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Fundação de Jorge Paulo Lemann indica 10 livros para alavancar a carreira

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Paula Zogbi, no InfoMoney

SÃO PAULO – A Fundação Estudar, do empresário e filantropo Jorge Paulo Lemann, enviou ao InfoMoney uma lista com livros essenciais para aqueles que desejam alavancar a carreira. A curadoria foi produzida por especialistas da Fundação, cujo objetivo é melhorar o país traçando trajetórias de impacto para os jovens brasileiros.

Confira os títulos e uma breve descrição de cada um:

1.     Garra (Grid), de Angela Duckworth

Neste livro obrigatório para todos que desejam alcançar o sucesso, a psicóloga Angela Duckworth demonstra para pais, estudantes, educadores, atletas e empreendedores que o segredo para realizações incríveis não é o talento, mas uma mistura de paixão e perseverança que ela chama de “garra” – a capacidade de perseverar e produzir resultados além do puro talento, da sorte ou das eventuais derrotas. Ao usar como exemplo a própria história como filha de um cientista que, com frequência, notava sua falta de “genialidade”, Duckworth, agora professora e pesquisadora renomada, descreve as primeiras revelações que a levaram à hipótese de que não é a “genialidade” que realmente conduz ao sucesso, mas uma combinação especial de paixão e perseverança. Em “Garra”, ela cita o caso dos cadetes que se esforçam em seus primeiros dias na Academia Militar de West Point e de professores que trabalham nas escolas mais difíceis de lecionar dos Estados Unidos. Destaca conceitos e insights fascinantes buscados tanto na história quanto nos mais modernos experimentos sobre alta performance e, finalmente, compartilha com o leitor o que aprendeu ao entrevistar dezenas de pessoas bem-sucedidas nos mais diversos campos de atuação: do CEO do J. P. Morgan a um cartunista da The New Yorker e um treinador da National Football League, entre outros. Pessoal e inspirador, capaz de transformar vidas, “Garra” é um livro sobre o que se passa na cabeça das pessoas durante as derrotas e como isso – não o talento ou a sorte – pode fazer toda a diferença.

2.     Empresas feitas para vencer (Good to great), de Jim Collins

Considerado, pela Time Magazine, um dos livros de negócios mais importantes de todos os tempos, esta obra seminal de Jim Collins responde a seguinte pergunta: Como empresas boas, medianas e até ruins podem atingir uma qualidade duradoura? Empresas feitas para vencer mostra como as grandes empresas triunfam no decorrer do tempo e como o desempenho sustentável a longo prazo pode ser inserido no DNA de uma organização desde sua concepção. Collins apresenta exemplos que desafiam a lógica e transformam a mediocridade em uma superioridade duradoura. O autor apresenta também quais são as características universais que levam uma empresa a se tornar excelente e outras não. Os resultados do estudo irão surpreender muitos leitores e lançar novas abordagens sobre quase todas as áreas da gestão.

3.     Vencedoras por opção (Great by choice), de Jim Collins e Morten T. Hansen.

Este livro busca enumerar princípios para construir uma empresa de sucesso em tempos tidos como imprevisíveis e tumultuados. Os autores procuraram estudar companhias que alcançaram sucesso em cenários caracterizados por mudanças bruscas em que os gestores não podiam prever nem controlar. Depois, pretenderam comparar o desempenho dessas empresas com o de outras que não tiveram sucesso neste mesmo mercado. A obra visa apresentar estes resultados, tais como o estilo dos líderes das empresas de sucesso, inovação, o problema em seguir com velocidade decisões e ações.

4.     O lado difícil das situações difíceis (The hard thing about hard things), de Ben Horowitz

Em O lado difícil das situações difíceis, Ben Horowitz, um dos empreendedores mais respeitados e experientes do Vale do Silício, conta a história de como ele mesmo fundou, dirigiu, vendeu, comprou, geriu e investiu em empresas de tecnologia, oferecendo conselhos essenciais e normas de sabedoria prática para ajudar os empreendedores a resolver os problemas mais difíceis – aqueles de que as faculdades de administração não tratam. Seu blogue alcançou um público dedicado de milhões de leitores, que passaram a confiar no autor para ajudá-los a gerir suas próprias empresas. Horowitz, grande fã de rap, ilustra as lições empresariais com letras de suas músicas favoritas e fala a verdade nua e crua sobre os assuntos mais espinhosos, desde como demitir um amigo até saber o melhor momento para vender a empresa.

