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Promoção “Nana, nenê”

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nana nene promo mob MC

Nossa primeira promo do ano é exclusiva para mulheres que foram mães recentemente. 🙂
Para participar, mencione na área de comentários o nome de seu bebê e qual a idade dele.

O sorteio será realizado no dia 01/2, às 23:59h.

As ganhadoras deverão enviar seus dados em até 48 horas após a divulgação do resultado no perfil @livrosepessoas, no Twitter.

A editora é responsável pelo o envio dos livros e o prazo para entrega é de 30 dias.

Parabéns, mamães: Letícia G. Elisangela Silva Vidal e Renata Lima =)

“Mudar mentalidades” é truque para conseguir emprego

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Jaqueline Silva, que decidiu escrever um livro sobre desemprego quando ficou sem trabalho, afirma que é preciso “mudar mentalidades” e que “as pessoas têm de se redefinir enquanto profissionais” para se adaptarem à realidade.

Publicado no Diário de Notícias

Jaqueline, agora com 31 anos, estudou nos Estados Unidos e em Espanha antes de concluir o mestrado em Gestão, em Lisboa. Conta que teve “o percurso ideal face aos dias de hoje”: estudou em “boas universidades”, começou por trabalhar em ‘start-ups’ e depois integrou uma multinacional nos Estados Unidos.

Nessa grande empresa esteve durante três anos, e – recorda, em entrevista à agência Lusa – “a partir de determinado ponto, já não havia mais evolução possível”, acabando por ficar desempregada.

Nos meses em que esteve desempregada, decidiu procurar livros sobre o assunto e percebeu que eram todos sobre o mesmo – “como fazer um currículo ou como ir a uma entrevista” de trabalho.

“Tudo o resto não estava enquadrado. Nenhum livro me dava as ferramentas necessárias para lidar com todo o processo: o estigma e a frustração (…) Nem com as burocracias: como é que eu lido com o centro de emprego e com o IEFP [Instituto de Emprego e Formação Profissional? É uma aventura”, disse.

Para Jaqueline Silva, que é atualmente coproprietária de uma micro empresa, “hoje em dia, a grande diferença entre o que é o trabalho e o que é o emprego é uma mudança das próprias mentalidades das pessoas”

“Estamos numa estrutura em que temos de seguir um determinado padrão e fomos educados a ter um curso e um emprego para a vida, um emprego estável, a não arriscar muito. Isso faz parte da nossa cultura. Nós não temos de deixar de ser quem somos, mas temos de nos reajustar à nova realidade”, defende a jovem.

(mais…)

Ex-catadora de caranguejo se forma bióloga com curso a distância e busca vaga no mestrado

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Cláudia Emi Izumi, no UOL

"Pegava as apostilas no  polo do curso de biologia e esclarecia as dúvidas com os tutores durante a semana. Não sabia que gostava tanto de biologia até que comecei a estudar. Quanto mais estudo, mais gosto" Marina Barretos Silva, bióloga

“Pegava as apostilas no polo do curso de biologia e esclarecia as dúvidas com os tutores durante a semana. Não sabia que gostava tanto de biologia até que comecei a estudar. Quanto mais estudo, mais gosto” Marina Barretos Silva, bióloga

Ex-catadora de caranguejo no município fluminense de São Francisco de Itabapoana (a 322 km do Rio de Janeiro), Marina Barretos Silva, 47, se formou bióloga com graduação a distância, curso que completou em 2009. Agora tenta o mestrado.

Como a mãe, hoje aposentada, Marina catou caranguejo “praticamente a vida toda”, inclusive na época em que estudava a distância. “É desumano o trabalho no manguezal. É muito puxado e ruim, mas me ajudou a sobreviver”, diz.

Dos oito filhos, somente ela tem ensino superior. “Não queria deixar minha mãe e meus irmãos e morar em outro lugar. Parei de estudar entre o ensino fundamental e o médio, que só retomei entre 2001 e 2003, quando já estava casada e tinha quatro filhos.”

Durante os estudos do ensino médio, soube da graduação a distância pelo Cederj (consórcio de instituições públicas de ensino superior do Rio de Janeiro), que oferece mais de 6 mil vagas anualmente. “Alguém me falou do curso a distância. Fui lá para conferir. Chegou na hora certa, na hora que eu precisava”, lembra.

Hoje com quatro filhos e duas netas, a bióloga tenta um mestrado na UENF (Universidade Estadual do Norte Fluminense), na área de biociência e biotecnologia. Em janeiro de 2013, presta a prova de admissão com a esperança de ser aprovada para pedir uma bolsa de estudos.

“Queria muito entrar na área de pesquisa. Gosto de trabalhar em laboratório. A única desvantagem do EAD que fiz é que não tinha um”, diz ela, que começou a trabalhar no laboratório da UENF, em Campos dos Goytacazes, em abril de 2011, como estagiária não remunerada.

Três horas por dia

Marina cursou biologia, dedicando diariamente de duas a três horas para os estudos. “Cuidava da casa, mas não tinha emprego formal. Não sabia que gostava tanto de biologia até que comecei a estudar. Quanto mais estudo, mais gosto.”

O marido, que é pescador, sempre a apoiou. “Ele foi se acostumando com a ideia e sentia a minha aptidão”, conta. “[Quando estava] no ensino médio, chegou a falar: ‘Eu já sei que você nunca vai parar de estudar’.”

