Contando e Cantando (Volume 2)

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Site disponibiliza mais de 300 audiolivros de graça

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Plataforma oferece livros falados gratuitamente

Plataforma oferece livros falados gratuitamente

Publicado no Catraca Livre

Projeto Livro Falado tem em seu acervo mais de 300 audiolivros, com obras de grandes autores nacionais e internacionais. O site é voltado para pessoas com deficiência visual.

Títulos como “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry; “Laços de Família”, de Clarice Lispector; e “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto, estão na seleção.

Para ouvir as histórias, basta fazer um cadastro simples e depois clicar no livro desejado. Clique aqui e conheça!

dica do Gerson Caceres Martins

Enem 2015 registra média de 416,6 candidatos inscritos por minuto

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Três milhões de estudantes se inscreveram no sistema em 120 horas.
Prazo para inscrições no exame nacional termina no dia 5 de junho.

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Publicado no G1

Três milhões de candidatos se inscreveram para a edição 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)  nas primeiras 120 horas do prazo de abertura do sistema.

O número representa uma média de 416,6 estudantes inscritos por minuto na página do exame nacional.

O balanço parcial foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) neste sábado (30)  e conta as inscrições feitas até as 10h de sábado.

O número de candidaturas, até o momento, é menor que o da edição de 2014. No ano passado, o sistema registrava mais de 3 milhões de inscritos no quinto dia, após 103 horas da abertura de inscrições.

Os candidatos têm até o dia 5 de junho para fazer sua inscrição no site do exame.

Lentidão no site
O grande número de acessos deixou a página do Enem instável. Com a falha, estudantes madrugaram para fazer a inscrição.

Na quarta-feira (27), o Inep informou que o sistema estava instável por causa dos acessos concentrados entre 8h e 19h. Nas redes sociais, o instituto sugeriu que os alunos façam a inscrição em horários alternativos.

PASSO A PASSO DA INSCRIÇÃO DO ENEM
Neste ano, as inscrições do Enem abriram nesta segunda (25) e vão até 5 de junho. Há algumas novidades no processo de inscrição, principalmente em relação a medidas de segurança do sistema informatizado.

Veja abaixo todos os detalhes para se inscrever:

O que é preciso
O candidato precisa ter em mãos seu RG, o número do seu CPF e um endereço de e-mail pessoal. Neste ano, o mesmo endereço de e-mail não poderá ser usado em mais de uma inscrição no exame.

É necessário informar também um número válido de telefone fixo ou de celular.

Quanto custa
O Ministério da Educação aumentou o valor da taxa de inscrição para R$ 63. O aluno vai gerar um boleto bancário que deverá ser pago até o dia 10 de junho às 21h59 (horário de BrasÍlia).

O boleto bancário é criado na opção Gerar GRU. A página será aberta em uma outra janela, por isso é preciso habilitar a abertura de pop-ups no navegador.

Caso a taxa não seja paga, a inscrição do candidato será cancelada.

Quem pode fazer o exame de graça
Alunos da rede pública que cursam o 3° ano do ensino médio estão automaticamente isentos da taxa de inscrição.

Candidatos que comprovarem baixa renda também podem pedir isenção do pagamento ao final da inscrição. Após preencher o questionário socioeconômico, o estudante deve entrar na opção declarar carência. Nesse caso, é preciso conferir se o pedido foi aceito pelo Inep antes do fim do período de inscrições.

A partir desta edição, os candidatos isentos que não comparecerem nos dois dias de provas perderão o benefício para a próxima edição.

Como pedir atendimento especial
Estudantes com baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, deficiência auditiva,  surdez, deficiência intelectual, dislexia, déficit de atenção, autismo, discalculia ou com outra condição especial podem pedir atendimento especializado durante as provas do Enem. É preciso que preencham o campo específico no formulário de inscrição indicando qual o atendimento necessário durante o exame.

Gestantes, lactantes, idosos, alunos em classe hospitalar e sabatistas também têm o direito a atendimento específico desde que informem sua condição no ato da inscrição.

Nome social
Travestis e transexuais podem solicitar o uso do nome social no exame. Para isso, devem fazer sua inscrição normalmente no site até o dia 5 de junho.

No período entre 15 e 26 de junho, devem entrar novamente na página do Enem e solicitar o uso do nome social em formulário disponível on-line. O candidato deve ter documentos comprobatórios de sua condição.

