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Aprenda a forma certa de estudar ouvindo música, ela pode melhorar muito a sua concentração!

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Música

Publicado no Amo Direito

Estudar ouvindo música pode melhorar muito a sua concentração. Para isso, é necessário que seja feito da forma correta. Confira algumas dicas para chegar melhor no seu formato.

Cada pessoa tem a sua própria técnica para estudar: alguns preferem estudar sozinhos, em lugares silenciosos, outros gostam de estudar em grupos e há quem prefira revisar o conteúdo ouvindo música. Caso o seu método se encaixe a esse último, saiba que existem atitudes que devem ser tomadas para que a música realmente melhore a sua concentração.

Primeiramente, lembre-se que você está estudando, e não num show. Assim sendo, escute músicas num volume baixo ou médio, que não vá atrapalhar a sua concentração. A ideia é que você coloque um som que torne o seu ambiente de estudos mais tranquilo.

Quanto ao gênero musical, não há um consenso: muito se fala sobre a música clássica ou instrumental ser perfeita para manter o foco. Há quem discorde afirmando que sente sono ou preguiça ao ouvi-las. Cabe a você fazer testes com vários estilos diferentes e descobrir qual é a melhor opção.

Se você escolher poucas músicas, provavelmente, terá que interromper seus estudos várias vezes para selecionar novas canções prejudicando a sua linha de raciocínio. Para evitar que isso aconteça, crie playlists e deixe-as tocando ininterruptamente. A dica é criar listas que durem um tempo calculado, assim você saberá a hora de fazer uma pausa.

Portanto, na próxima vez em que você for estudar ouvindo músicas, lembre-se de seguir essas dicas e perceba o impacto delas na sua concentração.

Fonte: noticias universia

Seis livros para você derrotar os eruditos que odeiam o ‘Big Brother’

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Heloisa Noronha, na Veja

Desde a primeira edição, exibida pela Rede Globo em 2002, o Big Brother Brasil divide o público entre a paixão alucinada e o ódio total, com algumas gradações no meio do caminho. É comum, na semana de estreia, que os ânimos dos haters – aqueles que destilam seu ódio contra alguém ou alguma coisa nas redes sociais – fiquem mais exaltados. Um argumento comum é que os fãs do reality show são uma gente primitiva e sem cultura. Há quem queira salvá-los do inferno do BBB, sugerindo que ocupem o tempo com a leitura de um livro em vez de ficar em frente à TV. Mas quais livros? O site de VEJA preparou uma lista de obras que não apenas vão ajudar o fã a acompanhar as tramas do BBB com novos olhos, como ainda devem torná-lo mais bem lido do que 90% dos eruditos que odeiam o programa.

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‘1984’, de George Orwell

No livro visionário publicado em 1948 pelo escritor e jornalista inglês George Orwell, Big Brother (ou Grande Irmão, conforme a tradução) é o ditador que tudo vê na distópica Oceania. A sociedade é completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito de forma coletiva, mas cada pessoa vive sozinha. O Big Brother é representado pela figura de um homem (não se sabe se ele existe ou não) que vigia o povo através das chamadas teletelas. Assim como o apresentador Pedro Bial, ele instrui psicologicamente as pessoas em suas atitudes. Contudo, ele é um pouco mais assustador que o funcionário da Rede Globo.

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‘Álbum de Família’, de Nelson Rodrigues

Aos que acreditam que o programa tem muita baixaria, que tal um pouco de Nelson Rodrigues? A terceira peça do mestre da dramaturgia nacional foi escrita em 1945, mas liberada pela censura para montagem apenas em 1957. Nela, Nelson desmistifica a imagem aparentemente normal da instituição familiar. Perversões, amores proibidos e paixões incestuosas permeiam a história, que causou escândalo na época e cunhou a fama de maldito do escritor.

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‘Dom Casmurro’, de Machado de Assis

Fato: as tramas amorosas do reality show geralmente são rasas ou superficiais. Machado de Assis, quem sabe, adoraria isso. Teses acadêmicas, peças, filmes e outros livros já tentaram responder à pergunta crucial: afinal, Capitu traiu ou não Bentinho com Escobar, amigo de ambos? Questões sobre a incerteza da infidelidade dão o tom à obra mais conhecida do autor, publicada pela primeira vez em 1900. Difícil resistir às elucubrações, assim como as provocadas por um bom triângulo amoroso de reality show.

