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Posts tagged Segunda Feira

Pais de menino de 6 anos que se vê como menina denunciam escola

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Publicado por G1

Coy Mathis foi proibido de usar o banheiro feminino em sua escolinha.
Pais entraram com queixa em agência de direitos civis do Colorado, EUA.

Os pais de um menino de 6 anos de idade que se identifica como menina no Colorado, nos EUA, entraram com uma queixa na agência estadual de direitos civis depois que a escola onde a criança estuda proibiu que ela use o banheiro feminino.

Com a polêmica em torno do caso do jovem transgênero Coy Mathis, diagnosticado com desordem de identidade de gênero, sua família chegou a divulgar fotos que mostram sua aparência claramente feminina.

Segundo a família, Coy age como menina desde os 18 meses de idade. Enquanto o irmão Max só queria saber de dinossauros, Coy brincava com bonecas. Aos 4 anos, falou para sua mãe, Kathryn, que havia algo errado com seu corpo.

“Nós queremos que Coy tenha as mesmas oportunidades educacionais que tem qualquer outra criança no estado do Colorado”, disse Kathryn em entrevista à ABC News. Além de Coy e Max, o casal tem outras três filhas.

Desde que entrou na Escola Eagle na cidade de Fountain, Colorado, Coy se apresentou como menina e foi tratado dessa forma por professores e colegas, inclusive usando o banheiro feminino. Em dezembro, no entanto, a administração da escola informou os pais de que Coy não poderia mais usar o banheiro das colegas, recomendando que a criança recorra ao banheiro masculino ou ao da enfermaria.

Coy brinca em sua casa em Fountain, Colorado, na segunda-feira (25) (Foto: Brennan Linsley/AP)

Coy brinca em sua casa em Fountain, Colorado, na segunda-feira (25) (Foto: Brennan Linsley/AP)

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Jovem com câncer no cérebro é aprovado na USP em Ribeirão Preto

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Rodolfo Tiengo, no G1

Alexandre Mendes, de 21 anos, começou a cursar informática biomédica.
Rapaz chegou a perder movimento das pernas e a abandonar estudos.

Em meio à luta contra o câncer, Alexandre conquistou uma vaga em informática biomédica na USP (Foto: Luara Gallacho / G1)

Em meio à luta contra o câncer, Alexandre conquistou uma vaga em informática biomédica na USP (Foto: Luara Gallacho / G1)

Passar no vestibular é motivo de comemoração em dobro para Alexandre Mendes Castanheira Monteiro, de 21 anos. O jovem de Ribeirão Preto (SP) conseguiu ser aprovado com uma vaga em informática biomédica na USP diante de uma série de provações em razão de um câncer no tronco cerebral – que prejudica as funções motoras do organismo.

As marcas dessas vitórias ele ostenta com orgulho. Os cabelos raspados e a abreviação do curso em sua testa foram por causa do ‘trote’ que amigos, parentes e colegas lhe deram em comemoração à sua aprovação na Fuvest para o curso que ele começou nesta segunda-feira (25). Já a cicatriz de 17 centímetros na parte de trás da cabeça, bem mais dolorosa, veio de uma biópsia, um dos vários procedimentos médicos que ele tem combatido desde que descobriu o tumor, em julho de 2010.

A cicatriz foi necessária para que o ribeirão-pretano e sua família confirmassem a suspeita de neoplasia até então manifestada por sintomas como problemas de visão e perdas de movimentos nos membros. Uma piora de estado que começou em 2004 com o que parecia uma simples tontura, enquanto Alexandre jogava tênis, e que se agravou para uma espécie de tetraplegia temporária que, em 1º de dezembro de 2010, no dia de seu aniversário, fez com que ele tivesse que ser carregado pelo pai para prestigiar a festa que seus amigos haviam preparado em sua casa.

“O momento bem crítico foi bem no meu aniversário. Eu tinha feito quimioterapia uma semana antes. Eu não tinha força para levantar copo e minha fala estava abafada, só minha mãe me entendia, eu ficava com raiva, não conseguia comer sozinho”, lembra.

Família que descobriu doença de Alexandre em 2010 hoje comemora sucesso do filho no vestibular (Foto: Rodolfo Tiengo/G1)

Família que descobriu doença de Alexandre em 2010 hoje comemora sucesso do filho no vestibular (Foto: Rodolfo Tiengo/G1)

Nos meses que antecederam o pior estágio de sua doença, Alexandre, então com 18 anos, se distanciou da rotina de um pré-vestibulando para se dedicar aos tratamentos contra o tumor em sua cabeça. Em razão da crescente dificuldade para andar e da necessidade de usar muletas, ele abandonou o cursinho após dois meses, sem expectativa de voltar a estudar. “Dava para ver a minha piora semanal. Parei o cursinho quando vi que precisava de ajuda”, lembra o adolescente.

A ideia de cursar uma universidade só voltaria a parecer possível para Alexandre no começo de 2012, depois que ele superou tratamentos de quimioterapia e de radioterapia, que aos poucos melhoraram sua saúde e lhe devolveram autonomia para coisas básicas como tomar banho e caminhar. Mesmo com limitações e com uma prescrição mensal de corticoides, nesse período ele retomou as aulas do cursinho pré-vestibular, decisão que pouco tempo depois resultou na aprovação na USP de Ribeirão. “As pessoas falam que sou herói, mas não acho que sou tudo isso. Eu soube lidar com a situação. Houve dias que foram péssimos, mas na maioria deles eu conseguia conviver com aquilo.”

