Contando e Cantando (Volume 2)

Posts tagged sonho

Your Name | Verus Editora lançará livro em versão física e digital

0

Publicado no Trecobox

A Verus Editora (selo do Grupo Editorial Record) lancará o título Your Name, de Makoto Shinkai, em versão física e digital. O produto encontra-se em pré-venda na Amazon BR.

A versão digital estará disponível a partir de 15 de outubro ao preço de R$ 22,90 e a versão física a partir de 21 de outubro ao preço de R$ 29,90.

O livro físico terá o formato 14 x 21 cm, com um total de 192 páginas e tradução de Karen Kazumi Hayashida (a mesma tradutora do mangá).

Sinopse oficial: Mitsuha é uma estudante que vive em uma pequena cidade nas montanhas. Apesar de sua vida tranquila, ela sempre se sentiu atraída pelo cotidiano das grandes cidades. Um dia, Mitsuha tem um sonho estranho em que se torna um garoto. No sonho, ela acorda em um quarto que não é dela, tem amigos que nunca viu e passeia por Tóquio. E assim aproveita ao máximo seu dia na cidade grande, onde ela adoraria viver.

Curiosamente, um estudante chamado Taki, que mora em Tóquio, também tem um sonho estranho: ele é uma garota que mora em uma cidadezinha nas montanhas. Qual é o segredo por trás desses sonhos tão vívidos?

Assim começa a fascinante história de dois jovens cujos caminhos nunca deveriam ter se cruzado. Compartilhando corpos, relacionamentos e vidas, eles se tornam inextricavelmente ligados — mas há conexões verdadeiramente indestrutíveis na grande tapeçaria do destino?

O filme Your Name foi lançado originalmente em 2016. Com direção do aclamado diretor Makoto Shinkai, o longa fez um estrondoso sucesso ao redor do mundo e tornou-se a maior bilheteria da história do Japão.

Em 2017, a Editora JBC lançou a versão em mangá de Your Name em um total de três volumes.

Atualmente, o filme encontra-se disponível no catálogo da Netflix.

Escritor que virou agricultor realiza sonho doando fazenda para UFSCAR

0
Raduan Nassar escreveu apenas três livros, mas sua obra é um marco na literatura brasileira (Crédito: Arquivo/Divulgação)

Raduan Nassar escreveu apenas três livros, mas sua obra é um marco na literatura brasileira (Crédito: Arquivo/Divulgação)

 

Raduan Nassar deixou a vida literária para se tornar agricultor. Em 2012, ele doou a fazenda Lagoa do Sino para Universidade Federal de São Carlos.

José Hamilton Ribeiro, no G1

O escritor Raduan Nassar doou sua fazenda, chamada Lagoa do Sino, em Buri, no sudoeste de São Paulo à Universidade Federal de São Carlos. Nela está sendo estabelecido um complexo educacional de nível superior voltado para os problemas da produção rural da região.

José Hamilton Ribeiro levanta a relação da fazenda com o famoso livro do escritor: “Lavoura Arcaica”. A obra conta na primeira pessoa a história de um jovem perturbado com seu drama, o conflito com o pai, suas paixões e até sua doença. Mas corre ao longo do livro, um cenário da vida simples na roça.

Raduan Nassar ganhou recentemente o Prêmio Camões, de Portugal. O maior prêmio para quem escreve em português. Isso depois de receber o prêmio da Academia Brasileira de Letras e outras distinções nacionais.

Com base no livro foi feito um filme de mesmo nome, com Selton Mello no papel do filho inquieto e o Raul Cortez como pai conservador e rígido.

De uma família de imigrantes libaneses, Raduan Nassar nasceu em Pindorama, no oeste de São Paulo. Desde cedo, desenvolveu o gosto pela criação de animais. Após 20 anos com a família já com loja rica em São Paulo, passou um tempo no exterior. De volta ao Brasil, inicia em Cotia, em SP, uma grande criação de coelhos. Deixa depois a criação para tocar uma empresa da família, até que tira um tempo para escrever ‘Lavoura Arcaica’ e outros escritos. Em 1984, beirando os 50 anos – e já um escritor consagrado com livros publicados em várias línguas – duas coisas: rompe com a literatura, não escreve mais; e a partir daí, se dedica à fazenda Lagoa do Sino por mais de 30 anos.

Raduan Nassar não gosta de aparecer e também não dá entrevista, mas aceitou receber o Globo Rural pra uma conversa informal e escreveu um texto especial para a reportagem: “Abandonei a literatura há mais de trinta anos, o motivo não vem ao caso. Depois de adquirir a Fazenda Lagoa do Sino, em 1984, mergulhei de cabeça na área rural. A fazenda encontrava-se abandonada, amplos espaços ocupados por grama batatais, e mesmo indaiá, o rasteiro. A lidar também com terra vermelha de campo, mista, um tanto mais pra argilosa.

