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Posts tagged Saúde

Como bichos de estimação ajudam alunos a passar nas provas da Universidade de Cambridge

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St Catharine’s College
Image caption O trabalho de Toby é ajudar os alunos a tratar o estresse

Porquinhos-da-índia que ajudam a relaxar, um gato de três pernas e diversos cachorros agora são “funcionários” da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

Publicado na BBC Brasil

Os bichinhos ajudam os estudantes na época das provas – passar um tempo com os animais ajuda a diminuir o estresse trazido pelos dos exames e melhora o desempenho nas avaliações.

No projeto, funcionários de diversas faculdades da universidade adotaram animais para que eles fiquem em contato com os estudantes.

Alunos podem tomar um chá com Jasper, o gato malhado, ou levar os cachorros para passear.

A universidade diz que os animais demonstram ficar felizes ao ajudar alunos estressados ou com saudade de seus próprios bichinhos de estimação – já que os estudantes da universidade costumam morar no próprio campus.

Cambridge University/Marshall Library
Image caption Em um dos eventos com temáticas de gatos, a biblioteca de economia reuniu 140 alunos para conhecer Jasper, o gato

A iniciativa tem funcionado, mesmo que os bichos às vezes demonstrem alguma teimosia – como provou o cachorra Twiglet, que deu uma voltinha com seu “paciente” e depois se recusou a se mexer, provando que o trabalho de ser um “cão relaxante” não era pra ela.

O gato Jasper, que não tem uma pena, mora na biblioteca da faculdade de economia há anos. Ele é o “anfitrião” do evento “Chá com Jasper”, que às vezes atrai mais de 100 pessoas.

Cambridge University
Image caption A porquinha-da-índia Emmeline Squeakhurst foi nomeada em homenagem à feminista Emmeline Pankhurst, que lutou pelo voto das mulheres na Inglaterra

Já a faculdade Lucy Cavendish adotou quatro porquinhos-da-índia, que também são um sucesso entre os alunos. Eles podem brincar com os bichinhos no jardim.

“É muito bom cuidar deles, eles nos distraem das provas”, diz a estudante Laura McClintock.

O cocker spaniel inglês Jack também faz parte da equipe de “funcionários” animais, e sua agenda de passeios está sempre cheia.

A aluna Nina Jeffs diz que levá-lo para passear foi “como voltar para casa” e a ajudou a relaxar.

Cambridge University
Image caption O cocker Jack leva os alunos de Cambridge para passear – ou o contrário

Saúde mental

Para Stephen Buckley, da entidade Mind, que promove saúde mental, se conectar com a natureza através do cuidado com animais traz uma série de benefícios para a saúde.

“Brincar com um bichinho, levar um cachorro para passear ou cuidar de um gato são coisas que ajudam a atenuar uma série de problemas de saúde mental. Ajuda os alunos a se desligar das pressões do dia a dia, a ficar com a mente mais leve e com menos estresse”, afirma.

A Universidade de Cambridge não é a única instituição inglesa que tem um programa de convivência com animais de estimação.

A Universidade de Huddersfield tem uma “sala dos filhotes” onde estudantes podem passar tempo com uma dupla de cães treinados para terapia. Já a Universidade Aberystwyth leva os cães de um centro de acolhida de bichos abandonados para passear no campus e brincar com os alunos. A Universidade de Bath disponibiliza até patos e cabras para os estudantes interagirem.

A ong “Pets as Therapy” (Animais como Terapia) promove visitas terapêuticas de bichos a diversas instituições, incluindo hospitais e universidades. Eles afirmam que a época de provas coloca uma pressão enorme dos estudantes e que os bichos ajudam a lidar com a tristeza e a ansiedade, permitindo que os alunos consigam racionalizar a situação.

A entidade diz que pesquisas conduzidas com a Universidade de Lincoln sobre a interação entre animais de estimação e pessoas mostra que “alunos recebendo visita de bichinhos tinham um nível de cortisol (hormônio do estresse) bem mais baixo.”

A faculdade Santa Catarina, na Universidade de Cambridge, tem o caõzinho Toby justamente para isso.

Cambridge University
Image caption Spaniel Jack is loved by students at Corpus Christi College

No entanto, a tentativa da faculdade Sidney Sussex de implementar o projeto não deu muito certo.

A jack russell terrier Twiglet deu apenas uma voltinha com alunos e depois se sentou e não quis mais se mexer – provando que ser um cão de serviço não era para ela.

O jornal da faculdade disse que o cachorro estava muito estressado para a função e que foi “aposentado” depois de apenas um dia.

A Universidade diz que todos os bichos são muito bem tratados e que “Twiglet não está estressada, está perfeitamente bem. A pior coisa que pode ser dita sobre ela é que tem muita vontade própria.”

Treinadores dizem que nem todos os cães tem uma personalidade que se adapta a esse tipo de serviço.

Médico prescreve livros para crianças atendidas em hospital do Itapoã, no DF

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Crianças podem escolher qual obra levar para casa no projeto Prescreva um Livro (Foto: Estêvão Rolim/Arquivo pessoal)

Indicação é escrita logo abaixo da prescrição de remédios. Maioria dos habitantes da região não lê.

