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20 livros para ler antes de abrir o seu próprio negócio

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20 livros para ler antes de abrir o seu próprio negócio  |  Fonte: Shutterstock

20 livros para ler antes de abrir o seu próprio negócio | Fonte: Shutterstock

 

Publicado no Universia Portugal

Começar um negócio próprio requer muita dedicação e preparação. Por isso, estar pronto para encarar desafios é essencial na vida de qualquer empreendedor. Muitos dos grandes empresários não têm formação universitária e muitas vezes trilharam caminhos difíceis. Nada melhor do que aprender com aqueles que já estiveram na situação em que se encontra agora. Selecionámos 20 livros que o vão ajudar a dar o passo inicial. Saiba quais são:

1. Will it fly?, de Thomas K. McKnight

A primeira questão levantada por aqueles que decidem abrir seu próprio negócio é “será que vai dar certo?”. Para fazer o seu negócio arrancar, McKnight escreveu o livro “Will it fly?”, em tradução literal “Será que vai voar?” com 44 capítulos de dicas pessoais e profissionais para quem quer ter sucesso como empreendedor.

2. Sorte ou talento, de Bo Peabody

Ser bem-sucedido é uma questão de sorte ou talento? Esta é a questão levantada por Bo Peabody no seu livro, que visa ajudar aqueles que querem abrir o seu próprio negócio mas não sabem exatamente como. O autor defende que os dois conceitos caminham lado a lado, já que é preciso ser suficiente inteligente para perceber o momento em que a pessoa está a ter sorte para continuar a avançar.

3. The Fire Starter Sessions, de Danielle LaPorte

Se ainda não teve coragem de dar o primeiro passo para abrir o seu negócio, o texto de LaPorte é o impulso que lhe estava a faltar. Cheio de frases motivacionais, o livro conta com 16 sessões que o ajudarão a iniciar a sua nova etapa.

4. Consultor de Ouro, de Alan Weiss

Considerado a “bíblia” dos empreendedores, o livro de Weiss ajuda os empresários a colocar os conceitos em prática: dicas de como montar o seu escritório e até o modo mais eficiente de distribuir funções estão descritos no texto que deu ao autor o título de “Estrela dos negócios”.

5. Start Run & Grow a Successful Small Business, de Toolkit Media Group

O passo a passo para montar o seu pequeno negócio está no livro de Toolkit Media Group, que ensina técnicas de planeamento e de estudo de mercado entre outros recursos necessários para sobreviver no meio.

6. O Executivo Descalço, de Carrie Wilkerson

Se a sua ideia é iniciar um projeto em casa ou online, este é o livro ideal para si. A história de Wilkerson, juntamente com os métodos utilizados pelo autor para estabelecer a sua própria fonte de rendimento servem como norte a todos aqueles que desejam seguir o mesmo caminho que ele.

7. The Business Start-Up Kit, de Steven D. Strauss

Em tradução literal “O kit para começar negócios”, foi escrito por Strauss, colunista no site USAToday.com e uma das maiores autoridades norte-americanas sobre pequenos negócios. Além de dicas e métodos, o livro serve como grande apoio àqueles que desejem iniciar o seu próprio negócio.

8. Start Your Own Business, de Rieva Lesonsky

Juntamente com os editores da revista Entrepreneur, Lesonsky escreveu um livro sobre as primeiras iniciativas a serem tomadas por aqueles que desejam começar o seu próprio negócio. Com mais de 200 mil cópias vendidas, o livro tem como slogan a promessa “O único livro de iniciação de que vai precisar – isso porque o seu negócio vai dar certo!

9. A arte do começo, de Guy Kawasaki

Com dicas que vão desde como economizar dinheiro até como motivar a sua equipa, o livro de Kawasaki é um manual para iniciantes no empreendedorismo que auxiliará todos aqueles que resolvam arriscar nos negócios.

10. Fuga da Nação dos Cubículos, de Pamela Slim

Guia e motivação são palavras -have para descrever “Fuga da nação dos cubículos”. O livro foi escrito para aqueles que, embora estejam no escritório e trabalhando para um chefe, sonham em começar o seu próprio negócio. Nele, Slim dá dicas de como atrair clientes e manter-se no mercado de trabalho.

11. Guia Prático de Planeamento de Negócios, de David H. Bangs Jr.

Bangs Jr., banqueiro e empresário, escreveu este guia visando ajudar todos aqueles que são iniciantes no mundo dos negócios. Modos de encarar oportunidades a adversidades, como analisar possíveis fraquezas e pontos fortes dentro do próprio negócio, além da análise de mercado são temas abordados no livro.

