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Site disponibiliza acervo raro com mais de 2 mil obras da literatura de cordel

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Site disponibiliza acervo raro com mais de 2 mil obras da literatura de cordel  |  Fonte: Divulgação

Site disponibiliza acervo raro com mais de 2 mil obras da literatura de cordel | Fonte: Divulgação

 

Casa Rui Barbosa disponibilizou acervo raro de literatura de cordel. São mais de 2 mil obras

Publicado no Universia Brasil

Um acervo raro da literatura de cordel, gênero literário muito popular no nordeste brasileiro, agora está disponível para os leitores de maneira online e gratuita. A Fundação Casa Rui Barbosa (FCRB) criou o Cordel – Literatura Popular em Verso, um site que reúne, até o momento, obras de 21 cordelistas. No total, estão disponíveis 2.340 folhetos para consulta.

O site reúne versões originais e variantes dos cordéis. Foram disponibilizados ao público aqueles que já estão em domínio público e os que foram autorizados pelos próprios autores ou por suas famílias a fazerem parte do acervo digital.

O projeto foi idealizado pela professora Ivone da Silva Ramos Maya que, após receber um material muito raro do cordelista Leandro Gomes de Barros, um dos mais reconhecidos e importantes poetas do gênero, passou a imaginar um meio de dividir com o público os escritos do autor.

Em entrevista concedida ao Ministério da Cultura, ela diz que tem planos de ir mais longe com a ideia: “pretendo encaminhar uma proposta para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), para que o cordel seja tombado como patrimônio da humanidade”, disse.

Além dos folhetos, o site possui também biografias dos autores e a bibliografia disponível na FCRB com 400 referências dentre artigos, livros, recortes, teses e dissertações.

Único escravo no Brasil a publicar autobiografia ganha site de memórias

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Publicado no Portal AZ [via G1]

Mahommah Gardo Baquaqua nasceu no século XIX onde hoje fica o Benin, na África, e em 1845 chegou ao Brasil dentro de um navio negreiro. Passou os dois anos seguintes trabalhando forçadamente em diversos estados brasileiros, e chegou a tentar o suicídio. Acabou conseguindo escapar e, nos Estados Unidos, publicou um relato autobiográfico sobre sua condição de escravo chamado “An Interesting Narrative. Biography of Mahommah G. Baquaqua” (“Uma narrativa interessante. Biografia de Mahommah G. Baquaqua”, na tradução do inglês). Nesta segunda-feira (30), historiadores brasileiros e canadenses lançam o site do Projeto Baquaqua, que tenta recuperar as memórias do único africano escravizado no Brasil que publicou uma autobiografia. O livro, lançado pela primeira vez em 1854, receberá a primeira versão traduzida para a língua portuguesa no primeiro semestre de 2016.

Feito em parceria entre a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade York, do Canadá, o projeto tem apoio dos governos brasileiro e canadense e pretende, além de mostrar a trajetória pessoal de Baquaqua, debater a escravidão e o abolicionismo no Brasil e na América do Norte.

Em entrevista ao G1, o historiador pernambucano Bruno Véras, que atualmente faz seu doutorado na York, em Toronto, explicou que o livro do africano foi publicado dentro do contexto abolicionista norte-americano. “O slave narratives (narrativas de escravos, em inglês) era um gênero literário importante no mundo anglófono”, afirmou Véras, que está traduzindo o material ao lado do pesquisador Nielson Bezerra, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

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Segundo ele, o editor Samuel Moore auxiliou na produção do relato autobiográfico de Baquaqua, que, além de publicar o livro, também escreveu cartas e deu palestras sobre a sua experiência como escravo no Brasil.

A edição brasileira da obra seria publicada ainda em 2015, mas, de acordo com os historiadores, a pesquisa em torno do projeto resultou na descoberta de novos documentos históricos e, por isso, o livro, que está sendo realizado pela Editora da Civilização Brasileira, vai ganhar novos capítulos antes do lançamento.

Letramento, guerra e escravidão
Segundo os historiadores, Mahommah Baquaqua já era bilíngue quando foi capturado em uma guerra na África. Sua família era muçulmana, e ele falava árabe e ajami, língua local de Djougou, sua cidade natal. “Na África ele foi escravo de pessoas no Daomé até ser vendio para a costa e desembarcado no porto de Uidá”, explicou Véras.

O africano foi vítima do tráfico internacional de escravos em 1845, quando a prática já havia sido criminalizada no Brasil. Portanto, segundo os historiadores, sua condição de escravo no país nunca foi legal.

O professor Paul Lovejoy, da Universidade York, que coordena a produção em inglês do livro ao lado do pesquisador Robin Law, afirma que “o relato de Bequaqua mostra muita coisa importante sobre a escravidão no Brasil”. Seu primeiro destino foi Pernambuco, onde ele foi comprado por um padeiro português e, posteriormente, a um marinheiro gaúcho. Em uma viagem com o dono a Nova York, o africano aproveitou uma oportunidade e escapou.

