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Rua do Medo | Kiana Madeira e Olivia Welch irão estrelar trilogia baseada nos livros de R.L. Stine

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Autor é conhecido por escrever ficções de terror como “Goosebumps”.

Weider Gabriel, no Cinema com Rapadura

Segundo informações do Collider, as atrizes Kiana Madeira (“Giant Little Ones”) e Olivia Welch (da série “Modern Family”) irão estrelar a trilogia “Rua do Medo”, baseada nos livros homônimos do escritor R.L. Stine, conhecido também por escrever ficções de terror como “Goosebumps“.

Detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo, mas segundo fontes do Collider, Madeira e Welch irão interpretar duas adolescentes lésbicas que estão tendo um relacionamento quando são alvos dos horrores de sua pequena cidade, Shadyside. Cada atriz interpretará dois personagens diferentes – um em meados dos anos 1990 e outro em 1600, quando lésbicas enfrentam adversidades e difamações ainda maiores – e ambas estão cotadas para aparecer nos três filmes.

Leigh Janiak (“Honeymoon”) vai dirigir o primeiro e o terceiro filme da trilogia, enquanto Alex Ross Perry (“Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível”) dirigirá o segundo. O roteirista da sequência ainda não foi anunciado, mas espera-se que Janiak seja creditada.

A trilogia de “Rua do Medo” ainda não possui data de estreia.

14 livros de escritoras brasileiras contemporâneas que você deve ler

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Foto: Flickr/Janafalk/Creative Commons)

Foto: Flickr/Janafalk/Creative Commons)

 

Giuliana Viggiano e Júlio Viana, na Galileu

Quando o assunto é literatura feminina no Brasil, os primeiros nomes que vêm à mente podem ser os de Clarice Lispector, Cecília Meireles, Lygia Fagundes Telles ou Rachel de Queiroz. Muitas das autoras dos anos mais recentes ainda são pouco conhecidas, embora já tenham publicado obras excelentes.

Pensando nisso, a GALILEU escolheu 14 livros contemporâneos que podem te ajudar a conhecer talentos das novas gerações.

Noites de Alface, de Vanessa Barbara (Objetiva)
Este romance conta a história de Otto, que fica viúvo após 50 anos casado com Ada. Vivendo o luto, o senhorzinho começa a pensar no passado e a conversar com a vizinhança. A cada dia Otto desconfia mais e mais que há um mistério que os vizinhos tentam esconder e, baseado nas séries policiais que adora, vai atrás de mais pistas.

Depois a Louca Sou Eu, de Tati Bernardi (Companhia das Letras)
Com muito humor, a escritora e roteirista conta como lida com a ansiedade e outros problemas da vida moderna. Sua história real se confunde com as de seus namorados e amigos, fazendo com que qualquer pessoa com ansiedade se identifique pelo menos um pouquinho com as situações hilárias apresentadas nas 144 páginas.

Opisanie Swiata, de Veronica Stigger (Cosac Naify)
O primeiro romance da escritora narra a história do polonês Opalka, que descobre um filho brasileiro que está internado em estado grave na Amazônia e decide ir visitá-lo. Em sua jornada, terá a companhia de Bopp, turista brasileiro que larga a viagem pela Europa para ajudá-lo. O mais interessante é que o livro compreende diferentes gêneros literários: carta, relato e até fragmentos de documentos da década de 1930, período em que se passa a narrativa.

Sinfonia em Branco, de Adriana Lisboa (Alfaguara)
A obra conta a história das irmãs Clarice e Maria Inês, filhas de um fazendeiro do Rio de Janeiro fadadas a viverem uma vida pré-determinada. O livro explora os horrores e a sensibilidade da vida e o caminho traçado pelas irmãs para superar o passado.

Olhos d’Água, de Conceição Evaristo (Editora Pallas)
Este livro foi ganhador do Prêmio Jabuti de 2015 na categoria de contos e crônicas. Sem meias-palavras, Evaristo se volta à história dos negros no Brasil para destacar a pobreza e a violência que sofrem os afro-brasileiros.

Rua da Padaria, de Bruna Beber (Record)
Esta obra da poeta Bruna Beber conta histórias de sua infância e adolescência na Baixada Fluminense, quando brincava e conversava com as pessoas de sua rua. A obra tem um tom nostálgico apesar da pouca idade da autora, só 33 anos.

As Águas-vivas Não Sabem de si, de Aline Valek (Rocco)
A protagonista, Corina, faz parte de uma equipe de pesquisas de trajes para serem utilizados no fundo do mar. Em uma de suas expedições, a garota embarca com mais quatro pessoas e é obrigada a conviver com os próprios dilemas e os dilemas dos outros. É uma história sobre solidão, sobre ouvir o outro e sobre estar cercado por diversas outras vozes.

Luzes de Emergência se Acenderão Automaticamente, de Luisa Geisler (Alfaguara)
Nesta linda e dramática obra, Geisler conta a história de Henrique, que mora em Porto Alegre e leva uma vida normal até seu melhor amigo, Gabriel, sofre um acidente banal dentro de casa e é internado em coma. Com esperança de que o garoto um dia melhore, mesmo os médicos falando que só resta esperar, Henrique começa a escrever cartas para o amigo.

Um Útero É do Tamanho de um Punho, de Angélica Freitas (Cosac Naify)
Em seu segundo livro de poesia, Freitas transita entre a seriedade e o humor para falar sobre a figura da mulher e do feminino no mundo, a forma que foram construídos e como se desconstroem incessantemente.

O Livro das Semelhanças, de Ana Martins Marques (Companhia das Letras)
Também poeta, Marques escreve, em sua terceira obra, poemas sobre a tentativa de mover e mudar o mundo por meio de palavras. A autora fala do mundo diretamente e faz isso de forma iluminadora e sensível.

