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Burger King da Rússia quer banir It – A Coisa

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Vitória Pratini, no Adoro Cinema

Imagine a seguinte situação: você foi ao cinema assistir It – A Coisa, saiu da sessão, bateu aquela fome e você resolveu ir direto ao McDonald’s – não por que queria um hambúrger, mas simplesmente por que Pennywise subitamente trouxe aquela lembrança de Ronald McDonald, mascote da rede de fast-food.

Isso é o que acredita a divisão russa do Burger King, que apresentou uma queixa ao Serviço Federal Antimonopólio (FAS) do país, exigindo que o filme seja banido da Rússia. A companhia alega que o assustador palhaço vivido por Bill Skarsgård em It – A Coisa se parece com Ronald McDonald e, portanto, a produção funciona como uma propaganda para a marca concorrente.

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Segundo o The Hollywood Reporter (via ScreenRant), um representante do FAS confirmou que a queixa do Burger King foi recebida e está sendo avaliada. “Não podemos nos preocupar com o conteúdo do filme porque o escritor e o diretor têm sua própria compreensão criativa de qualquer personagem”, afirmou ela, acrescentando que a agência ainda iria determinar se o filme contém propaganda ou colocação de produtos.

Por mais curiosa a reclamação da empresa seja, eles não são os primeiros a fazer um paralelo entre Pennywise e Ronald, apesar de que muitas dessas comparações tenham envolvido a versão clássica do livro de Stephen King, a minissérie It – Uma Obra-prima do Medo, na qual o palhaço foi vivido por Tim Curry.

Na internet, circulam memes que colocam os dois palhaços um contra o outro – alguns, inclusive, ironicamente sugerindo que Ronald tenha feito mais vítimas que Pennywise; ou que inserem o nome do filme no slogan “I’m Lovin’ It” (“Amo Muito Tudo Isso”, em português).

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No início deste ano, foi feita uma paródia do trailer de It – A Coisa com Ronald no lugar de Pennywise. Assista ao vídeo “It – McDonald’s Edition”:

It – A Coisa estreou na Rússia no dia 7 de setembro e já arrecadou o correspondente a 14 milhões de dólares no país desde então. O filme está em cartaz nos cinemas brasileiros.

São Petersburgo, na Rússia, ganha biblioteca mais cara do país

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A Alfaret publica reimpressões e fac-símiles de obras-primas russas e internacionais Foto:Divulgação

A Alfaret publica reimpressões e fac-símiles de obras-primas russas e internacionais Foto:Divulgação

 

Com entrada por mais de 100 dólares, espaço oferece livros raríssimos. Também é possível comprar alguns dos exemplares e fazer excursão guiada.

Publicado na Gazeta Russa

A editora Alfaret, de São Petersburgo, abriu em dezembro passado a biblioteca mais cara do país, a Capella. Uma visita de quatro horas ao espaço, cujo acervo é composto por mais de 5.000 livros raros datando do século 16 ao 19, custa 7.000 rublos (cerca de US$ 117).

O projeto gótico oferece ao visitante uma atmosfera semelhante às bibliotecas no estilo Oxford, ou um daqueles depósitos de livros descritos por Umberto Eco.

A biblioteca possui uma série de salas temáticas, incluindo livros de guerras e de viagens, e é também possível adquirir exemplares.

O preço dos livros variam, em média, entre 30 mil e 50 mil rublos (US$ 500 a US$ 840), mas alguns são bem mais caros. O valor depende da raridade, formato, materiais utilizados e número de ilustrações, entre outros fatores.

O local dispõe de outras atrações e serviços como sessões fotográficas e excursões. Os visitantes podem ainda comprar um vale-presente, que permite uma visita de duas horas, por 4.000 rublos (US$ 67).

“Vemos como potenciais clientes as pessoas que gostariam de visitar uma biblioteca em vez de gastar a noite em um restaurante e passar algum tempo no conforto e tranquilidade de nossas instalações na companhia de um livro, ou até conduzir negociações e outras reuniões importantes em um ambiente agradável”, disse à Gazeta Russa a coordenadora do projeto, Irina Khoteshova.

Veja abaixo mais fotos dos salões internos:

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Empresa cria bolsas inspiradas nos livros favoritos dos clientes

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 Empresa cria bolsas inspiradas no seu livro favorito - Os apaixonados pela leitura e as pessoas que ficaram marcadas por um livro certamente vão gostar desta ideia © Krukrustudio


Empresa cria bolsas inspiradas no seu livro favorito – Os apaixonados pela leitura e as pessoas que ficaram marcadas por um livro certamente vão gostar desta ideia © Krukrustudio

 

Os apaixonados pela leitura e as pessoas que ficaram marcadas por um livro certamente vão gostar desta ideia

Publicado no Noticias ao Minuto

Os autores desta ideia das bolsas em forma – e capa – de livros são Max e Lyuba, do Krukrustudio, com base em Moscou, na Rússia.

