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10 Passos para escrever sua fantasia épica de sucesso…

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

O Listas Literárias observando suas leituras e reunindo alguns conceitos mais usuais selecionou 10 características importantes para você escritor criar sua própria fantasia épica de sucesso:

1 – Tenha seu próprio mundo: Se na literatura juvenil geralmente os protagonistas encontram um mundo paralelo, na fantasia épica os exemplos exitosos estão naqueles autores que criam seus próprios mundos, alheios ao planeta terra, mesmo que possam ser similares. Uma boa fantasia épica exige um excelente mundo, novinho em folha;

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2 – Tenha um grupo de protagonistas: Escrever um épico exige do autor uma gama de personagens protagonista. Neste tipo de obra não basta ter apenas um único herói, mas alguns ótimos guerreiros, ou seja vá pensando em no mínimo uns sete a quem a trama precise acompanhar com proximidade;

3 – Seja medieval: Definitivamente não conheço nenhum épico (ou pelo menos os que valha a pena citar) que fuja das características medievais. Por tanto, para escrever uma fantasia épica ser bom nas aulas de história já seria um bom começo;

4 – Estabeleça uma sociedade: Muito comum aos épicos e o estabelecimento de uma sociedade para o cumprimento da jornada, explícita como no caso de A Sociedade do Anel, ou apenas subtendida como na série A Roda do Tempo, ou ainda como as alianças formais que mudam a todo instante em Westeros;

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5 – Seja muito, mas muito detalhista: Há uma briga entre os leitores do gênero por exemplo colocando Martin e Tolkien em campos oposto. Eu sinceramente acho que ambos primam pelo detalhismo de suas obras, embora em campos diferentes. Tolkien se estende com divagações sobre a natureza e todo o cenário que faz o leitor submergir em sua Terra Média. Martin por outro lado se não se detém muito tempo sobre as paisagens o faz com suas criaturas humanas demonstrando todo seu virtuosismo. Portanto futuros autores se desejam embarcar numa fantasia épica, sejam extremamente detalhista;

6 – Mescle juventude e experiência: Toda fantasia épica é uma mescla de jovens e experientes guerreiros, portanto para o sucesso de seu livro é preciso ter esse balanço de gerações, bem como mostrar suas diferenças;

7 – Tenha seu próprios monstros: Mesmo que você venha a utilizar monstros conhecidos em sua fantasia épica, é fundamental que você crie seus próprios monstrengos, ainda que inspirados em lendas o tradição oral. Seus próprios monstros é o que dará o toque original ao seu épico de fantasia;

8 – Tudo deve ter nome e sobrenome: Se estiver disposto a escrever seu próprio épico lembre-se que tudo deve possuir nome e sobre nome, sejam seus personagens humanos, sejam suas armas, uma espada não pode ser tão somente uma espada, ela precisa reconhecimento, e só com algo do tipo “Desvanecedora de Vidas” terá impacto;

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9 – O Fim está próximo, mesmo que ainda demore: Comece sua fantasia épica deixando bem claro no prólogo de que o fim do mundo é o destino inevitável da jornada, mesmo que você tenha planejado contar isto numa singela série de 20 livros;

10 – E não se esqueça, sacrifique alguém: Outra coisa fundamental para sua fantasia épica encantar seus leitores. Não se esqueça de sacrificar alguém querido em nome do grupo. Isso sempre funciona;

E vocês que outros passos teriam para adicionar nesta lista??

Premiê da Turquia critica dormitórios estudantis mistos

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Erdogan ameaçou ‘monitorar’ a situação.
Oposição o acusa de tentar ‘islamizar’ a sociedade turca.

Publicado por G1

O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan criou uma nova polêmica sobre a posição que a religião deve ter na sociedade turca ao se posicionar contra os dormitórios estudantis mistos.

“Meninas e meninos estudantes não podem viver em uma mesma casa, isso é contrário a nossa estrutura conservadora-democrata”, declarou Erdogan no domingo a membros do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP) reunidos em Kizilcahamam, nos arredores de Ancara.

Ele ressaltou que seu governo iria, “de uma maneira ou de outra, monitorar” a situação, de acordo com os jornais “Radikal” e “Zaman”, sem especificar se os dormitórios mistos, cada vez mais raros em toda a Turquia, serão alvo de alguma ação política.

Os comentários do islamita e conservador Erdogan provocaram uma nova polêmica nas redes sociais, com muitos turcos denunciando um ataque à privacidade.

Um líder do Partido Republicano do Povo (CHP), principal movimento de oposição pró-laico no Parlamento turco, pediu que Erdogan explicasse suas palavras.

“Você quer dizer com ‘supervisão’ que irá controlar, como faz a polícia da moralidade do Irã, os estudantes, incluindo sua vestimenta? É um ataque contra a privacidade. Os estudantes são maduros o suficiente para decidir o que fazer de suas vidas”, declarou Umut Oran, influente membro do CHP no Parlamento.

Erdogan, que dirige a Turquia há mais de 10 anos, é acusado de tentar “islamizar” a sociedade com referências cada vez mais visíveis ao Islã.

