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As melhores dicas para organizar seus livros

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Se você adora livros e não troca os modelos físicos pelos virtuais, é provável que tenha algum problema para organizá-los

Renan Lelis, na Poltrona Nerd

A leitura pode acrescentar muito mais do que conhecimento à sua vida. Ela estimula a imaginação, desenvolve a criatividade e muitas vezes faz você se apaixonar pelas histórias contadas. Quando se adquire esse hábito, é normal colecionar uma série de títulos e ter sempre um exemplar na cabeceira.

Se você é do tipo de pessoa que adora livros e não troca os modelos físicos pelos virtuais, é provável que tenha algum problema para organizá-los. Hoje vamos te dar as melhores dicas para organizar os seus livros e tê-los sempre à mão.

Faça uma triagem dos seus livros

Antes de começar a fazer a organização, separe todos os livros em um lugar. Dessa forma, você conseguirá visualizar todos os exemplares que adquiriu e verificar quais deles podem ser destinado para doação, venda ou entregues a algum amigo que você acredita que gostaria de ler.

Sabemos que muitas vezes é difícil desapegar, e na verdade nem sempre isso é necessário. Essa é apenas uma forma de te fazer perceber quantos livros você tem que não usa, quais ainda não foram lidos, quais não gostou. Se você considerar se desfazer de algum deles, poderá garantir mais espaço para os que você realmente não abre mão de ter em casa e para os novos que com certeza você já pensa em adquirir.

Compre móveis especiais

Estantes, nichos, móveis feito sob medida. Escolha o que vai se adaptar melhor ao seu ambiente e à quantidade de livros que tem. Você pode levar em consideração a decoração e o espaço disponível. Determine em qual ambiente eles deverão ser guardados – sala, escritório, quarto – e se ficarão expostos, ou não.

Além de serem objetos de apego, os livros também servem como excelentes objetos decorativos. “O móvel que for escolhido para guardar os livros precisa representar a personalidade do morador no ambiente. São vários os modelos disponíveis desde o clássico ao rústico, para espaços grandes ou pequenos. Um dos fatores que contam muito é a funcionalidade do móvel”, explica a porta-voz do site MagoDeCasa.com.br, Amanda Sousa.

Escolha uma forma de catalogar

Agora que você já sabe com quais vai ficar, é hora de colocar a mão na massa. As formas mais frequentes de organização são por cores, tamanho, tema ou ordem alfabética. A primeira e a segunda servem mais como elementos decorativos do que funcionais.

Uma dica legal é deixar nos lugares mais altos ou ao fundo os que você já leu. Deixe à frente os que você ainda não leu, para ficar mais fácil de procurar.

Siga as regras de conservação

Por serem feitos de material degradável, é importante mantê-los em local adequado para que durem por muito tempo. Lembre-se sempre de colocá-los em local arejado, com pouca umidade. Evite deixá-los inclinados e não coloque os livros pesados por cima de outros para não ter o risco de deformarem.

Quanto à limpeza, sempre que possível, passe um pano macio para tirar a poeira. A acetona pode ser usada para tirar sujeiras da capa. Já a borracha, tira as manchas amareladas das páginas. Faça tudo com muito cuidado.
Se tiver crianças, monte um espaço só para elas

Não existe melhor professor do que o exemplo. O hábito de leitura, quando iniciado na infância, tem muito a acrescentar à vida da criança. Não só cognitivamente, mas no seu desenvolvimento global. Se você tem filhos, considere montar um espaço de leitura também para eles seguindo o exemplo que foi feito para você. Utilize móveis parecidos, com a mesma cor e padrão, porém adaptado ao tamanho deles.

Deixe que a criança participe do processo de organização e faça ela perceber a importância que os livros podem ter na vida delas e os cuidados que eles precisam. Coloque os exemplares favoritos dela e leve-a sempre para escolher novos títulos para leitura.

Siga pegadas deixadas por Jorge Amado em suas férias de verão no Recife

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Casario da rua da Aurora diante do rio Capibaribe, no centro do Recife 
Marcos Michael/JC Imagem

Temporada do escritor baiano na cidade rendeu frutos literários e inspira passeios

Fernando Granato, na Folha de S.Paulo

Recife

Não foi nas ladeiras e nos becos escuros do Pelourinho, nem na orla do cais de Salvador (BA) que surgiu um dos personagens mais lendários de Jorge Amado (1912-2001), escritor que divulgou para o mundo as histórias da Bahia.

