Contando e Cantando (Volume 2)

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12 segredos de Harry Potter que você não sabia e que J.K. Rowling revelou

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Publicado no Brasil Post

Na semana passada foi aniversário de Harry Potter e você sabe o que isso quer dizer: hora de ser riddikulus!

É difícil acreditar, mas o menino mago, nascido em 31 de julho, faria 35 anos este ano. Talvez seja ainda mais difícil acreditar que ainda não sabemos tudo sobre ele. Apesar de Harry Potter e as Relíquias da Morte ter sido publicado em 2007, a autora, J. K. Rowling ainda está revelando segredos que não conhecíamos.

Rowling faz aniversário no mesmo dia de Potter, e você também pode comemorar com esses segredos que ela revelou ao longo dos anos, em entrevistas e respondendo a perguntas dos fãs.

1. Harry Potter e Voldemort são parentes

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Parece que Harry tem alguns parentes, no fim das contas! As festas de fim de ano vão ser constrangedoras.

Rowling confirmou que Harry e Voldemort são parentes por meio dos Peverell, os caras que inspiraram a “Lenda dos Três Irmãos”, dos Contos de Beedle, o Bardo. Mas muitas famílias de bruxos têm parentesco entre si se você voltar bastante no tempo.

2. Crianças bruxas estudam em casa antes de ir para Hogwarts

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Quando perguntaram a Rowling onde as crianças bruxas estudavam antes de ir para Hogwarts, ela disse: “A maioria estuda em casa, porque não consegue controlar os poderes. Seria muito perigoso deixá-las sair por aí”, disse à Time.

3. Gina virou jogadora profissional de Quadribol

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Depois das Relíquias da Morte, Gina se tornou jogadora profissional de Quadribol e passou a escrever sobre o esporte no Profeta Diário.

4. Os pais de Hermione voltaram

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Muita gente acredita que Hermione perdeu os pais para sempre depois de alterar as memórias deles, mas só achamos isso porque somos trouxas. Rowling disse que Hermione se reuniu com os pais “imediatamente depois”. (mais…)

Segredos da Guerra dos Tronos: GRRM revela detalhes sobre o Mundo de Gelo e Fogo

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George R. R. Martin (foto de Reuters/Denis Balibouse)

George R. R. Martin (foto de Reuters/Denis Balibouse)

Publicado pela Revista Bang

O artigo em baixo reproduzido apresenta spoilers da saga Crónicas de Gelo e Fogo de George R. R. Martin

Aprendi ainda mais sobre a Guerra dos Tronos pelo fascinante livro The World of Ice and Fire do que ao entrevistar o autor.

No domingo tive o enorme prazer de entrevistar o autor George R. Martin ao vivo na New York City’s 92nd Street Y. A ocasião devia-se à publicação do novo livro exuberantemente ilustrado The World of Ice and Fire, sobre as terras fictícias onde decorrem os romances de Martin e a série Guerra dos Tronos da produtora HBO.

1O livro foi escrito por Martin em colaboração com os ‘superfãs’ Elio M. e Garcia Jr. e Linda Antonsson, cujo conhecimento enciclopédico desta saga é semelhante à matéria de que se fazem as lendas.

George tornou-se bastante reservado no que toca a revelar informação que poderia arruinar as tramas dos futuros livros (mais dois romances estão planeados para As Crónicas de Gelo e Fogo). Muito do que ele referiu em 92Y – que a Muralha foi baseada na Muralha de Hadrian (a muralha que divide Inglaterra da Escócia) que George Martin visitou; que o autor imagina a Eyrie como algo semelhante ao Castelo de Neuschwanstein do Rei Ludwig, na Baviera – tal já era conhecido pelos seus fãs mais aguerridos. No entanto, um novo público para esta saga foi criado, sejam leitores mais casuais da saga ou aqueles que apenas estão familiarizados com o programa da HBO, e esse público irá encontrar muitas respostas a perguntas verdadeiramente explosivas das páginas d’As Crónicas de Gelo e Fogo. Eis algumas das mais intrigantes.

