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Conheça 13 sites gratuitos de bibliotecas digitais

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock O melhor lugar para encontrar informações confiáveis é nas bibliotecas

Publicado no Universia Brasil

 

Para pessoas que desejam fazer trabalhos acadêmicos com fontes seguras, o melhor lugar para encontrar essas informações é nas bibliotecas. Porém, nem sempre ir a uma biblioteca é uma tarefa simples. Por isso, confira uma lista com as principais bibliotecas digitais e consulte gratuitamente seu acervo sem sair de casa:

 

1 – Domínio Público

Quer ler Machado de Assis, ou conhecer mais sobre as obras do romantismo? O site oficial do Domínio Público do governo conta com milhares de obras, vídeos, textos e sons totalmente gratuitos para download. Todas as obras já estão no domínio público, ou seja, você só encontrará criações de pessoas que morreram há 70 anos.

2 – Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

O site da biblioteca da Universidade de São Paulo (USP) contem livros, revistas, documentos, e outros tipos de arquivos livres para o download gratuito.

3 – Biblioteca Digital Paulo Freire

Voltada principalmente para a área de filosofia e pedagogia, a Biblioteca Digital Paulo Freire disponibiliza para download gratuito das obras do pedagogo e filósofo Paulo Freire.

4 – Biblioteca Nacional Digital Brasil

Com mais de 700 mil arquivos, a Biblioteca Nacional Digital Brasil conta artigos, trabalhos acadêmicos, livros, obras de arte, gravuras, fotografias e outros documentos para download grátis.

5 – Biblioteca Mundial Digital

Com objetivo de reunir documentos oficiais sobre a cultura de diversos países do mundo, a Biblioteca Mundial Digital disponibiliza gratuitamente fotos e arquivos para consulta.

6 – Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD)

Coordenada pelo Ibict, a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) reúne centenas de teses e dissertações de universidades de todo o País. É uma ferramenta útil para quem está fazendo a sua monografia e precisa de fontes acadêmicas.

7 – Biblioteca Digital do Supremo Tribunal Federal

Para os estudantes e profissional da área de Direito, a Biblioteca Digital do Supremo Tribunal Federal é uma ótima fonte de pesquisa para documentos, livros, artigos e outros arquivos de interesse para a área.

8 – Biblioteca Digital da Unicamp

A Biblioteca Digital da Unicamp conta em seu acervo com dissertações, teses, pesquisas em andamento, revistas eletrônicas, etc., todos feitos pelos professores, pesquisadores e alunos da instituição.

9 – Biblioteca Digital da UNESP

Com um grande acervo de obras de artes, gravuras e desenhos, além de trabalhos acadêmicos, a Biblioteca Digital da UNESP contem os arquivos necessários para estudantes que precisam consultar fontes seguras.

10 – Biblioteca Digital do Museu Nacional

O site da Biblioteca do Museu Nacional tem como objetivo disponibilizar o acervo de obras raras nas áreas de ciências naturais e antropologia.

11 – Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ

Para estudiosos ou interessados na área de música, a Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ é uma ótima opção para consultar documentos da área. O acervo conta com obras raras dos séculos XVI a XVIII, além de partituras, manuscritos e periódicos para download gratuito.

12 – Biblioteca Digital e Sonora

Com acesso gratuito, mas exclusivo para pessoas com deficiência visual, a Biblioteca Digital e Sonora reúne diversos materiais no formato digital para facilitar o acesso dessas pessoas aos conteúdos.

13 – Project Gutenberg

O Project Gutenberg reúne livros e documentos que estejam no domínio público de todo o mundo. Lá, é possível encontrar as obras originais de grandes nomes da literatura mundial.

Livreiros e sebos boicotam site Estante Virtual após aumento de comissão

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Mariana Marinho, na Folha de S.Paulo

Na última segunda (9), cerca de 140 sebos retiraram seus acervos —cerca de 3 milhões de obras— do portal Estante Virtual. Nascido em 2005, o site de compras é o terceiro maior vendedor de livros da internet brasileira, com oferta de 12 milhões de volumes de 1.300 sebos e livreiros. Os livros voltaram ao site na terça (10).