Lucas Vidigal, no G1

Os pais das crianças atendidas na Unidade Básica de Saúde 3, no Itapoã, precisam adicionar doses de leituras aos filhos entre um remédio ou outro. O médico Estêvão Rolim, de 26 anos, tem sempre acrescentado alguma obra infantil na receita médica.

A iniciativa faz parte do projeto Prescreva um Livro, idealizado em 2016 para criar o hábito de leitura em uma região onde os habitantes leem menos do que a média do Distrito Federal (saiba mais abaixo).

“Além de introduzir a leitura desde muito cedo, a gente quer fortalecer os vínculos familiares. Atividades lúdicas como essa são fundamentais até para o tratamento de doenças crônicas”, comentou Rolim.

Prescrição do livro fica escrita logo abaixo dos remédios receitados (Foto: Estêvão Rolim/Arquivo pessoal)

Prescrever um livro – diferentemente dos remédios – não é tarefa para o médico. A própria criança procura a obra que quer ler, ou que o pai, mãe, avós ou irmãos leiam para ela.

A semelhança entre as prescrições está no compromisso. A criança precisa tomar os remédios em dia e deve, também, ler o livro e devolvê-lo na consulta seguinte.

Leitura em qualquer idade

Maria Lídia com o pai, Elton, segura o livro que ganhou do médico (Foto: Estêvão Rolim/Arquivo pessoal)

Crianças com idade escolar preferem livros infantis um pouquinho maiores. Mas aquelas que nem aprenderam as letras escolhem pelas figuras. Quanto mais colorido, maior o sucesso.

Gripada às vésperas de comemorar o primeiro aniversário, Maria Lídia Chagas amou as cores do livro “A menina dos olhos mágicos”, de Cecília Vasconcellos e com ilustrações de Edna Castro.

Pela pouca idade, Maria Lídia não deve prestar tanta atenção à história de uma menina que não sabe o que fazer com os novos olhos. Mas a mãe, Regimeire Santos Gomes, de 35 anos, faz questão de ler o livro diariamente para a filha. “Ela mesma folheia, olha as letrinhas e mostra as páginas mais bonitas”, diz.

Maioria dos adultos não lê

Moradora do Itapoã, Regimeire disse que mal tem tempo para ler as histórias românticas que ela mesma diz gostar. “Eu trabalho como encarregada de padaria no Lago Sul. Quando volto para casa, não dá tempo”, afirmou.

A mãe de Maria Lídia engrossa as estatísticas da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) que mostram que 76,7% dos moradores do Itapoã não leem – percentual acima dos 63,5% que representam a população do DF inteiro sem hábito de leitura. Os dados, os mais recentes para a capital, são de 2013.

Em uma das regiões com menor renda per capita do DF, a falta de leitura faz diferença. “É um cenário de risco, onde muito adulto sofre por não ler. Eles crescem com dificuldades em reter informações básicas”, afirmou.

Além de atendimento médico, a Unidade Básica de Saúde serve como um ponto de apoio à comunidade da região.”

Por isso, Rolim pretende estender o Prescreva um Livro a outras unidades de saúde do DF. Além disso, o programa deve abarcar também adultos com doenças crônicas. Ainda não há, porém, data prevista para a ampliação do projeto, que é voluntário.

Livros indicados pelo médico Estêvão Rolim

As cores de Laurinha (Pedro Bandeira e Walter Ono)
Jacaré não manda carta – uma aventura a favor da despoluição dos rios (Julieta de Godoy Ladeira)
Minha irmã é diferente (Betty Ren Wright)
Galo de briga, de paz (Miriam Mermelstein)
Surpresa de Páscoa (Telma Guimarães)
Fábulas (Monteiro Lobato)
De mão em mão (Telma Guimarães)
Diário de uma mosca (Doreen Cronin)
A menina dos olhos mágicos (Cecília Vasconcellos)
Os caçadores de mel (Francesca Martin)

Silviano Santiago e Veronica Stigger vencem Prêmio Jabuti de 2017

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Silviano Santiago, vencedor do Jabuti de melhor romance por "Machado" (Companhia das Letras) - Adriano Vizoni/Folhapress

Silviano Santiago, vencedor do Jabuti de melhor romance por “Machado” (Companhia das Letras) – Adriano Vizoni/Folhapress

Publicado na Folha de S.Paulo

Com uma ficção sobre os últimos anos de Machado de Assis (1839-1908), o escritor e professor de literatura Silviano Santiago foi o vencedor do Prêmio Jabuti de Romance.

Com isso, o autor mineiro de 81 anos concorrerá ao troféu de Livro do Ano de Ficção, a ser anunciado na cerimônia de premiação do 59º Jabuti em 30 de novembro, no Auditório Ibirapuera.

Os vencedores desta e das outras 28 categorias do Jabuti foram divulgados na tarde desta terça (31) pela Câmara Brasileira do Livro, que organiza a premiação.

