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8 livros eróticos para quem curtiu “50 Tons de Cinza”

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Romances eróticos fazem sucesso nas livrarias! Veja algumas opções mais que calientes 😉

Publicado no Guia da Semana

  • "História de O"

    “História de O”/Créditos: Reprodução

O bestseller 50 Tons de Cinza, da escritora inglesa Erika Leonard James, despertou nos leitores, principalmente nas mulheres, a vontade de procurar romances eróticos nas prateleiras das livrarias.

Isso ocasionou um corre-corre nas editoras, que desenterraram obras de anos atrás e ainda incentivaram autores da nova safra a escrever sobre o tema.

Se você é fã de romances eróticos, nós separamos alguns livros que certamente vai fazer sucesso na hora de dormir 😉

Juliette Society – Sasha Grey

A ex-estrela pornô Sasha Grey encabeça no universo literário erótico em “Juliette Society”. A história fala de um de clube secreto que tem poderosos da sociedade como integrantes .

Delta of Venus – Anaïs Nin

Publicado pela primeira vez em 1978, o livro reúne contos escritos durante a década de 1940 e transita por vários temas sexuais. Uma curiosidade é que este livro foi encomendado por um cliente que usava o codinome “colecionador”. Esse cara era conhecido por  outros escritores por encomendar ficção erótica para seu consumo privado.

A Vida Como Ela É – Nelson Rodrigues

O autor não é classificado como um escritor erótico, mas suas crônicas são repletas de adultério, pecado e desejos. Não só “A Vida Como Ela É”, mas diversas obras de Nelson Rodrigues giram em torno do prazer e da moral.

A História de O – Anne Desclos

Neste romance erótico, Anne Desclos usa o pseudônimo Pauline Réage. O livro foi publicado em 1954, na França e conta a história de uma mulher livre e independente que se torna escrava sexual de seu amante René e outros homens.

Trópico de Câncer- Henry Miller

Foi publicado em 1934 e por seu considerado um conteúdo pornográfico e obsceno ficou proibido nos EUA até 1961. O livro é o resultado da experiência da vida boêmia do escritor durante uma temporada em Paris, em que se deitava com prostitutas e mulheres solitárias.

Coisas Eróticas – Denise Godinho e Hugo Moura

A dupla de jornalistas fala sobre a primeira produção pornográfica brasileira, de como o filme “Coisas Eróticas”, do italiano radicado em São Paulo Raffaele Rossi, foi um marco no fim da pornochanchada e alavancou a produção de filmes “pornô por pornô” no Brasil.

Minha Vida, Meus Amores – Henry Spencer Ashbee

O escritor inglês Henry Spencer Ashbee colecionou histórias de erotismo e pornografia. Essa biografia fala sobre sua vida rodeada por mulheres e diferentes experiências amorosas com elas.

Justine – Marquês de Sade

É um clássico das histórias eróticas. Escrito por Marquês de Sade, que é conhecido por seus contos repletos de sexo, a obra aborda a vida de uma moça ingênua e defensora do bem que se envolve em crimes e depravações. Se você se interessar mais sobre Marquês de Sade veja o filme “Contos Proibidos do Marquês de Sade” (2000), do diretor Philip Kaufman.


Ex-atriz pornô Sasha Grey lança livro em São Paulo

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Rodrigo Levino, na Folha de S. Paulo

Quando virou uma estrela do cinema pornô, em 2006, a atriz americana Sasha Grey, 25, explicava que o seu codinome (o nome real é Marina Ann Hantzis) era uma referência a Dorian Gray, personagem do escritor Oscar Wilde.

Hoje ela pode se considerar colega do autor inglês. Sasha lança em São Paulo o seu romance de estreia, “Juliette Society”, que conta a história de um clube de sexo mantido por figurões da alta sociedade.

Muito do que trata o livro, por óbvio, tem inspiração na carreira de mais de 100 filmes da atriz, que extrapolou o mundo pornográfico e atuou em filmes, digamos, mais sérios, como “Confissões de Uma Garota de Programa”, de Steven Sordebergh.

Sasha Grey

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Sasha Grey durante o lançamento de seu livro ‘Juliette Society’, em Madrid – Chema Moya/Efe

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A ex-musa pornô Sasha Grey, 25 anos, lança seu primeiro romance “Juliette Society” (Editora Leya, 236 págs.) – Francesco Carrozzini

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A grande virada da vida profissional da atriz começou em 2009, quando o diretor Steven Soderbergh a escolheu para protagonizar “Confissões de uma Garota de Programa” (foto) – Divulgação

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Sasha Grey, nome artístico de Marina Ann Hantzis, durante a estreia do filme adulto “I Melt With You” no Festival de Sundance em 2011 – Lucas Jackson/Reuters

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A artista está no suspense “Open Windows” (ainda sem título em português ou data de estreia prevista), ao lado de Elijah Wood – Chema Moya/Efe

Aposentada dos sets de filmes adultos desde 2011, milionária, vocalista de uma banda de rock industrial, Sasha disse em entrevista à Folha, de Ibiza (no Mediterrâneo), onde passava férias, que a motivação do livro foi além da literária.

“A literatura erótica se tornou um assunto de massa muito por causa da internet e de livros como ‘Cinquenta Tons de Cinza’, mas ela sempre vendeu muito bem, sempre teve mercado. Não concordo com essa impressão de que é um ‘boom’ recente. Talvez por isso o meu agente insistiu durante anos para que eu escrevesse um livro”, disse rindo.

A mesma internet a ajudou a se tornar uma celebridade global. Uma busca por seu nome no Google arrasta mais de 23 milhões de citações. Além de cenas de sua afamada disposição na cama, é possível encontrar defesas de sua atuação como uma espécie de militância feminista.