A inspiração para compor Quincas Berro D’Água, o pacato chefe de família que se tornou um beberrão inveterado, veio de um cachaceiro que frequentava as areias da praia do Pina, no Recife (PE).

Jorge Amado costumava passar as férias de verão com a família na capital pernambucana. Hospedava-se na casa dos amigos Laís e Ruy Antunes, na cidade. Ou na do casal Dóris e Paulo Loureiro, na praia de Maria Farinha, distante 30 quilômetros. Assim foi entre 1959 e 1962.

Em seus livros de memórias, Zélia Gattai (1916-2008), mulher do escritor, lembrou-se das temporadas pernambucanas que renderam frutos literários. A casa da cidade era “imensa”, à beira do rio Capibaribe.

“Mangueiras frondosas, chão forrado de mangas de tudo quanto era qualidade”, recordava a escritora em seu livro “Chão de Meninos”.

Zélia salientou ainda que Jorge Amado gostava de perambular pelas pontes sobre o rio e de visitar o centro antigo.

No mesmo livro, ela conta que bastava correr a notícia de que Jorge Amado estava na terra para chover convites para almoços e jantares.

“Visitávamos Gilberto Freyre no Solar dos Apipucos, bebíamos a cachaça de pitanga, almoçávamos com ele e Magdalena (sua mulher)”, escreveu ela. A casa do autor de “Casa Grande e Senzala”, morto em 1987, virou museu e pode ser visitada de segunda a sexta, das 9h às 16h30. O ingresso é R$ 10 (rua Dois Irmãos, 320).

Mas o que Jorge Amado gostava mesmo em suas temporadas pernambucanas era de “jogar pôquer e arengar com os amigos”, conta a pintora e poeta Tania Carneiro Leão, 82, testemunha dessas estadas no Recife.

Tania é viúva do poeta Carlos Pena Filho (1929-1960), a pessoa que comentou com Amado sobre a existência do boêmio da praia do Pina, figura usada em “A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água”, novela que ganhou o mundo.

“Carlos, em meio ao carteado, disse que conheceu num boteco do Pina um cachaceiro convicto, que achou que uma garrafa continha cachaça e quando viu que era água deu um grito desesperado e cuspiu, dizendo que era alérgico àquele líquido insípido”, contou Tania. “Foi o bastante para Jorge guardar a história e registrar em sua novela. Ele adorava ouvir histórias e depois as usava em seus livros.”

Zélia Gattai, ainda no livro “Chão de Meninos”, lembrou que em 1959 seu marido, Jorge Amado, recebeu do amigo artista Carlos Scliar (1920-2001) a encomenda para escrever uma história curta para a revista Senhor. Como o escritor acabara de retornar das férias pernambucanas, tinha fresco na memória o caso narrado pelo poeta Pena Filho.

“Dentro de Jorge ficara o que ouvira em Pernambuco nas conversas de sotaque, conversas sem compromisso, conversa de quem não tem o que fazer, conversa de preguiça”, disse Zélia. “Daí saíra ‘A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água’, em dois dias, nem mais, nem menos.”

Quando a história foi publicada, em 1959, o escritor a dedicou aos amigos: “Para Laís e Ruy Antunes, em cuja casa, pernambucana e fraternal, cresceram, ao calor da amizade, Quincas e sua gente”.

O cenário em que vivia o sujeito que inspirou o personagem de Jorge Amado, a praia do Pina, é local pouco frequentado pelos turistas.

Fica numa área caracterizada por uma linha contínua de arrecifes, paralela à orla, na altura de Brasília Teimosa, a maior favela da cidade.

Os habitantes, sobretudo pescadores, têm forte ligação com o mar. Jangadas ancoradas junto à areia mostram que a economia local ainda depende muito do peixe.