Na plataforma Bored Panda, os criadores contam que começaram a fazer as bolsas em forma de livro há cerca de três anos, à medida que os clientes faziam pedidos. Mas estas bolsas nunca foram tão populares como outros modelos que fazem, em forma de animais e objetos do dia a dia, por exemplo.

Mas tudo mudou quando fizeram uma bolsa inspirada no livro ‘Orgulho e Preconceito’, de Jane Austen. “Em poucos meses tínhamos mais de 50 novas bolsas de livros na nossa coleção, porque estávamos abertos às encomendas dos livros favoritos das pessoas”, revelam os criadores.

Veja na galeria de imagens abaixo alguns dos modelos mais populares. Algum deles é o seu favorito?

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Equipe brasileira conquista medalha de bronze na Copa do Mundo de Física

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A equipe brasileira: Vitor Daisuke Tamae, Victor Hugo Miranda Pinto, Matheus Camacho, Pedro Lopes e Lucas Vilanova

A equipe brasileira: Vitor Daisuke Tamae, Victor Hugo Miranda Pinto, Matheus Camacho, Pedro Lopes e Lucas Vilanova

 

Publicado no UOL

Uma equipe de estudantes do ensino médio conquistou a medalha de bronze no Torneio Internacional de Jovens Físicos, conhecido também como Copa do Mundo de Física. A premiação aconteceu no último sábado (2). Os alunos Lucas Vilanova, Matheus Camacho, Pedro Lopes, Victor Hugo Miranda Pinto e Vitor Daisuke Tamae representaram o Brasil na competição, que aconteceu em Ecaterimburgo, na Rússia, e reuniu 27 países.

“É algo a mais do que você simplesmente ter uma aula. É um jeito dinâmico e interessante de ter uma iniciação científica. É isso que eu acho mais legal, é bem empolgante. Em momento nenhum você pensa que é algo chato que você está fazendo”, explica Matheus Camacho, 17, sobre a participação no Torneio. Esta é a segunda vez que o estudante participa da competição. No ano passado, ele e a equipe brasileira conquistaram a medalha de prata.

O nível de dificuldade da competição vai muito além do conteúdo de física do ensino médio. “Os problemas que eles têm de resolver envolvem física de nível universitário. São muito difíceis. É complicado até mesmo para os professores”, explica Ibraim Rebouças, monitor de Olimpíadas do Colégio Objetivo, que acompanhou o time brasileiro na disputa.

O Torneio é organizado em embates diretos entre as delegações de cada país. A organização libera, com um ano de antecedência, uma lista com problemas “abertos” – ou seja, sem resposta única. Em cada rodada da competição, três equipes se enfrentam: a relatora apresenta uma solução para o problema, a oponente aponta falhas e acertos na resolução e a avaliadora julga os dois grupos. Cada uma delas é avaliada por um júri, que atribui notas.

“São problemas sem uma única solução. Cada um pode chegar em conclusões diferentes. Você tem que chegar lá e defender o seu ponto de vista durante a apresentação”, explica Matheus.

Para elaborar as soluções, Matheus conta que a equipe realizou pesquisas em artigos científicos, além de desenvolver experimentos em laboratórios. “É como um trabalho científico mesmo, você tem que ler as publicações, fazer os experimentos e desenvolver a sua teoria para explicar um determinado fenômeno”.

Nesta edição, Cingapura foi o país campeão. Na classificação geral, o Brasil terminou na 14ª colocação, o que valeu a medalha de bronze.

Rússia prende bibliotecária ucraniana por estocar livros ‘extremistas’

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Busto de poeta ucraniano exposto na Biblioteca de Literatura Ucraniana em Moscou (Foto: Maxim Shemetov / Reuters)

Busto de poeta ucraniano exposto na Biblioteca de Literatura Ucraniana em Moscou (Foto: Maxim Shemetov / Reuters)

 

Processo foi aberto para investigar se ela incitava ódio étnico.
Natalya Sharina, de 58 anos, é diretora da biblioteca.

Publicado no G1

Investigadores russos disseram nesta quinta-feira (29) ter detido a diretora de uma biblioteca de Moscou especializada em literatura ucraniana e aberto um processo criminal para determinar se ela era culpada por incitar o ódio étnico.

A prisão de Natalya Sharina, de 58 anos, ocorreu depois de uma revista na biblioteca, na qual os investigadores disseram ter descoberto material impresso contendo “propaganda anti-russa” e escritos extremistas de Dmytro Korchinskiy, um autor nacionalista ucraniano.

O incidente deverá agravar as relações já precárias entre a Rússia e a Ucrânia, que estão definhando, em seu pior momento depois da dissolução da União Soviética em decorrência da anexação da península ucraniana da Crimeia pela Rússia, no ano passado, e seu apoio aos separatistas armados no leste da Ucrânia.

O Kremlin nega que suas forças ajudem os rebeldes.

Os investigadores disseram que Sharina, encarregado da biblioteca de literatura ucraniana em Moscou desde 2011, tinha distribuído os escritos de Korchinskiy, apesar de as autoridades russas o terem banido e classificado como extremista.

“A investigação continua”, disse em um comunicado o Comitê de Investigação da Rússia.

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