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Stranger Things | Matt Duffer fala sobre conexão entre Bob e o palhaço Pennywise

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[Cuidado com spoilers leves de Stranger Things abaixo]

Camila Sousa, no Omelete

Em uma entrevista para a Vulture, Matt Duffer falou sobre a suposta conexão de Bob (Sean Astin), personagem da segunda temporada de Stranger Things e o palhaço Pennywise, de It. Em alguns episódios, Bob fala de um palhaço que o assustava na infância e cita o estado do Maine, o mesmo da história de Stephen King:

“Bom, nós dois temos problemas com palhaços. Tive isso a vida toda. Eu sentia isso quando criança, então quando apareciam palhaços em festas era um problema real para mim. Em 1990 nós vimos a minissérie de It e a performance de Tim Curry como Pennywise realmente acabou comigo. Me assustou muito. Foi uma das primeiras coisas de terror que assisti e eu não conhecia Stephen King antes. Foi a minha primeira experiência com ele e se tornou marcante. Foram umas duas semanas sem dormir. Então acho que a história de Bob com palhaços era realmente eu descrevendo algo que me deixa apavorado. Nunca tive experiências em si, mas muitos pesadelos com isso. Tenho certeza que pensamos ‘ah, seria legal o Bob falar de se mudar para o Maine, perto de Stephen King’. King existe nesse mundo [de Stranger Things]. Alguns personagens já leram livros dele, mas não o Bob. Ele não se interesse porque odeia esse tipo de história”.

As duas temporadas de Stranger Things já estão disponíveis no catálogo da Netflix. Ainda não há previsão de estreia para a terceira temporada.

It: A Coisa | As 10 coisas mais bizarras do livro original de Stephen King

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Caio Coletti, no Observatório do Cinema

Com It: A Coisa chegando aos cinemas nessa quinta-feira (07), toda uma nova geração de fãs vai passar a conhecer e temer Pennywise, o palhaço assassino que aterroriza a cidade de Derry, no Maine.

O livro original de Stephen King, publicado em 1986 e considerado por muitos a obra prima do mestre do terror, tem nada menos que 1104 páginas na tradução em português, e muitos detalhes e bizarrices ficaram de fora da adaptação, que de qualquer forma traz apenas metade da história (que será concluída com uma continuação, em 2019).

Confira abaixo (spoilers) as 10 maiores bizarrices do livro:

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‘Game of thrones’ volta com surpresas até para os fãs dos livros

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Sansa Stark (Sophie Turner) e Mindinho (Aidan Gillen) em cena da quinta temporada de 'Game of thrones' - Divulgação

Sansa Stark (Sophie Turner) e Mindinho (Aidan Gillen) em cena da quinta temporada de ‘Game of thrones’ – Divulgação

Quinta temporada da série é exibida mundialmente a partir de 12 de abril

Eduardo Rodrigues, em O Globo

LONDRES — A guerra de spoilers vai recomeçar, desta vez envolvendo o mundo todo ao mesmo tempo. Em duas semanas a quinta temporada de “Game of thrones” vai estrear simultaneamente em mais de 170 países (a ONU tem 192 estados-membros). No Brasil os dez episódios vão ao ar aos domingos, às 22h, a partir de 12 de abril, na HBO. Os ingleses precisarão segurar o sono para assistir ao programa às 2h, enquanto na Austrália as sangrentas batalhas serão acompanhadas pelo desjejum, às 11h da manhã.

A premiada saga estreou em 2011 e desde então vem batendo seguidos recordes de popularidade. Já se tornou a série mais vista da HBO, desbancando “Família Soprano” e “True Blood” e, desde 2012, é também a mais pirateada na internet. Esses altos números de pirataria — localizados em países onde a exibição acontecia com atraso de um dia ou mais — serviram de incentivo para a emissora acionar sua ampla rede de subsidiárias e parceiros ao redor do mundo para oferecer o programa de forma legal ao maior número possível de espectadores.

Os motivos do sucesso da série já foram amplamente debatidos nos quatro primeiros anos e reiterados por atores do programa numa série de entrevistas em Londres: a qualidade do texto, a complexidade da história e dos personagens, a forma realista como retrata um mundo medieval, mesmo com elementos de fantasia, e, claro, muito sexo e muita violência sem nenhuma censura.

