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Posts tagged Sherlock

Drácula | Série com criadores de Sherlock é confirmada

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Produção será da BBC e terá distribuição pela Netflix

Julia Sabbaga, no Omelete

Drácula, o livro de Bram Stoker, ganhará uma adaptação para TV pela BBC, comandada pelos criadores de Sherlock, Steven Moffat e Mark Gatiss. A informação é da Variety, que informa também que a produção será distribuida pela Netflix para territórios além do Reino Unido.

A BBC encomendou três episódios de 90 minutos. A produção contará a história do conde sedento por sangue da Transilvânia, e sua ida à Londres.

Moffat e Gatiss, que escreverão o programa, comentaram: “Sempre existiram histórias sobre o mal. O que é especial em Drácula é que Bram Stoker deu ao mal o seu próprio herói. Não há nada como sangue fresco”.

Dracula será o primeiro projeto da dupla após a conclusão de Sherlock em janeiro. O seriado estrelado por Benedict Cumberbatch e Martin Freeman teve quatro temporadas e um especial de ano novo, todos disponíveis da Netflix. Um retorno ainda não foi oficializado.

“Sherlock Holmes da vida real” dá dicas para dominar arte da dedução

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Sherlock

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Renan Guerra, no Observatório do Cinema

O último episódio da temporada de Sherlock foi exibido no domingo (15), agora os fãs terão uma espera longa pela frente. Porém, o cientista forense Colin Cloud, conhecido como o “Sherlock Holmes da vida real”, está dando lições sobre dedução e observação.

Colin fez fama com seus poderes de adivinhar o que você comeu no café da manhã ou mesmo o nome de seu primeiro cachorrinho. O cientista pesquisa a arte da dedução desde a infância e entrou em um programa universitário de investigação forense logo aos 15 anos de idade.

“Eu certamente não sou um paranormal…”, esclarece Colin ao jornal The Independent. “Nada do que eu faço é um truque – é tudo baseado no conhecimento e prestando muita atenção.”

“Você vê, mas você não observa”, é uma das falas favoritas de Sherlock. E é uma observação que Colin provavelmente faria sobre a maioria de nós. Mesmo assim, o cientista acredita que as habilidades do detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle podem ser desenvolvidas por qualquer um que se dedique ao estudo com esmero.

“Você tem que se treinar para ver as coisas de forma diferente e descobrir o que você pode aprender sobre alguém”, diz ele. “Muitas vezes conversamos com as pessoas e não prestamos atenção a coisas como sua respiração, o quanto elas estão piscando, a maneira como elas estão sentadas ou de pé – e todas essas pequenas coisas que revelam muito sobre uma pessoa”.

“Eu fui inspirado por ele”, continua Colin sobre Sherlock. “Eu folheava as páginas dos livros e o via deduzindo coisas sobre as pessoas, fazendo coisas fascinantes com sua memória e ele sempre era capaz de demonstrar como fez essas descobertas. De qualquer forma, eu rapidamente descobri que não era tão fácil como ele fez parecer.”

“Eu acho que eles tentam fazer as deduções de forma mais lógica possível, e eles são ótimos nisso”, comenta ele sobre a série da BBC. “É claro, é ficção, então eles têm a liberdade de criar cenários que são, em última instância, perfeitos para o personagem conseguir o que quer que eles queiram”, finaliza.

De qualquer forma, Cloud diz que é tão fã da série quanto dos livros: “A escrita é simplesmente fenomenal”, elogia. “Eu acho que cada episódio é, simplesmente, uma obra-prima”.

Colin Cloud, o Sherlock Holmes da vida real

Colin Cloud, o Sherlock Holmes da vida real

Benedict Cumberbatch é parente de criador de Sherlock Holmes

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Martin Freeman (esq.) e Benedict Cumberbatch em cena da série "Sherlock"

Martin Freeman (esq.) e Benedict Cumberbatch em cena da série “Sherlock”

 

Publicado na Folha de S.Paulo

Pesquisadores especializados em genealogia descobriram que o ator Benedict Cumberbatch, que vive Sherlock Holmes em série produzida pela inglesa BBC e exibida no Brasil pela TV Cultura, é um parente distante de sir Arthur Conan Doyle, escritor que criou o personagem do famoso detetive.

Cumberbatch seria primo de 16º grau de Conan Doyle (1859-1930), segundo o site Ancestry.com.

Segundo o porta-voz do site, Dallin Hatch, a pesquisa não foi encomendada, os pesquisadores investigaram porque gostam da série e de desafios que envolvam história.

O ancestral em comum dos dois seria um dos filhos do rei Eduardo 3º, que viveu no século 14.