Os primeiros tempos foram muito difíceis, erros foram cometidos acompanhados de prejuízos. Poucos anos depois, contava com ótima equipe. Além de contínuas correções do solo, com calagem, incorporação de matéria orgânica, inclusive esterco frio de galinha, além de nutrientes químicos, a coisa começou a engrenar, a ponto de chegarmos a índices de produtividade em grãos entre os melhores da região”.

Depois de uma safra excelente, uma decisão surpreendente de Raduan mudou muito o cotidiano da Lagoa do Sino.

Em 2012, ele a doou de papel passado, uma parte pra seu funcionário de confiança, o Nilton. Outra parte maior pra Universidade Federal de São Carlos.

Uma exigência do Raduan na doação: a fazenda teria que abrigar uma universidade, com vários cursos ligados ao campo e às ciências da natureza e com foco na agricultura familiar. No local funciona o Campus Lagoa do Sino da UFSCAR e a fazenda, grande produtora de grãos, hoje também produz conhecimento

Além da movimentação econômica na região, filhos de agricultores e moradores locais hoje também têm onde estudar. Os agricultores familiares também ganharam mais assistência técnica para melhorar seu negócio.

Aos 56 anos, aposentada realiza sonho de cursar veterinária

0
Rosangêla realizou sonho de estudar veterinária aos 56 anos (Foto: Arquivo Pessoal/ Rosângela Goemeri)

Rosangêla realizou sonho de estudar veterinária aos 56 anos (Foto: Arquivo Pessoal/ Rosângela Goemeri)

 

Publicado no Inquietaria

Aos 56 anos, Rosângela Baroni Goemeri resolveu realizar seu sonho de cursar medicina veterinária.

Aposentada e finalmente com os dois filhos criados estudando fora, a moradora de Avaré ingressou no curso no início do ano.

vet-CAPA

“Só em outra vida ia conseguir estudar veterinária, eu achava. Mas acabou que no fim do ano passado, depois da morte da minha mãe, de 96 anos, que eu cuidava e dos meus dois filhos irem estudar na Unesp de Ilha Solteira, vi que as coisas se encaixaram para voltar a estudar. Meus filhos e marido me apoiaram quando decidi entrar na faculdade e resolvi ir atrás”, conta em entrevista ao G1.

img-20160818-wa0011

Apaixonada por animais desde sua infância, na época do ensino médio não existia o curso em sua região e então optou por educação artística entre os anos de 1977 e 1979.

“Porém, não exerci a profissão porque passei em um concurso público para trabalhar em um banco. Fiz outras coisas na vida, me casei e tive os filhos. Mas desde a infância queria fazer veterinária e sempre gostei de animais, tanto é que tenho quatro gatos, um cachorro e uma égua que deixo em uma fazenda. Foram 40 anos de espera por esse momento”, ressalta.

Ela tirou a maior nota entre os candidatos que prestaram o mesmo vestibular. E em 1º de fevereiro deste ano, teve sua primeira aula, um incrível presente para celebrar também seus 30 anos de casada.

“Consegui tirar a maior nota mesmo sem ir à escola há 40 anos. Estudei e consegui passar. Como estava feliz no primeiro dia de aula, algo que tanto sonhei. Sem contar que foi no dia de aniversário de 30 anos de casamento. Eu participei do trote como qualquer outro aluno, levei ovada e até farinha. Falo para os meus amigos de sala que sou como um deles, porque a faculdade me rejuvenesceu muito. Hoje tenho cabeça de 18 e ‘corpinho’ de 55 anos”, brinca.

Após um semestre de aulas, passou sem dependência nenhuma, mesmo sentindo dificuldades em matérias como biologia e química.

“Estudo para que um dia possa ser uma ativista que cuida de animais de rua com conhecimento veterinário. Muitas pessoas que fazem essas atitudes, como recolher e cuidar de abrigos, não têm conhecimento. Aí elas procuram um profissional que muitas vezes não é achado e que em outras situações cobra muito caro pelo serviço”, finaliza.

img-20160818-wa0008

Dona de casa que estudou até 4ª série, vence os “nãos” e vira escritora aos 80 anos

0

Ela tinha o sonho de ser missionária e de escrever livros e só foi realizá-los 60 anos depois

Maressa Mendonça, no Correio do Estado

Bárbara lançou o primeiro livro quando tinha 80 anos (Foto: Maressa Mendonça/Portal Correio do Estado)

Bárbara lançou o primeiro livro quando tinha 80 anos
(Foto: Maressa Mendonça/Portal Correio do Estado)

Ela adiou os sonhos por mais de sessenta anos, depois de ouvir o “não” do pai dela e o conselho do marido. Aos 13 ela queria levar aos desconhecidos as palavras de vida e esperança que tinha aprendido com missionários evangélicos, mas não teve autorização. Queria escrever livros também, mas disseram que ela não tinha conhecimento suficiente para isso.

