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Ariano Suassuna passa bem depois de sofrer aneurisma cerebral

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O diagnóstico é do Real Hospital Português, no Recife, onde o escritor está desde quinta-feira

Publicado no Zero Hora

Ariano Suassuna passa bem depois de sofrer aneurisma cerebral Julio Cavalheiro/Agencia RBS

Apesar da melhora do quadro, dramaturgo paraibano não terá alta Foto: Julio Cavalheiro / Agencia RBS

Ariano Suassuna passa bem e está consciente após sofrer aneurisma cerebral. O diagnóstico é do Real Hospital Português, no Recife, onde o escritor está internado desde quinta-feira. Apesar da melhora do quadro, Suassuna ainda não terá alta.

Segundo informações da Agência Brasil, o aneurisma foi detectado no sábado em exame de arteriografia cerebral e já foi tratado.

Esta foi a segunda vez em um mês em que o autor de Auto da Compadecida foi hospitalizado. No último dia 21, o dramaturgo sofreu um infarto de pequenas proporções e ficou até o dia 27 no mesmo hospital em que voltou a ser internado.

Cego é homenageado por ser frequentador mais assíduo de biblioteca em SP

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Sérgio Florindo, 52, cego desde o nascimento, devorou quase metade da coleção de audiolivros na Biblioteca de São Paulo

Sérgio Florindo, 52, cego desde o nascimento, devorou quase metade da coleção de audiolivros na Biblioteca de São Paulo

Jairo Marques, na Folha de S.Paulo

Pela segunda vez consecutiva, o homenageado como um dos frequentadores mais assíduos da Biblioteca de São Paulo, uma das mais importantes do Estado, foi um leitor que não usou os olhos para conhecer as aventuras de “Dom Quixote” ou os desbravamentos de “O Tempo e o Vento”.

Sérgio Florindo, 52, é cego desde o nascimento e, com a audição, devorou em dois anos quase metade da coleção de 1.189 audiolivros disponíveis na instalação que completou três anos no mês passado e já foi visitada por quase 1 milhão de pessoas.

“Não aprendi braile na infância. Tinha vergonha de ser cego e escondia isso. Amigos ajudavam emprestando seus olhos e liam para mim”, diz.

O primeiro livro que o ex-trabalhador de estoque de perfumaria, hoje aposentado, teve contato foi “A Morte e a Morte de Quintas Berro D’Água”, de Jorge Amado.

“Um grande companheiro leu tudo para mim. Foi emocionante e me apaixonei por literatura. Mas, na vida adulta, foi ficando complicando achar voluntários”, lembra.

A guinada na vida literária veio só aos 50, quando a filha Larissa, 26, tecnóloga de gestão da tecnologia da informação, descobriu os audiolivros na biblioteca perto de casa.

É ela quem leva o pai até o Parque da Juventude, na zona norte, para se encontrar com seus autores favoritos: Graciliano Ramos, Miguel de Cervantes e Carlos Drummond.

Em média, Florindo escuta dez livros por semana. O recorde foram três em um dia. “Nós cegos não vemos o tempo passar”, brinca ele, que perdeu a visão por um problema congênito na retina.

POUCOS TÍTULOS

Ele lamenta o “baixo número de títulos” disponíveis em áudio. “Deveria ser obrigatório que todo livro lançado tivesse versão em áudio, o que mudaria muitas vidas.”

Na semana passada, recebeu certificado de conclusão do ensino médio, após ter tido bom resultado no Enem. Pretende fazer faculdade de comunicação. “Os livros trazem imagens novas para o meu mundo. Consigo criar conceitos inéditos de lugares, de pessoas e de fatos.”