“O padeiro o obrigou a construir um prédio de pedra, isso é um trabalho muito difícil. Baquaqua tentou fugir, ele tentou cometer suicídio, ele cogitou matar seu dono, porque ele era muito cruel. O dono não gostava dele, e o vendeu porque Baquaqua estava criando muitos problemas. Então ele foi vendido no Rio de Janeiro, onde um capitão de um barco o comprou. Mas o capitão também era cruel, e o espancava muito. A mulher do capitão não gostava dele. Isso mostra que Baquaqua sempre quis resistir, lutar, escapar, e eventualmente ele teve a oportunidade quando seu dono o levou a Nova York com um carregamento de café. Então Baquaqua conseguiu escapar”, diz o canadense.

Lovejoy explica, porém, que fugas de escravos não eram raras. “Escravos com frequência queriam escapar ou fugir. Em todos os lugares. Mas isso mostra como a escravidão no Brasil era muito cruel.”

Lutas e palestras
Os documentos mostram que, depois de reconquistar sua liberdade nos Estados Unidos, Baquaqua passou uma temporada no Haiti, onde aprendeu a falar francês e o criolo haitiano. Ele também viveu no Canadá e chegou a estudar, entre 1850 e 1853, na Faculdade Central de Nova York.

“Ele escreveu várias cartas, deu muitas palestras abolicionistas nos EUA sobre sua experiência de escravo no Brasil”, diz Véras. “Mas a sua biografia foi escrita com ajuda de um editor chamado Samuel Moore.” De acordo com o historiador, Moore escreveu o relato em primeira pessoa do Baquaqua, como ele ditou suas experiências.

História afrobrasileira
Véras acredita que tanto o livro quanto o site (que terá traduções para o inglês, o francês e o hauçá, língua também falada por Baquaqua, e usada por 52 milhões de pessoas na África Ocidental) podem ajudar a aprimorar o ensino sobre a história dos africanos no Brasil. Para ele, ela ainda hoje é cercada de mitificação e estereótipos negativos.

“Muitos dos africanos que foram trazidos ao Brasil no contexto da escravidão atlântica eram letrados em árabe e ajami (línguas africanas escritas em caracteres árabes). Os livros didáticos muitas vezes reproduzem uma imagem preconceituosa sobre os africanos no Brasil como se estes tivessem sido apenas braços para o trabalho escravo em lavouras e regiões de mineração”, explica.

O projeto também tem uma versão da história adequada ao ensino de crianças do ensino fundamental, incluindo um livro ilustrado pela artista Tatiane de Lima, com atividades como desenho e caça-palavras sobre a história de Baquaqua e da diáspora africana nas Américas.

“A biografia de Baquaqua nos permite pensar sobre isso. Antes de serem escravos, eles eram pessoas e assim se pensavam. Antes de serem braços eles(as) eram ideias, visões de mundo e espírito. Estas biografias nos permitem enxergar isso. Mas do que pesar a escravidão elas nos permitem pensar em gente, que, apesar de inseridas em um sistema opressor e escravista nunca deixaram de ser e de se pensar como gente.”

Para Lovejoy, “as crianças precisam aprender esta história, porque ela mostra determinação para seguir em frente, para se autoaprimorar, para resistir à crueldade e às pessoas ruins que querem explorar os outros”.

Site disponibiliza mais de 300 audiolivros de graça

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Plataforma oferece livros falados gratuitamente

Plataforma oferece livros falados gratuitamente

Publicado no Catraca Livre

Projeto Livro Falado tem em seu acervo mais de 300 audiolivros, com obras de grandes autores nacionais e internacionais. O site é voltado para pessoas com deficiência visual.

Títulos como “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry; “Laços de Família”, de Clarice Lispector; e “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto, estão na seleção.

Para ouvir as histórias, basta fazer um cadastro simples e depois clicar no livro desejado. Clique aqui e conheça!

dica do Gerson Caceres Martins

Enem 2015 registra média de 416,6 candidatos inscritos por minuto

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Três milhões de estudantes se inscreveram no sistema em 120 horas.
Prazo para inscrições no exame nacional termina no dia 5 de junho.

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Publicado no G1

Três milhões de candidatos se inscreveram para a edição 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)  nas primeiras 120 horas do prazo de abertura do sistema.

O número representa uma média de 416,6 estudantes inscritos por minuto na página do exame nacional.

O balanço parcial foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) neste sábado (30)  e conta as inscrições feitas até as 10h de sábado.

O número de candidaturas, até o momento, é menor que o da edição de 2014. No ano passado, o sistema registrava mais de 3 milhões de inscritos no quinto dia, após 103 horas da abertura de inscrições.