Aos domingos, a praia ganha efervescência com o forró vindo dos barzinhos pé na areia. Uma infinidade de caldinhos e frutos do mar fresquinhos sai das panelas diretamente para as mesas. Os preços são mais em conta do que na vizinha Boa Viagem. Um espetáculo à parte é o trabalho dos garis, no fim do dia. Ao som de Reginaldo Rossi, o Rei do Brega, eles exercem seu ofício com uma alegria que só os pernambucanos sabem ter.

Quando estava hospedado no Recife, Jorge Amado gostava de frequentar o restaurante Leite, no centro (praça Joaquim Nabuco, 147), o mais antigo do Brasil ainda em funcionamento.

Inaugurado em 1882, quando o Brasil ainda tinha escravos e era governado por Dom Pedro 2º, o local conserva suas bandejas de prata e guardanapos de algodão puro.

Mas não era isso que agradava Jorge Amado. O que despertava seu interesse era o entra e sai de gente conhecida, como os escritores Gilberto Freyre (1900-1987), José Lins do Rego (1901-1957) e Ariano Suassuna (1927-2014), o escultor Francisco Brennand e o pintor Cícero Dias (1907-2003). Ou até estrelas internacionais como o filósofo francês Jean Paul Sartre e o escritor inglês Aldous Huxley.

As conversas na mesa do restaurante varavam as madrugadas e alguns dos casos ali acontecidos foram registrados por Jorge Amado.

Um deles foi citado numa carta para Zélia Gattai, em julho de 1959. “Ontem jantávamos, à noite, no Leite”, contou. “No outro extremo da sala, numa mesa grande, jantava uma família. Dessa mesa saíram duas meninas, de uns 10 ou 11 anos, e vieram me pedir um autógrafo num caderno de notas.”

Na carta, Jorge Amado diz que, quando seu grupo pediu a conta, já estava tudo pago pelo pai das meninas que pediram o autógrafo.

“Chamamos o garçom para pagar, mas em vez da conta, ele trouxe uma garrafa de champanhe Viúva Clicquot, francesa legítima”, escreveu. “Serviu-nos declarando que o jantar nosso estava pago pelo doutor José Paulo Cavalcanti, meu leitor e pai das duas meninazinhas.”

Entre as especialidades da casa, o baiano apreciava a pernambucana sobremesa cartola, feita com banana frita sob camada calculada de queijo de manteiga, regada com nuvem de canela e açúcar. “Jorge era um glutão”, lembra a pintora e poeta Tania Carneiro Leão.

Praia de areias fofas, Maria Farinha tem mangues e coqueirais  

Calção de banho, pé no chão, lá ia Jorge Amado atrás de uma conversa com os nativos. Assim era a rotina do escritor na praia de Maria Farinha, distante cerca de 30 quilômetros do Recife, onde se hospedava com a família, nos verões, na casa do amigo Paulo Loureiro.

Jorge conheceu a casa numa viagem a trabalho em 1959 e programou passar ali, com a família, as férias seguintes de verão. “Hoje fui à praia de Maria Farinha com Paulo Loureiro”, escreveu ele à mulher, Zélia Gattai, em 18 de novembro daquele ano. “É lugar lindo e creio que gostarás.”

As lembranças dessas estadas foram depois registradas por Zélia, em seus livros de memórias. Em “A Casa do Rio Vermelho”, a escritora recordou que a praia era quase deserta, boa para pescaria. “Não precisávamos ir longe para trazer peixe”, escreveu. “Da praia, ali mesmo defronte à casa, era só atirar o anzol e recolher em seguida o peixe se debatendo.”

Jorge Amado, segundo a sua mulher, não aderia às pescarias nem às caminhadas. “Seu divertimento era outro.” “Preferia descansar deitado na rede do terraço, ouvindo as histórias dos empregados da casa e de pescadores que apareciam lá na hora da preguiça.”

A praia, de areias brancas e fofas, se estende por quatro quilômetros, cercada por coqueirais e mangues.

Antigo reduto hippie, é hoje repleta de condomínios e costuma encher aos finais de semana.

Para quem gosta de história, vale conhecer as igrejinhas de Nossa Senhora do Ó e de Nossa Senhora da Conceição dos Milagres, além do Forte do Pau Amarelo, erguido no século 18.