O colunista da Folha Antonio Prata participou do projeto vencedor da categoria Infantil Digital, com “Kidsbook Itaú Criança” (Agência Africa). Marcelo Gleiser, colaborador do jornal, ficou em segundo lugar na categoria Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática, com “A Simples Beleza do Inesperado” (Record).

Neste ano, foram introduzidas duas novas categorias; uma dedicada a livros brasileiros traduzidos no exterior –na qual “A Cup of Rage”, versão britânica de “Um Copo de Cólera”, de Raduan Nassar, saiu vencedora– e outra, aos quadrinhos.

“Castanha do Pará”, HQ independente de Gidalti Oliveira Moura Júnior, foi a ganhadora. “Hinário Nacional” (Veneta), de Marcello Quintanilha, ficou em segundo, e “Quadrinhos dos Anos 10” (Companhia das Letras), de André Dahmer, quadrinista da Folha, ficou em terceiro.

Eva Furnari, veterana de livros para crianças ficou em primeiro na categoria Infantil, com “Drufs” (Moderna).

“Se Eu Fosse… Um Bicho, uma Planta ou até um Objeto, Minha Vida Seria Muito Diferente” (Publifolhinha), de Luisa Massarani, com ilustrações de sua irmã, Mariana, ficou em segundo.

O livro reúne textos publicados no caderno “Folhinha”,da Folha, que deixou de circular no ano passado.

Em terceiro na categoria ficou “A Boca da Noite” (Zit), de Cristino Wapichana.

A homenageada com o prêmio Personalidade Literária deste ano também vem do universo infantojuvenil.

Ruth Rocha, autora de clássicos como “Marcelo, Marmelo, Martelo”, receberá o prêmio pelo conjunto de sua obra e contribuição à formação de gerações de leitores.

LIVROS DO ANO

“Quase Todas as Noites” (7Letras), de Simone Brantes, venceu na categoria Poesia; “Sul” (ed. 34), de Veronica Stigger, em Contos e Crônicas.

Elas, assim como Walcyr Carrasco, que venceu a de Adaptação por seu “Romeu e Julieta” (Moderna), concorrem a Livro de Ano de Ficção com os já mencionados Silviano Santiago, Gidalti Oliveira Moura Júnior e Eva Furnari, além de José Castello, autor do melhor Juvenil, “Dentro de Mim Ninguém Entra” (Berlendis & Vertecchia).

Nessa categoria, Daniel Munduruku ficou em segundo, com “Vozes Ancestrais” (FTD), e Susana Ventura, em terceiro, com “O Caderno da Avó Clara” (SESI-SP Editora).

Para o Livro do Ano de Não Ficção concorrem os primeiros lugares de 15 categorias, como Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática, cujo premiado foi “A Espiral da Morte” (Companhia das Letras), de Claudio Angelo.

Todos os ganhadores levam o troféu com o quelônio; os primeiros lugares de cada categoria são agraciados com R$ 3.500, ao passo que os vencedores de Livro do Ano recebem R$ 35.000 cada um.

A escritora Ruth Rocha será homenageada neste ano com o prêmio “Personalidade Literária” pelo conjunto de sua obra e contribuição à formação de gerações de leitores.

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Confira os vencedores:

Adaptação
1º Lugar – “Romeu e Julieta” (Moderna), de Walcyr Carrasco
2º Lugar – “A Ilha do Tesouro” (FTD Educação), de Rodrigo Machado
3º Lugar – “Samba de uma noite de Verão” (KAN Editora), de Renato Forin Jr.

Arquitetura, Urbanismo, Artes e Fotografia
1º Lugar – “A Modernidade Impressa: Artistas Ilustradores da Livraria do Globo – Porto Alegre” (Editora da UFRGS), de Paula Ramos
2º Lugar – “Millôr: Obra Gráfica” (IMS), de Cássio Loredano, Julia Kovensky e Paulo Roberto Pires
3º Lugar – “Lentes da Memória: A descoberta da fotografia de Alberto de Sampaio (1888-1930)” (Bazar do Tempo), de Adriana Martins Pereira

Biografia
1º Lugar – “Caio Prado Júnior: Uma biografia política” (Boitempo), de Luiz Bernardo Pericás
2º Lugar – “Xica da Silva: a Cinderela Negra” (Record), de Ana Miranda
3º Lugar – “Enquanto Houver Champanhe, Há Esperança: Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral” (Intrínseca), de Joaquim Ferreira dos Santos

Capa
1º Lugar – “História da Teoria da Arquitetura” (Editora da Universidade de São Paulo), do capista Casa Rex / Gustavo Piqueira
2º Lugar – “Millôr: Obra Gráfica” (IMS), dos capistas Celso Longo e Daniel Trench
3º Lugar – “Diário de Francisco Brennand: O Nome do Livro e o Nome do Outro” (Inquietude Brennand Fortes Produções Culturais), do capista Flavio Flock

Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática
1º Lugar – “A Espiral da Morte” (Companhia das Letras), de Claudio Angelo
2º Lugar – “A Simples Beleza do Inesperado” (Record), de Marcelo Gleiser
3º Lugar – “Os Cientistas da Minha Formação” (Livraria da Física), de Mario Novello

Ciências da Saúde
1º Lugar – “Zika: do Sertão Nordestino à Ameaça Global” (Civilização Brasileira), de Debora Diniz
2º Lugar – “Medicina Cardiovascular – Reduzindo o Impacto das Doenças” (Atheneu), de Roberto Kalil Filho, Valentin Fuster e Cícero Piva de Albuquerque
3º Lugar – “Neurofisiologia Básica para Profissionais da Área de Saúde” (Atheneu), de Márcia Radanovic e Eliane Mayumi Kato-narita

Ciências Humanas
1º Lugar – “A Nervura do Real II” (Companhia das Letras), de Marilena Chauí
2º Lugar – “A Radiografia do Golpe: Entenda Como e Por Que Você Foi Enganado” (Leya), de Jessé Souza
3º Lugar – “A Tentação Fascista no Brasil: Imaginário de Dirigentes e Militantes Integralistas” (Editora da UFRGS), de Hélgio Trindade

Comunicação
1º Lugar – “Manual de Editoração e Estilo” (Editora da Unicamp), de Plinio Martins Filho
2º Lugar – “Bota o Retrato do Velho Outra Vez: a Campanha Presidencial de 1950 na Imprensa do Rio de Janeiro” (Paco Editorial), de Luís Ricardo Araujo da Costa
3º Lugar – “Todos os Monstros da Terra. Bestiários do Cinema e da Literatura” (EDUC – Editora da PUC-SP / FAPESP), de Adriano Messias

Contos e Crônicas
1º Lugar – “Sul” – Autor(a): Veronica Stigger – Editora: Editora 34
2º Lugar – “Se For pra Chorar que Seja de Alegria” (Global), de Ignácio de Loyola Brandão
3º Lugar – “Caixa Rubem Braga – Crônicas” (Autêntica), de Rubem Braga (autor), André Seffrin, Bernardo Buarque de Hollanda, Carlos Didier (organização)

Didático e Paradidático
1º Lugar – “África e Brasil História e Cultura” (FTD Educação), de Eduardo D’Amorim
2º Lugar – “Com os Pés na África” (Moderna), de Sérgio Túlio Caldas
3º Lugar – “Terra de Cabinha: Pequeno inventário da vida de meninos e meninas do Sertão” (Peirópolis), de Gabriela Romeu

Direito
1º Lugar – “Comentários ao Código de Processo Civil – Coleção Completa 17 Volumes” (Revista dos Tribunais), de Diretor: Luiz Guilherme Marinoni, Coords.: Sérgio Cruz Arenhart e Daniel Mitidiero
2º Lugar – “A ‘tradução’ de Lombroso na Obra de Nina Rodrigues: O Racismo como Base Estruturante da Criminologia Brasileira” (Revan), de Luciano Góes
3º Lugar – “Os Direitos da Mulher e da Cidadã por Olímpia de Gouges” (Saraiva), de Dalmo de Abreu Dallari

Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer
1º Lugar – “Finanças Públicas” (Record), de Felipe Salto e Mansueto Almeida
2º Lugar – “A Crise Fiscal e Monetária Brasileira” (Civilização Brasileira), de Edmar Bacha
3º Lugar – “Executivos Negros: Racismo e Diversidade no Mundo Empresarial” (Editora da Universidade de São Paulo), de Pedro Jaime

Educação e Pedagogia
1º Lugar – “Alfabetização: A Questão dos Métodos” (Contexto), de Magda Soares
2º Lugar – “A Instrução Pública nas Vozes dos Portadores de Futuros (Brasil – Séculos 19 e 20)” (EDUFU), de Carlos Monarcha
3º Lugar – “Currículos Integrados no Ensino Médio e na Educação Profissional: Desafios, Experiências e Propostas” (Editora Senac São Paulo), de Francisco de Moraes e José Antonio Küller

Engenharias, Tecnologias e Informática
1º Lugar – “Nanotecnologia Experimental – Autor(a): Henrique Eisi Toma, Delmárcio Gomes da Silva e Ulisses Condomitti – Editora: (Blucher)
2º Lugar – “Acústica de Salas – Projeto e Modelagem” (Blucher), de Eric Brandão
3º Lugar – “Introdução à Engenharia de Produção – Conceitos e Casos Práticos” (LTC), de Orlando Roque da Silva e Délvio Venanzi

Gastronomia
1º Lugar – “Enciclopédia dos Alimentos Yanomami (Sanöma): Cogumelos” (Instituto Socioambiental), de Moreno Saraiva Martins
2º Lugar – “Todas as Sextas” (Melhoramentos), de Paola Carosella
3º Lugar – “Mari Hirata Sensei Por Haydée Belda” (Bei Editora), de Haydée Belda