5.     Faça acontecer (Lean in), de Sheryl Sandberg

Neste livro absolutamente inspirador, Sheryl Sandberg investiga as razões de o crescimento das mulheres na carreira estar há tantos anos estagnado, identificando a raiz do problema e oferecendo soluções práticas e sensatas para que elas atinjam todo o seu potencial. Eleita uma das dez mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes, Sheryl encoraja as mulheres a sonharem alto, assumirem riscos e se lançarem em busca de seus objetivos sem medo. Ela acredita que um maior número de mulheres na liderança levará a um tratamento mais justo de todas as mulheres. A executiva faz uma autorreflexão sincera sobre os acertos e os erros de sua carreira, que, unidos a uma pesquisa vasta, resultaram neste livro escrito com humor e sabedoria. “Faça acontecer” é um manifesto feminino para homens e mulheres, fundamental para se pensar os impasses e as questões de gênero no mundo do trabalho.

6.     Fora de Série (Outliers), de Malcolm Gladwell

O que torna algumas pessoas capazes de atingir um sucesso tão extraordinário e peculiar a ponto de serem chamadas de “fora de série”? Baseando-se na história de celebridades como Bill Gates, os Beatles e Mozart, Malcolm Gladwell mostra que ninguém “se faz sozinho”. Todos os que se destacam por uma atuação fenomenal são, invariavelmente, pessoas que se beneficiaram de oportunidades incríveis, vantagens ocultas e heranças culturais. Tiveram a chance de aprender, trabalhar duro e interagir com o mundo de uma forma singular. Esses são os indivíduos fora de série. Para Gladwell, mais importante do que entender como são essas pessoas é saber qual é sua cultura, a época em que nasceram, quem são seus amigos, sua família e o local de origem de seus antepassados, pois tudo isso exerce um impacto fundamental no padrão de qualidade das realizações humanas. E ele menciona a história de sua própria família como exemplo disso.

7.     O poder da confiança (Speed of Trust), de Stephen M R Covey

Revolucionário e rompedor de paradigmas, o livro demonstra que a confiança é um fator de motivação econômica extremamente importante – uma habilidade adquirível e mensurável que torna as organizações mais lucrativas, as pessoas mais evidentes, os relacionamentos mais intensos. Covey, antigo Diretor Geral da Covey Leadership Center (fundada por seu pai, Dr. Stephen R. Covey), aborda sobre sua experiência de liderar uma empresa de US$100 Milhões de Dólares, para explicar como a confiança pode ajudar as pessoas a criar sucesso sem precedentes e prosperidade sustentável em cada aspecto da vida. Ele aponta os 13 comportamentos comuns aos Líderes altamente confiáveis e apresenta argumentos persuasivos que nos ajudam a aumentar e inspirar confiança em todos os nossos relacionamentos importantes.  O livro O Poder da Confiança, delineia um mapa para se estabelecer confiança em todos os níveis, construir caráter e competência, melhorar a credibilidade e criar uma liderança que inspire confiança.

8.     Extreme ownership, de Jock Willink e Leif Babin

Enviados para o mais violento campo de trabalho do Iraque, Jock Willink, Leif Babin e sua unidade da SEAL, enfrentaram uma missão aparentemente impossível: ajudar as forças norte-americanas a protegerem Ramadi, uma cidade considerada “quase perdida”. Ao lidar com vitórias difíceis, heroísmo e perdas trágicas, eles aprenderam que liderança, em todos os níveis, é o fator mais importante na vitória ou na perde de uma equipe. Depois de deixarem as equipes SEAL, lançaram a Echelon Front, uma empresa que ensina esses mesmos princípios de liderança para empresas e organizações. Desde startups promissoras até empresas presentes na Fortune 500, Babin e Willink ajudaram dezenas de clientes em uma ampla gama de segmentos a construir suas próprias equipes de alto desempenho e dominar seus campos de batalha. Agora, detalhando a mentalidade e os princípios que permitem às unidades SEAL realizar as missões mais difíceis em combate, a Extreme Ownership mostra como aplicá-las a qualquer equipe, família ou organização. Cada capítulo enfoca um tópico específico, explicando por que é importante e como implementá-los em qualquer ambiente de liderança. Uma narrativa atraente com instrução poderosa e aplicação direta, Extreme Ownership revoluciona a gestão de negócios e desafia líderes em todos os lugares a cumprir seu objetivo final: liderar e ganhar.

