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Livros são produtos preferidos de quem recebe o Vale-Cultura

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Fonte: citeilivros.tumblr.com

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Giuliana Vallone, na Folha de S.Paulo

Livros, jornais, revistas e artigos de papelaria são os produtos preferidos de quem recebe o Vale-Cultura, cartão de R$ 50 mensais direcionados a atividades culturais. O benefício pode ser oferecido a funcionários por empresas.

Segundo o Ministério da Cultura, 88% dos recursos gerados pelos cartões até junho (R$ 12,11 milhões) foram gastos com esses itens. Em seguida, vêm ingressos de cinema (9%) e aquisição de instrumentos musicais (1,3%).

“No Brasil, você tem 400 cidades com sala de cinema. Banca de jornal deve ter em 3.000. Ela acaba virando o único ponto de consumo cultural a que se tem acesso”, diz André Sturm, do Sindicato da Indústria Audiovisual.

Segundo a bancária Rafaela Cruz, a rede de aceitação do Vale-Cultura, um empecilho para as compras no início do programa, está aumentando.

Ela diz ter utilizado o cartão para comprar livros, DVDs e uma entrada para o cinema em São Paulo, onde mora.

Para Cecília Andreucci, diretora de marketing da Livraria Cultura, parte dos trabalhadores que têm o cartão ainda não começou a utilizá-lo. A rede de livrarias aceita os cartões desde janeiro.

Lei põe fim a taxa extra a alunos com Down, autismo e deficiência mental

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Pais relataram a distrital que valor chegava ao preço de nova mensalidade.
Sindicato das escolas não se pronunciou até a publicação da reportagem.

Imagem: Google

Imagem: Google

Publicado por G1

Uma lei publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial proíbe escolas do Distrito Federal de cobrar taxas extras de alunos que tenham síndrome de Down, autismo ou algum transtorno do desenvolvimento. O G1 procurou o Sindicato das Escolas Particulares para comentar os efeitos da norma, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.

De acordo com a assessoria do deputado distrital Robério Negreiros (PMDB), autor da lei, a norma foi pensada a partir da denúncia de pais. Eles relataram cerca de 20 escolas que mantinham a prática e afirmaram que os valores chegavam até ao preço de uma nova mensalidade.

Um estudo feito pela Promotoria de Defesa da Educação do Ministério Público, apontou que a cobrança variava de colégio para colégio.

“Algumas escolas cobravam mensalidade dobrada, outras cobravam uma taxa na matrícula”, explica a promotora Márcia Pereira da Rocha. “Tinham as que ainda diziam aos pais para contratarem um profissional para acompanhar o filho e as que davam a entender que era melhor a família procurar outra instituição.”

No ano passado, o MP recomentou que as escolas particulares deixassem de cobrar a taxa, afirmando que qualquer custo adicional por conta de serviço de apoio especializado a esses alunos deve integrar a planilha de custos do colégio.

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