“A internet impulsionou as causas feministas, tornou o debate globalizado, mas, por outro lado, é onde o assunto é igualmente ridicularizado.”

Antes de se arriscar no mundo das editoras e livrarias, Sasha Grey abriu em 2009 uma produtora de filmes pornôs, que durou apenas três meses. “Foi meu primeiro grande fracasso”, conta. Segundo ela, o insucesso foi motivado principalmente porque a produtora não se adequava à “caretice” do público médio americano.

Sasha Grey vem ao Brasil em agosto lançar seu primeiro livro

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Em “Juliette Society”, Sasha narra a história de uma jovem estudante que se envolve com um clube secreto cujo objetivo é simplesmente o sexo

Publicado no Portal O Dia

Se um romancista precisa conhecer bem um tema para convencer um leitor de que aquela história é real, a estrela americana Sasha Grey (foto abaixo) pode ficar tranquila quanto a seu primeiro livro.

Em “Juliette Society”, romance erótico que será lançado no Brasil em agosto pela editora Leya, Sasha narra a história de uma jovem estudante que se envolve com um clube secreto cujo objetivo é simplesmente o sexo. Ela dedica, por exemplo, uma página inteira para descrever uma felação, inclusive com direito a um sugestivo “aahh” na última linha.

“Juliette Society” é o primeiro livro de Sasha, uma bela jovem que ficou famosa na indústria pornô por ter estrelado 271 filmes entre seus 18 e 23 anos, sem pudores, em papéis que lhe renderam prêmios como a de melhor cena de sexo grupal (troféu dividido com mais 17 atores e atrizes), a de melhor cena de sexo oral e outros cuja descrição é inapropriada para um jornal sem restrição de idade. Aos 25 anos, Sasha certamente já teve relações com um número maior de pessoas do que a quantidade de amigos que a maioria de nós tem no Facebook.

Mas, aos poucos, ela passou a atuar em outras frentes: atuando em filmes em Hollywood, como “Confissões de uma garota de programa” (2009), de Steven Soderbergh, lançando a banda experimental aTelecine e, agora, enveredando pela literatura. O romance, sobre o qual ela falou em entrevista por telefone, trará Sasha ao Brasil, entre 19 e 25 de agosto.

Em sua carreira, você parece sempre estar perseguindo novos projetos. Você só tem 25 anos, mas já se tornou uma conhecidíssima atriz pornô, fez filmes em Hollywood, lançou uma banda e agora está publicando um livro. Existe um limite?

Eu acho engraçado pensar nisso. Pouco antes de deixar a indústria pornô, lancei minha própria produtora, para dirigir e produzir meus próprios filmes pornô. Mas foi o maior fracasso da minha carreira. Então aprendi que existe uma separação entre projetos criativos e projetos comerciais. Quando há muito dinheiro envolvido, as coisas são mais difíceis, você nunca sabe o que pode acontecer. Mas, pensando em trabalhos artísticos, sim, eu acho que posso fazer qualquer coisa. Nada me faz parar.

O quanto de “Juliette Society” é baseado em suas próprias experiências?

Alguns dos cenários sexuais que eu descrevo vieram de experiências que eu tive, e tenho certeza de que os fãs mais fiéis vão identificar esses cenários. Mas também há muita coisa no livro que é baseado em histórias que ouvi e li. É uma combinação.

(mais…)

Sasha Grey: a ex-estrela pornô lança o seu primeiro romance

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Entrou em mais de 200 filmes para adultos, mas nos últimos anos deu um novo rumo à sua carreira. Agora estreia-se na literatura.

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Publicado por Público

Entrou em mais de 200 filmes para adultos, mas nos últimos anos a americana Sasha Grey, 25 anos, tem dado um novo rumo ao seu percurso.

Primeiro foi a protagonista do filme The Girlfriend Experience de Steven Soderbergh, tendo depois participado em vários projectos no universo da arte contemporânea (por exemplo, o artista plástico Julião Sarmento criou retratos dela) e lançou-se também na música com o projecto aTelecine, para além de actuar regularmente na condição de DJ pelo mundo. Faltava a literatura.

Dizemos faltava, porque acaba de lançar o seu primeiro romance, The Juliette Society, à volta de uma mulher que entra para um clube secreto, explorando os universos do sadomasoquismo. Trata-se de uma novela erótica que está a gerar enorme expectativa. Em Inglaterra diz-se mesmo que o seu livro se poderá tornar no sucessor do enorme sucesso de Cinquenta Sombras de Grey de EL James (Lua de Papel) , o livro em torno do sexo que se tornou num êxito o ano passado, vendendo pelo mundo cerca de 40 milhões de cópias.

O livro vai ter edição em mais de 40 territórios e, ao que parece, Hollywood já mostrou interesse em passar a história para o ecrã. Sasha Grey retirou-se da indústria porno há quatro anos. Agora escreve sobre Catherine, uma jovem estudante de cinema, que entra para um clube de sexo secreto. À imprensa tem dito que tentou criar qualquer coisa de muito diferente. “A maior parte das novelas desde género existem num mundo híper-fantasista, na linha das comédias românticas. Eu quis criar qualquer coisa que as pessoas pudessem sentir que lhes poderia acontecer também a elas. O meu personagem não anda à procura do par ideal.”

No livro, sexo e violência, andam a par, o que tem gerado algumas críticas junto das poucas pessoas que já leram a obra. Mas ela defende-se: “algumas coisas podem ser vistas como ofensivas por algumas pessoas, mas é preciso entender que existe uma larga comunidade de pessoas à volta do mundo que se sente ostracizada pelas suas manias sexuais e é necessário falar disso de uma forma totalmente aberta”, justificou.

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