"Um grande companheiro leu tudo para mim. Foi emocionante e me apaixonei por literatura. Mas, na vida adulta, foi ficando complicando achar voluntários", lembrou Sérgio

“Um grande companheiro leu tudo para mim. Foi emocionante e me apaixonei por literatura. Mas, na vida adulta, foi ficando complicando achar voluntários”, lembrou Sérgio

Fotos: Eduardo Knapp/Folhapress

dica do Chicco Sal e do Rogério Moreira

As mulheres são destaque na literatura em 2012

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Publicado na revista Marie Claire


Se na antiguidade as mulheres eram mantidas bem longe dos livros, em muitos casos analfabetas, hoje elas estão mais próximas da literatura do que nunca. Atualmente, não só são leitoras mais assíduas – 53% contra 47% dos homens, de acordo com a pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro (IPL) no Brasil – como também tiveram um grande destaque na produção de sucessos literários durante 2012.

Além do fenômeno Cinquenta Tons de Cinza, escrito pela inglesa E.L.James, tivemos muitos outros destaques femininos, confira só:


Hilary Mantel: A escritora britânica ganhou pela segunda vez em 2012 o Man Booker Prize, mais importante prêmio literário de língua inglesa do mundo, com seu livro Bring up the Bodies. A publicação é a segunda parte de sua trilogia histórica sobre Thomas Cromwell, um dos homens de confiança do Rei Henrique VIII. O foco neste segundo volume é a trama que acabou resultando na morte de Ana Bolena, segunda mulher do monarca inglês. A escritora foi a primeira mulher a ganhar duas vezes o prestigiado prêmio de melhor livro do ano.

Louise Erdrich: A americana ganhou este ano o National Book Award de ficção, um dos mais importantes prêmios do universo literário nos Estados Unidos. A obra, The Round House, conta a história de um filho que quer vingar a mãe, uma nativa-americana da tribo Ojibwe, que foi violada. A publicação também foi nomeada para o famoso prêmio Pulitzer.


Almudena Grandes: a escritora espanhola teve seu último romance El Lector de Julio Verne eleito como o melhor livro do ano pelo respeitado jornal espanhol El País. A publicação conta as percepções de Nino, filho de um guarda civil, sobre as leis que regem uma guerra e a relação que o garoto estabelece com a literatura.

Festa do Livro da USP tem início nesta quarta-feira

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Publicado na Folha de S.Paulo

Leitores de São Paulo, e mesmo de outras cidades, estarão em polvorosa nos próximos dias.

Começa amanhã a 14ª edição da Festa do Livro da USP. O tradicional evento, que une livros de qualidade e preços mais baixos que os cobrados pelas livrarias, acontece até sexta, dia 14.

Cerca de 150 editoras levarão títulos de seus catálogos para a feira literária. Todos os livros devem ter, no mínimo, 50% de desconto.

No ano passado, mais de 200 mil exemplares foram vendidos. Os organizadores esperam superar esse número nesta edição.

“A ideia é que as editoras tragam uma amostra representativa de seu catálogo, inclusive os últimos lançamentos. Não é uma feira de queima de estoque”, explica Plínio Martins, diretor-presidente da Edusp, responsável pela organização da festa.

No site do evento é possível ver alguns livros que estarão disponíveis.

A editora Ouro sobre Azul, por exemplo, oferece diversos livros de Antonio Candido pela metade do preço. A nova edição da biografia “O Velho Graça”, sobre Graciliano Ramos, sai por R$ 26.

Livros do crítico teatral Sábato Magaldi e do poeta Octavio Paz custam R$ 6.

Pela segunda vez, a festa acontece em três prédio da Escola Politécnica da USP. Martins explica que o local oferece mais espaço para acomodar editores e público do que a antiga sede do evento, a faculdade de história.

Embora ocorra na USP e tenha os livros acadêmicos como um de seus pontos fortes, o evento costuma atrair muitas pessoas de fora do mundo da universidade.

“Temos percebido que várias cidades vizinhas organizam caravanas para participar da festa”, diz Martins.

“Trata-se de um oportunidade única”, completa, “de os leitores formarem um biblioteca de qualidade. Já as editoras podem ter um contato direto com seu público”.

FESTA DO LIVRO DA USP
QUANDO de amanhã até sexta, das 9h às 21h
ONDE Escola Politécnica da USP (av. Prof. Luciano Gualberto, 380)

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