12. Startup from the Ground Up, de Cynthia Kocialski

Para aqueles que querem começar o seu próprio negócio, mas não fazem ideia do caminho a seguir, o livro de Kocialski é perfeito. Nele, é possível aprender a transformar uma grande ideia num grande negócio, além de dicas para montar a sua equipa.

13. The $100 Startup, de Chris Guillebeau

Começar um negócio não é fácil. Com apenas 100 dólares parece impossível. Não para Guillebeau, o autor e empresário conta como é possível ser um empreendedor com um investimento inicial de apenas US$100,00, e ainda a ter prazer ao trabalhar.

14. A Startup Enxuta, de Eric Ries

Para os interessados em negócios que envolvem a tecnologia, o livro de Ries é a opção correta. Aqui aprende a manter-se atualizado na era digital. O livro dá ainda de como se manter competitivo no mercado perante tantos concorrentes.

15. O Mito do Empreendedor, de Michael Gerber

O livro de Gerber vai guiá-lo num passo a passo da elaboração do seu negócio: desde o nascimento da ideia, até ao estabelecimento e sucesso do empreendimento no mercado.

16. Startup: Manual do Empreendedor, de Steve Blank

A quase enciclopédia de Blank será o braço direito para aqueles que desejam abrir a sua própria empresa. O livro traz o princípio científico de testar e de falhar para os negócios, e garante a fórmula para o sucesso. Este é considerado um dos melhores livros com dicas práticas disponíveis.

17. Rework, de Jason Fried e David Hansson

Os autores apontam estratégias e filosofias a serem adotadas pelas novas empresas a fim de obterem resultados positivos. Dicas de como começar e manter-se no mercado também estão descritas nas páginas do livro.

18. Trabalhe 4 horas por semana, de Timothy Ferriss

Em tom divertido e interessante, o livro de Feriss faz-nos questionar: “Não serei demitido trabalhando apenas quatro horas por semana?” A resposta é simples: não, se for você o chefe! Para isso, o livro estabelece dicas para aqueles que desejam abrir o seu próprio negócio.

19. Flying Without a Net, de Thomas J. DeLong

O livro de DeLong não fala especificamente de como começar um negócio, contudo, dá dicas de como se deve manter firme num mercado com tantos concorrentes e práticas que encorajam a fazer as coisas certas e bem-feitas.

20. Founders at Work, de Jessica Livingston

A coleção de entrevistas com fundadores de grandes e multimilionárias empresas, feitas por Jessica Livingston contém muito mais inspiração do que informações técnicas. Descobrir com grandes empreendedores transformaram suas ideias em milhares de dólares vai motivá-lo a ser o próximo empreendedor bem-sucedido.

Jornalões com Alzheimer: esqueceram para que servem

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Alberto Dines, no Observatório da Imprensa

No mundo líquido do consumismo, uma conjuntura local marcada por lapsos e berloques.

O filósofo Zygmund Baumann define a pós-modernidade como aquosa, amórfica, sem coesão ou vontade. Temos a sorte de nos alhear desta liquidificação generalizada graças a um desses surtos de voluntarismo que periodicamente nos distanciam dos valores permanentes e nos aninham no mundinho da mundanidade e das nano-satisfações. E como a telenovela das 9 está prestes a terminar, as angústias nacionais estão com os dias contados.

A descartabilidade dos nossos jornalões, imposta no fim de abril, não mudará o nosso destino, mas vai alterar nossa capacidade de perceber a rota que percorremos. Evidentemente, não foi o fim do suplemento “Sábatico” ou a violenta compressão no espaço noticioso do Estado de S.Paulo que operaram a transformação. O secular diário paulistano é apenas um dos três de referência nacional (quatro, contando com o especializado Valor Econômico), mas o seu encolhimento foi letal, multiplicado pelo mimetismo. Seus concorrentes não vestiram luto, ao contrário, espalharam serpentina e confete, exultantes com a oportunidade de imitá-lo. Nivelar por baixo não é próprio dos setores de ponta do processo econômico – mas quem disse que a indústria de mídia é hoje um setor de ponta?