Histórias em Quadrinhos
1º Lugar – “Castanha do Pará” (Publicação Independente), de Gidalti Oliveira Moura Júnior
2º Lugar – “Hinário Nacional” (Veneta), de Marcello Quintanilha
3º Lugar – “Quadrinhos dos Anos 10” (Companhia das Letras), de André Dahmer

Ilustração
1º Lugar – “Knispel: Retrospectiva 1950-2015” (Maayanot), do ilustrador Gershon Knispel
2º Lugar – “Outras Meninas” (Independente), da ilustradora Manu Cunhas
3º Lugar – “Rio Sketchbook” (Marte Cultura e Educação), do ilustrador Eduardo Bajzek

Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil
1º Lugar – “Adélia” (Editora Pulo do Gato), do ilustrador Jean-Claude Alphen
2º Lugar – “Teleco, o Coelhinho”, (Editora Positivo), de Odilon Moraes
3º Lugar – “Nuno e as Coisas Incríveis” (Jujuba Editora), de Andre Neves

Infantil
1º Lugar – “Drufs” (Moderna), de Eva Furnari
2º Lugar – “Se Eu Fosse… Um bicho, uma planta ou até um objeto, minha vida seria muito diferente” (Publifolha), de Luisa Massarani
3º Lugar – “A Boca da Noite”, da Zit Editora (Meneghetti’s Gráfica e Editora), de Cristino Wapichana

Infantil Digital
1º Lugar – “Kidsbook Itaú Criança” (Agência Africa), de Marcelo Rubens Paiva e Alexandre Rampazo, Luis Fernando Verissimo e Willian Santiago, Fernanda Takai e Ina Carolina, Adriana Carranca e Brunna Mancuso, Antonio Prata e Caio Bucaretchi
2º Lugar – “Nautilus – Baseado na Obra Original de Jules Verne: Vinte Mil Léguas Submarinas” (Storymax), de Maurício Boff e Fernando Tangi (ilustrador)
3º Lugar – “Quanto Bumbum!” (Caixote/Webcore), de Isabel Malzoni (texto) e Cecilia Esteves (arte)

Juvenil
1º Lugar – “Dentro de Mim Ninguém Entra” (Berlendis & Vertechia), de José Castello
2º Lugar – “Vozes Ancestrais” (FTD Educação), de Daniel Munduruku
3º Lugar – “O Caderno da Avó Clara” (SESI-SP Editora), de Susana Ventura

Livro Brasileiro Publicado no Exterior
1º Lugar – “A Cup Of Rage – Autor(a): Raduan Nassar – Editora: Penguin Random House Uk – Editora Internacional: Penguin Random House Uk
2º Lugar – “Enigmas of Spring – Autor(a): João Almino – Editora: Dalkey Archive Press – Editora Internacional: Dalkey Archive Press
3º Lugar – “Mijn Duitse Broer – Autor(a): Chico Buarque – Editora: Penguin Random House Uk – Editora Internacional: De Bezige Bij

Poesia
1º Lugar – “Quase Todas as Noites” (7Letras), de Simone Brantes
2º Lugar – “A Palavra Algo” (Iluminuras), de Luci Collin
3º Lugar – “Identidade” (Urutau), de Daniel Francoy

Projeto Gráfico
1º Lugar – “Estórias da Rua que foi Balsa: Trilhas e Intuições na Educação Popular em Saúde” (Guayabo Edições), responsáveis pelo projeto gráfico: Patrícia Rezende e Valquíria Rabelo
2º Lugar – “História da Teoria da Arquitetura” (Editora da Universidade de São Paulo), do responsável pelo projeto gráfico: Casa Rex / Gustavo Piqueira
3º Lugar – “Aniki Bóbó – Responsável pelo Projeto Gráfico” (Verso Brasil Editora), de Beatriz Lamego

Psicologia, Psicanálise e Comportamento
1º Lugar – “A Clínica Psicanalítica em Face da Dimensão Sociopolítica do Sofrimento” (Escuta), de Miriam Debieux Rosa
2º Lugar – “O Adolescente e a Internet: Laços e Embaraços no Mundo Virtual” (Editora da Universidade de São Paulo / FAPESP), de Cláudia Prioste
3º Lugar – “De que Cor Será Sentir? : Método Psicanalítico na Psicose” (Manole Editora), de Marina de Oliveira Costa

Reportagem e Documentário
1º Lugar – “Petrobras: Uma história de Orgulho e Vergonha” (Companhia das Letras), de Roberta Paduan
2º Lugar – “Nazistas entre nós: A trajetória dos oficiais de Hitler depois da guerra” (Contexto), de Marcos Guterman
3º Lugar – “O Livro dos Bichos” (Companhia das Letras), de Roberto Kaz

Romance
1º Lugar – “Machado” (Companhia das Letras), de Silviano Santiago
2º Lugar – “A Tradutora” (Record), de Cristovão Tezza
3º Lugar – “Outros Cantos” (Companhia das Letras), de Maria Valéria Rezende