Os candidatos têm até o dia 5 de junho para fazer sua inscrição no site do exame.

Lentidão no site
O grande número de acessos deixou a página do Enem instável. Com a falha, estudantes madrugaram para fazer a inscrição.

Na quarta-feira (27), o Inep informou que o sistema estava instável por causa dos acessos concentrados entre 8h e 19h. Nas redes sociais, o instituto sugeriu que os alunos façam a inscrição em horários alternativos.

PASSO A PASSO DA INSCRIÇÃO DO ENEM
Neste ano, as inscrições do Enem abriram nesta segunda (25) e vão até 5 de junho. Há algumas novidades no processo de inscrição, principalmente em relação a medidas de segurança do sistema informatizado.

Veja abaixo todos os detalhes para se inscrever:

O que é preciso
O candidato precisa ter em mãos seu RG, o número do seu CPF e um endereço de e-mail pessoal. Neste ano, o mesmo endereço de e-mail não poderá ser usado em mais de uma inscrição no exame.

É necessário informar também um número válido de telefone fixo ou de celular.

Quanto custa
O Ministério da Educação aumentou o valor da taxa de inscrição para R$ 63. O aluno vai gerar um boleto bancário que deverá ser pago até o dia 10 de junho às 21h59 (horário de BrasÍlia).

O boleto bancário é criado na opção Gerar GRU. A página será aberta em uma outra janela, por isso é preciso habilitar a abertura de pop-ups no navegador.

Caso a taxa não seja paga, a inscrição do candidato será cancelada.

Quem pode fazer o exame de graça
Alunos da rede pública que cursam o 3° ano do ensino médio estão automaticamente isentos da taxa de inscrição.

Candidatos que comprovarem baixa renda também podem pedir isenção do pagamento ao final da inscrição. Após preencher o questionário socioeconômico, o estudante deve entrar na opção declarar carência. Nesse caso, é preciso conferir se o pedido foi aceito pelo Inep antes do fim do período de inscrições.

A partir desta edição, os candidatos isentos que não comparecerem nos dois dias de provas perderão o benefício para a próxima edição.

Como pedir atendimento especial
Estudantes com baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, deficiência auditiva,  surdez, deficiência intelectual, dislexia, déficit de atenção, autismo, discalculia ou com outra condição especial podem pedir atendimento especializado durante as provas do Enem. É preciso que preencham o campo específico no formulário de inscrição indicando qual o atendimento necessário durante o exame.

Gestantes, lactantes, idosos, alunos em classe hospitalar e sabatistas também têm o direito a atendimento específico desde que informem sua condição no ato da inscrição.

Nome social
Travestis e transexuais podem solicitar o uso do nome social no exame. Para isso, devem fazer sua inscrição normalmente no site até o dia 5 de junho.

No período entre 15 e 26 de junho, devem entrar novamente na página do Enem e solicitar o uso do nome social em formulário disponível on-line. O candidato deve ter documentos comprobatórios de sua condição.

Diploma de ensino médio
O candidato que tiver mais de 18 anos e pretende usar o exame nacional para pedir a certificação de ensino médio deve indicar seu objetivo na inscrição.

Língua estrangeira
No formulário da=e inscrição, o candidato deve selecionar se quer responder a perguntas de inglês ou de espanhol como língua estrangeira.

Local para a prova
O estudante deve escolher em qual cidade pretende fazer as provas do exame nacional, que serão aplicadas nos dias 24 e 25 de outubro. O local pode ser alterado até o fim do período de inscrições.

Confirmação de inscrição
Os candidatos que pediram a isenção do pagamento devem conferir na página do Enem se o seu pedido foi aceito até o dia 5 de junho. Caso o pedido seja negado, é preciso criar o boleto de pagamento no site e pagá-lo até o dia 10 de junho.

Cartão de confirmação da inscrição
Neste ano, o cartão de confirmação do candidato será divulgado pelo Inep apenas no site do Enem. Ainda não há data prevista para sua divulgação.

 

Site que oferece livros para download gratuito está ameaçado

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São 3 mil títulos, entre lançamentos e best-sellers; associação que representa editores ainda investiga os responsáveis pelo projeto

Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

No ar há quase dois anos, o site Le Livros construiu um acervo de mais de três mil obras (o último de Chico Buarque já está lá), atraiu 402 mil seguidores no Facebook e, mais incrível, manteve-se fora do radar das editoras e da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR). Os livros oferecidos lá gratuitamente são protegidos pela Lei de Direitos Autorais e envolveram diversos profissionais em sua produção. A questão é polêmica. Trata-se de pirataria ou de democratização do acesso à cultura?

