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Posts tagged Santillana

Trio de ataque

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Empate no ranking semanal, ‘Banana’ voltando ao topo e domínio da Sextante em maio

Cassia Carrenho, no PublishNews

Intrínseca, Santillana e Sextante empataram nessa semana em primeiro lugar com 12 títulos cada, sendo que nenhum dos títulos teve seu lançamento nessa semana. A novidade nesse trio foi a Santillana, que tem tido uma ajudinha do time fraldinha da turma da Peppa Pig na lista infantojuvenil. Só nessa semana foram cinco livros!

Em quarto lugar, outro empate, entre Companhia das Letras e Record, com oito cada. Os dois grupos editoriais colocaram novidades na lista dessa semana: na lista geral, Belo casamento (Verus) em 16 e O réu e o rei (Companhia das Letras) em 17, e em não ficção, Box das eras (Paz e Terra).

No ranking mensal de maio, Sextante mostrou seu domínio de bola e emplacou 25 títulos. Em segundo, empatados, Intrínseca e Record com 15.

Nessa semana A culpa é das estrelas (Intrínseca), primeiro lugar na lista, chegou à mesosfera e vendeu 17.944 exemplares. A culpa, ou melhor, a ajuda, veio do cinema e da nova capa com a foto dos protagonistas do filme. Uma culpa pra lá de perdoável!

Outra novidade, apesar de já esperada, foi o primeiro lugar na lista infantojuvenil e quarto na lista geral para Diário de um banana – maré de azar (Vergara & Riba), que deu um escorregão em A escolha (Seguinte).

As outras novidades na lista foram, em ficção, Pretty Guardian – Sailor Moon 2 (JBC), e não ficção, Vencer o câncer (Dendrix)

Lista abençoada pelos deuses

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PJ Pereira conquista espaço na lista de ficção com seu livro ‘Deuses de dois mundos’

Cassia Carrenho, no PublishNews

O livro Deuses de dois mundos – o livro da traição (Da Boa Prosa), do brasileiro PJ Pereira, está longe dos números estelares de A culpa é das estrelas (Intrínseca), mas tem muito para comemorar pela entrada na concorrida lista de ficção, em 19ºlugar. Apenas mais dois livros nacionais aparecem na lista, Fim (Companhia das Letras), da autora Fernanda Torres, e Adultério (Sextante) de Paulo Coelho. Sem dúvida, hoje é dia de preparar uma oferenda! Na lista geral, A culpa é das estrelas voltou ao seu lugar no céu com 12.988 exemplares vendidos e Ansiedade: como enfrentar o mal do século assumiu a vice-liderança, deixando o grande destaque da semana passada, A escolha (Seguinte), em terceiro. A semana do ranking das editoras foi o famoso “tudo junto e misturado”. A Sextante continua em primeiro com 14 títulos, quatro a menos que na última semana. Empatados com onze, Intrínseca, que manteve o mesmo número, e Santillana, que subiu duas posições. Logo atrás, em terceiro, Companhia das Letras e Globo, com oito. As novidades da semana foram: em ficção Surpreenda-me (Suma de Letras) e O jogo de Ripper (Bertrand) e infantojuvenil, Frozen, uma aventura congelante (V&R).

A Ditadura chegou à lista!

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Semana cheia de novidades, inclusive com três livros sobre a Ditadura

Cassia Carrenho, no PublishNews

Dizem que brasileiro esquece rápido da própria história, principalmente quando o assunto é Ditadura. Demorou, mas apareceram na lista três títulos sobre o assunto ou pelo menos sobre a época: Ditadura à brasileira (LeYa), Almanaque 1964 (Companhia das Letras) e 1964 na visão do ministro do trabalho de João Goulart (Imesp).

Desde o começo de abril a lista começou a receber muitos lançamentos, mas, por enquanto, nada que abale os primeiros colocados. A culpa das estrelas (Intrínseca) continua firme e forte em primeiro lugar na lista geral dos mais vendidos. Destrua esse diário (Intrínseca) vendeu 40% a mais do que na semana anterior e também manteve o segundo lugar com 9.386 exemplares. O destaque foi Foco (Objetiva) que pulou da vigésima posição para o quarto lugar na lista geral, e foi para a vice liderança da lista de autoajuda.

Outra que merece menção é a editora Gente que, apesar de ocupar a oitava posição no ranking de editoras, colocou dois livros na lista geral: Transformando grama em ouro e O que falta para você ser feliz, lançamento.

Outras novidades na lista, algumas com promessa de “veio para ficar”, foram: ficção, Entre o agora e sempre (Sumas das Letras); não ficção, novo livro de Lya Luft, O tempo é um rio que corre (Record); infantojuvenil, Peppa e os ovos de Páscoa (Salamandra); autoajuda, Você pode falar com Deus (Sextante) e negócios, 1501 maneiras de premiar seus colaboradores (Sextante).

No ranking das editoras a Santillana passou a Record e ocupou a terceira colocação. O ranking ficou Sextante, 15, Intrínseca, 12, Santillana, 10 e Record, 8.