— Eu gosto de programas de fantasia, mas acho que não alcançam o público por serem muito irreais — sugere Sophie Turner, a Sansa Stark. — Nós temos dragões, zumbis, monstros, mas também relacionamentos como o de Jon (Snow) e Sam (Tarly). Todos têm um amigo como aquele. E a política é a mesma de hoje, apesar dos elementos fantásticos.

E a violência?

— Não acho que em “Game of thrones” haja limite para qualquer coisa. Isso é ótimo, pois extrapolamos os limites. Então acho que quanto mais violento, melhor — arremata Sophie.

Liam Cunningham, o ex-contrabandista Davos, inverte o jogo, questionando aqueles que criticam a brutalidade do programa:

— A série é sobre paranoia, vingança, legado e controle. Então, o fato de acontecimentos dos últimos anos, especialmente no Oriente Médio e na Ucrânia, terem similaridades com a série, isso sim me deixa assustado. Os paralelos que temos em um mundo no qual o homem comum não tem importância para as pessoas no poder reflete o que acontece hoje. Na maior parte do tempo esses caras estão falando sobre política.

Maisie Williams como Arya Stark - Divulgação

Maisie Williams como Arya Stark – Divulgação

Essa brutalidade promete ser ainda maior na quinta temporada, que também deve superar todas as outras em imprevisibilidade. “Game of thrones” já ficou famosa por matar protagonistas sem nenhuma cerimônia — seguindo a história da “Saga de gelo e fogo”, escrita por George R.R. Martin com inspiração na Guerra das Rosas, que sacudiu a Grã-Bretanha no século XV. E Martin já avisou que “personagens que não morrem nos livros vão morrer na série, então até os leitores ficarão tristes”. Um dos ditados do mundo ficcional é “valar morghulis”, ou “todos os homens devem morrer”. Com isso, mesmo os principais atores da trama têm motivos para se preocupar.

— Se a morte servir bem ao programa e eu sentir que foi justo com meu personagem, sinceramente já tive uma grande passagem — fala Kit Harington, ao ser perguntado sobre a possibilidade (inaceitável para a maioria dos fãs) de Jon Snow deixar a história.

A imprevisibilidade é tanta que ele decidiu ler apenas suas partes do roteiro, para experimentar a série como um espectador comum:

— Nesta temporada eu li apenas as minhas partes, então não sei nada. Eu li até o livro quatro e queria ver o programa e ser conquistado por ele, entender o que o público vê nele.

Enquanto o terceiro livro (“Tormenta de espadas”) foi dividido entre a terceira e a quarta temporadas, a quinta segue as histórias contadas paralelamente entre o quarto e o quinto volumes (“O festim de corvos” e “A dança dos dragões”). Com as mortes recentes de personagens importantes (“reis estão morrendo como moscas”, já disse o anão Tyrion Lannister, que deu um Globo de Ouro a Peter Dinklage) um vácuo de poder surgiu e muitos personagens vão em busca de vingança e novas alianças.

Peter Dinklage como Tyrion Lannister - Divulgação

Peter Dinklage como Tyrion Lannister – Divulgação

Tyrion termina a quarta temporada fugindo para o exílio, após escapar de uma condenação à morte, numa sentença proferida pelo próprio pai. Esse exílio trará encontros inesperados ao personagem. Jon Snow já viveu um encontro desse tipo, quando negociava com os selvagens ao norte da Muralha e foi surpreendido pelos exércitos de Stannis Baratheon, um dos pretendentes ao trono, e sua conselheira, Melisandre.

Daenerys Targaryen, a herdeira ao trono exilada desde a primeira temporada, passa por momentos difíceis com os dragões que deveriam ser a sua maior arma. Um deles matou uma criança e desapareceu, forçando-a a acorrentar os outros dois. Ela ainda precisa aprender a se virar sem seu principal conselheiro, Jorah Mormont, expulso depois da descoberta de uma traição.

— Sir Jorah sempre foi seu confidente e conselheiro desde a primeira temporada. Como esse relacionamento deteriorou, foi preciso procurar outra pessoa e ela respeita a visão clara de Missandei. Antes ela sempre teve conselhos de homens mais velhos, agora tem uma visão mais contemporânea — fala a atriz Emilia Clarke.