Diploma de ensino médio
O candidato que tiver mais de 18 anos e pretende usar o exame nacional para pedir a certificação de ensino médio deve indicar seu objetivo na inscrição.

Língua estrangeira
No formulário da=e inscrição, o candidato deve selecionar se quer responder a perguntas de inglês ou de espanhol como língua estrangeira.

Local para a prova
O estudante deve escolher em qual cidade pretende fazer as provas do exame nacional, que serão aplicadas nos dias 24 e 25 de outubro. O local pode ser alterado até o fim do período de inscrições.

Confirmação de inscrição
Os candidatos que pediram a isenção do pagamento devem conferir na página do Enem se o seu pedido foi aceito até o dia 5 de junho. Caso o pedido seja negado, é preciso criar o boleto de pagamento no site e pagá-lo até o dia 10 de junho.

Cartão de confirmação da inscrição
Neste ano, o cartão de confirmação do candidato será divulgado pelo Inep apenas no site do Enem. Ainda não há data prevista para sua divulgação.

 

Site que oferece livros para download gratuito está ameaçado

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São 3 mil títulos, entre lançamentos e best-sellers; associação que representa editores ainda investiga os responsáveis pelo projeto

Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

No ar há quase dois anos, o site Le Livros construiu um acervo de mais de três mil obras (o último de Chico Buarque já está lá), atraiu 402 mil seguidores no Facebook e, mais incrível, manteve-se fora do radar das editoras e da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR). Os livros oferecidos lá gratuitamente são protegidos pela Lei de Direitos Autorais e envolveram diversos profissionais em sua produção. A questão é polêmica. Trata-se de pirataria ou de democratização do acesso à cultura?

“Acreditamos que o conhecimento deva ser livre, que todos necessitam ter acesso à cultura. E que se o sistema e os governantes fazem nada ou muito pouco, nós o faremos, é nosso dever ajudar as pessoas”, disse um dos representantes do grupo, por e-mail, ao Estado. Mas, enquanto uma nova lei de direitos autorais ainda é discutida, o argumento não convence juízes. Agora mesmo, a ABDR ganhou uma ação contra uma pessoa que oferecia três obras acadêmicas para download. A indenização, pela lei, seria no valor de 3 mil exemplares de cada obra. Mas foi fixada em 100 exemplares porque não houve venda.

Lançamentos, como "O Irmão Alemão", de Chico Buarque, e best-sellers podem ser baixados gratuitamente

Lançamentos, como “O Irmão Alemão”, de Chico Buarque, e best-sellers podem ser baixados gratuitamente

Entre janeiro e setembro, foram excluídos 92.847 links desse tipo. Só não é possível saber a quantidade de downloads. As editoras mais pirateadas são acadêmicas e a Record encabeça a lista das de interesse geral. As denúncias chegam a partir de autores e editoras. A ABDR, a quem as editoras delegam a questão, ainda briga na Justiça com o site Livros de Humanas, que foi muito popular e está fora do ar. E há dois meses ela mira no Le Livros, embora não saiba, ainda, a identidade dos responsáveis. Segundo o advogado da entidade, Dalton Morato, um mês depois de conseguir a informação, ele terá uma liminar para retirar o site do ar. “Não há dúvidas de que ele viola a lei de direitos autorais. Ele não cobra pelo conteúdo, mas aceita publicidade”, comentou.

O Le Livros sabe que está em perigo. “Quem luta por uma revolução sabe que cedo ou tarde cairá, mas que sua morte não será em vão, pelo contrário! Servirá para conscientizar milhares e posteriormente estes entrarão na luta e um dia a sede de conhecimento vencerá a ganância por dinheiro”, escreveram também no e-mail.

O site faz frequentemente vaquinhas online para pagar a hospedagem e comprar títulos. Aos usuários, pedem que doem os e-books comprados e o único vídeo no canal deles no YouTube ensina a tirar a proteção dos e-books da Amazon – ao que a gigante americana respondeu: “Respeitamos direitos autorais e esperamos que os consumidores também os respeitem. A política de nossa empresa é tentar prevenir a pirataria, oferecendo uma alternativa legal de baixo custo”.

Um dos argumentos de quem adere à prática é que o produto é caro, e o escritor Carlos Henrique Schroeder concorda. “Como autor, acho que o meio termo é o melhor caminho, e que a pirataria é um aviso válido: ou as editoras baixam o preço dos livros ou ela só vai crescer.”