Numeralha

Como era previsto, nossa imprensa não apenas emagreceu, encurtou ou perdeu o fôlego. Está com Alzheimer – não se reconhece, perdeu as referências, não sabe quem é, nem o que dela se espera. Faz ruído por obrigação, extremamente seletiva na escolha do que badalará. Num mundo cada vez mais expandido, com possibilidades ilimitadas de produzir nexos e conexões, aumentam os pontos cegos e zonas de silêncio. As pautas e primeiras páginas (salvo catástrofes) são rigorosamente previsíveis.

O perigo da liquefação apontado por Baumann não é cogitado, não cabe, inexiste. Dondocas e consumidores são incapazes de entendê-lo. A numerologia virou culto, há jornais e revistas que se comprazem em colocar apenas números como títulos, desacompanhados de palavras ou referências. Breve teremos um jornal denunciando em manchete “53,97% !!!” O concorrente responderá: “Mentira! 84,23%”. A polêmica será dirimida no STF.

Homem compra livro de Martin Luther King e descobre dedicatória e autógrafo do autor

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Título original “Compra livro de Luther King por 3,5 dólares e descobre dedicatória e autógrafo do autor”

Álvaro Cerqueira no PT Jornal

livro luther king

 

Um jovem comprou pela Internet uma cópia do livro ‘Força para Amar’, por 3,5 dólares (cerca de três euros). A surpresa veio a seguir: ao folhear o livro, descobriu uma dedicatória com autógrafo de Martin Luther King. Especialistas consideram que o livro deve valer uma pequena fortuna.

Pagou um valor quase simbólico pela publicação e terá feito o melhor negócio da sua vida… Comprou através da Internet uma cópia do livro de Martin Luther King, ‘Força para Amar’ e descobriu que o livro tem dedicatória do autor, com assinatura.

Mesmo sem este ‘pormenor’, o livro foi uma autêntica pechincha, porque é muito procurado quer por devoradores de livros, quer por colecionadores e, naturalmente, por apreciadores da escrita de Luther King. ‘Força para Amar’ é uma publicação histórica, com data de 1963.

A veracidade da assinatura do ativista afroamericano não é posta em causa: as semelhanças entre a assinatura de Martin Luther King e aquela que surge no livro são enormes.

O comprador anunciou o negócio na rede social Reddit, onde fala de “um dos maiores momentos de sorte” da sua vida.

Hemingway, Faulkner e algumas patadas

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Almir de Freitas, no  Não me Culpem pelo Aspecto Sinistro

Escritores, como se sabe, podem ser irritantemente geniosos; se também geniais, pode ser que acabem engraçados. Para ser justo, a maioria presente no primeiro volume do novo As Entrevistas da Paris Review, recém-publicado pela Companhia das Letras (464 págs., R$ 58) encara as perguntas com seriedade e polidez. Mas dois pelo menos não estavam (ou estavam) no melhor de seu humor: Ernest Hemingway e William Faulkner — por coincidência, dois autores que não se bicavam. Azar dos entrevistadores, sorte dos leitores. A seguir, alguns highlights.

ENTREVISTADOR: O senhor recomendaria para o escritor jovem o trabalho no jornalismo? Sua experiência no Kansas City Star lhe foi de alguma ajuda?

HEMINGWAY: No Star você era obrigado a aprender a escrever uma sentença declarativa simples. Isso é útil para qualquer um. O jornalismo não faz mal a escritor jovem, e pode ajudá-lo se ele sair dele a tempo. Isto é um dos clichês mais surrados que existem, e peço desculpas por usá-lo. Mas, quando você faz perguntas velhas e batidas, expõe-se a receber respostas velhas e batidas.

(…)

ENTREVISTADOR: É fácil para o senhor mudar de um projeto literário para outro, ou o senhor continua até o fim aquilo que começa?

HEMINGWAY: O fato de ter interrompido trabalho sério para responder estas perguntas prova que sou tão burro que deveria ser seriamente castigado. E serei, não se preocupe.

(…)

ENTREVISTADOR: Como nomeia seus personagens?

HEMINGWAY: Da melhor maneira que posso.

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ENTREVISTADORA: Algumas pessoas dizem que não conseguem entender o que o senhor escreve, nem mesmo depois de ler duas ou três vezes. O que o senhor poderia lhes sugerir?

FAULKNER: Que leiam quatro vezes.

(…)

ENTREVISTADORA: Muitos escritores contemporâneos citam Freud como uma influência. O senhor também?

FAULKNER: Todo mundo falava sobre Freud quando eu morava em Nova Orleans, mas nunca o li. Shakespeare tampouco o leu. Duvido que Melville o tenha lido, e estou certo de que Moby Dick não o leu.

dica do Tom Fernandes

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