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Posts tagged segundo livro

Espião adolescente Alex Rider vai ganhar série da Sony

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Marcel Plasse, no Pipoca Moderna

As aventuras do espião adolescente “Alex Rider”, sucesso da literatura infanto-juvenil, vão virar série. Em comunicado oficial, a Sony informou que o roteirista Guy Burt (de “Os Borgias” e “Beowulf: Return to the Shieldlands”) está escrevendo uma atração baseada no personagem para o estúdio.

O projeto vai continuar a história levada às telas de cinema há 12 anos, no filme “Alex Rider Contra o Tempo” (2006), em que Alex Pettyfer (“Magic Mike”) viveu o agente secreto juvenil. A produção foi um fracasso de bilheteria, mas a série não pretende repetir a história de origem do personagem, optando, em vez disso, por adaptar o segundo livro da saga criada pelo escritor Anthony Horowitz, “Alex Rider Desvenda Point Blanc”.

Nos livros, Rider é recrutado aos 14 anos de idade pelo MI-6, a agência de espionagem britânica, após a morte de seu tio em uma missão altamente perigosa. Em “Point Blanc”, ele é enviado para investigar uma escola de elite frequentada por filhos de bilionários, dois dos quais recentemente foram mortos de formas bem similares.

Lançada em 2001, a franquia literária continua a ser publicada até hoje – o 12º livro, intitulado “Nightshade”, tem lançamento marcado para 2019.

Já o projeto da Sony não tem previsão de estreia. O estúdio está desenvolvendo a série sem ter um canal definido para sua exibição.

Malala Yousafzai anuncia livro sobre refugiados

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Foto: Divulgação

Romance deve ser lançado em setembro nos Estados Unidos

Publicado no Destak Jornal

Depois do sucesso de “Eu sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã”, a paquistanesa anunciou seu segundo livro intitulado “We Are Displaced” (“Estamos deslocados”, em tradução livre). A publicação tem lançamento previsto para o dia 9 de setembro, nos Estados Unidos, pela Little, Brown Books for Young Readers. A informação é da EW.

O livro focará na experiência de pessoas refugiadas e mostrará “como é viver um um mundo completamente diferente do que o único que você já conheceu”. Yousafzai usa sua própria experiência para narrar a história, mas inclui depoimentos de pessoas que conheceu enquanto viajava para campos de refugiados.

Dez novos autores brasileiros para ficar de olho

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De contistas a romancistas, veja a lista de autores brasileiros promissores

Publicado no 24 Horas News

A literatura brasileira sempre foi muito rica e teve autores consagrados como Machado de Assis, Jorge Amado, Graciliano Ramos, Clarice Lispector e Carlos Drummond de Andrade.

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Divulgação
Sheyla Smanioto é autora de “Desesterro”, romance vencedor dos prêmios da Biblioteca Nacional, Jabuti e Sesc de Literatura

Muita gente acredita que o País teve uma queda de qualidade na produção cultural nas últimas décadas, mas uma série de autores tem mantido o nível da literatura brasileira com ótimas e instigantes obras.

Na lista abaixo, o iG reúne 10 escritores da nova geração para você prestar atenção. Veja:
Bruna Beber

A fluminense Bruna Beber é conhecida por seus poemas e chama a atenção no cenário literário nacional há anos. Entre seus maiores trabalhos, estão “Rapapés & Apupos” e o recente “Rua da Padaria”, elogiado livro lançado em 2013.

Reconhecida internacionalmente, a autora já teve poemas publicados em antologias e sites na Alemanha, Argentina, Espanha, Itália, México e Portugal. Ela ainda representou o Brasil na Göteborg Book Fair, na Suécia, em 2014.
Ana Martins Marques

A mineira Ana Martins Marques também já está entre os nomes mais promissores da literatura brasileira há alguns anos, mas vem ganhando cada vez mais destaque com seus trabalhos. Graduada em Letras e doutora em literatura comparada pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a poetisa lançou os livros “A vida submarina” (Editora Scriptum, 2009), “Da arte das armadilhas” (Companhia das Letras, 2011), “O livro das semelhanças”(Companhia das Letras, 2015) e “Duas janelas” (Luna Parque, 2016).

