Contando e Cantando (Volume 2)

Posts tagged Setor

Setor de Oncologia pediátrica recebe doação de livros

0
(Fotos: Colaboração/ Katia Farias)

(Fotos: Colaboração/ Katia Farias)

Publicado por A Tribuna

Incentivar o hábito da leitura. Este é um dos objetivos do Centro de Ensino e Pesquisa do HSJosé.. Pensando em disponibilizar livros para todas as idades a Instituição começou a captar recursos e doações para incentivar os pacientes a manterem o hábito da leitura.

O primeiro setor contemplado foi o de oncologia pediátrica, onde os pacientes tem um tempo de permanência significativa, e todos os dias chegam novas crianças.

Devido ao tratamento que, muitas vezes, é longo, elas precisam ficar internadas por um longo tempo, dentro da Instituição e não podem sair do setor por estarem com a imunidade muito baixa. Por isso, para melhorar a estadia e o tempo que permanecem internadas, o Hospital foi em busca de parcerias com empresas que tivessem projetos e que fornecessem livros de todos os segmentos, mas principalmente educativos.

Maria Dione Gomes Antunes é a responsável pela pesquisa e busca de parcerias, na captação de recursos para diversos setores do Hospital, a assistente conta, que quando descobriu o projeto da empresa Dpaschoal, apressou-se em fazer contato. “ Queríamos parceiros que tivessem algum projeto com livros educativos. Quando descobri o projeto da Dpaschoal, fui logo fazer contato, e de imediato eles nos atenderam. Compreenderam nossa necessidade e enviaram 110 livros educativos; e tenho certeza, trarão muitas informações a estes pacientes”, declara.

Os livros fazem parte do projeto Educar Dpaschoal que desde 1999 distribui livros infantis gratuitamente, com a intenção de que sejam utilizados para o incentivo da leitura em escolas, instituições, organizações sociais e bibliotecas. No conteúdo dos livros, “aulas” sobre valores dos cidadãos.

“Gostei dos livros, tem vários aqui. Vou tentar ler todos e achei muito legal, vai ajudar a passar o tempo”, declara Wesley Emanuel dos Santos da Silva, de oito anos. Um dos objetivos de Centro de Pesquisa é ir em busca de outras parcerias para o setor e continuar incentivando a leitura aos pacientes e acompanhantes, já que o número de crianças neste setor especificamente, é significativo durante todo ano.

Estudo resgata os últimos 200 anos de edição de livros no País

0

Setor avalia rumos do mercado e projeções para seu futuro

Imagem: Google

Imagem: Google

Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

Uma frase de Carlos Drummond de Andrade na sala de reuniões do Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel) resume bem o estudo que o Coppead, o instituto de pós-graduação em Administração da Universidade Federal do Rio, apresenta nesta terça, 20: “Autor, editor e livreiro formam uma trinca inseparável, pela identidade de interesses culturais e econômicos. Aquele que pense em se afastar dos outros vai se dar mal”.

É justamente a falta de comunicação entre os envolvidos na cadeia do livro um dos maiores desafios para que o mercado editorial continue crescendo. Não existe hoje no Brasil, por exemplo, um sistema único de informação para editores, distribuidores e livreiros, causando atrasos e falhas que podem se refletir na insatisfação dos leitores – para quem, afinal, todo o trabalho é feito.

A ideia do estudo surgiu há dois anos, quando Sônia Jardim, presidente do Snel, procurou o Coppead. Os editores queriam entender melhor o que estava acontecendo com o mercado e saber para onde estavam indo. Leonardo Bastos da Fonseca, aluno do mestrado da instituição, se interessou pelo assunto e tocou com Denise Fleck, sua orientadora, a pesquisa patrocinada com uma bolsa de estudos pelo sindicato.

O relatório abarca dois séculos de história – de 1808, ano da chegada da família real, a 2012. Foram ouvidos cerca de 40 editores, livreiros, autores, agentes literários, gráficos, etc. O Acervo Estado, com material publicado pelo jornal a partir de 1875, também foi fonte. O objetivo era fazer uma análise histórica do crescimento e identificar os desafios para que a evolução seja organizada e leve à longevidade do mercado, e não à sua autodestruição.