O boicote ocorreu após a Estante Virtual aumentar a comissão por venda de 6% para 8% a 12%, de acordo com o volume de vendas e grau de “excelência em comércio eletrônico” de cada comerciante.

Sebos

Livreiros e sebos boicotam site Estante Virtual por um dia após aumento de comissão

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Para Alex Buzeli, dono do Sebonet, que tem 89 mil livros na Estante Virtual, os critérios para pagar a menor tarifa, de 8%, são muito rigorosos. “Além do volume das vendas, é preciso ter índices medidos pelo site difíceis de obter, como o máximo de 20% de cancelamento de pedidos e um tempo médio de postagem de 24 horas. Eu tive uma média de 22% de cancelamento no ano passado, pois muitos clientes não fazem o depósito”, diz.

Julio Borges, dono do sebo on-line JDB, com acervo de 5.000 livros, faz coro. “São critérios impossíveis. Parece que a Estante Virtual que tirar os pequenos livreiros do site, que não têm estrutura para cumprir essas metas.”

André Garcia, diretor e criador da Estante Virtual, afirma que a revisão tarifária foi realizada com base em um estudo do perfil dos vendedores. Segundo o portal, 68% dos livreiros vão bem nos “índices de excelência”: 37% alcançam todos, 15% atingem quatro e 16% conseguem três deles.

De acordo com o diretor, o aumento da tarifa foi uma forma de viabilizar as solicitações de melhorias dos próprios livreiros. “Em novembro do ano passado, visitei dez cidades brasileiras e conversei com diversos livreiros, que propuseram mudanças desde de ferramentas de cadastramento até investimentos em propaganda. A tarefa da Estante foi ver de que forma poderíamos viabilizar essas solicitações sem gerar um aumento de custo para os livreiros, mas concluímos que seria impossível colocar um novo patamar de serviço sem alterar os custos.”

Garcia acredita que, com as melhorias do site, como o novo layout e as novas formas de pagamento, por exemplo, as vendas devem crescer 30%. “Nos dois primeiros meses de 2014 a empresa entregou 20% a mais de vendas do que nos dois primeiros meses de 2013”, diz.

Descontentes com o aumento da tarifa, 140 livreiros enviaram uma carta com reivindicações a Garcia. “Somos nós, livreiros, que alimentamos o portal, temos o trabalho, atendemos aos pedidos dos clientes e resolvemos a maioria absoluta dos problemas enfrentados nas transações. Decisões unilaterais são tomadas constantemente pelos administradores do portal sem qualquer tipo de consulta ou pesquisa de opinião com os livreiros”, diz um trecho da carta.

Além da revogação do aumento no valor das comissões por vendas realizadas no site, outras 16 alterações foram solicitadas pela classe. Entre elas, a liberdade de cada vendedor escolher a plataforma que deseja utilizar para pagamentos eletrônicos, uma maior participação dos sebos nas decisões do site e a revogação da tarifa mínima de R$ 1 por venda.

“Vai ser inevitável aumentar os preços dos livros. Até porque a Estante exige agora um valor mínimo de R$ 2,50. Antes tínhamos livros de menos de R$ 1”, conta o livreiro Alex Buzeli.

Após o envio da carta, a Estante Virtual alterou as faixas intermediárias do volume de vendas. A tarifa de venda de 12%, por exemplo, será para os sebos que atingirem os níveis de excelência em comércio eletrônico e tiverem um faturamento de até R$ 1.999,99 e não mais para os que faturam até R$ 4.999,99.

“É uma possibilidade de a partir de dois mil reais de venda mensal o livreiro começar a ter descontos progressivos na taxa de vendas. Isso atrelado a excelência de serviços, porque não adianta ele vender R$ 50 mil por mês e atender mal ao cliente”, explica Garcia.

Michelle Paschoalick, do sebo Abaporu, afirma que os livreiros estão dispostos a procurar outros sites do gênero, como o Livronauta e o Sebos Online, e a tomar outras providências. “Estamos programando reuniões nas capitais do país e pretendemos formar uma Associação Nacional de livreiros e um sindicato. Vamos programar mais uma retirada dos acervos do site, agora com mais adesões. Criamos um grupo no Facebook que já está com 700 participantes”, diz.