Em junho, uma onda sem precedentes de protestos abalou o regime turco.

O premiê da Turquia, Recep Tayyp Erdogan (Foto: Adem Altan/AFP)

O premiê da Turquia, Recep Tayyp Erdogan (Foto: Adem Altan/AFP)

Profeta Gentileza pode se tornar ‘patrimônio afetivo’ no Rio

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Profeta Gentileza, José Datrino, conhecido pela frase: “gentileza gera gentileza”.
Divulgação

Heloisa Aruth Sturm, no Estadão.com

Talvez poucos conheçam José Datrino. Mas não há, no Rio, quem já não tenha ouvido falar, ao menos uma vez, no profeta Gentileza. Ele já foi tema de filme, livro, música. Agora, recebe homenagem da Companhia Crescer e Viver de Circo, que transformou sua história em show circense. Se “existe amor em São Paulo”, no Rio o que estampa camisetas e adesivos é “Gentileza gera Gentileza”.

Passados mais de 15 anos de sua morte, a figura de túnica branca e longas barbas e cabelos continua no imaginário carioca. Para que não se perca, organizadores de Universo Gentileza querem que ele vire “patrimônio afetivo do Rio”. Na pré-estreia do espetáculo, no início do mês, fizeram o pedido a Washington Fajardo, presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade.

Fajardo disse que essa categoria de patrimônio ainda não consta na lei municipal e prometeu estudar o assunto. A peça mostra a trajetória do homem nascido em Cafelândia, interior paulista, que se mudou ainda jovem para o Rio e teve a vida transformada em 1961, após o incêndio criminoso no Gran Circus Norte-Americano, em Niterói, que deixou centenas de mortos. Datrino abandonou empresa, mulher e filhos e foi montar um jardim sobre cinzas do circo. Considerado louco por uns e poeta por outros, viveu anos como andarilho, fazendo pregações pela cidade, distribuindo flores e deixando mensagens de amor e solidariedade nas pilastras do Viaduto do Gasômetro, no centro do Rio. Apesar de o governo planejar a remodelação da área, com o fim da Perimetral, todas as pilastras com escritos serão preservadas.

Segundo um dos coordenadores da companhia circense, Vinícius Daumas, a ideia da montagem foi inspirada na leitura do livro UNIVVVERRSSO GENTILEZA, de Leonardo Guelman. “A gente hoje faz com o circo aquilo que ele fez durante muitos anos sozinho, tentando passar mensagem de gentileza, de amor. Parece um ciclo que se fecha, é a volta do profeta ao circo, mas não um circo queimado, e sim vivo”, disse Daumas. Trata-se da segunda montagem da peça, encenada pela primeira vez em 2008.

Vida. No palco, 15 artistas fazem referência a esses e outros episódios do “profeta”, como internação em hospitais psiquiátricos e restauro de seus escritos após a Companhia de Limpeza Urbana “limpar” o viaduto em 1997. Muitos dos jovens artistas são provenientes de comunidades carentes da capital e litoral fluminense que participam do Programa de Formação do Artista de Circo, da Crescer e Viver.

Crianças montam banda de rua para juntar dinheiro para a universidade

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MINI ATTACK, BANDA DE RUA FORMADA POR CRIANÇAS NA INGLATERRA (FOTO: REPRODUÇÃO)

Publicado originalmente na Época Negócios

Os irmãos gêmeos Raul e Jacob Gibson e a amiga Molly Hardwick, com 11 anos de idade cada um. Esta é a formação da Mini Attack, uma banda formada para tocar nas ruas de Bristol, na Inglaterra, um modo que as crianças encontraram para conseguir dinheiro suficiente para pagar os estudos em universidades. Que tem dado certo.

Em uma única sessão, a mais rentável até agora, o trio conseguiu cerca de 200 libras, equivalentes a R$ 657. “As crianças estão cientes de quão caro uma universidade irá custar, e eles sabem que se fizerem o que estão fazendo tornarão as coisas muito mais fáceis”, disse Nick, pai de Raul e Jacob, ao jornal britânico Telegraph.

GÊMEOS RAUL E JACOB GIBSON E A AMIGA MOLLY HARDWICK (FOTO: REPRODUÇÃO)

“Eles estão tendo um retorno inacreditável nas ruas, conseguindo a atenção instantânea de multidões no centro da cidade para vê-los. Isso está dando a eles uma grande confiança, e quanto mais eles tocam mais eles sentem que podem vencer qualquer desafio”, acrescentou o pai dos dois meninos, que cantam e tocam guitarra e percussão.

O sucesso da banda chegou à internet. O Mini Attack montou um canal no YouTube e perfis no Twitter e no Facebook. Os “shows” começaram a ser realizados nas ruas em julho deste ano, e desde então a média é de aproximadamente 100 libras, ou R$ 328, por semana. As redes, então, serviram para aumentar a atenção sobre as crianças.

A repercussão possibilitou às três crianças conhecer o cantor Ed Sheeran, um britânico que também ganhou espaço na música depois de começar tocando nas ruas. Os três foram tocar com ele em um casamento e passaram algumas horas aprendendo com ele alguns truques para tocar na cidade.