Penguin compra a editora Objetiva

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O grupo adquiriu todos os selos de interesse geral da espanhola Santillana, que inclui 45% da Companhia das Letras e a Objetiva

Livros: no Brasil, a Santillana manterá apenas seu selo de livros didáticos, a Editora Moderna / Getty Images

Livros: no Brasil, a Santillana manterá apenas seu selo de livros didáticos, a Editora Moderna / Getty Images

Publicado por Época

São Paulo – Maior grupo editorial do mundo, a Penguin Random House adquiriu todos os selos de interesse geral da espanhola Santillana. No Brasil, a primeira detém 45% da Companhia das Letras e a segunda havia incorporado a Objetiva em 2005, o que significa que as duas concorrentes nacionais agora fazem parte do mesmo conglomerado.

Com o negócio, devem se tornar a segunda ou a terceira editora no Brasil – os dados não são precisos uma vez que resultados financeiros não são divulgados.

O anúncio foi feito na quarta-feira, 19, em Madri. Pelo acordo, a nova empresa Penguin Random House Brasil adquire a totalidade do controle da Editora Objetiva, incluindo os selos Alfaguara, Suma, Fontanar, Ponto de Leitura e Foglio.

O acordo inclui também os selos editoriais da Santillana da Espanha, Portugal e América de língua espanhola. No Brasil, a Santillana manterá apenas seu selo de livros didáticos, a Editora Moderna.

No Rio, os diretores da carioca Objetiva e da paulistana Companhia das Letras deram entrevista garantindo que nada mudará no dia a dia das casas, que se mantêm independentes.

“O editor é a matriz, tem a sensibilidade, a criatividade. Isso é o que move o desenvolvimento editorial de cada selo, isso não muda. Fala-se muito da questão global, mas se perde essa questão de vista”, disse Roberto Feith, fundador e diretor geral da Objetiva.

“Se, por um lado, existe o processo de consolidação, por outro, o DNA do trabalho editorial, a prática do dia a dia, não é afeito a isso, pois é totalmente individualizado. Na fusão da Penguin com a Random House, vimos uma união na área operacional, mas manutenção da área editorial absolutamente igual”, explicou Luiz Schwarcz, diretor geral da Companhia.

Segundo Feith, as conversas da Santillana com a Random House começaram em 2012, antes da fusão com a Penguin. “A união com a Companhia é bem-vinda pois se trata de uma editora-referência no mercado”, com um espírito parecido com o da Objetiva. Quanto à concentração do mercado, ele destacou que esta é uma tendência geral, “que se aplica ao mercado de telefonia ou de cerveja”.

Os dois editores continuam nas suas funções; a diferença é que Schwarcz (com sócios) ainda tem 55% da Companhia e Feith não é mais acionista da Objetiva. “Estou confortável. O acordo garante a perpetuação da editora”, afirmou Feith.

Com um volume de negócios da ordem de € 3 bilhões e alguns dos maiores best-sellers do mundo, como Dan Brown e John Grisham, a gigante Penguin Random House nasceu em julho de 2013, com a união das empresas de origem britânica e alemã, respectivamente, e controla um quarto da distribuição de livros no mundo. Quando do anúncio, foi divulgado que o Brasil estava na mira.

A Companhia das Letras e a Objetiva detêm, juntas, 10% do mercado brasileiro. As duas acreditam que a aquisição trará novas oportunidades para os autores nacionais e dará gás à comercialização de e-books no País, cujo faturamento hoje responde apenas por cerca de R$ 1 milhão de um total de R$ 5 bilhões em negócios.

Em Madri, Markus Dohle, diretor geral da Penguin Random House, disse que “a operação atende aos nossos dois principais objetivos estratégicos: fortalecer nosso compromisso com a publicação de livros em língua espanhola, incrementando nosso potencial comercial e literário em um dos mercados linguísticos mais dinâmicos do mundo, e estabelecer uma forte presença no Brasil”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Menos amor e mais sexo

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Na semana dos namorados, os livros eróticos dominaram a lista

Cassia Carrenho, no PublishNews

Quem apostou nos livros fofinhos, com corações e ursinhos na capa para o Dia dos Namorados, literalmente broxou… Os grandes campeões de venda essa semana foram os recheados de algemas e cintas-liga. O lançamento da Paralela, Para sempre sua, foi direto para o 2º lugar na lista geral, vendendo 16.420 exemplares. Ficou atrás apenas do Inferno (Sextante), que continua esquentando a lista com 20.937 livros vendidos. Só no ranking geral aparecem mais 6 títulos na linha de romance eróticos, entre eles os três fenômenos editoriais da coleção Cinquenta tons (Intrínseca). Já na lista de ficção o número sobe para 8.

Na lista de autoajuda chegaram dois livros do tipo “S2 forever”: Meu jeito de dizer eu te amo (Sextante) e 100 coisas para fazer a dois (Vergara & Riba). Conclusão da semana: o amor é lindo, mas o sexo dá mais dinheiro.

Outras novidades na semana foram: Ficção, O palácio da meia noite (Sumas das Letras); não ficção, Dirceu (Record) e 1942: O Brasil e sua guerra desconhecida, do músico João Barone (Nova Fronteira); infantojuvenil Minha vida fora de série – 2ª temporada (Gutenberg); autoajuda, Louco por viver (Gente), De bem com o espelho (Editora Belas Letras) e Como vender você (Clio); negócios, Sobrou dinheiro (Bestbolso).

No ranking semanal das editoras a Sextante ganhou uma folguinha e ficou com 13 livros. Logo atrás vem a Intrínseca com 10. A Vergara&Riba e a Santillana empataram em 3º lugar, com 9 livros e, também empatados, com 8 livros cada um, Companhia das Letras e Record dividem o 4º lugar.

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