A ida a feiras internacionais, a realização de festivais literários no País, práticas como consignação para livrarias, marketing, treinamento de funcionários, criação de grupos editoriais e fragmentação dos catálogos em selos foram algumas das questões tratadas na pesquisa – ainda não se sabe se ela virará um livro, mas como são poucas as publicações sobre o mercado editorial brasileiro o lançamento seria bem-vindo.

Entraves já superados, como imposto sobre papel e impressão, falta de papel, censura, taxa de câmbio e inflação, entre outros, deram espaço a questões como desorganização, falta de comunicação, competição interna, funcionários de livrarias sem conhecimento do produto (porque mais livros são lançados hoje e porque a rotatividade na área é grande, já que salários são baixos) e falta de avaliação das iniciativas – especialmente as comerciais e de divulgação. O livro digital e as compras governamentais, duas grandes esperanças de crescimento, também podem ser vistos como obstáculos.

Para Denise Fleck, há duas estratégias com relação ao e-book: continuar agindo como se nada estivesse acontecendo e ver o que vai acontecer ou identificar o que pode ser melhorado hoje, enquanto o mercado se prepara para o digital. O primeiro grupo prevalece, diz a professora, embora ela ressalte que este foi um primeiro estudo que não se prestou a aprofundar esta questão.

Sobre os programas de venda para o governo, que têm movimentado cerca de R$ 1 bilhão ao ano, ela informa que as editoras não estão preparadas para perder a boquinha. “Hoje em dia essas compras estão fazendo uma boa diferença. Respondem, às vezes, por 30%, 40% do faturamento. Se o governo mudar sua estratégia ou suprir suas necessidades fazendo apenas compras esporádicas, vai afetar.”

Feiras ainda são boas vitrines
A proliferação de eventos literários nos anos 2000 ampliou os espaços de exposição do livro, aponta o relatório da Coppead. “As feiras são muito bem-vindas e uma das alavancas de divulgação”, diz Denise Flick. O estudo, no entanto, mostra queda nas vendas dentro de feiras na última década. Hoje, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo anuncia sua programação. Entre os confirmados, o best-seller Ken Follett.

Grupo pressiona para que editoras vendam livros digitais a cegos

0

Militante do Movimento Cidade para Todos, que luta pelo livro acessível, está processando três empresas

José Maria Mayrink, no Estadão

O Movimento Cidade para Todos, que reivindica equipamentos e recursos de acessibilidade para facilitar a vida de deficientes visuais, está lutando para obrigar editoras a vender versões digitais de todos os livros disponíveis em seus catálogos.

Cegos são capazes de ler esses livros, independentemente do formato em que são digitalizados, com um programa leitor de tela que transforma as palavras em voz. É um passo além do Braille, sistema para leitura tátil, de aprendizado lento e de distribuição limitada.

Cego, o psicólogo Naziberto Lopes de Oliveira, do Movimento Cidade para Todos, está processando três editoras que, segundo seu advogado, se negaram a lhe vender versões digitais de livros, sob a alegação de que o pedido contraria a lei de direitos autorais.

Oliveira perdeu a ação em primeira instância, mas ganhou em segunda, no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Como duas das três editoras – Companhia das Letras e Contexto – recorreram, o caso será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça, em Brasília.

“Reconhecemos o direito do reclamante de comprar edições digitais e não recorremos”, declarou Francisco Bilac Pinto, advogado da GEN Editorial Nacional, também processada. Já a responsável pelo setor de direitos autorais da Companhia das Letras, Eliane Trombini, disse que, por força de liminar, a editora vende livros digitais ao psicólogo. Na Contexto, o diretor comercial Daniel Pinsky alegou que sua editora não se nega a fornecer livros digitais.

O problema, segundo Pinsky, é que Oliveira insiste em comprar da editora, em vez de procurar livrarias ou pedir os livros em instituições. “Não questionamos a acessibilidade, mas ele está tentando impor um modelo de negócio, forçando-nos a vender para ele”, diz Pinsky.