Se as bibliotecas já tivessem encontrado um bom modelo de empréstimo de livro digital, é possível que esse tipo de site não tivesse mais função. Eduardo Spohr, um dos best-sellers do Grupo Record e cujos títulos estão no Le Livros, vê o compartilhamento do arquivo como um empréstimo de volume físico. No entanto, faz um alerta aos leitores – não falando exatamente sobre o novo portal, que conheceu pela reportagem: “É preciso tomar cuidado com sites hipócritas que usam a imagem de que estão fazendo um favor e democratizando a cultura, mas quando você vê eles têm fins lucrativos. O leitor é manipulado. Não paga um tostão, mas é vítima da publicidade. Não é pela grana, é pela justiça”.

Sobre baixar livros de modos alternativos, a escritora Luisa Geisler conta: “Se a ideia é matar a curiosidade de algo que todo mundo anda falando, faço isso do mesmo jeito como pegaria emprestado. Me sinto bastante culpada, se gosto do livro, compro pelo menos o e-book. E, se gosto muito do e-book, compro o livro em papel, porque nada compensa o livro na estante”. Se suas obras dependessem só de seu trabalho – e porque não se vive de direitos autorais – ela não veria problema em encontrá-los em sites como esse, mas não acha justo com a editora e as pessoas envolvidas, afinal, o livro é um produto comercial.

Cristiane Costa analisa a questão com suas três experiências. Como professora e ex-aluna de universidade pública, ela vê que os estudantes teriam uma bibliografia mais limitada se ficassem restritos às bibliotecas tradicionais. “Sempre que consigo um download gratuito de um livro importante, disponibilizo no grupo fechado no Facebook”, disse.

Como ex-editora, diz que se menos pessoas compram obras acadêmicas, menos obras serão publicadas. “E como autora desse tipo de livro, me pergunto: ainda vale a pena tentar a publicação em papel ou por uma editora de e-book? Depois do Google Acadêmico, a pior coisa que pode acontecer para um pesquisador é ter seu trabalho enterrado numa publicação em papel ou fechada em DRM e que não será encontrada em livraria nenhuma. Nesse sentido, ter seu conteúdo aberto significa mais chances de outras pessoas saberem que sua pesquisa existe.”

Site do escritor Graciliano Ramos é atacado por hackers

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Ação provocou sumiço do acervo reunido ao longo de 14 anos

Isabel Filgueiras, no Estadão

O site oficial do escritor Graciliano Ramos (www.gracilano.com.br), autor de Vidas Secas, sofreu um ataque hacker e saiu do ar há dois dias. Segundo a equipe do portal, a ação ocasionou perda do acervo reunido ao longo de 14 anos de trabalho.

“Nossa colaboradora Ieda Lebensztayn foi quem viu que a página estava com fundo preto e letras e imagens árabes. Se não foi o Estado Islâmico, foi algo parecido”, diz o administrador da página Albano Martins Ribeiro.

O autor. Material protegido

O autor. Material protegido

Graças a um backup feito em nuvem em maio, a maior parte do acervo foi recuperada. Os arquivos mais recentes, no entanto, foram perdidos. Outros quatro sites do mesmo servidor também foram invadidos e tiveram todo o conteúdo deletado. Segundo Albano, o portal deve voltar ao ar ainda esta semana.

“Sempre admiramos a militância de hackers que, por todo o mundo, trabalham por uma sociedade melhor e mais justa. Continuamos torcendo por eles, deixando claro que sabemos diferenciá-los dos vândalos que destruíram nosso acervo”, diz mensagem na página.

Menina de 7 anos lê 4 livros por semana e incentiva a leitura em site

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Mariana tem 7 anos e está na segunda série do ensino (Foto: Alan Schneider/G1)

Mariana tem 7 anos e está na segunda série do ensino (Foto: Alan Schneider/G1)

Mariana de Campos tem uma página própria com temas de educação.
Pais lembram que já contavam histórias ainda durante a gestação.

Alan Schneider, no G1

A paixão pelos livros da Mariana Arques de Campos, de 7 anos, começou mesmo antes dela nascer, com o incentivo dos pais ainda na gestação. “Ela já escutava histórias na barriga da mãe. Gostou tanto que depois que nasceu não parou mais. E lê bastante”, conta o pai Nelson Campos.