As crianças de aspeto bizarro que ajudaram Bran e a maioria do grupo no final da 4ª temporada não são crianças. Na verdade nem sequer são humanos.

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Tal como os gigantes (vistos durante o cerco à Muralha), as criaturas denominadas Filhos da Floresta habitaram Westeros antes da vinda dos Primeiros Homens. Foram os Filhos da Floresta que cravaram e esculpiram os rostos nas árvores coração, como a que se encontra em Winterfell. Apesar de inicialmente serem inimigos dos Primeiros Homens e guerrearem, os dois grupos acabaram por pacificar-se e no Norte, de onde a família Stark é originária, muitos ainda idolatram os deuses antigos dos Filhos da Floresta tal como são representados nos rostos esculpidos das árvores coração. Os sábios e sacerdotes dos Filhos da Floresta eram chamados de videntes verdes e tinham sonhos proféticos, semelhantes aos sonhos de Bran e Jojen. (Aliás, Jojen vem de uma tribo, os cranogmano, da qual existem rumores que se terão cruzado genealogicamente com os Filhos da Floresta; e um dos antepassados de Bran casara com a filha do último rei dos cranogmano). Inicialmente pensava-se que os Filhos da Floresta tinham desaparecido completamente de Westeros.

Westeros é palco de conflitos religiosos.

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Enquanto a Fé dos Sete é a religião dominante nos Sete Reinos, nem sempre fora assim. Foi trazida para Westeros pelos Ândalos, invasores de Essos (o grande continente a leste de Westeros; e onde Daenarys viveu a maior parte da sua vida). A dinastia de Daenarys, os Targaryen, adotaram essa crença quando se viraram contra os Ândalos e se deu o seu êxodo para fora da terra mãe, a sul de Essos. Enquanto os fãs da série televisiva estão familiarizados com uma igreja que é subordinada da família real, nem sempre fora assim tão dócil. Duas ordens, os Filhos Guerreiros e os Pobres Irmãos – conhecidos coletivamente como Fé Militante ou Espada e Estrelas – iraram-se contra o sucessor do primeiro rei Targaryen, uma vez que a Fé abominava a prática dos casamentos incestuosos, comum na dinastia Targaryen. O terceiro rei Targaryen, Maegor o Cruel, reprimiu brutalmente e demitiu os Fé Militante, proibindo ordens religiosas de empunharem armas dali em diante. Este decreto será decerto significativo nas próximas temporadas da série da HBO.

Os Targaryen eram incestuosos por razões estratégicas, ao contrário dos Lannister.

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A prática de casar irmãos e irmãs era comum na pátria dos Targaryen, de Valyria, porque o dom de domesticar dragões era uma herança que se adquiria geneticamente, e o clã pretendia manter esse dom na família. Mas mesmo aqueles que nasciam com esse dom não tinham o trabalho facilitado, como se demonstra pela dificuldade de Daenarys em domar os seus dragões. No 92Y, Martin conta que uma grande amiga sua e colaboradora, a escritora Melinda Snodgrass, tem um cavalo lusitano e pratica equitação – as suas experiências a treinar cavalos mostraram a Martin a dificuldade que seria treinar dragões.

Tywin Lannister nasceu já com o feitio difícil, um “hard ass”.

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Quando o pai de Tyrion e Cersei era um bebé, o avô deles tentou acariciar o cabelo a Tywin, mas o bebé mordeu-lhe. The World of Ice and Fire também oferece a descrição completa do incidente que inspirou a infame canção “As Chuvas de Castamere”, cujo início assinalou o começo da carnificina decorrida no Casamento Vermelho. A Casa Reyne, uma família de fidalgos de classe alta, desafiara as ordens de Tywin e retirara-se com as suas mulheres e crianças para as caves sob o seu castelo, o Castelo de Castamere, enquanto Tywin marchava com as suas tropas até aos portões. Tywin ignorou o pedido de tréguas dos Reyne, selou as caves e inundou-as, queimando de seguida o castelo até só restarem cinzas. As caves continuam seladas até hoje.