A escritora foi premiada no Brasil e reconhecida no exterior. Além de receber prêmios em Belo Horizonte e em outros estados brasileiro por seu trabalho, ela foi a terceira colocada no Prêmio Oceanos de 2016 com “O livro das semelhanças”.
Tatiana Salem Levy

Nascida em Lisboa, mas filha de brasileiros, Tatiana Salem Levy é mestre em estudos literários pela PUC-Rio e concluiu o doutorado na mesma universidade. Seu primeiro romance, “A Chave de Casa”, foi lançado em 2007 e traz elementos autobiográficos. O livro ganhou o Prêmio São Paulo de Literatura em 2008.

Tatiana ainda ganhou outros três prêmios: Prêmio Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil, em 2013; Prêmio ABL de Literatura Infantojuvenil, em 2015; e English Pen Translate, em 2015. Além de “A Chave de Casa”, ela já publicou “Dois Rios” (2011), “Paraíso” (2014) e “O Mundo Não Vai Acabar”, em maio deste ano.
Rafael Gallo

O paulista Rafael Gallo é um dos novos autores mais promissores da cena literária brasileira. Ele é autor da coletânea de contos “Réveillon e outros dias”, publicada em 2012, e do romance “Rebentar”, que saiu em 2015, ambos pela editora Record. Além disso, ele tem contos publicados em revistas e antologias.

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Divulgação
Rafael Gallo é um dos jovens autores premiados no Brasil

Apesar de ser um nome novo, Gallo já é bastante reconhecido no País: seus dois livros foram finalistas do Prêmio Jabuti, o mais importante da literatura no Brasil. Além disso, “Réveillon e outros dias” venceu o Prêmio Sesc de Literatura 2011/2012 e “Rebentar” levou o Prêmio São Paulo de Literatura em 2016.
Julián Fuks

O paulistano Julián Fuks vem chamando a atenção há pelo menos uma década, mesmo com poucos livros publicados. Em toda sua carreira, ele publicou quatro livros: “Fragmentos de Alberto, Ulisses, Carolina e eu”, “Histórias de literatura e cegueira”, “Procura do romance” e “A resistência”, seu mais recente.

Desses, três livros foram premiados. “Histórias de literatura e cegueira”, de 2007, foi finalista do Prêmio Jabuti e do Prêmio Portugal Telecom, enquanto “Procura do romance” também chegou à final de ambos os prêmios e do Prêmio São Paulo de Literatura. Com “A Resistência”, de 2015, ele finalmente ganhou o Prêmio Jabuti e ficou em segundo no Prêmio Oceanos.
Natalia Borges Polesso

A gaúcha Natalia Borges Polesso é mestre em Letras pela UCS (Universidade de Caxias do Sul) e estudiosa da obra da romancista Tânia Faillace. Ao todo, ela tem três livros: “Recortes para álbum de fotografia sem gente”, “Coração à corda” e “Amora”, o mais recente.

Em 2016, ela ganhou o Prêmio Jabuti com “Amora”. Antes, em 2013, a escritora levou para casa o Prêmio Açorianos, tradicional no estado do Rio Grande do Sul, por “Recortes para álbum de fotografia sem gente”.
Sheyla Smanioto

Uma das mais empolgantes novas autoras do Brasil, Sheyla Smanioto é de Diadema, na Grande São Paulo, e mestre em Teoria e História Literária pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), estudando a relação entre a experiência do corpo e a escrita.

Em 2015, ela lançou o romance “Desterro”, premiado e elogiado no Brasil e no exterior. Com a obra, a paulista venceu os prêmios Jabuti, Sesc de Literatura e o Biblioteca Nacional. Ela ainda foi apontada pela Forbes como uma das esritoras mais promissoras do País e representou o Brasil no Printemps Littéraire Brésilien e no Salão do Livro de Paris de 2017.
Carol Rodrigues

A carioca Carol Rodrigues estreou na literatura em 2015, com “Sem Vista para o Mar”, livro que reúne vários contos curtos escritos por ela. Sua entrada no mundo literário deu tão certo que ela já estreou sendo premiada e reconhecida.