Mariana lê pelo menos quatro obras infantis por semana. Mas, a leitura é apenas uma das paixões da menina, que também toca teclado e violão e tem o próprio site na internet. Aluna da segunda série do ensino fundamental em uma escola municipal, a menina tomou gosto pela leitura e não pretende parar nunca mais.

Mariana lê junto com os pais, Liete e Nelson (Foto: Alan Schneider/G1)

Mariana lê junto com os pais, Liete e Nelson
(Foto: Alan Schneider/G1)

O pai, que é web designer, desenvolveu a página virtual para a filha interagir com os amigos e poder compartilhar essa paixão pelas obras literárias. No site, ela disponibiliza brincadeiras de colorir, músicas, jogos, vídeos, histórias, além de um canal direto para envio de desenhos. Tudo com conteúdo educativo. A menina usa o conhecimento das “velhas páginas” dos livros para promover a leitura e a educação com auxílio da tecnologia.

A mãe lembra que a filha aprendeu a identificar imagens em uma enciclopédia aos 3 anos de idade. Já a leitura veio aos 5 anos. De lá para cá, a menina virou frequentadora assídua da biblioteca. “A Mariana achou em casa e sempre manuseou o Atlas. Depois começou a ler livros de histórias. Só neste ano ela já tem muitos livros retirados da biblioteca para ler em casa. Ela fica brava quando a biblioteca está fechada”, conta Liete.

O gosto de Mariana pelas páginas literárias também é uma herança do pai. “Sou um autodidata. É importante para ir adiante na vida. Eu mesmo estou lendo um e tem mais dois já na sequência. Ela vai pedindo mais, como o teclado, o violão”, afirmou Nelson Campos.

Dia das crianças
No Dia das Crianças, comemorado neste domingo (12), ela quer se divertir. Além disso, Mariana usou o violão para mandar parabéns a todas as crianças (veja vídeo ao lado).

Mariana também toca teclado na sala de casa (Foto: Alan Schneider/G1)

Mariana também toca teclado na sala de casa
(Foto: Alan Schneider/G1)

“Quero que o Dia das Crianças seja legal. Tem que ter diversão, jogos, músicas, vídeos. Além disso, também pode falar comigo. Você colocar o seu email com nome, idade e escreve o que quer falar comigo. Também dá para mandar desenhos para eu publicar no meu site”, disse Mariana.

Mas, quem pensa que ela quer mais livros de presente no Dia das Crianças se engana. “Não quero livro. Eu tenho um monte guardado. Quero um patins e quero começar a academia de natação.”

No dia a dia, a pequena leitora faz de tudo um pouco. “Primeiro faço a tarefa da escola em casa, depois brinco no computador, brinco no quarto, assisto televisão. Tenho uma rotina normal.”

A mãe da menina também conta que Mariana é boa no xadrez, mas graças à leitura. “Ela aprendeu a jogar xadrez lendo o manual com o meu marido. Se não tivesse a leitura, a interpretação, ela também não conseguiria jogar xadrez”.

Cartão preenchido de retirada de livro da biblioteca (Foto: Alan Schneider/G1)

Cartão preenchido de retirada de livro da biblioteca
(Foto: Alan Schneider/G1)

Bem atenta
Com uma facilidade de comunicação impressionante para a idade, Mariana já enviou um email para uma editora alertando sobre um erro de digitação em um livro. “Estava lendo e no quarto parágrafo apareceu ‘mavioso’ em vez de maravilhoso. Mandei um email para lá avisando”, conta.

Sobre um futuro como escritora, a menina ainda tem dúvidas, o que é natural da idade. No entanto, um pensamento dela é ajudar por um mundo melhor. “Penso em ser artista, mas também quero inventar robôs para deixar a cidade mais limpa.”

A capacidade de aprendizado de Mariana é evidente. Mas, além da vontade de aprender, a supervisão dos pais é fundamental para obter um resultado positivo sem perder o jeito de criança. “É um investimento nela. Esse fascínio dela pela leitura, começar a ler e a escrever cedo também. Mas, claro, sem perder o que é mais importante: viver a infância sem deixar de ser criança”, enfatizou o pai.

Menina disponibiliza conteúdo educativo com ajuda dos pais (Foto: Alan Schneider/G1)

Menina disponibiliza conteúdo educativo com ajuda dos pais (Foto: Alan Schneider/G1)

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