Margaery Tyrell descende de uma longa lista de personagens inteligentes.

1Muitas das outras casas nobres de Westeros encaram a Casa Tyrell como “servos ricos”, uma vez que ganharam protagonismo político através da ágil habilidade a conseguir ligações com os monarcas da Campina, Casa Gardener. Os Tyrell eram tão bons nisto que casaram com diversas princesas Gardener. Quando a linhagem Gardener cessou de existir, os métodos prudentes e perspicazes dos Tyrell foram recompensados: Aegon o Conquistador (antepassado de Daenarys) fê-los senhores da região, ignorando as muitas outras casas com linhagens mais nobres. Os Tyrell fizeram com que Jardim de Cima, o seu castelo, se tornasse o centro da cultura, música e belas-artes, assim como o centro do cavalheirismo, um pouco como Provence, no sudeste de França, foi durante a Idade Média.

O povo de Oberyn Martell sabia como combater dragões.

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Dorne, o reino austral arenoso de Westeros, foi aquele que mais tempo resistiu à invasão dos Targaryen. Eles fizeram-no evaporando-se para as zonas rurais sempre que um dos dragões Targaryen aparecia, sem oferecer resistência quando queimaram as casas e quintas. Em vez disso, e liderados pela perspicácia da Princesa Meria, esperaram até os dragões partirem, para depois se tornarem uma legião de guerrilha altamente eficaz contra as forças de ocupação dos invasores (apesar de terem realmente matado um dragão assim como a sua condutora, a irmã do rei). Depois da Princesa Meria morrer, o seu filho e herdeiro enviou uma mensageira a Porto Real a pedir a paz, sob condição de não terem que ser coagidos a considerar Aegon o Conquistador como senhor de Dorne. Aegon estava determinado a recusar quando a mensageira, uma princesa de Dorne, lhe dera uma carta privada do seu pai. “Aegon leu a carta no Trono de Ferro, e dizem que, quando se levantou, a sua mão sangrava tal era a força com que apertava a carta.” Queimou a carta e concordou em agir segundo os termos de Dorne. Ninguém sabe o que continha a carta. Os Targaryen nunca obtiveram sucesso a subjugar os Dornish, e Dorne juntou-se aos Sete Reinos através de uma aliança pacífica e ligações matrimoniais com a casa Real quase dois séculos depois da receção da tal carta por Aegon.

Melisandre vem definitivamente de paragens longínquas.

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Um dos aspetos mais intrigantes de The World of Ice and Fire é o conhecimento comum que subsiste em relação às terras nas fronteiras do “mundo conhecido”. Estas terras incluem locais como as Mil Ilhas, cujos habitantes se assemelham a pescadores de uma história de Lovecraft, ou o império fabuloso de Yi Ti. Melisandre vem de uma das mais remotas e sinistras cidades portuárias estrangeiras, uma antiga cidade austro-oriental conhecida como Asshai. Quando era jovem, Melisandre foi vendida ao Templo Vermelho do deus R’hllor, o Senhor da Luz, idolatrado por uma religião maniqueísta que Martin indica ter sido inspirada no zoroastrismo. R’hllor tem poucos crentes em Westeros no momento em que a história decorre, mas como Martin explicou, o dom que alguns sacerdotes possuem de reavivar os mortos, entre outros poderes mágicos, é “persuasivo”. De acordo com The World of Ice and Fire, Asshai, afamada pelos seus feiticeiros e sacerdotes, é construída inteiramente por uma pedra negra com “uma sensação gordurosa e desagradável”. A luz em Asshai é sempre soturna, mesmo em dias de verão, e as ruas são estranhamente silenciosas, particularmente à noite. Nenhuma criança reside lá.

Lançamentos Literários de Janeiro de 2014

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O trio simpático do Cabine Literária: Danilo, Gabriel e Lúcia abre 2014 com um vídeo fresquinho sobre os lançamentos desse mês.