Teoria/Crítica Literária, Dicionários e Gramáticas
1º Lugar – “Machado de Assis e o Cânone Ocidental: Itinerários de Leitura” (Eduerj), de Sonia Netto Salomão
2º Lugar – “O Mundo Sitiado: A Poesia Brasileira e a Segunda Guerra Mundial” (ed. 34), de Murilo Marcondes de Moura
3º Lugar – “De Volta ao Fim: O ‘Fim das Vanguardas’ Como Questão da Poesia Contemporânea” (7Letras), de Marcos Siscar

Tradução
1º Lugar – “Conversações com Goethe nos Últimos Anos de Sua Vida: 1823-1832” (Unesp), do tradutor Mário Luiz Frungillo
2º Lugar – “Romeu e Julieta” (Companhia das Letras), do tradutor José Francisco Botelho
3º Lugar – “Ouça a Canção do Vento / Pinball, 1973” (Companhia das Letras), da tradutora Rita Kohl

Estudo mostra como as luzes artificiais e a vibração do corpo influenciam a qualidade da visão e a maneira como lemos

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Pesquisa desenvolvida na UFMG pode ajudar a entender o estresse visual e como tratá-lo de forma adequada

Matheus Prado, no UAI

Como você imagina que nossos /olhos processam informação na hora de ler? Diferentemente do que se pensa, não é um deslocamento contínuo no sentido da frase, da esquerda para a direita ou de cima para baixo, por exemplo. Nosso aparelho visual faz uma série de movimentos, buscando mapear o que está sendo lido ou visto, e transmiti-lo para o cérebro, formando o campo de visão. Durante este processo, diferentes fatores como luz, vibração e a mídia utilizada podem influenciar a qualidade com a qual assimilamos a informação.

Pesquisas dos últimos anos na área da neurovisão, capitaneadas no Brasil pela médica Márcia Guimarães, chamaram a atenção para a existência da Síndrome de Irlen,também conhecida como estresse visual. Trata-se de uma alteração na percepção de visão, provocada por uma falta de adaptação em relação à iluminação artificial, principalmente fluorescente e LED e, muitas vezes, natural, e que causa déficit na leitura. Diagnosticado erroneamente como dislexia, por exemplo, o problema ainda é polêmico na comunidade médica. Isso porque os pacientes que sofrem com a síndrome podem não apresentar alterações no seu exame oftalmológico, se limitado apenas à busca de causas refracionais, ortópticas ou anatômicas, uma vez que envolve distúrbios de processamento visual central e não apenas oculares.

Mas um estudo conduzido por Valéria Prata, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Aplicada à Neurociência da Visão (Lapan), ligado à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), conseguiu trabalhar de forma bem objetiva o diagnóstico. Em sua tese de doutorado, a fisioterapeuta estudou a influência da vibração de corpo inteiro (VCI), mídias e iluminação artificial na cinemática ocular durante atividades de leitura.Ou seja, como diferentes fatores podem influenciar na qualidade da leitura.

Pense que você está lendo um livro em um ônibus em movimento. Seu esforço para conseguir realizar essa leitura teve que ser maior do que o normal, certo? Foi o que Valéria buscou entender. “Eu tenho esse distúrbio clínico e já tinha lido pesquisas sobre o tema, mas queria saber o porquê”, afirma.

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Cada um dos 70 participantes do estudo se acomodou em uma plataforma vibratória, para simular a VCI e colher dados, e foi monitorado por aparelhos que mapeiam os movimentos dos olhos. Assim, realizou a leitura de 16 textos em tablet e em papel, sob iluminação incandescente, fluorescente e de LED. O grupo avaliado na pesquisa foi composto por indivíduos com e sem estresse visual e por bons leitores.

“Os bons leitores registraram uma alteração da coordenação motora dos olhos, mas conseguiram ler melhor”, explica Valéria. Ou seja, apesar de estar em uma situação de desconforto, o aparelho visual desse grupo se adaptou para otimizar a leitura. Já os portadores do estresse visual encontraram mais dificuldades. Até conseguem ler, mas precisam realizar um grande esforço visual e gastam mais tempo para conseguir captar a informação. Alguns deles tiveram sintomas que variaram desde dores de cabeça, irritabilidade e calafrios e, em alguns casos, podendo chegar a convulsões.

A tese de doutorado defendida por Valéria faz parte de um projeto voltado para o estudo dos distúrbios visuais relacionados ao estresse visual e vibração do corpo inteiro, em parceria com a Escola de Engenharia da UFMG, e cuidadosamente monitorada pelo curso de Engenharia Mecânica.

PESQUISA E REALIDADE

A médica Maria Amin, pediatra com atuação na área de neurologia da infância e adolescência, explica de forma simples a síndrome de Irlen. No caso de quem sofre com o problema, “o cérebro sempre viu da mesma forma, então vamos nos adaptando sem saber que temos um problema”. Por se tratar de um distúrbio genético, muitas pessoas se desenvolvem e vivem durante anos sem tratamento.

