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Posts tagged sociedade

Batalha: Idosos desafiados a ler e escrever livros eletrônicos

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Publicado originalmente no Correio da Manhã

A Biblioteca Municipal da Batalha vai emprestar equipamentos iPad aos utentes a partir de Janeiro de 2013 e desafiar, no próximo mês de Setembro, os idosos do concelho a escreverem livros electrónicos, anunciou António Lucas, presidente da autarquia, esta sexta-feira.

As duas iniciativas integram o projecto ‘E-leituras – Ler, Ouvir e Saber’, aprovado pela Fundação Calouste Gulbenkian, e cujo custo está estimado em 6 mil euros.

O projecto arranca em Setembro, em três Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) com 70 idosos: Irmandade da Santa Casa da Misericórdia da Batalha, Centro Paroquial de Assistência do Reguengo do Fetal e Centro Social e Paroquial de São Mamede.

Os utentes vão ser encorajados a escreverem, em cada uma das IPSS, um livro electrónico, sendo feita uma recolha de lendas e tradições relativas ao local em que está inserida a instituição.

Outro dos objectivos do projecto passa por familiarizar os idosos com as novas tecnologias, através do iPad, e transformá-los em potenciais leitores de livros electrónicos, que serão disponibilizados no início de 2013 pela Biblioteca Municipal da Batalha.

“A ideia é simples: conseguir que cada vez mais pessoas leiam cada vez mais”, sintetizou António Lucas.

O livro electrónico, que integrará histórias de origem popular e tradicional, deve estar concluído em meados de Novembro, passando a englobar uma lista de outros livros, no mesmo formato, que a biblioteca disponibilizará gratuitamente a partir de Janeiro, através do empréstimo de iPad.

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Máquina de livros antecipa abertura da Bienal

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Publicado originalmente na Época S. Paulo

Uma máquina colorida e barulhenta está estacionada na Praça da República, no centro da cidade, até domingo (29/07) atraindo olhares curiosos. Qualquer pessoa pode retirar uma senha, inserir um livro em bom estado e ao apertar um botão, o aparato emite alguns sons como se estivesse fabricando algo e, logo em seguida, ejeta outra obra literária – novinha em folha. É a “máquina do livro”, uma ação que faz parte da campanha “Entre no Clima da Bienal”, da Câmara Brasileira do Livro (CBL), antecipando a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 9 a 19 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Em três dias, a “A Incrível Máquina de Livros” distribuiu mais de 3 mil exemplares. A engenhoca, que tem um funcionamento parecido ao de um caixa automático, foi abastecida por doações de livros novos feitas por editoras. Agora, o estoque já contempla exemplares “trocados” pelos paulistanos. O aparelho ficará na Praça da República neste fim de semana das 9h às 16h. Segundo a Câmara Brasileira do Livro, o horário do almoço entre 12h e 14h costuma atrair maior público. Como alternativa, alguns interessados passaram a trocar livros enquanto esperavam na fila.

Livro “K.” é a expressão da dor de vítimas da ditadura

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Bernardo Kucinski: escrever aliviou sofrimento (Foto: Paulo Pepe/Rede Brasil Atual)

Desirèe Luíse, no Caros Amigos

“Às vezes nem eu mesmo acredito que escrevi. É especial, porque é uma espécie de descarrego. O livro nasce de um processo cíclico, que seria impossível de repetir”, afirmou o jornalista e escritor Bernardo Kucinski sobre sua mais recente publicação, o livro “K.”.

Resultado de um processo de maturação de mais de 40 anos do autor, a obra retrata a incessante busca de um pai por sua filha, vítima da ditadura militar no Brasil. A moça é Ana Rosa Kucinski, militante da resistência e irmã do autor. Em 1974, junto com seu companheiro, ela “foi desaparecida” – em oposição ao “desapareceu”, já que o verbo deixa margem para concluir que poderia ter ocorrido por livre e espontânea vontade, como Bernardo ressalta na narrativa.

Sentimentos

Carregado de sentimento, o livro emociona. A busca desesperada do protagonista K vai se intensificando a cada capítulo. Primeiro, o estranhamento pela falta de notícias da filha. Depois, a desconfiança do que pode ter acontecido. Então, a certeza de que foi vítima dos militares e a persistência eterna de encontrar provas ou, ao menos, conseguir a admissão da culpa por parte do Estado. O leitor torna-se cúmplice de uma dor sem tamanho. As repetidas tentativas de encontrar qualquer notícia envolvem num mar de angústia.

Kucinski revelou ter sentido certo alívio, após escrever o livro. “Trouxe algo que ainda não sei identificar, mas foi como ‘soltei o que estava dentro de mim’. Mas aí começa tudo de novo. Começa outra vez. Complicam algumas coisas e então, agora, não está legal a situação novamente.”

A sensação é a que centenas ou até milhares – o número de militantes desaparecidos ainda não é certo no país – de famílias carregam por não poderem enterrar seus mortos. “Não conseguimos saber nem a metade dos horrores cometidos. Essa tragédia contada no livro é uma das múltiplas até hoje não esclarecidas. Não se sabe quantos morreram e quantos corpos foram escondidos”, apontou o jurista e professor titular aposentado da Universidade de São Paulo (USP), Fábio Konder Comparato.

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Livro conta principais casos da corrupção no Brasil

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cara450 Livro conta principais casos da corrupção no Brasil

Publicado originalmente no R7

Um mergulho nas histórias do Brasil: mares de lama, vassouras e escândalos. A corrupção em suas entranhas antigas e atuais.

Conhece o Ministério do Jogo do Bicho? E aquela famosa caixinha, dinheiro público entrando em bolsos privados? E o mensalinho da polícia?

Para tratar do tema espinhoso, o jornalista e historiador Marco Morel utiliza no livro Corrupção, Mostra a Sua Cara a velha arte brasileira: rir para não chorar. E ainda consola, mostrando que nem tudo está perdido ao dedicar o último capítulo a heróis: os incorruptíveis. Sim, eles existem.

Mesmo tendo a chance de se beneficiarem, alguns brasileiros ainda nos surpreendem e revelam que honestidade é possível em um país que precisa mudar.

Desde 1500 a corrupção é um personagem ativo em nossa história, quase um protagonista. Foi na gestão de Tomé de Souza (1549-1553) que ficou conhecido o “governo da boquinha”, presenta até hoje em nossa política, seja nos pequenos municípios ou em nível federal.

Mais que informativo, o livro é um delicioso informante, um contador de histórias pitorescas de corrupção e de manobras por baixo do pano.

Muito gostoso de ler.

“Se você não tem dinheiro para comprar livros e precisa ou quer ler, sirva-se a vontade”

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Vi no Facebook

Tradução:

‘Durante o horário comercial, os livros na fachada são 50 centavos cada, ou 5 por 2 dólares.
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Quando o estabelecimento estiver fechado, sintam-se livres para pegá-los emprestado ou comprá-los e me pagar depois.
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A qualquer hora: Se você não tem dinheiro para comprar livros e precisa ou quer ler, sirva-se a vontade.
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Aceitamos doações’

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