9.     Start with why, de Simon Sinek

Ao estudar os líderes que tiveram maior influência no mundo, Simon Sinek descobriu que todos pensam, agem e se comunicam exatamente da mesma maneira – e é o oposto completo do que todo mundo faz. Pessoas como Martin Luther King Jr., Steve Jobs e os irmãos Wright podem ter pouco em comum, mas todos começaram com o porquê. Com base em uma ampla gama de histórias da vida real, Sinek tece uma visão clara do que realmente leva para liderar e inspirar.

10.  Cultura de Excelência, de David Cohen

Criada em 1991 com objetivo disseminar uma cultura de excelência e alavancar os estudos e a carreira de universitários e recém-formados, a Fundação Estudar contabiliza seu impacto com 617 ex-bolsistas, 25 mil jovens beneficiados pelos cursos e 15 milhões de pessoas alcançadas pelos canais disponíveis na Internet. Como forma de celebrar essas histórias de sucesso, o jornalista David Cohen escreveu o livro Cultura de Excelência, lançado pela editora Sextante, convidando o leitor a conhecer a trajetória da Estudar, seus valores e métodos por meio de grandes cases de sucesso. Em Cultura de Excelência, cada capítulo se debruça sobre um dos seis princípios básicos em que a fundação se baseia para guiar o profissional à tão sonhada excelência. Esses valores – ter metas ambiciosas, trabalhar duro, unir-se a gente boa, investir em conhecimento, assumir o papel de protagonista em sua história e almejar um impacto positivo na sociedade – são o fio condutor do livro e são apresentados por meio de histórias inspiradoras de gente dedicada e comprometida, que seguiu à risca os ensinamentos da Fundação Estudar e hoje tem lugar de destaque no âmbito profissional.

Dia do Orgulho Nerd | O Dia da Toalha

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Jhony Nicola, no Trecobox

Saiba mais sobre a origem de uma das datas mais importantes do universo geek e nerd

Dia 25 de maio é comemorado o Dia do Orgulho Nerd, também conhecido como Dia da Toalha. O nome é referência direta a série de livros Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams.

Douglas Adams, autor do Guia do Mochileiro das Galáxias.

Douglas Adams, autor do Guia do Mochileiro das Galáxias.

 

Trata-se de uma obra completa em cinco livros, sendo o quinto título escrito por Eoin Colfer, autorizado pelos hedeiros de Adams após sua morte em 2001.

Trilogia dos cinco livros. De Douglas Adams.

Trilogia dos cinco livros. De Douglas Adams.

 

Porque a toalha?

A toalha, tornou-se símbolo icônico da saga de Arthur Dent e seu companheiro extraterrestre Ford Prefect. Segundo o Guia do Mochileiro que Ford apresenta na obra ela é:

Um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você -estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.
Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito. – Guia do Mochileiro das Galáxias, Capítulo 3.

Assim, com a morte de Douglas Adams, fãs do autor, que não eram poucos, o homenagearam utilizando um símbolo icônico de sua obra, sendo a toalha a principal eleita.

E porque o livro?

Os livros contam com um enredo repleto de aventuras fictícias que são hit entre o público nerd e geek: Temas como leis da física, viagens interplanetárias, conhecimento aplicado sobre história e geografia da galáxia, descrição exímia de espécies e objetos criados pelo autor, faz com que a obra seja considerada uma “bíblia” que reforça como é o universo dessa tribo, retratando com muito humor coisas das quais mais gostamos.

E o que Star Wars tem a ver com isso?

Pois é caros. Coincidentemente, dia 25 de maio também é conhecido como dia do Orgulho Nerd, onde outro hit cativo entre nós ganhou destaque. Trata-se de Star Wars, que teve a premiére de seu primeiro filme ( Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança) nessa data, mais precisamente no ano de 1977. Atualmente o dia também ganha o nome de Dia do Orgulho Geek, que é uma ramificação da tribo do mesmo gênero mas com algumas características diferentes.

Cartaz promocional de Star Wars: Uma Nova Esperança.

Cartaz promocional de Star Wars: Uma Nova Esperança.

Contudo, o dia 25 de maio é um dia para se comemorar. A feliz mistura destas comemorações tornam legítimo e nosso um único feriado onde se celebra o orgulho de ser quem somos.

Seja você um gamer, um otaku, um viciado em HQs, um leitor voraz de Tolkien, um aficionado por séries ou um pouco de tudo isso, estamos todos num mesmo barco, numa mesma tribo.

Então bora sair para comemorar. As livrarias, os cafés, as lojas de games e promoções na internet estão fervilhando oportunidades!

Viva o dia do Orgulho Nerd!