Assista e divirta-se! =)

ERRATA: Confundiram a sinopse de “Segredos e Mentiras”. A sinopse lida é do livro “A história de Despereaux”, de Kate DiCamillo.

Homem ‘quase’ paga R$ 40 mil reais de multa na biblioteca por livro esquecido há 79 anos

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Publicado no Jornal Ciência

Os funcionários da biblioteca disseram que o livro deveria ter sido devolvido há 79 anos.

O romance Master of Men foi retirado da Leicester County Library em 1934 e nunca foi devolvido.

Keith Dolphin, 64 anos, encontrou o livro em casa e ficou surpreso quando viu o bilhete da biblioteca que estava dentro. A data marcada de devolução era para o dia 28 de maio de 1934 – o bilhete foi impresso, mas não tinha carimbo que provasse que havia sido devolvido.

O conselho da biblioteca da cidade de Leicestershire disse que o valor total ultrapassava os R$ 40 mil reais!

Sensibilizados, a diretoria da biblioteca resolveu isentar o senhor de uma taxa tão gigantesca e cobrou apenas R$ 24,00.

Eu achei o livro numa parte velha da casa quando estava limpando. Eu estava ajudando um amigo. Havia alguns livros em pedaços. O rapaz que vivia na casa está morto agora”, disse Keith.

O livro é muito antigo, mas é possível lê-lo. Ele conta a história de um vigário que tem segredos que irão mudar tudo o que as pessoas pensam sobre a realidade de suas vidas.

Livro investiga mistérios das bruxas na Espanha

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Um novo livro publicado por uma antropóloga na Espanha investiga as práticas e crenças da bruxaria no país nos séculos 16 e 17 e revela mais detalhes sobre os seus segredos e mitos, como o das vassouras voadoras.

Juanjo Robledo, na BBC

As bruxas na Espanha dos séculos 16 e 17 atuavam como curandeiras

As bruxas na Espanha dos séculos 16 e 17 atuavam como curandeiras

Brujas, Magos e Incrédulos en la España del Siglo de Oro, de María Lara Martínez, também investiga como os adeptos da bruxaria enfrentaram a Inquisição espanhola.

A imagem da bruxa que se popularizou ao longo dos séculos é a da mulher idosa, meio corcunda, com nariz longo, rosto coberto de verrugas e dedos ossudos que dissecam sapos para preparar poções mágicas.

Havia bruxas que se encaixavam nessa descrição, mas também havia bruxas “brancas” (praticantes de magia branca, ou bruxas “do bem”), bruxos e magos. Quem eram e quais eram seus segredos?

Laboratórios

Na Espanha dos séculos 16 e 17, a maioria das pessoas acreditava que bruxas voavam e se reuniam num local chamado Baraona, um campo na província de Soria (centro-norte da Espanha) que ainda tem a reputação de ser um ponto magnético.

Falando à BBC, Martínez, professora da Universidad a Distancia a Madrid (UDIMA), disse que as distâncias eram imensas na Espanha daquele período e que a comunicação era extremamente difícil.

Ainda assim, documentos da Inquisição oriundos de pontos diferentes da península ibérica tinham muitos pontos em comum. Por exemplo, um tema recorrente nos textos são relatos de que as bruxas voavam, ela explicou.

Martínez diz ter passado seis anos fazendo pesquisas para seu livro.

“O objetivo era traçar as origens da heterodoxia na Espanha num período em que o país era o defensor do dogma católico. O cristianismo não aceita videntes ou profetas, o ultimo foi São João Batista. Ainda assim, sempre há aqueles que se sentem depositários do oráculo de Deus – as bruxas”, disse.

A pesquisa ressalta o gênero feminino porque “a mulher naquele período era relegada, não tinha acesso a universidades e tinha de encontrar formas de se instruir. Elas atuavam como curandeiras”.

Suas casas eram laboratórios para experimentos com plantas, poções e remédios. Daí, talvez, darem margem a fantasias e histórias misteriosas como a ideia de uma vassoura voadora.