Estudo conduzido pela pesquisadora Valéria Prata buscou entender o distúrbio clínico (foto: Beto Novaes/EM/D.A Press)

Estudo conduzido pela pesquisadora Valéria Prata buscou entender o distúrbio clínico (foto: Beto Novaes/EM/D.A Press)

Para ela, a pesquisa de Valéria é importante porque nosso equilíbrio é diretamente dependente da visão. “Por exemplo, os mais velhos, diferentemente das crianças, sempre estão olhando por onde andam e onde pisam”, completa. Nesse sentido, a tese mostra as influências da acuidade da nossa visão nos movimentos que exercemos diariamente. E, acima de tudo, ajuda a validar os estudos que têm sido feitos sobre estresse visual e distúrbios de aprendizagem. Apesar de tudo, já existem formas de obter o diagnóstico. Lâminas (acetatos) de diversas cores, com faces foscas e brilhantes, são utilizadas como filtros de leitura. Cada paciente testa sobreposições e cores diferentes para ajudarem uma melhor percepção do texto. A Fundação H. Olhos, em Belo Horizonte, desenvolve, há vários anos, umtrabalho de capacitação de agentes da saúde para que a triagem e identificação do estresse visual relacionado aos distúrbios de aprendizado possa ser identificado em crianças da rede pública de ensino.

PROBLEMA E TRATAMENTO

Portadores do estresse visual registram sintomas de fotofobia, problemas na resolução viso-espacial, restrição de alcance focal, dificuldades na manutenção do foco e na percepção de profundidade. Pesquisa desenvolvida na UFMG pode ajudar a entender o problema e como tratá-lo de forma adequada.

PREVALÊNCIA DA SÍNDROME

A psicóloga educacional norte-americana Helen Irlen foi a primeira a descrever a síndrome que carrega seu nome, há quase 40 anos. Naquela época, desenvolveu uma pesquisa para analisar as condições de leitura de um grupo de adultos caracterizados como analfabetos funcionais. O estudo recebeu a chancela e o patrocínio do governo dos Estados Unidos. Irlen escreveu vários livros sobre o tema e criou uma fundação para ajudar os afetados. A prevalência da síndrome é consideravelmente alta, pois chega a atingir 14% da população. Os números também incluem bons leitores e universitários e torna-se proporcionalmente mais frequente quando o paciente também sofre de déficit de atenção ou dislexia (33% a 46% dos casos). Em estudo conduzido recentemente em escola municipal da rede pública em Belo Horizonte, foi detectada uma considerável incidência da condição (17%) entre alunos com dificuldade de leitura. O trabalho é parte integrante de uma tese de mestrado em Neurociências pela UFMG, defendida pela fonoaudióloga Laura Nequini.

11 razões para beber café todos os dias (importante para estudantes e concurseiros)

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Publicado no Amo Direito

O café pode fazer coisas incríveis pelo seu cérebro, pele e corpo. Leia a seguir 11 razões pelas quais vale a pena acordar e sentir o gostinho do café. Não é possível que exista um estudante de Direito nesse mundo que nunca tenha experimentado o café.

Ele é consumido no mundo inteiro, e julgando pela quantidade de lojas da cafeteria Starbucks (somente nos Estados Unidos existiam 10.924 lojas em 2012!) é evidente que nós adoramos uma cafeína.

E não há nenhum problema com isso.

Na verdade, existem muitas vantagens em ser um dos 54 por cento dos americanos com mais de 18 anos que bebem café todos os dias.

Leia a seguir 11 razões pelas quais vale a pena acordar e sentir o gostinho do café…

1. Os americanos ingerem mais antioxidantes do café do que de outros alimentos
De acordo com um estudo conduzido em 2005, quando se trata de antioxidantes, “nada se compara” à quantidade de antioxidantes encontradas no café.

Apesar das frutas e verduras também possuírem muitos antioxidantes, o corpo humano parece absorver a maior quantidade da substância quando ela vem do café.

2. O seu estresse pode diminuir só de sentir o cheiro do café
Pesquisadores da universidade coreana Seoul National University examinaram os cérebros de ratos que sofriam de estresse causado pela falta de sono e descobriram que os ratos expostos ao aroma do café tiveram mais mudanças nas proteínas do cérebro relacionadas àquele estresse.

Vale ressaltar que essa pesquisa de aroma não está relacionada ao estresse por si só, somente ao estresse gerado pela falta de sono.

Agora, não sabemos ao certo se isso significa que você deve deixar um saquinho de grãos de café torrados no criado mudo toda noite, mas pode experimentar se quiser!

3. O café pode amenizar os sintomas do Mal de Parkinson
O jornal Science Daily relatou em um artigo de 2012 que a ingestão de café pode ajudar as pessoas que sofrem com o mal de Parkinson a controlarem seus movimentos.

De acordo com o Dr. Ronald Postuma, MD, autor da pesquisa, “estudos mostram que as pessoas que ingerem cafeína têm uma probabilidade menor de desenvolver o Mal de Parkinson, mas é uma das primeiras pesquisas realizadas em seres humanos que mostra que a cafeína pode ajudar as pessoas que já sofrem com a doença a ter uma melhora nos movimentos”.