“A Estante Virtual está caminhando para um novo patamar de serviço, com novos custos e é matematicamente inviável fazer melhorias sem elevar as taxas. Tentamos formular as coisas da forma como entendemos que é melhor para todos os vendedores, mas não há mais o que flexibilizar”, afirma Garcia.

Imagens: Gabriel Cabral/Folhapress

Copa do Mundo de Literatura

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Raul Maciel, no Livros e Afins

O Three Percent, um site que surgiu a partir da preocupação com o acesso dos leitores de língua inglesa à literatura internacional, fará uma Copa do Mundo de Literatura. Cada um dos 32 países terá um livro representando – os livros foram sugeridos por e-mail, Facebook e Twitter, com a condição de terem sido publicados a partir do ano 2000. O representante brasileiro será Budapeste, de Chico Buarque e nem todos os dos outros países estão disponíveis em português.

Diferentemente do que acontece no futebol, a World Cup of Literature já começa na fase de mata-mata. Não importa tanto saber como eles montaram os confrontos (quem tiver a curiosidade, pode conferir clicando aqui). Cada confronto tem um juiz que analisará os dois livros e estabelecerá comparações entre eles de modo que isso (de alguma maneira) lembre uma partida de futebol, como nos “jogos” da Copa de Literatura Brasileira e do Gauchão de Literatura

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A maioria dos livros não está disponível em português ainda e nesses casos mantive o nome em inglês, mas nos demais coloquei o nome da edição em português. Os confrontos da primeira fase serão:

12/06 – Brasil x Camarões
Budapeste (Chico Buarque) x Dark Heart of the Night (Leonora Miano)

13/06 – Rússia x Argélia
Day of the Oprichnik (Vladimir Sorokinn) x The Sexual Life of an Islamist in Paris (Leila Marouane)

13/06 – Itália x Inglaterra
The Days of Abandonment (Elena Ferrante) x NW (Zadie Smith)

16/06 – Espanha x Austrália
Seu Rosto Amanhã (Javier Marias) x Barley Patch (Gerald Murnane)

17/06 – Colômbia x Japão
Memórias de Minhas Putas Tristes (Gabriel Garcia Marquez) x 1Q84 (Haruki Murakami)

18/06 – Suiça x Honduras
My Mother’s Lover (Urs Widmer) x Insensatez (Horacio Castellanos Moya)

19/06 – Argentina x Nigéria9
Um Acontecimento na Vida do Pintor Viajante (César Aira) x Graceland (Chris Abani)

20/06 – México x Croácia
Rostos na Multidão (Valeria Luiselli) x Baba Yaga Laid an Egg (Dubravka Ugrešić)

20/06 – Portugal x Estados Unidos
Jerusalem (Gonçalo M. Tavares) x The Pale King (David Foster Wallace)

23/06 – França x Equador
O Mapa e o Território (Michel Houellebecq) x The Potbellied Virgin (Alicia Yánez Cossío)

24/06 – Chile x Holanda
Noturno do Chile (Roberto Bolaño) x O Jantar (Herman Koch)

25/06 – Grécia x Costa do Marfim
Why I Killed My Best Friend (Amanda Michalopoulou) x Alá e as Crianças Soldados (Ahmadou Kourouma)

26/06 – Bósnia x Irã
Como o Soldado Conserta o Gramofone (Saša Stanišić) x The Colonel (Mahmoud Dowlatabadi)

26/06 – Bélgica x Coréia do Sul
The Misfortunates (Dimitri Verhulst) x Your Republic Is Calling You (Young-ha Kim)

27/06 – Uruguai x Costa Rica
The Rest Is Jungle (Mario Benedetti) x The Cadence of the Moon (Oscar Núñez Oliva)

27/06 – Alemanha x Gana
Austerlitz (WG Sebald) x Search Sweet Country (Kojo Laing)

Quem quiser acompanhar os jogos, é só seguir a tabela e aguardar os resultados no site do Three Percent ou na página da World Cup of Literature.