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‘Os Infortúnios da Virtude’, do Marquês de Sade

A libertinagem… essa safada típica de reality show. E também dos livros do aristocrata Marquês de Sade. Às vésperas da Revolução Francesa, em 1787, o libertino francês escreveu em duas semanas a obra inicial da saga das irmãs Justine e Juliette. A primeira, uma heroína (mais…)

O melhor e o pior da Flip 2014

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Com altos e baixos, como estrutura de tendas reduzida, que deixou público ao sol, edição do evento agradou

RI Paraty (RJ) 03/08/2014 FLIP 2014 - Movimento na cidade no último dia da Festa Literária de Paraty. Na foto, a Praça do Telão.. Foto de Márcia Foletto / Agência O Globo - Márcia Foletto / Agência O Globo

RI Paraty (RJ) 03/08/2014 FLIP 2014 – Movimento na cidade no último dia da Festa Literária de Paraty. Na foto, a Praça do Telão.. Foto de Márcia Foletto / Agência O Globo – Márcia Foletto / Agência O Globo

Publicado em O Globo

PARATY – A incerteza de uma Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) sem grandes estrelas da literatura internacional foi quebrada por boas mesas, algumas que emocionaram a plateia. O resultado do evento, encerrado ontem, fez com que seu curador, Paulo Werneck, chegasse a declarar que essa havia sido a “Flip das Flips” — um termo considerado exagerado por muitos visitantes, sobretudo por causa da estrutura mais enxuta da festa em 2014.

A 12ª edição do evento começou na quarta-feira com uma surpresa para o público: a Tenda dos Autores dos últimos anos foi substituída por uma espécie de pavilhão, mais simples e menos imponente. Além disso, a Tenda do Telão foi abolida. Dois telões, ambos pela primeira vez com entrada gratuita, foram instalados em Paraty, sendo que um parcialmente coberto e outro sem cobertura para proteger o público do sol — que foi inclemente — e da chuva — que felizmente cessou antes do início da festa. Entre editores, jornalistas e escritores, comentou-se a nova configuração.

— Achei muito acertado o fato de o show ter sido aberto ao público. Minha crítica é ao telão, pelo fato de não haver cobertura. Minha impressão é que o público do telão foi muito menor do que os últimos anos — diz o escritor Marcelo Moutinho, que esteve em todas as 12 edições da Flip. — Houve um dia em que eu e meus amigos ficamos embaixo de um sol abrasador, e o evento teve sorte de não ter chovido.

“FLIP DAS FLIPS”

Ontem, na coletiva de imprensa de balanço, os organizadores da festa destacaram, porém, o que chamam de “evolução” na estrutura do evento. Mauro Munhoz, diretor-presidente da Casa Azul, instituição que organiza a Flip, se disse satisfeito, sobretudo pela integração das novas instalações com a cidade.

— A Tenda dos Autores era toda aberta, você não sabia onde terminava a tenda e começava o espaço comum — disse, destacando, ainda, os dois telões instalados na cidade. — No telão da Praça da Matriz, foi um clima supergostoso, com pessoas tomando sol de biquíni e curtindo a tenda.

De acordo com Munhoz, os acessos à Tenda dos Autores foram maiores este ano do que nas últimas edições, muito pela “fila do último minuto”, ou seja, a possibilidade de os visitantes comprarem ingressos conforme a organização fosse percebendo que havia assentos vazios. Foram 16.806 espectadores na Tenda dos Autores, mais do que os 13.471 de 2013.

Munhoz não confirmou se Paulo Werneck, curador pela primeira vez este ano, continuará em 2015. Werneck, por sua vez, fez um balanço bastante positivo de seu trabalho:

— É a Flip das Flips, se a gente pudesse usar uma expressão que a Dilma usou na Copa. Mas com a diferença de que a gente saiu ganhando.

A avaliação geral entre os visitantes foi que, realmente, a programação agradou — mas sem o mesmo entusiasmo do curador. O sábado, com debates que abordaram jornalismo, ditadura, a questão indígena e a guerra na Faixa de Gaza, foi o dia mais forte do evento, com destaque para a mesa que reuniu Bernardo Kucinski, Marcelo Rubens Paiva e Pérsio Arida, que emocionou o público. Outras boas mesas foram as de Andrew Solomon, na sexta, e a de Fernanda Torres e Daniel Alarcón, ontem. Uma das decepções foi com o encontro da britânica de origem indiana Jhumpa Lahiri, que ocupou o horário nobre de sábado.

A Flip 2014 também será lembrada por ter sido a primeira a incluir na programação principal um vencedor do Oscar (o diretor Charles Ferguson, de “Trabalho interno”) e um índio (Davi Kopenawa), além do sucesso da homenagem a Millôr Fernandes.

— Vi mesas muito boas e outras que me decepcionaram um pouco. Como é minha primeira Flip, não tenho como comparar com edições passadas. Mas foi uma boa experiência — disse a escritora Socorro Acioly.

Por outro lado, houve reclamações sobre a falta de nomes literários de peso.

— Minha impressão é que esta Flip foi pouco literária. Mas isso não é um juízo de valor. De todo modo, foi uma boa festa — avaliou Carlos Andreazza, editor-executivo do Grupo Record, que, meses antes, criticou a programação da Flip nas redes sociais.

No ano que vem, sem a concorrência da Copa do Mundo, a Flip volta ao mês de julho. O próximo autor homenageado deve ser anunciado em dois meses.

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