4. O café é ótimo para o seu fígado (especialmente se você bebe álcool)
Um estudo publicado em 2006, feito com 125.000 pessoas ao longo de 22 anos, mostrou que quem bebia pelo menos uma xícara de café por dia tinha 20% menos probabilidade de desenvolver cirrose hepática – uma doença auto-imune causada pelo consumo excessivo de álcool que pode resultar em falência hepática e câncer.

Arthur L Klatsky, autor encarregado do estudo, disse ao jornal The Guardian, “O consumo do café parece proteger o organismo da cirrose alcoólica; quanto mais café a pessoa consome, menor o risco de ser hospitalizada ou mesmo morrer de cirrose hepática”.

Estudos mostram também que o café pode ajudar a prevenir a NAFLD (Doença Esteatótica Não-Alcoólica do Fígado).

Uma equipe de pesquisadores internacionais, liderados pela faculdade de medicina Duke-NUS Graduate Medical School, revelou que beber quatro ou mais xícaras de café ou chá por dia pode ajudar a prevenir a progressão da NAFLD.

5. O café pode causar uma sensação de felicidade
Um estudo conduzido pelo National Institute of Health nos EUA mostrou que as pessoas que bebem quatro ou mais xícaras de café tinham probabilidade 10 por cento menor de sofrerem de depressão do que aquelas que nunca bebem café.

E isso aparentemente não se deve ao “êxtase da cafeína” – a Coca-Cola também pode causar esse êxtase, por conta da cafeína, mas tem a ver com a depressão.

O autor do estudo, Honglei Chen, MD, PhD, disse em entrevista ao site Prevention.com que a razão mais provável pela qual o café causa essa sensação de bem-estar é por conta dos bons e velhos antioxidantes.

6. O consumo do café já foi relacionado a níveis mais baixos de suicídio
Uma pesquisa feita pela Harvard School of Public Health revelou que beber de dois a quatro xícaras de café pode reduzir em 50 por cento o risco de suicídio em homens e mulheres.

A pesquisa propõe que a razão seja a ação anti-depressiva do café auxiliando na produção de neurotransmissores como a serotonina, dopamina e noradrenalina.

7. O café pode ajudar a reduzir o risco do câncer de pele (para as mulheres)
O hospital de doenças femininas Brigham and Women’s Hospital e a faculdade de medicina Harvard Medical School acompanharam 112.897 homens e mulheres por um período de 20 anos e, aparentemente, mulheres que bebem três ou mais xícaras de café por dia têm probabilidade menor de desenvolver câncer de pele do que aquelas que não bebem café.

8. O café pode melhorar o seu desempenho como atleta
Segundo uma reportagem do jornal New York Times, “Há muitos anos, cientistas e atletas já sabem que uma xícara de café antes do treino impulsiona o desempenho atlético, principalmente em esportes de resistência como corridas de longa distância e ciclismo”.

A cafeína aumenta a quantidade de ácidos graxos circulando na corrente sanguínea, permitindo que os músculos do atleta absorvam e queimem essas gorduras como combustível, guardando assim as pequenas reservas de carboidratos do corpo para um momento posterior do treino.

9. O café pode reduzir o seu risco de desenvolver o Diabetes Tipo 2
O café pode também reduzir o risco de desenvolver o Diabetes Tipo 2, segundo uma pesquisa da organização The American Chemical Society.

Os pesquisadores descobriram que as pessoas que bebem quatro ou mais xícaras de café por dia podem reduzir suas chances de desenvolver o Diabetes Tipo 2 em 50 por cento. Além disso, o risco cai mais 7 por cento a cada xícara adicional ingerida.

10. Beber café pode manter o seu cérebro saudável por mais tempo
Pesquisadores das universidades de Miami e do Sul da Flórida descobriram que pessoas acima de 65 anos com níveis mais elevados de cafeína no sangue desenvolviam o Mal de Alzheimer dois a quatro anos mais tarde do que as pessoas no níveis mais baixos de cafeína no sangue.

O Dr. Chuanhai Cao, neurocientista na USF e co-autor da pesquisa, disse que “não estamos afirmando que o consumo moderado de café irá proteger as pessoas totalmente do Mal de Alzheimer. No entanto, acreditamos fortemente que o consumo moderado de café pode reduzir consideravelmente o risco de desenvolver o Mal de Alzheimer ou pelo menos postergar o aparecimento dos sintomas”.

11. O café pode aumentar a sua inteligência
Uma reportagem da CNN mostra que o café permite que o seu cérebro funcione de maneira muito mais eficiente e inteligente.

Você geralmente bebe café quando está com sono, certo? Bem, além do café lhe acordar ele pode também lhe deixar mais alerta.

O repórter da revista TIME, Michael Lemonick, disse que “quando você dorme pouco e ingere cafeína, praticamente qualquer coisa que você possa mensurar mostrará uma melhora: seu tempo de reação, atenção, raciocínio lógico – a maioria das funções complexas associadas à inteligência”.

Então, qual a moral da história? O café é a melhor coisa de todos os tempos. Não deixe de beber seu cafézinho.

Fonte: exame

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