As vontades dela acabaram se concretizando na construção de uma igreja em Aporé (GO) e em três publicações, todas escritas em Campo Grande (MS), onde mora atualmente.

Nascida e criada em fazenda, Bárbara Cândida e Silva, de 85 anos, estudou até a 4ª série. Nessa época ela deu início ao hábito que manteria durante toda a vida: de anotar acontecimentos importantes e impressões sobre o cotidiano em um caderno.

FATOS MARCANTES

Dentre as anotações, a história do doloroso “não”, dito pelo pai. Ele havia revelado a ele o sonho de estudar e ser missionária, deixando a fazenda para morar em um internato em São Paulo. “Filha, eu te amo muito, mas se você for, não conta mais comigo, nunca mais! Vou deixar de ser seu pai!”, ouviu como resposta.

Naquele momento, o sonho parecia ter chegado ao fim. Ela não questionou, só chorou muito.

Três anos depois, com 16, Bárbara se casou com o homem que a presenteou com um broche em forma de telefone. Antes do matrimônio, os dois se conversavam por cartas e o romance foi tomando forma e laços cada vez mais fortes.

Já casada, Dona Bárbara tentou buscar apoio do marido amado para concretizar esse projeto de vida. A opinião dele não agradou tanto. ​

Ele tentou convencê-la a esquecer desse sonho e ainda disse que se fosse adiante poderia se frustrar por não ter capacidade e ficar envergonhada pela falha. “Os erros de ortografia não seria perdoados pelos leitores”, dizia.

O marido já é falecido. A separação física aconteceu há 38 anos, mas o sentimento de união perpetua. E o símbolo desse amor é justamente aquele broche recebido como presente, guardado com muito carinho até hoje.

Com o marido Ronan Rezende, ela teve seis filhos: Alvacir, Daniel, Lídia, Ester, Sarah e David. Mãe e dona de casa em tempo integral, ela ainda organizava o tempo para exercer outras atividades como a de costureira, confeiteira e até professora de crianças em uma escola de Cassilândia, a 425 km de Campo Grande, onde morou durante 62 anos.

Somado ao “não do marido”, a rotina de Bárbara era cheia, mas não era suficiente para apagar a vontade de escrever um livro, que como ela descreve era um sentimento “indomável”.

OS LIVROS

Os filhos cresceram, a viuvez chegou e ela se viu com tempo suficiente para organizar os pensamentos rabiscados em cadernos.

As histórias da infância se transformaram no livro “Pegadas que Falam”, o primeiro lançado pela escritora, quando tinha 80 anos. Depois, veio “A voz que aquece o coração”, com mensagens bíblicas comentadas pela autora. O último foi “A Ponte”, obra que reúne a história do município de Aporé (GO), onde ela nasceu.

Ao contrário do que ela pensava, os livros foram bem aceitos pelos leitores. “Não imaginava, não. Tinha vontade, mas não tinha esperança. Achava que, porque eu não tinha estudado, não tinha cultura, era impossível”.

Sobre os erros de ortografia, ela descobriu que não são publicados. “A gente escreve errado, mas o computador corrige. Depois vem a editora e coloca em ordem, mas a ideia da gente vai, está toda ali”, declara Bárbara, que ainda mantém o hábito de escrever rascunhos no caderno, antes de passar para o computador.

Ela conta que já tem outro livro em andamento. Desta vez, será sobre gastronomia. “Enquanto tiver condições, vou escrever”, diz.

Aos 76 anos, idosa faz Enem pela sétima vez: ‘nunca vou desistir’

0

Osmarina Duarte é aposentada e divide os afazeres de casa com os estudos.
Veterana de seis edições do Enem, idosa se mostra otimista para este ano.

img_9610

Publicado em G1

Otimismo e persistência não faltam para a aposentada de 76 anos Osmarina Duarte de Sousa, que mora na Zona Sudeste de Teresina. Mesmo depois de participar de seis edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a idosa não desanimou e pela sétima vez vai enfrentar a maratona de provas do exame que será realizada neste fim de semana.

A aposentada que mora no bairro Deus Quer, Zona Sudeste da capital piauiense, esbanja descontração. Ela contou ao G1 que tem feito o que pode para se preparar para o exame. Além das aulas no turno da noite, ela divide os afazeres de casa e aproveita o tempo livre para revisar os conteúdos. É comum, segundo ela, ficar até tarde da noite estudando.