Quixadá inaugura estátua da escritora Rachel de Queiroz

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Gladson Martins, Hidário Matos e Clébio Viriato ao lado da estátua que homenageia a escritora que projetou a vida sertaneja pelo mundo da literatura, se tornando imortal da Academia Brasileira de Letras FOTO: ALEX PIMENTEL


Alex Pimentel, no Diário do Nordeste

Após uma semana de expectativa, admiradores da cultura e da literatura nacional participaram da festa de aniversário da escritora Rachel de Queiroz na Praça da Cultura, no Centro de Quixadá. Era o encerramento da I Semana Rachel de Queiroz. Na abertura da noite comemorativa, os presidentes da Associação de Cinema e Vídeo de Quixadá (ACVQ), Gladson Martins e da Rede de Atenção Cego Aderaldo (RACA), Hidário Matos, e ainda o idealizador e um dos produtores do projeto, o cineasta e escritor Clébio Viriato Ribeiro, entregaram à cidade a escultura de bronze da ilustre escritora.

Na solenidade, além de “vivas” para a aniversariante, uma chuva de papel laminado abrilhantou ainda mais o entrono do Chalé da Pedra, atualmente Memorial da “imortal” da Academia Brasileira de Letras (ABL).

Sobrinhos e amigos pessoais de Rachel de Queiroz foram convidados a descerrar a estátua de bronze, sentada em banco de praça, obra do escultor Murilo Sá Toledo. O sobrinho da escritora, economista Manuel de Queiroz Salec, viajou do Rio de Janeiro a Quixadá para representar a família. Uma caravana de moradores partiu da Fazenda Não me deixes à Praça da Cultura para render homenagens.

Um deles foi o vaqueiro Francisco José Dias, hoje com 74 anos de idade. Ele disse ter convivido por mais de 30 anos com a escritora, no seu recanto predileto. “Uma patroa simpática e de vida simples. Ela adorava acordar com o canto da passarada e acompanhar o por do sol do alpendre da fazenda, sentadinha desse jeito aqui, com elegância”, recordou Dias apontado para a estátua da escritora.

Os três promotores da Semana Cultural pretendem incluir o evento no calendário cultural de Quixadá. O futuro prefeito, o comerciante João Hudson Bezerra, participou da festa e acenou para a continuidade da proposta cultural. No próximo ano, no mesmo período, todos já estarão familiarizados com o conjunto de obras da personagem histórica. Conforme o representante da RACA, Hidário Matos, a proposta inicial era acomodar a escultura de bronze no patamar de acesso ao Chalé, junto à escadaria, ao lado do benjamim, uma das flores prediletas da escritora.

Especial

Todavia, o escultor convenceu os organizadores a instalar a estátua no jardim, mais abaixo, com vista para a porta do Centro Cultural. “Seria apenas mais uma obra dentro do Chalé, mas fora, é um monumento, muito especial”, argumentou o escultor tendo seu pedido atendido.

No local onde foi instalado, em breve, o banquinho da escritora será uma das principais atrações turísticas da cidade. Receberá a mesma atenção da existente na Praça dos Leões, em Fortaleza. Hidário Matos disse ter acompanhado a reação do público ao lado da replica da escultura da escritora, na Capital.

“A reação das pessoas é interessante. Alguns fazem carinho, outros rezam, também aparece gente pra conversar e até para xingar, mas não é com Rachel de Queiroz não. A revolta é com quem se mete a ser escritor mas acaba com a gramática brasileira”, disse. E mal bastou a ilustre escritora “sentar” no banco da Praça da Cultura, em Quixadá, para o público começar a fazer fila para ficar ao lado dela. Alguns, para dar os parabéns.

A festa de aniversário dela continuou com o lançamento do livro “A filha do sertão”, de Clébio Ribeiro e Gladson Martins, também assinado por um leque de escritores, dentre eles a irmã Maria Luiza de Queiroz, Vania Dummar, Aurora Duarte, Francis Vale, Caio Quinderé, Cecília Cunha, Miriane Peregrino, Angélica Nogueira, ainda a jovem escritora Bruna Borges e o cordelista e poeta popular Miguel Peixoto, in memoria. O exemplar trás fragmentos do convívio e de homenagens, alguns em formato poético e de cordel. No texto é relembrada a data de nascimento, 17 de novembro. N último sábado, completaria 102 anos .

Os grupos culturais Xique-Xique, de Canindé, da Fundação Cultural Francisco Fonseca Lopes, de Caridade, e os shows “Aboios, o som do sertão” com a Mestre da Cultura Diná Martins e os Vaqueiros, de Canindé, ainda a banda Dona Zefinha, de Itapipoca, encararam a programação cultural. O público adorou. Queriam mais.

Conforme Clébio Ribeiro, se depender dos organizadores, na semana de aniversário de Rachel de Queiroz, mais uma vez serão realizados seminários, mesas redondas, mostra cinematográfica e espetáculos em tributo a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, quixadaense do coração.

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