Deficiente visual, o arquiteto Renato Barbato também enfrenta dificuldades. “Se quiser consultar uma obra de arquitetura, tenho de digitalizar as páginas e levar ao leitor de tela, algo demorado e caro”, afirma.

Editoras e instituições costumam encaminhar os cegos para a Fundação Dorina Nowill, antiga Fundação para o Livro do Cego. “Foi uma iniciativa de méritos fantásticos, mas que produz livros em quantidade insuficiente – cerca de 150 títulos num País que lança entre 80 mil e 120 mil por ano”, diz Barbato.

Além de defender o livro acessível, o Movimento Cidade para Todos briga também pela adaptação das calçadas, poda de árvores, identificação de ônibus nos pontos e instalação de semáforos sonoros.

MEC dará bolsa para aluno do ensino médio estudar exatas e biológicas

0

Mercadante anunciou novo programa de incentivo nesta terça-feira.
Portaria com as regras para adesão das redes públicas sairá neste mês.

Publicado por G1

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, falou na abertura do Congresso Todos pela Educação, em Brasília, nesta terça-feira (10) (Foto: Elza Fiúza/ Agência Brasil)

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, falou
na abertura do Congresso Todos pela Educação,
em Brasília, nesta terça-feira (10) (Foto: Elza Fiúza/
Agência Brasil)

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta terça-feira (10) um programa para incentivar estudantes do ensino médio a seguirem carreira nas áreas de exatas e biológicas. Batizado com o nome “Quero ser cientista, quero ser professor”, o programa vai dar bolsa de R$ 150 aos alunos de escola pública que demonstrem interesse nas áreas.

O anúncio do ministro foi feito na abertura do congresso do Movimento Todos pela Educação, que teve início nesta terça em Brasília. Mercadante afirmou que 30 mil alunos devem ser beneficiados na primeira etapa do programa.

“Temos de fazer bolsa de assistência”, defendeu o ministro, afirmando que muitos dos alunos de escolas públicas são pobres e precisam de tutoria e acompanhamento pedagógico. “O topo da escola pública é de excelente qualidade e concorre com o setor privado”, disse ele.

Segundo o Ministério da Educação, ainda não há detalhes específicos sobre o “Quero ser cientista, quero ser professor”, como a partir de que ano do ensino médio os estudantes poderão participar, e se haverá alguma contrapartida, como a obrigatoriedade de seguir nestas áreas no ensino superior. O objetivo é estimular que mais jovens cursem a licenciatura em física, química, matemática e biologia, áreas consideradas pelo governo como prioritárias nos investimentos educacionais.

O MEC afirmou que a portaria que especificará as regras da primeira edição do programa deve ser publicada no “Diário Oficial da União” até a próxima semana. Então, o programa abrirá um prazo para que os governos estaduais e municipais que ofereçam vagas no ensino médio se inscrevam para participar do programa.

Faculdade inglesa gera polêmica ao perguntar orientação sexual de alunos

0
Formulário entregue para alunos da faculdade inglesa Barnsley (Reprodução/Daily Mail)

Formulário entregue para alunos da faculdade inglesa Barnsley (Reprodução/Daily Mail)

Publicado por UOL

A faculdade inglesa Barnsley gerou polêmica com um formulário de registro que perguntava a orientação sexual de alunos de 16 e 17 anos. O estudante devia indicar se era bissexual, gay, lésbica, heterossexual ou transexual – também existia a opção “prefiro não dizer”. As informações são do Daily Mail.

O questionamento foi feito ao lado de perguntas sobre dados pessoais como endereço, idade e detalhes de contato. Segundo a publicação, alguns estudantes caíram no choro e reclamaram de invasão de privacidade.

Ativistas do movimento gay criticaram a conduta da universidade e sugeriram que eles revissem o procedimento de inscrição.

Um representante da faculdade pediu desculpas a quem se sentiu ofendido, disse que iriam rever a forma de fazer as perguntas e afirmou que as respostas auxiliam no monitoramento da taxa de sucesso de grupos característicos.

Segundo a instituição, todas as faculdades são obrigadas, desde 2011, a recolher essas informações, a fim de cumprir deveres legais com o Setor de Igualdade.

Go to Top