“Nunca vou desistir de estudar. Faço preparatório todos os anos, estudo muito e os professores me ajudam. As pessoas perguntam o que eu ainda estou fazendo na escola, mas a vida é assim não se pode parar de estudar. Acordo de manhã cedo e cuido dos afazeres de casa, depois volto aos estudos. Estudar muito é só o que eu tenho feito”, contou.

Osmarina Duarte foi alfabetizada ainda nos seus 60 anos e vê no Enem uma porta para um futuro melhor. Ela conta que seu sonho sempre foi entrar na faculdade e que não tira da cabeça o desejo e a vontade de ser professora de geografia.

“Eu era analfabeta. Trabalhei por muito tempo na roça com meus pais e não tive tempo para estudar como hoje os jovens têm. Vim morar no Piauí, terminei os estudos e aqui continuo me preparando para o vestibular. Meu sonho é esse, entrar na faculdade, e estou muito confiante de que vou conseguir esse ano, e se conseguir ficarei muito feliz”, disse.

Questionada se sua história de determinação, por estar focada nos estudos, serve de exemplo para outros estudantes, ela foi modesta. Preocupada com candidatos que não tenham dado a importância necessária ao exame, ela aconselha e pede que os estudantes mais jovens aproveitem ao máximo o tempo que tiverem livre.

“Existem muitas pessoas que têm maior facilidade em aprender, tirar boas pontuações no Enem, e passar. Já outras, como eu (risos), têm dificuldade. O tempo e a idade não voltam mais. Quanto mais você puder aproveitar para estudar, melhor. Quando vai passando o tempo você vai perdendo o pique e tudo fica perdido. É preciso que os jovens se preocupem com os estudos”, contou dando conta que não para porque precisa exercitar a mente.

Realização das provas
As provas do Enem acontecem neste fim de semana, no sábado (24) e domingo (25). No primeiro dia, as provas com questões de ciências humanas e ciências da natureza terã duração máxima de 4 horas e 30 minutos. Já no segundo dia, o tempo de duração é de 5 horas e 30 minutos para serem respondidas questões de linguagens, matemática e redação.

O candidato só pode sair do local das provas após duas horas do início do exame. Os candidatos que quiserem levar o caderno de questões para casa tem que esperar até 30 minutos antes do término da prova.

Abertura dos portões
Por conta do horário de verão, no Piauí, os portões dos locais de aplicação das provas serão abertos uma hora mais cedo porque a realização do exame segue o horário de Brasília. Enquanto nos estados que aderiram ao horário de verão os portões se abrem ao meio dia e fecham às 13h, no Piauí os portões serão abertos às 11h e fechados ao meio dia.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) orienta que os candidatos cheguem com pelo menos uma hora de antedecência e que visitem o local de realização da prova dias antes para que o candidato não perca o caminho.

Cartão de inscrição do candidato
Neste ano o Inep não enviou pelos Correios o cartão de confirmação da inscrição. O acesso ao cartão do candidato está sendo feito através da internet. É através dele que o candidato fica sabendo em qual escola vai fazer o exame.

O cartão deve ser baixado ou consultado diretamente no site do Inep. Segundo o órgão, o cartão não é obrigatório ou requisito para fazer a prova, mas é preciso que o candidato leve anotado dados como o endereço, andar, número da sala e o número do candidato, além dos documentos de identificação.

Documentos obrigatórios
Segundo o edital do Enem, os documentos de identidade previstos são: documento de cédula de identidade (RG) expedida pelas Secretarias de Segurança Pública, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar, e pela Polícia Federal; identidade expedida pelo Ministério da Justiça para estrangeiros; identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes que por lei tenham validade como documento de identidade; Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), emitida após 27 de janeiro de 1997; Certificado de Dispensa de Incorporação; Certificado de Reservista; passaporte; Carteira Nacional de Habilitação com fotografia, na forma da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997; e identidade funcional em consonância com o Decreto nº 5.703, de 15 de fevereiro de 2006.

Alimentação
Água e comida não são proibidas. O candidato deve se preocupar com sua própria alimentação durante a prova.

Punição para faltas no Enem
Quem for liberado da taxa e faltar nos dois dias do exame em 2015 terá obrigatoriamente que pagar a inscrição em 2016.

Funções do Enem
O Enem é usado como critério de entrada em diversos programas federais. A prova substitui vestibulares no acesso a instituições federais de ensino superior. Também são exigidas as notas do Enem para o candidato que pretende uma bolsa de estudos pelo ProUni, para quem quer uma vaga gratuita no ensino técnico pelo Sisutec ou para quem vai tentar financiamento estudantil pelo Fies.

Quem tem mais de 18 anos pode usar o exame nacional para obter o diploma do ensino médio. E quem já está na faculdade precisa de boas notas no Enem para concorrer a bolsas de estudos no exterior pelo Ciência sem Fronteiras.

Go to Top