“Acreditamos que o conhecimento deva ser livre, que todos necessitam ter acesso à cultura. E que se o sistema e os governantes fazem nada ou muito pouco, nós o faremos, é nosso dever ajudar as pessoas”, disse um dos representantes do grupo, por e-mail, ao Estado. Mas, enquanto uma nova lei de direitos autorais ainda é discutida, o argumento não convence juízes. Agora mesmo, a ABDR ganhou uma ação contra uma pessoa que oferecia três obras acadêmicas para download. A indenização, pela lei, seria no valor de 3 mil exemplares de cada obra. Mas foi fixada em 100 exemplares porque não houve venda.

Lançamentos, como "O Irmão Alemão", de Chico Buarque, e best-sellers podem ser baixados gratuitamente

Lançamentos, como “O Irmão Alemão”, de Chico Buarque, e best-sellers podem ser baixados gratuitamente

Entre janeiro e setembro, foram excluídos 92.847 links desse tipo. Só não é possível saber a quantidade de downloads. As editoras mais pirateadas são acadêmicas e a Record encabeça a lista das de interesse geral. As denúncias chegam a partir de autores e editoras. A ABDR, a quem as editoras delegam a questão, ainda briga na Justiça com o site Livros de Humanas, que foi muito popular e está fora do ar. E há dois meses ela mira no Le Livros, embora não saiba, ainda, a identidade dos responsáveis. Segundo o advogado da entidade, Dalton Morato, um mês depois de conseguir a informação, ele terá uma liminar para retirar o site do ar. “Não há dúvidas de que ele viola a lei de direitos autorais. Ele não cobra pelo conteúdo, mas aceita publicidade”, comentou.

O Le Livros sabe que está em perigo. “Quem luta por uma revolução sabe que cedo ou tarde cairá, mas que sua morte não será em vão, pelo contrário! Servirá para conscientizar milhares e posteriormente estes entrarão na luta e um dia a sede de conhecimento vencerá a ganância por dinheiro”, escreveram também no e-mail.

O site faz frequentemente vaquinhas online para pagar a hospedagem e comprar títulos. Aos usuários, pedem que doem os e-books comprados e o único vídeo no canal deles no YouTube ensina a tirar a proteção dos e-books da Amazon – ao que a gigante americana respondeu: “Respeitamos direitos autorais e esperamos que os consumidores também os respeitem. A política de nossa empresa é tentar prevenir a pirataria, oferecendo uma alternativa legal de baixo custo”.

Um dos argumentos de quem adere à prática é que o produto é caro, e o escritor Carlos Henrique Schroeder concorda. “Como autor, acho que o meio termo é o melhor caminho, e que a pirataria é um aviso válido: ou as editoras baixam o preço dos livros ou ela só vai crescer.”

Se as bibliotecas já tivessem encontrado um bom modelo de empréstimo de livro digital, é possível que esse tipo de site não tivesse mais função. Eduardo Spohr, um dos best-sellers do Grupo Record e cujos títulos estão no Le Livros, vê o compartilhamento do arquivo como um empréstimo de volume físico. No entanto, faz um alerta aos leitores – não falando exatamente sobre o novo portal, que conheceu pela reportagem: “É preciso tomar cuidado com sites hipócritas que usam a imagem de que estão fazendo um favor e democratizando a cultura, mas quando você vê eles têm fins lucrativos. O leitor é manipulado. Não paga um tostão, mas é vítima da publicidade. Não é pela grana, é pela justiça”.

Sobre baixar livros de modos alternativos, a escritora Luisa Geisler conta: “Se a ideia é matar a curiosidade de algo que todo mundo anda falando, faço isso do mesmo jeito como pegaria emprestado. Me sinto bastante culpada, se gosto do livro, compro pelo menos o e-book. E, se gosto muito do e-book, compro o livro em papel, porque nada compensa o livro na estante”. Se suas obras dependessem só de seu trabalho – e porque não se vive de direitos autorais – ela não veria problema em encontrá-los em sites como esse, mas não acha justo com a editora e as pessoas envolvidas, afinal, o livro é um produto comercial.

Cristiane Costa analisa a questão com suas três experiências. Como professora e ex-aluna de universidade pública, ela vê que os estudantes teriam uma bibliografia mais limitada se ficassem restritos às bibliotecas tradicionais. “Sempre que consigo um download gratuito de um livro importante, disponibilizo no grupo fechado no Facebook”, disse.

Como ex-editora, diz que se menos pessoas compram obras acadêmicas, menos obras serão publicadas. “E como autora desse tipo de livro, me pergunto: ainda vale a pena tentar a publicação em papel ou por uma editora de e-book? Depois do Google Acadêmico, a pior coisa que pode acontecer para um pesquisador é ter seu trabalho enterrado numa publicação em papel ou fechada em DRM e que não será encontrada em livraria nenhuma. Nesse sentido, ter seu conteúdo aberto significa mais chances de outras pessoas saberem que sua pesquisa existe.”

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