A Chave de Casa, de Tatiane Salem Levy (Record)
Um pouco autobiográfico, o livro conta a história de uma garota descendente de judeus turcos. Na narrativa, a menina recebe do avô a chave da casa da família em Esmirna, na Turquia, onde deve buscar suas origens.

Pó de Parede, de Carol Bensimon (Não Editora)
Neste livro, Bensimon conta com muito sarcasmo e delicadeza três histórias sobre a juventude. Em uma Alice volta à casa onde cresceu e revive a tragédia de sua vida; em outra, as irmãs Lina e Titi têm a vida profundamente abalada por uma obra misteriosa; na última, Clara é uma futura escritora e viaja para um hotel na serra.

Carvão Animal, de Ana Paula Maia (Record)
O romance conta a história de dois irmãos, o bombeiro Ernesto Wesley e o funcionário de um crematório Ronivon. Durante toda a narrativa, uma tragédia do passado vai persegui-los, além de uma inevitável relação com o fogo. O livro acompanha, com muito sangue e muita violência, uma história que tira o ar do leitor a cada página.

O Que Deu para Fazer em Matéria de História de Amor, de Elvira Vigna (Companhia das Letras)
É uma história que pode ser vista sob duas óticas: um romance ou um assassinato. Intercalando a vida de um casal que já morreu com a da própria narradora, a autora constrói de forma fantástica o que pode ser um conto de amor ou suspense — ou até os dois juntos.

Circuito da Poesia, no Recife, ganha quatro novas estátuas

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Estátua de Ariano Suassuna foi instalada na Rua da Aurora (Foto: Lu Streithorst/Prefeitura do Recife/Divulgação)

Estátua de Ariano Suassuna foi instalada na Rua da Aurora (Foto: Lu Streithorst/Prefeitura do Recife/Divulgação)

Escritor Ariano Suassuna está entre as personalidades homenageadas. Ao todo, projeto soma 16 monumentos de pernambucanos ligados à arte e à literatura.

Publicado no G1

Uma homenagem a quatro personalidades ligadas à arte em Pernambuco foi concretizada nesta quinta-feira (5). Os escritores Ariano Suassuna e Liêdo Maranhão, o poeta Alberto da Cunha Melo e a poetisa e jornalista Celina de Holanda Cavalcanti foram eternizados por meio de esculturas em locais emblemáticos do Recife, como a Rua da Aurora e o largo do Mercado de São José. As estátuas em tamanho real passaram a integrar o Circuito da Poesia, que soma 16 monumentos de pernambucanos importantes nos cenários musical e literário.

Com 1,80 de altura, a estátua de Ariano foi instalada em frente ao Teatro do Arraial, na Rua da Aurora, inaugurado quando ele era Secretário de Cultura. A homenagem ao escritor e fotógrafo Liêdo Maranhão, por sua vez, foi instalada na Praça Dom Vital, onde ele costumava olhar e fotografar quem circulava pelo local.

O Parque 13 de Maio, no Centro do Recife, ganhou a estátua de concreto do poeta Alberto da Cunha Melo, instalada em frente à Biblioteca Central, local em que ele atuou no setor de obras Raras. Na Praça José Sales Filho, no bairro da Torre, foi instalado o monumento para homenagear a jornalista Celina de Holanda Cavalcanti de Albuquerque. Ao lado da estátua, será esculpido um banco de pedra para que os visitantes possam contemplar o local em que ela morou.

Desenvolvidas pelo artista plástico Demétrio Albuquerque, as esculturas tiveram um investimento de R$ 120 mil para instalação e são uma iniciativa da Prefeitura do Recife, executadas pela Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb).

Criado para perpetuar o legado de personalidades ligadas à arte em Pernambuco, o Circuito da Poesia é composto de monumentos de artistas como os poetas Manuel Bandeira e João Cabral de Melo Neto, os músicos Chico Science, Luiz Gonzaga e o compositor Capiba. O monumento em homenagem ao poeta Joaquim Cardozo, na Ponte Maurício de Nassau, continua em processo de restauro após ser alvo de vandalismo.

Concurso Cultural Literário (115)

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apostafatal

LEIA UM TRECHO

 

Em 1761, o jovem Nicolas Le Floch, vindo da Bretanha, chega a Paris e é contratado pelo Sr. de Sartine, superintendente-geral da polícia do rei Louis XV. Como investigador, Nicolas logo descobrirá a crueldade dos homens e a brutalidade das conspirações no mundo do crime parisiense, onde tudo gira em torno do jogo, da devassidão e do roubo, que se interligam por incontáveis
labirintos.

O primeiro assassinato irá mergulhá-lo no cerne da podridão e de perversidades que envolvem um delegado corrupto, uma esposa saída de uma casa de prostituição, um cadáver no porão de uma residência na Rua dos Blancs-Manteaux, um carrasco, espiões, masmorras e necrotérios. E tudo isso pode acabar conduzindo-o à presença do rei e de sua favorita, Madame de Pompadour.

Uma investigação cheia de reviravoltas e revelações surpreendentes, que faz reviver a atmosfera, as ruas, os nobres e os mendigos, os ritos, os crimes e os mistérios da Paris do século XVIII.

Vamos sortear 3 exemplares de “Aposta fatal“, outro lançamento empolgante da Vestígio.

Para concorrer, envie para o e-mail [email protected] a resposta à pergunta: Como era conhecido o rei Louis XV (ou Luís XV)?

Atenção: respostas na área de comentários serão apagadas.

Aproveite a oportunidade para curtir as páginas dos envolvidos nesta edição:

O resultado será divulgado dia 27/1 neste post.

Boa sorte! :-)

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Parabéns: Erondina Maria, Carlos Tourinho e Italo B.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

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