Promoção: “Joe Golem e a cidade submersa”

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Em 1925, terremotos e a elevação do nível do mar deixaram o Sul da ilha de Manhattan sob mais de trinta metros de água. Com isso, ela ganhou dos moradores o nome de cidade submersa. Muitos deixaram a cidade, mas aqueles que não estavam dispostos a abandonar o lar tiveram de recomeçar a vida nas ruas, agora transformadas em canais, e em prédios cujos três primeiros andares acabaram ficando debaixo d’água.

Conheça os autores:

Christopher Golden

Premiado autor de livros de ficção científica e fantasia, é também roteirista de videogames e quadrinhos, além da série de TV Buffy.

Mike Mignola

É mais conhecido como o premiado criador, escritor e ilustrador da série Hellboy. É também autor e ilustrador da HQ O Incrível Cabeça de Parafuso e Outros Objetos Curiosos (publicado no Brasil pela Nemo).

Vamos sortear 3 exemplares de “Joe Golem e a cidade submersa”,  lançamento da Gutenberg.

Para participar é muito fácil:

* Faça o login e siga os requisitos do aplicativo.

O resultado será divulgado no dia 29/4 no perfil do twitter @livrosepessoas.

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***

Atenção:

Os requisitos são:

Tweet about the giveaway: é só clicar no botão “twitter” que será dado RT automaticamente no seu perfil. Se você clicar diariamente nesse botão, mais pontos você faz e melhor a chance de ganhar o livro.
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Promoção: “Os arquivos secretos do Vaticano”

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Tudo o que é oculto, secreto, proibido parece chamar mais nossa atenção. E, de fato, uma aura de mistério envolve os Arquivos Secretos do Vaticano. O local é um imenso repositório de informações. Em seus 85 quilômetros de prateleiras estão livros, documentos, papéis e imagens, contando cerca de dois milhões de registros, que a Igreja Católica acumulou em oito séculos. Mas o que há de tão secreto em tudo isso? O local, apenas parcialmente aberto para consulta, não é um simples depósito de dados, mas uma espécie de área proibida, que guarda detalhes que mudariam não apenas a história do cristianismo, mas também a da humanidade como a conhecemos. Lá seria possível encontrar informações “perigosas”, como os Evangelhos Apócrifos, o código da Bíblia, o verdadeiro terceiro segredo de Fátima, documentos confidenciais e outros, incluindo os relacionados à renúncia do papa emérito Bento XVI. Se há algo que fascina as pessoas é a possibilidade ter acesso a dados considerados “proibidos”, que desafiam a realidade como a conhecemos e provocam nosso imaginário a conjecturar qual seria, na verdade, a realidade.

Vamos sortear 3 exemplares de “Os arquivos secretos do Vaticano”, lançamento da Editora Gutenberg que vai trazer revelações dos mistérios e segredos do maior acervo religioso do mundo.

Para participar é muito fácil:

* Faça o login e siga os requisitos do aplicativo.

O resultado será divulgado no dia 16/4 no perfil do twitter @livrosepessoas e os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos para o e-mail [email protected].

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Promoção: “Tinta”

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promo mob tinta

O espanhol Fernando Trías de Bes conta a história de um livreiro, um matemático, um impressor, um revisor e um editor, na Mogúncia de 1900, que sofrem do mesmo mal: sentem-se angustiados e não sabem qual é o motivo de seu desatino; veem a vida com desencanto e insatisfação e estão a ponto de desistir de encontrar uma solução. Mas o destino faz com que cada um deles dê sua contribuição para que todos encontrem um motivo para seguir adiante.

Tinta é um livro insólito e inesquecível, que se move entre o real e o imaginário. De narrativa aparentemente simples, na verdade esconde uma trama complexa, conduzida por personagens extremamente originais que nos mostram o poder que a literatura e a imaginação têm de transformar vidas.

Uma homenagem original ao universo das palavras e ao livro impresso; uma pequena joia, uma história que se lê com o coração e que nos captura do começo ao fim.

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Vamos sortear 3 exemplares de “Tinta”, lançamento da Autêntica Editora que vai agradar em cheio quem ama os livros.

Para participar é muito fácil:

* Faça o login e siga os requisitos do aplicativo.

O resultado será divulgado no dia 10/4 no perfil do twitter @livrosepessoas e os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos para o e-mail [email protected].

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