Grandes nomes da literatura brasileira publicam textos inéditos apenas em braille

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Foto: Divulgação/ Palavras Invisíveis

Natânia Carvalho, no Diário da Manhã

“Este livro possui textos inéditos dos maiores escritores do país. Pena que você não pode ler”, esta é a frase que abre o site do Palavras Invisíveis, ação que chama a atenção para a desigualdade entre a quantidade de obras produzidas e que ainda não foram adaptadas para o braille.

O projeto traz 10 novos textos de nomes importantes da literatura brasileira, como Lya Luft, Carpinejar e Martha Medeiros. “Todos exclusivos em braille, para lembrar você da importância do acesso universal à cultura”.

A iniciativa é da Fundação Dorina, que traz uma porcentagem alarmante:  95% dos livros não são acessíveis aos cegos.

O site do projeto traz todas as histórias inéditas e convida o leitor a tuitar em braille, ajudando na divulgação da ação. O usuário escreve o tuíte e o site o adapta para o braille.

Projeto incentiva educação para além dos muros das escolas

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Às vésperas da Copa do Mundo, grupo de entidades mobiliza cidades no movimento ‘Mundial da Educação’

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Publicado em O Globo

RIO – Um movimento aberto para ativar o potencial educativo das cidades. É com este mote que o movimento Mundial da Educação, criado no início do ano, está se mobilizando e expandindo suas atividades às vésperas da Copa do Mundo em várias cidades brasileiras. O projeto, sob coordenação de entidades como a rede Todos pela Educação, o site Catraca Livre, o Centro de Referências em Educação Integral, entre outras, se apresenta como uma iniciativa para extrapolar os muros da escola e levar a educação para os vários espaços dos municípios: praças, museus e jardins.

Sob o princípio de que qualquer espaço público tem potencial educativo, o grupo decidiu organizar em um site (mundialdaeducacao.org.br) uma lista de locais com propostas de atividades educativas que podem ser desenvolvidas em cada um deles. Para começar, foram escolhidas as 12 cidades-sede do Mundial de futebol. O primeiro desafio é ativar as praças.

Todo mês é escolhido um ambiente para ser mapeado. O convite é simples: “Toda cidade, por menor que seja, tem uma praça. E toda praça é um respiro, um espaço feito para que as pessoas possam parar, se encontrar e conviver. Já imaginou ocupar esse território com atividades educativas?”. Qualquer um pode participar. Basta acessar o site e indicar locais e atividades que podem ser desenvolvidas, que podem ser voltadas para qualquer idade do período escolar.

As contribuições são inspiradas em atividades que já são implementadas. Na página também estão disponíveis exemplos de utilizações das praças. Um deles é o da Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Pezzotti que, uma vez por semana, desenvolve atividades com os alunos no Parque Linear das Corujas, na zona oeste de São Paulo. O espaço é uma espécie de praça-parque gerido com apoio da comunidade. Lá, os estudantes discutem temas próprios do local, como arte e cidadania.

O projeto ainda conta com o apoio de organizações como AoQuadrado, Fábrica de Aplicativos, movimento Imagina na Copa, Inspirare e Instituto Esporte Educação, além das secretarias municipais de Educação das cidades-sede da Copa.

O que é organizado fica disponível na intenet e em aplicativo para smartphones. Dessa forma, as escolas e os educadores têm acesso e podem planejar aulas e atividades nos espaços urbanos. A intenção é a partir do ano que vem levar o projeto para além das cidades-sede.

Conexão de conteúdo

“É possível aprender em vários outros lugares além da escola, fazendo uma conexão do conteúdo que se está ensinando nas salas de aula com outros ambientes”, explica a gerente de comunicação do movimento Todos pela Educação, Camilla Salmazi. “Sabemos que um dos maiores motivos de evasão escolar é o desinteresse”, acrescenta.

A fim de mobilizar mais pessoas para que contribuam com o projeto, o movimento Mundial da Educação está formando ativadores, voluntários que serão responsáveis por atrair contribuidores. Segundo o projeto, professores, alunos, parentes de estudantes, líderes comunitários e qualquer cidadão podem se candidatar para ser um ativador. As inscrições podem ser feitas pelo site.

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