“Não tinha computador e usava muito pouco esse recurso. Até hoje não gosto de usar. Pegava as apostilas no polo do curso [o Cederj mantém um polo de ensino a distância no município em São Francisco de Itabapoana] e esclarecia as dúvidas com os tutores durante a semana. Foi ótimo, estudava nas horas de folga e em casa.”

Além da mudança de vida de Marina, a familia tem outro motivo para comemorar. A filha mais velha vai se formar também pelo curso a distância do Cederj em biologia, como a mãe. .

Estudante de 12 anos ganha olimpíada com poema inspirado no pai

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Publicado na Folha de S.Paulo

Um estudante de José da Penha, cidade de cerca de 6.000 habitantes no Rio Grande do Norte, foi um dos vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa.

Neste ano, o evento teve a participação de cerca de três milhões de alunos de 40 mil escolas públicas.

Henrique Oliveira, 12, é filho de vaqueiro e escreveu um poema (veja trecho ao lado) inspirado no pai: “Chapéu de couro e gibão,[…]/ Tudo artesanal./ Ofício de meu pai,/ Vaqueiro magistral.”.

Ele tem seis irmãos e a escola onde estuda, a Ariamiro Germano da Silveira, tem 120 alunos. “Acho que vou continuar com poesia mesmo. Ou ser jogador de futebol”, disse ao ser questionado sobre o futuro.

A olimpíada foi coordenada pelo Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária), em parceria com o Ministério da Educação.

Vinte estudantes de todo o país participaram da premiação, realizada anteontem.

Além de poema, a olimpía-da premia memórias, crônica e artigo de opinião.

O estudante Henrique Oliveira, 12 recebe medalha na Olimpíada de Língua Portuguesa

Os textos são avaliados por profissionais de educação de todo o país. O aluno vencedor ganha um notebook e uma impressora. Professor e escola também são premiados.

Hoje, o Cenpec promove o seminário “Educar na cidade”, na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo. O evento comemora os 25 anos do centro.

O seminário reunirá especialistas para discutir ações educativas voltadas à sustentabilidade. Entre os convidados está Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente.

Segundo Maria Alice Setubal, fundadora do Cenpec, o centro foi criado com o objetivo de fazer a ponte entre a discussão teórica da universidade e as escolas públicas.

A ONG desenvolve, por meio de parcerias, projetos de educação e formação de gestores. Veja o poema abaixo:

Título: Ô de casa?!

Ê, Ê, Ê… Morena
Ô, Ô, Ô… Machada
Ê, Ê, Ê… Grauno
Ô, Ô, Ô… Pelada.

O vaqueiro solta a voz
No oco do mundo,
Com seu aboio triste,
Em poucos segundos,
Encanta gente e gado.
“Eita” aboio profundo!

Chapéu de couro e gibão,
Luvas e peitoral,
Perneiras e sandálias,
Tudo artesanal.
Ofício de meu pai,
Vaqueiro magistral.

O sertanejo anseia
Uma visita em nossa terra,
Faz as honras da casa
E ansioso espera,
São José intercede
E o povo por ela reza.

Quando a visita chega
Molha o tapete vermelho,
Desbota ele todo,
O caminho é só lameiro,
Pra nós é festa,
É festa “pros violeiro”.

Eles cantam e encantam
Aqui no nosso recanto,
Em noite de cantoria
Improvisam com seu canto,
É coisa da nossa gente
Aqui do nosso canto.

Sítio Gerimum
Este é o meu lugar,
Pedaço de chão resistente
Como o povo que aqui está,
Que semeia coragem,
E faz a esperança brotar.

Meu Gerimum é com G,
Você pode ter estranhado,
Gerimum em abundância
Aqui era plantado,
E com a letra G
Meu lugar foi registrado.

Este ano a visita
Raramente se aconchegou,
Sua ausência causou tristeza
E o nosso sertão chorou,
Nem as lágrimas derramadas
O chão seco molhou.

O tempo parece mudado,
Mudou o verde do capim,
A brisa está mais quente,
Não faz um carinho assim,
Até os passarinhos
Voaram pra longe de mim.

Espero que os bons ventos
Fluam em nossa cidade,
Visitem José da Penha
Sem nos deixar saudade,
Tragam-nos boa-nova
Espalhando prosperidade.

Enquanto espero a visita
Você pode entrar,
Também é meu convidado,
Pode se aproximar
Nossa essência permanece
Sinta… Está no ar!

Promoção: “As 25 leis bíblicas do sucesso”

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A Sextante lançará em breve “As 25 leis bíblicas do sucesso”, o novo livro de William Douglas e Rubens Teixeira. O prefácio da obra foi escrito por Eike Batista.

Vamos sortear 3 exemplares no dia 22/11 e o resultado será divulgado aqui e no Twitter (perfil @livrosepessoas) às 23:59h.

Para participar é muito fácil:

  • Siga os perfis: @livrosepessoas e @sextante
  • Deixe apenas 1 comentário neste post, mencionando seu perfil do Twitter (ex.: @livrosepessoas)

Após a divulgação do resultado, os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos. O prazo de entrega do livro é de 30 dias.

Boa sorte! =)

Parabéns aos ganhadores: Thiago Felício, Camila Vasconcelos e Deosdete P. Silva!!! =)

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