Para o pai de Alexandre, o dentista Luiz Antônio Monteiro, de 63 anos, a história de superação é um aprendizado para toda a família. “Ele é um exemplo de garra, de amor à vida. Ele sempre confiou que o milagre poderia acontecer, mas acho que esse milagre já aconteceu, ele está aqui comigo hoje”, disse. (mais…)

UnB abre sindicância após aluna ser espancada dentro de campus

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Publicado por Terra

As câmeras de segurança do estacionamento serão usadas para identificar o agressor; a suspeita é que o ataque tenha sido motivado por homofobia.

A Universidade de Brasília (UnB) informou nesta sexta-feira que abriu uma sindicância para investigar a agressão sofrida por uma aluna do quinto semestre do curso de agronomia dentro de campus da instituição na última segunda-feira. A jovem foi espancada por um homem no estacionamento do Instituto Central de Ciências por suposta homofobia.

Segundo ocorrência registrada pela própria aluna na 2ª Delegacia de Polícia, ela teria sido atacada no final da tarde, quando se dirigia ao seu veículo, após aula. A estudante teria sido empurrada, chutada e chamada de “lésbica nojenta”. Ontem a jovem foi até o campus participar de uma reunião com a direção da instituição. Ela estava com uma das pernas engessada, com o braço direito enfaixado e com o rosto coberto por hematomas.

A equipe de sindicância terá um prazo de 30 dias para levantar informações que possam ajudar a esclarecer a agressão. Funcionários da prefeitura do campus começaram a coletar as imagens registradas pelas quatro câmeras de vigilância instaladas no estacionamento.

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) e o Grupo de Trabalho de Combate à Homofobia na UnB divulgaram notas de repúdio à agressão sofrida pela estudante. “É inaceitável que atos de homofobia ainda ocorram em nossa sociedade. A Universidade é o templo da livre expressão da vontade e não de arcaísmos de qualquer ordem”, disse o professor da Faculdade de Educação José Zuchiwschi, coordenador do GT.

UnB vai criar diretoria da diversidade

Após a agressão sofrida pela jovem, a universidade confirmou a criação de uma diretoria para tratar exclusivamente das questões de gênero e etnia. A nova área vai definir políticas de respeito à diversidade e prevenção à violência em consequência de cor e orientação sexual. “O principal objetivo é o combate ao preconceito”, disse a decana de Assuntos Comunitários, Denise Bomtempo. Segundo ela, a ideia é iniciar o mês de abril com a nova diretoria em funcionamento.

Agatha Christie foi investigada pelo serviço de inteligência britânico

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Durante a Segunda Guerra, MI5 tentou descobrir se escritora tinha um espião em centro usado para decifrar códigos secretos

Publicado no Último Segundo

Getty Images
A escritora Agatha Christie

O serviço de inteligência do Reino Unido (conhecido como MI5) investigou a escritora Agatha Christie durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) por causa da suspeita de que ela tinha um espião no centro secreto de Bletchley Park, usado para decifrar códigos.

De acordo com o jornal The Guardian, as informações estão em um novo livro sobre o centro, “The Codebreakers of Station X”, de Michael Smith, publicado nesta segunda-feira.

O motivo da suspeita do MI5 era o nome de um dos personagens do romance “M ou N?”, o major Bletchley. No livro, publicado em 1941, M e N são as iniciais de dois agentes de Adolf Hitler. O major Bletchley aparece como um ex-militar que afirma conhecer os segredos de guerra do Reino Unido.

Como parte das investigações, autoridades interrogaram Dilly Knox, um funcionário do centro em Bletchley Park que era amigo de Christie. O MI5 não teria interrogado a escritora por medo de chamar atenção para o caso.

Segundo o livro, Knox disse que Christie não teria como saber nada sobre as operações reais do centro, mas concordou em perguntar a ela o motivo de o personagem se chamar Bletchley.

Para alívio do MI5, a escritora respondeu que tinha ficado parada na região durante uma viagem de trem e se vingou dando este nome a um de seus personagens mais antipáticos.

Paquistanesa baleada pelo Talibã aparece em vídeo pela 1ª vez

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Publicado por O Globo

Malala Yousufzai disse que está se recuperando ‘dia após dia’ e anuncia a criação de uma fundação para educação

Malala Yousufzai, a jovem paquistanesa de 15 anos baleada pelo Talibã, fez sua primeira declaração desde que quase foi morta em outubro do ano passado. Em um vídeo, divulgado nesta segunda-feira, a estudante aparece falando com clareza – embora seu lábio superior esteja um pouco rígido – e diz que está se recuperando “dia após dia”.

– Essa é a minha segunda vida. É uma nova vida. E eu quero ajudar as pessoas. Quero que toda mulher, toda criança seja educada. E por isso criamos a Fundação Malala.

No sábado, Malala passou por uma cirurgia de cinco horas no hospital britânico onde foi internada para reconstruir o crânio e restaurar a audição perdida. A adolescente chamou a atenção do mundo quando foi baleada por militantes talibãs em um ônibus escolar no noroeste do Paquistão, por defender o direito à educação para as mulheres. Ela contribuía para um blog da emissora BBC, onde escrevia sobre o dia a dia das jovens em seu país e a opressão do Talibã contra a educação feminina.

Após sobreviver ao ataque, ela chegou a ser cogitada para o Prêmio Nobel da Paz de 2012, e seu pai ganhou um cargo diplomático na Inglaterra, o que dá garantias de que Malala permanecerá no Reino Unido enquanto necessitar de tratamento.

dica do Jarbas Aragão

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