12 situações que todo apaixonado por livros que está ‘sem tempo’ para ler passa

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Provavelmente sua casa está virando uma biblioteca de livros “não lidos”

Girrana Rodrigues, no Elástica

Quem adora ler e ingressa na universidade ou arruma um emprego que toma muito tempo, pode se preparar: vai ser cada vez mais difícil arrumar um espaço na sua rotina que encaixe a leitura de um bom livro. Listamos 12 situações que todo amante de livro passa quando está sem tempo.

1. Você sente saudades daquela época em que sua média mínima de leitura era de três livros por semana

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2. E que dava para escolher o livro que você leria

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3. Você lia mesmo aqueles que “não estava tão afim ” porque tinha MUITO tempo

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4. Agora você tenta revezar suas leituras da faculdade com as que tinha planejado e acaba lendo metade de cada

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5. Aquelas madrugadas em claro para chegar ao fim da história são coisas do passado e você só consegue sentir sono

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6. Aliás, o sono tem te impedido de ler qualquer coisa no transporte público

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Sensibilidade, um dom de poucos

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Por que Tolstoi foi Tolstoi? Ou melhor, como Tolstoi conseguiu escrever o que escreveu? Ou então Victor Hugo? Ou então Miguel Cervantes? Ou então Goethe? Ou então Machado de Assis? Ou então Kafka? Como esses sujeitinhos tiveram a capacidade de expressar tantos sentimentos, situações e pensamentos humanos e de maneira tão viva e transformadora?

Tolstoi, autor de Guerra e Paz e de Anna Karenina

Tolstoi, autor de Guerra e Paz e de Anna Karenina

Max Fritz, no Obvious

Victor Hugo, autor de Os Miseráveis

Victor Hugo, autor de Os Miseráveis

Nosso querido Machado de Assis

Nosso querido Machado de Assis

Já busquei a resposta inúmeras vezes. Teriam eles alguma capacidade especial, ou seria apenas fruto de muito trabalho? Um grande amigo certa vez me disse ser a sensibilidade a grande diferença entre os grandes escritores e as pessoas “meramente comuns”. Achei essa resposta bastante convincente.

Pouquíssimas pessoas teriam capacidade de escrever, por exemplo, Grandes Expectativas. Somente um espírito aguçado e extremamente sensível às relações humanas e às formas como as pessoas de realidades sociais distintas interagem como o de Dickens poderia, de forma tão realista, narrar a estória de Pip.

O grande Charles Dickens

O grande Charles Dickens

Há um certo senso comum impregnado em quase todo mundo (suspeito e já ouvi dizer ser decorrência de ideias de Nietzsche, outro com indubitável sensibilidade ao mundo) de que qualquer indivíduo, com empenho e esforço próprio suficiente, poderia chegar aonde quisesse e, por exemplo, escrever um grande clássico. Mas duvido, com todas as forças, que haja 5 vivalmas capazes de escrever um livro do porte e da profundidade sentimental de Crime e Castigo, de Dostoievski.

Dostoievski, cuja sensibilidade é inigualável

Dostoievski, cuja sensibilidade é inigualável

Trata-se de um dom: o dom da sensibilidade. Pouquíssimos o têm. Parte significativa dos autores destaca-se por uma sensibilidade um pouco maior que a média e por muito esforço. Não se pode negar ser o esforço importante, pois a sensibilidade, sozinha, não leva a lugar nenhum. Mas os grandes autores, os clássicos, aqueles que jamais serão esquecidos, além de esforço, podemos ter certeza de que tinham uma sensibilidade absurda. Pode até ser que muitos deles tenham sido infelizes por esse motivo.

Allan Poe, dono de uma sensibilidade que talvez tenha arruinado sua vida © obvious: http://lounge.obviousmag.org/aqui_e_acola/2014/11/sensibilidade-um-dom-de-poucos.html#ixzz3Kl4KInxM  Follow us: obviousmagazine on Facebook

Allan Poe, dono de uma sensibilidade que talvez tenha arruinado sua vida
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Muito se diz que essa sensibilidade nasce de uma vida atribulada e cheia de sofrimentos. Salinger, outro com uma sensibilidade descomunal, discorda disso e menciona Walt Withman, talvez o maior poeta norte-americano, como exemplo de vida pacata e comum, mas cujos versos influenciaram e influenciam inúmeros poetas.

Walt Whithman, de Leaves of Grass

Walt Whithman, de Leaves of Grass

A nós, meras pessoas com sensibilidade comum, cabe desfrutar da leitura e dos dons dos grandes escritores.

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