Fórmula para voar

Quem se aproximasse de uma bruxa corria o risco de morrer ou, simplesmente, voar. Algumas cobriam seus corpos com uma mistura de plantas alucinógenas como beladona ou mandrágora.

Com suas propriedades narcóticas, as plantas criavam no usuário a impressão de estar levitando.

Consigo, carregavam uma vassoura – objeto tradicionalmente associado às mulheres – embebida na mesma poção mágica.

“Elas tinham bom conhecimento das propriedades das plantas. Sabiam a diferença entre uma dose certa e uma dose letal. Havia bruxas boas, procuradas quando alguém estava doente”, explicou Martínez.

“Mas também havia as más. Bruxas malvadas não podiam ser contrariadas. Havia casos de pessoas que procuravam uma bruxa branca para serem curadas de um feitiço ruim”.

Martínez cita o caso de uma bruxa de um lugar chamado Villar del Aguila, na província de Cuenca (centro da Espanha), tida como uma santa.

“Ela dizia ter uma relação mística com Cristo. O povo da cidade carregava-a, nos ombros, para a igreja. No entanto, ela acabou morrendo nas prisões da Inquisição”.

María Lara Martínez pesquisou a bruxaria durante seis anos

María Lara Martínez pesquisou a bruxaria durante seis anos

Bruxos, Astrólogos e Magos Falsos

Bruxas e bruxos faziam profecias sobre o futuro de uma pessoa: vida ou morte, saúde ou doença, penúria ou prosperidade.

“Diferentemente das mulheres, os homens tinham uma formação mais livresca e universitária. Não somente na Espanha, mas em cidades de toda a Europa, governantes e líderes religiosos exigiam a presença de feiticeiros e magos para predizer seu futuro.”

Havia bruxas e magos que acreditavam realmente ter poderes. Outros, como o mago Jerome Liébana, fingiam.
Tido como conhecedor da fórmula da invisibilidade, Liébana tentou enganar o Duque de Olivares, braço direito do rei Filipe 4º.

“Ele disse que nas praias de Málaga havia um tesouro escondido. Que havia um gênio esperando por ele embaixo da terra. Após dias de escavações, finalmente se deram conta da mentira. Liébana foi julgado e mandado para a cadeia”, disse a escritora.

No entanto, o mago conseguiu escapar. “Foi seu último truque. Digamos, assim, que ele conseguiu se safar.”
Nem todos tiveram tanta sorte.

O astrólogo Torralba, o cientista Miguel Servet (condenado à fogueira por defender a teoria da circulação pulmonar do sangue) e milhares de bruxas foram julgados e condenados.

“Se não tivesse havido a Inquisição, a Justiça civil as teria perseguido. Não houve perseguições apenas na Espanha, mas também em outros lugares da Europa. Bruxas eram vistas como rebeldes, revolucionários que poderiam transformar as comunidades”, explica Martínez.

País das Bruxas

À medida que se aproxima o século 18, o número de casos julgados pela Inquisição diminui. O Iluminismo começa a dissipar as histórias de bruxas.

Um caso anterior, o das bruxas de Zugarramurdi, em Navarra (província no norte da Espanha), chama a atenção pela maneira como as autoridades locais lidaram com a questão.

Naquele período, Navarra era conhecida como o país das bruxas.

“A igreja ameaçou excomungar qualquer pessoa que, tendo um bruxo como vizinho, não o denunciasse. A partir daí, começou uma avalanche de acusações, algumas até por crianças. Qualquer um era acusado por qualquer razão.”

“Diante da quantidade de acusados, o inquisidor Alonso de Salazar y Frías decidiu fazer vista grossa. Ele disse que não havia bruxos nem bruxas na área até que se começasse a falar deles”.

Depois de seis anos de pesquisas, restam muitos mistérios a desvendar, disse Martínez.

“Há um ditado na Galícia (região no noroeste da Espanha) sobre as meigas, uma espécie de bruxa boa”, contou a pesquisadora.

E completou: “Que elas (as bruxas) existem, existem. Posso dizer que existiram e que existem”

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