Em meio a tudo isso, os espectadores ainda serão apresentados à família Martell, que entrará no jogo para vingar o príncipe Oberyn, morto em um combate eletrizante na temporada anterior. Com os Martell, o público será apresentado também ao reino de Dorne, com cenas filmadas no castelo Alcázar e arredores de Sevilha, na Espanha.

Todas essas tramas — e mais algumas — precisam encontrar solução até a sétima temporada, se for feito o desejo dos produtores David Benioff e D.B. Weiss. Mas Michael Lombardo, diretor da HBO, já deixou claro que por ele a série pode chegar a dez temporadas. Não é fácil abandonar uma galinha dos ovos de ouro.

*O repórter viajou a convite da HBO

Série de Game of Thrones vai dar spoilers de livros, confirma produtor

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Sim, é isso mesmo: a série da HBO vai acabar antes dos livros

Anthony Couto, no IGN Brasil

O produtor David Beinoff confirmou que a HBO vai ter de começar a dar spoilers dos livros de George R. R. Martin em que a série se baseia.

Isso terá de acontecer entre a quinta e a sexta temporada do programa de TV, enquanto o livro final de Game of Thrones ainda é escrito por Martin.

De acordo com a Vanity Fair, Beinoff explicou como as coisas vão acontecer. “Felizmente, temos conversado com George há um tempo, e sabíamos que isso acontecer. Seguiremos o mesmo caminho que George, embora existam alguns desvios de rota. Queríamos não ter de dar spoilers sobre os livros, mas estamos entre a cruz e a espada, e o show tem que continuar”.

O produtor declarou, entretanto, que os fãs podem esperar surpresas e revelações nos livros. “Acho que é divertido para George saber que ele pode surpreender os fãs que assistiram à série até o final. Há certas coisas que só vão acontecer na TV, e que os fãs adorariam descobrir como são nos livros”.

E você, o que acha disso? Vai deixar de ver a série para poder ler os livros em paz?

Carta com plano original de autor para ‘Game of Thrones’ é revelada

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O escritor George R.R. Martin, da série "Game of Thrones"(Foto: Matt Sayles/Associated Press)

O escritor George R.R. Martin, da série “Game of Thrones”(Foto: Matt Sayles/Associated Press)

Publicado na Folha de S.Paulo

Uma carta do escritor George R.R. Martin para seu agente, enviada em outubro de 1993, foi publicada na internet revelando seus planos para a saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiram a série “Game of Thrones”, da HBO. Muita coisa mudou.

(Atenção: essa reportagem contém spoilers tanto dos livros quanto da série televisiva.)

Em 1993, Martin planejava fazer uma trilogia. Por enquanto, foram lançados cinco volumes —o sexto não deve ser publicado neste ano segundo a editora HarperCollins, que publica seus livros em inglês.

Desde o início o plano era matar Ned Stark e sua mulher, Catelyn. Enquanto a morte de Ned se desenrolou como previsto, a de Catelyn seria bastante diferente. Após a morte do marido, ela fugiria para o norte, para além da Muralha, e seria capturada por Mance Rayder, morrendo pelas mãos de seu grupo.

Sansa Stark iria se casar com Joffrey e teria um filho com ele. Joffrey, por sua vez, encontraria Robb Stark em uma batalha, na qual este seria derrotado e morto por Jaime e Tyrion Lannister.

A trajetória de Arya Stark é a mais diferente do plano inicial. Ela e Jon Snow iriam se apaixonar e seriam atormentados pelo fato de que Jon fez votos de castidade e de que são meio-irmãos —pelo menos “até o segredo da verdadeira paternidade de Jon ser revelado no último livro”.

Tyrion também deveria se apaixonar por Arya. Seu irmão, Jaime, mataria todos os postulantes ao Trono de Ferro e culparia Tyrion pelos assassinatos. Exilado, ele se uniria aos Stark para derrubar Jamie, encantando-se por Arya.

Khal Drogo também já estava fadado a morrer, mas de um modo diferente: ressentida pelo fato de o marido ter matado seu irmão, Daenerys o assassinaria, chegando a Westeros no segundo volume da trilogia.

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