o pontapé que faltava para convencer os outros músicos.

A partir de 1984, com a ida para a RCA, o grupo chega ao seu auge comercial. O primeiro disco na gravadora teve total interferência do produtor Miguel Plopschi. Tudo de Novo mostra que os integrantes ficaram divididos entre entregar o álbum nas mãos de Plopschi, que queria torná-los mais pop e comerciais, ou manter a linha dos álbuns anteriores, com repertório fornecido por compositores alinhados com a MPB. A partir daí, o grupo emplaca hits como Whisky A Go Go e permanece nas paradas de sucesso até o início dos anos 1990, quando o sertanejo e o pagode passaram a reinar absolutos.

O renascer da banda acontece nos anos 2000, após o projeto Roupacústico, bancado pela própria banda. A ideia inicial era de que o Roupa Nova gravasse um Acústico MTV. Mas a emissora negou a proposta, alegando que a banda não atingia seu público-alvo. “Eles sofreram muito preconceito desde o início, porque têm diversas influências e não se encaixam em nenhum estilo. Foi o talento deles e a vontade de fazer música, além do contato com o público, que os fez permanecer na ativa”, observa Vanessa.

O livro também disseca os bastidores das colaborações do Roupa Nova com grandes nomes da MPB. Milton Nascimento, fã de primeira hora da banda, chamou o grupo para fazer a base de duas músicas do álbum Caçador de Mim (1981), entre elas Nos Bailes da Vida, e se tornou uma espécie de padrinho da banda. Com Rita Lee e Roberto de Carvalho, eles participaram do álbum lançado pela dupla em 1982, no qual consta Flagra e Cor de Rosa Choque.

E artistas internacionais também cruzaram seus caminhos com o do grupo, como o ex-Deep Purple e vocalista do Whitesnake David Coverdale. Enquanto o inglês ficou encarregado de interpretar o jingle de uma marca de cigarros, a banda fez a base instrumental. O cantor questionou a pronúncia de trechos da letra e quase abandonou o estúdio quando o Roupa Nova tocou, de improviso, Smoke On The Water. “Uau, nunca vi essa música ser tocada tão bem”, disse ele. A partir daí, tudo transcorreu sem problemas.

Professor veste a mesma roupa há 40 anos

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Conheça este curioso personagem que em 1973 decidiu não mudar mais o estilo de suas roupas.

Publicado por G1

Podemos até não concordar, mas a camisa branca de gola alongada com estampas de bolinha e a jaqueta marrom são considerados itens clássicos da moda masculina – ou pelo menos já foram. Pois é exatamente isso que tenta demonstrar o professor Dale Irby, por meio de uma série de fotografias que ele mesmo publicou na internet.

Da noite pro dia, Irby acabou se tornando um hit “viral” na rede ao ter suas fotos republicadas em sites e redes sociais em todo o mundo.

Professor veste a mesma roupa há 40 anos. (Foto: BBC)

Professor veste a mesma roupa há 40 anos. (Foto: BBC)

Este instrutor de ginástica da escola primária Prestonwood, na cidade norte-americana de Dallas, no Texas, tem vestido exatamente estas mesmas roupas para cada umas das 40 fotos oficiais da escola, em cada ano escolar, desde 1973.

Ao final desse longo período, a sequencia de fotos de si mesmo, que começa com um rosto jovem e mais magro, além dos cabelos castanhos, termina como uma pessoa mais madura, de rosto mais arredondado, cabelos grisalhos, quase brancos.

De acordo com o jornal britânico Metro, tudo começou por acidente, quando o professor notou que havia utilizado a mesma vestimenta por dois anos seguidos.

Para alívio de sua esposa, que seguramente não perderia a oportunidade de fazer alguma crítica ao guarda-roupa de Dale. “Cathy, a quem conheci em meu primeiro ano como professor, me pediu para repetir a roupa no ano seguinte. Daí em diante, não paramos mais”, conta Irby.

Estrela da internet

Há pouco tempo, para relembrar os anos de trabalho, já que agora se aposentou, aos 63 anos de idade, decidiu postas as fotos na internet. E não passou despercebido.

Colocadas em ordem, as fotos se tornam interessantes. Elas testam a imaginação, com todo o tipo de suposição que pode ser feita para relembrar da vida e um veterano professor de ginástica de uma escola primária de Dallas, no Texas.

Na primeira imagem que aparece, uma incontestável expressão de um mestre novato. Em outro ano, a pose já é mais erguida, orgulhosa, mas também com um ar mais sério.

Numa outra foto, parece que está a ponto de contar uma piada, enquanto em outras transmite uma certa “malandragem”. Já em outra imagem transmite um ar de inteligência, sabedoria.

Na última, a impressão é a de que ele não pôde ocultar nada, ficando exposto.

Mas as diferentes expressões faciais, sempre com um sorriso discreto, destacam também um bigode quase inalterado. Há algumas diferenças nos óculos, que em algumas fotos tem lentes e suporte de orelha menores ou maiores.

Vintage

Não está claro, no entanto, se em todos estes 40 anos ele vestiu exatamente a mesma roupa de 1973, quando a primeira fotografia foi tirada, ou se vem renovando a vestimenta comprando peças idênticas.

Num olhar mais atento, a camisa e a jaqueta parecem extremamente alinhadas em todas as suas 40 imagens.
Em termos do mundo fashion, a roupa de Irby poderia ser chamada de vintage.

As fotos não podem ser consideradas como exemplos de qualidade, mas o traje do professor é a clássica definição de clássico.

dica do Guilherme Massuia

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