O livro foi o vencedor dos prêmios Jabuti e Clarice Lispector em 2015, além de ter aparecido na lista de vencedores do Prêmio Literário da Biblioteca Nacional. Agora, a escritora radicada em São Paulo trabalha em seu segundo livro, “Os Maus Modos”.
Débora Ferraz

A pernambucana Débora Ferraz é formada em jornalismo pela UFPB (Universidade Federal da Paraíba) e escreve desde 2003. Natural de Serra Talhada, no sertão paraibano, ela se mudou para a capital João Pessoa em 2001 para trilhar o caminho acadêmico. Nesse tempo, ela lançou dois livros: “Os Anjos” e “Enquanto Deus não está olhando”, o mais recente.
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bruno vinelli/divulgação
A pernambucana Débora Ferraz

Foi com o segundo livro que ela venceu os maiores prêmios da carreira, o Prêmio Sesc de Literatura de 2014 e o Prêmio São Paulo de Literatura de 2015.
Jacques Fux

O mineiro Jacques Fux tem uma formação um pouco diferente dos outros escritores: ele é graduado em matemática e mestre em ciência da computação pela UFMG, doutor e pós-doutor em literatura pela UFMG, pela Universidade de Lille 3 (França) e pela Unicamp, além de pesquisador visitante na Universidade de Harvard.

Ele lançou os livros “Antiterapias”, “Brochadas: confissões sexuais de um jovem escritor” e “Meshugá”. Um dos autores mais promissores da nova geração, o mineiro foi finalista do Prêmio APCA em 2016 e venceu o Prêmio São Paulo de Literatura em 2013.

As Crônicas de Gelo e Fogo – Segundo livro da saga tem easter-eggs da DC!

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E incrivelmente, eles foram descobertos apenas agora!

Leo Gravena, no Legião dos Heróis

Para quem acompanha Game of Thrones e os livros que deram origem à série, não é surpresa que o criador da trama, George RR Martin, seja um grande nerd. Contudo, apenas agora um fã notou uma referência à dois heróis da DC em um de seus livros.

Em uma postagem no reddit, um fã destacou uma parte interessante do segundo livro d’As Crônicas de Gelo e Fogo, A Fúria dos Reis. Durante o livro (que foi adaptado na segunda temporada da série), Arya Stark está disfarçada de um garoto, ela então é capturada e levada para um castelo em Harrenhal. Lá, Arya nota os brasões das famílias de vários Lordes e Cavaleiros que se alinham com os Lannisters.

Entre elas temos um Boi vermelho, um unicórnio roxo, um furão prata e outros, contudo, duas se destacam para qualquer fã da DC: uma flecha verde e um besouro azul.

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A flecha verde, obviamente, faz referência ao Arqueiro Verde. Em 1998, quando o romance foi lançado, o personagem ainda não era conhecido por grande parte do público, mas Martin ainda assim colocou um pequeno easter egg do personagem. Já o Besouro Azul é um personagem dos quadrinhos que está sempre ao lado do Gladiador Dourado, ele possui um traje tecnológico e uma grande empresa de tecnologia.

 

Consegue adivinhar qual é o livro preferido de Donald Trump?

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Jonathan Ernst/REUTERS

Jonathan Ernst/REUTERS

 

O presidente recém-empossado dos EUA confessa não ter muito tempo para ler, mas garante que gosta de o fazer.

Publicado no O Jornal Econômico

“Não permitam que estas breves passagens vos impeçam de saborear em profundidade os conselhos que se seguem”. Quem o diz é Donald Trump, ou melhor, escreve. Para além de empresário multimilionário, político controverso e cara conhecida de uma infinidade de programas de televisão, o presidente eleito, ainda antes de pensar em candidatar-se ao cargo, dedicava-se aos livros. Tanto à leitura como à escrita.

Sim, porque o novo presidente dos EUA escreve e não apenas discursos. Donald Trump é autor de duas dezenas de livros sobre os mais variados temas (memórias, autoajuda na gestão de negócios e de pendor político). Alguns deles bestsellers. A (auto) biografia The Art of the Deal, escrita pelo presidente e pelo jornalista Tony Schwartz, é um exemplo disso. Embora não seja, como Trump alega, o livro de negócios de maior sucesso no mundo, vendeu mais de um milhão de cópias.

“Eu gosto de um monte de livros. Gosto verdadeiramente de ler. Agora não tenho muito tempo para o fazer. Leio passagens… capítulos”, afirma Donald Trump.

Quando questionado sobre qual seria o seu livro preferido, durante um comício com membros do partido republicano, Donald Trump foi peremptório na resposta. Para além da sua própria biografia, The Art of the Deal, o livro preferido do magnata nova-iorquino é “a Bíblia”.

“Nada supera a Bíblia, nem mesmo o The Art of the Deal. Nem de perto”, afirma Donald Trump, com o polegar levantado. “Já o The Art of the Deal, esse é o meu segundo livro preferido ao longo de todos os tempos”.

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