Após decisão judicial, Sherlock Holmes passa a ser de domínio público nos EUA

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Publicado no Opera Mundi

Book Illustration Depicting Sherlock Holmes and Dr. Watson in a Train CabinO personagem Sherlock Holmes e todo o universo fictício que ronda o número 221 B da Baker Street passaram a ser de domínio público nos Estados Unidos após decisão de um juiz federal no estado de Illinois (região centro-norte do país). Isso significa que quem quiser criar e publicar histórias nos EUA com o mítico detetive londrino, incluindo seu fiel escudeiro Watson e o vilão James Moriarty, não está obrigado a pagar os direitos autorais à família do criador, o escritor britânico Arthur Conan Doyle.

O juiz Rubén de Castillo determinou nesta semana que as obras de Conan Doyle publicadas antes de 1.º de janeiro de 1923 não estão protegidas pelo lei de direito autoral norte-americana. Apenas dez histórias posteriores à essa data estão protegidas. Segundo o entendimento de Castillo, todo o resto está livre.

[Watson e Holmes em ilustração de Sidney Paget em 1892 no conto “Estrela de Prata”]

Na ação, os herdeiros do escritor britânico sustentaram, sem sucesso, que o copywright se estende tanto às histórias quanto aos personagens. Todas as histórias de Holmes já estão em domínio público no Reino Unido.

O tema foi levado à justiça por Leslie Klinger, um editor que deseja publicar uma coleção de histórias originais de diversos autores inspiradas no detetive. No entanto, os herdeiros do escritor britânico ameaçaram proibir a publicação caso Klinger não pagasse os devidos royalties.

“Sherlock Holmes pertence ao mundo”, anunciou Klinger nesta sexta-feira (28/12) no site eletrônico Free Sherlock. “As pessoas querem celebrar Holmes e Watson. Agora podemos fazer isso sem medo”.

O personagem

A primeira história do detetive mais popular da literatura ocidental, “Um Estudo em Vermelho” foi lançada em 6 de janeiro de 1887. O personagem foi inspirado em um dos antigos professores de Conan Doyle em Edimburgo, na Escócia. Rapidamente, o estilo peculiar e os “casos impossíveis” resolvidos pelo detetive britânico deixariam leitores de todo o mundo apaixonados.

Em 1901, seria publicada a mais célebre de suas aventuras, O Cão dos Baskervilles. Desde o primeiro livro, Holmes tornou-se um sucesso editorial que, com o passar das décadas, também migrou com a mesma popularidade para o cinema e as séries de TV.

Wikimedia Commons
Holmes é um investigador do final do século XIX que ficou famoso por utilizar, na resolução dos casos, o método científico e a lógica dedutiva. Não se vê Holmes estudando, mas domina misteriosamente uma vasta quantidade de assuntos do conhecimento humano, como geografia, história, química, geologia e línguas.

Descreve-se como um “detetive consultor”. Segundo Doyle, Holmes é capaz de resolver os problemas sem sair do seu apartamento, mas em diversas de suas mais interessantes histórias é requerida sua presença in situ. A sua especialidade é resolver enigmas singulares, que deixam a polícia desnorteada, usando a extrema faculdade de observação e dedução.

É capaz de identificar a marca de um tabaco somente pelo seu cheiro e pela cor de suas cinzas. Outra de suas marcas registradas, a frase: “Elementar, meu caro Watson”, foi criada no teatro, com muitas outras particularidades, como o cachimbo recurvado.

[O ator britânico Basil Rathbone, considerado um dos melhores intérpretes de Holmes]

O seu grande inimigo, também dotado de extraordinárias faculdades intelectuais, é o professor e matemático James Moriarty. Em 4 de maio de 1911, após uma luta feroz, Holmes e Moriarty desaparecem nas cataratas de Reichenbach, perto de Meiringen, na Suiça (“The Adventure of the Final Problem”).

Os protestos dos leitores foram tantos e de tal forma violentos, que Doyle foi obrigado a ressuscitar seu herói. Holmes acabaria reaparecendo no conto The Adventure of the Empty House, com a engenhosa explicação que somente Moriarty havia caído e, como Holmes tinha outros perigosos inimigos, havia simulado sua morte para poder investigá-los melhor.

Apesar do grande sucesso de sua obra, Conan Doyle não gostava de escrever histórias para Sherlock Holmes pois considerava o romance policial como literatura de segunda classe e, na verdade, esse tipo de história só passou a ser respeitado após o sucesso de seu personagem.

Infográfico – O Senhor dos anéis x As crônicas de gelo e fogo

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Sherlock, no Sobre Livros

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Infográfico: George R.R. Martin x J.R.R. Tolkien – Quem vence essa batalha?

E aí leitores, qual sua saga preferida?

Veja a ficha completa da série “O Senhor dos Anéis” no site:
http://www.sobrelivros.com.br/info-o-senhor-dos-aneis-j-r-r-tolkien/

Veja a ficha completa da série “As Crônicas de Gelo e Fogo” no site:
http://www.sobrelivros.com.br/info-as-cronicas-de-gelo-e-fogo-george-r-r-martin/

dica do Thiago Mendanha

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