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Autobiografia de ex-milionário serial killer tem venda suspensa horas após lançamento polêmico

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Promotores acusaram Robert Pickton por 49 homicídios, e o ex-fazendeiro se diz inocente.

Promotores acusaram Robert Pickton por 49 homicídios, e o ex-fazendeiro se diz inocente.

 

Uma autobiografia supostamente escrita por um serial killer canadense foi retirada do mercado horas após o início das vendas na internet.

Publicado na BBC Brasil

O ex-fazendeiro milionário Robert Pickton foi condenado em 2007 pelo assassinato de seis mulheres. Outras 20 acusações de homicídio contra ele foram suspensas.

Um colega de prisão ajudou Pickton a enviar o livro para fora da prisão, segundo a rede de TV canadense CTV.

A editora solicitou a retirada do livro da Amazon e se desculpou com as famílias das vítimas, de acordo com a imprensa local.

Autoridades da província de British Columbia já haviam se comprometido a evitar que Pickton lucrasse com as vendas da biografia, intitulada Pickton: In His Own Words (Pickton: em suas próprias palavras, em tradução livre).

“Não é correto que uma pessoa que causou sofrimento a tantas pessoas possa lucrar com seu comportamento”, disse o ministro da Saúde Pública da província, Mike Morris.

O governo local também pediu à Amazon que interrompa as vendas do livro, publicado pela editora do Colorado (EUA) Outskirts Press, especializada em ajudar autores novatos a divulgar suas obras.

Usuários da Amazon também reivindicaram o boicote à obra – a empresa não havia comentado o episódio até a publicação desta reportagem.
Investigação

O ministro da Segurança Pública do Canadá, Ralph Goodale, disse que foi aberta uma investigação para apurar como o manuscrito de Pickton saiu da prisão de segurança máxima de Kent, onde o ex-fazendeiro está detido.

A rede CTV informou que ele conseguiu driblar os controles sobre sua correspondência ao repassar o livro a um colega de cadeia, que o enviou a um amigo.

No livro, Pickton diz ser inocente e afirma ter sido incriminado injustamente pela polícia canadense, segundo o jornal Vancouver Sun.

Ernie Crey, irmã de uma das 33 mulheres que tiveram DNA localizado em uma fazenda de criação de porcos de Pickton, disse ter ficado “profundamente perturbada” pelo livro.

Lori Shenher, que ajudou a reunir provas contra o ex-fazendeiro e escreveu um livro sobre o caso, disse esperar que o público ignore a obra “pelo bem da decência”.

Pickton foi condenado à prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional por 25 anos, após inicialmente ser denunciado pela morte de 26 mulheres de um total de 69 desaparecidas.

A Justiça canadense concluiu que ele matou as mulheres em sua fazenda e alimentou os porcos com os restos mortais de algumas das vitimas.

Durante o julgamento, promotores afirmaram que Pickton havia confessado 49 mortes a um policial que se disfarçou como colega de cela.

DNA revela identidade de Jack, o estripador, garante novo livro

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Segundo empresário, assassino era imigrante polonês de 23 anos.
Análise foi feita em xale ensanguentado de uma das vítimas.

HULTON ARCHIVE/GETTY IMAGES

HULTON ARCHIVE/GETTY IMAGES

Publicado por G1

Jack, o estripador, um assassino em série que aterrorizou Londres nos anos 1880, foi finalmente identificado a partir de material genético presente em um xale ensanguentado de uma de suas vítimas, de acordo com um novo livro.

O autor Russell Edwards identifica o imigrante polonês Adam Kosminski, de 23 anos, como o célebre serial-killer, acusado dos violentos assassinatos de pelo menos cinco mulheres em 1888.

Em seu livro “Naming Jack the Ripper”, que será lançado na terça-feira (9), um empresário do norte de Londres liga Kosminski aos crimes através do DNA encontrado em um xale apreendido por um policial na cena do crime do quarto assassinato cometido por Jack, o de Catherine Eddowes.

O xale, que nunca foi lavado e foi mantido em segurança por descendentes do policial, foi comprado por Edwards em um leilão em 2007.

Com a ajuda de especialistas em genealogia que encontraram os descendentes de Eddowes e Kosminksi e auxiliados pela atual tecnologia de reconhecimento por DNA, Edwards afirma ter sido possível confirmar a autenticidade do xale e atribuir os assassinatos a Kosminski.

Jack, o estripador, ganhou fama com uma série de assassinatos na região leste de Londres no final do século XIX. Seus alvos eram prostitutas do então empobrecido distrito de Whitechapel.

De acordo com o livro, Kosminski, que havia imigrado com sua família da Polônia para a região leste de Londres antes dos assassinatos, era conhecido pela polícia como um potencial suspeito.

Ele foi internado em um manicômio em 1891 e posteriormente morreu devido a uma gangrena.

A teoria de Edwards é a mais recente tentativa de descobrir a identidade do assassino cuja história deu origem a uma série de livros e filmes e que continua fascinando interessados até hoje.

Em 2002, a autora de romances policiais Patricia Cornwell pensou ter descoberto o DNA de Jack, o estripador, ligando-o ao artista britânico Walter Sickert, que gostava de pintar cenas mórbidas, algumas com cenas de violência contra mulheres.

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